[Testemunho] Casal restaurado por Cristo, após adultério.

 

Oi, estou lendo “Feminilidade Radical: Fé Feminina em um Mundo Feminista” de Carolyn McCulley e quis compartilhar esta citação com vocês.

Stephanie ligou para o seu esposo a fim de dizer boa noite — algo rotineiro quando ela passava a noite longe dele. Bill não a acompanhou nesta visita aos pais dela desta vez, alegando ter um horário pesado de trabalho e demandas do curso de pós-graduação.

Durante a conversa, ele pareceu distraído e um pouco frio para ela. Incerta sobre o comportamento de Bill, Stephanie decidiu terminar a conversa. “Bem, está certo, boa noite. Amo você.” “Eu também”, ele respondeu. Deitada na mesma cama de quando era criança, Stephanie repassou a conversa muitas vezes em sua mente. Eu também. Parecia um alarme de um sino. Por que ele não disse as palavras reais, como sempre dizia? Inquieta, ela estendeu a mão ao telefone de novo. O relógio dizia que já passava das 2h da manhã.

Nenhuma resposta. Ela discou novamente. Ainda assim, nenhuma resposta.

O medo se juntou às suas suspeitas. Stephanie acordou sua irmã, pedindo para que cuidasse de suas duas filhas. Ela iria fazer o longo trajeto de volta à sua casa para ver como estava o seu marido.

Na estrada, suas emoções transbordaram. Stephanie se perguntou o que ela encontraria quando chegasse. Estava Bill mortalmente doente e incapaz de responder ao telefone? Estava ele machucado e no hospital? Ou… Estava ele passando a noite com outra pessoa?

Fragmentos das conversas e interações ao longo do último ano invadiram sua mente. O quanto Bill parecia distante durante a festa de aniversário de seis anos da filha. Quanto tempo ele estava dedicando ao trabalho. A forma elogiosa com que ele falava de suas colegas. O jeito com que ele disse à Stephanie sobre quão atraente uma colega estava com o novo vestido vermelho. O tanto de apoio emocional que ele deu a essa mulher depois do fim do namoro dela. O quanto ele criticava Stephanie quando ele estava em casa.

Num ato de reflexo, ela começou a orar. Deus, ajude-me. Ajude meu casamento. Dê-me um sinal do que fazer.

Stephanie só conseguiu pensar em uma forma de saber que Deus estava respondendo à sua oração. Ela ligou o rádio, dizendo a si mesma que qualquer música que ela ouvisse seria seu sinal. Depois de um assustador momento de silêncio, ela ouviu a simples melodia de uma música que foi cantada em sua festa de casamento.

Um homem deixará sua mãe, e uma mulher deixará sua casa.
E eles viajarão para onde os dois serão como um.
Como foi no início, assim é agora e até o fim,
A mulher obtém vida do homem e a retribui novamente.
E há amor, há amor.

Stephanie olhou assustada para o rádio. Deus está realmente ouvindo, ela pensou. Chegando à sua rua, ela pôde ver que o carro de Bill não estava na garagem. Ela saiu do seu carro no frio da madrugada, caminhou até a porta de sua casa vazia e subiu as escadas para o seu quarto.

Vendo a cama vazia, ela começou a chorar novamente. Perguntas giravam ao seu redor. Quem é meu esposo? Acaso eu ainda o conheço? Ele tem outra vida separada? Como ele pôde fazer isso? Será que, pelo menos, ele ainda me ama? E quanto às crianças? O que acontecerá conosco?

Stephanie ficou acordada a noite toda, incapaz de dormir. Na manhã seguinte, ela telefonou para Bill no trabalho dele e perguntou se poderia ir vê-lo. Ele a encontrou no estacionamento e entrou no carro. Ela pegou a mão dele, colocou-a sobre o coração dela, olhou em seus olhos e fez a temida pergunta.

“Onde você estava ontem à noite?”

Imediatamente consciente do quanto a verdade machucaria Stephanie, Bill mentiu. “Eu estava em casa.”

“Não, você não estava”, Stephanie respondeu em voz baixa. “Eu fui para casa, e você não estava lá.”

Atordoado, Bill sentiu uma onda de emoções quebrar sobre ele — alívio, porque a verdade já era conhecida; tristeza por machucar sua esposa; e arrependimento e vergonha por suas ações. Ele não conseguiu falar coisa alguma.

Stephanie desabou em lágrimas. Depois de um momento tenso, ela desviou o olhar e fez uma série de perguntas ásperas: “Por que você não me ama? Você a ama? Você quer se divorciar?”

“Eu amo você, e não, não quero o divórcio — eu realmente não quero”, ele finalmente respondeu.

“Então por que você fez isso?”

“Eu não sei…”, ele respondeu. “Eu realmente sinto muito.”

Nos meses seguintes, Stephanie e Bill continuaram a conversar e a reconstruir o relacionamento. Stephanie queria derrubar o muro da desconfiança entre eles, mas se sentia impotente para fazer algo a respeito. Ao mesmo tempo, Bill estava lidando com a sua vergonha.

Pouco depois de sua traição ser descoberta, Bill mudou de emprego. Seu novo patrão era um cristão assumido, não reticente sobre enfatizar o temor de Deus. Ele também era grande e intimidador. Bill foi tentado a se afastar dele, mas Deus o usou para apresentar Bill à ideia de que seu casamento precisava de algo mais do que aquilo que ele ou Stephanie tinham para oferecer.

Um dia, Bill entrou na cozinha e anunciou o diagnóstico: “Você sabe o que está faltando em nosso casamento? Está faltando Cristo.”

Stephanie concordou imediatamente. Então ela lhe contou sobre duas famílias que ela tinha conhecido na sua rua que iam para a mesma igreja e pareciam realmente gostar. Então aquela foi a igreja que eles foram visitar no domingo seguinte.

Embora tenha sido ideia dele ir, quando o domingo chegou, Bill tinha sentimentos mistos. Em primeiro lugar, em sua mente estava o como desfazer o que ele tinha feito e ser perdoado. Ele se sentiu manchado em uma igreja onde todo mundo parecia tão feliz e estava cantando com entusiasmo. No final da reunião, o pastor apresentou o evangelho, descreveu como as pessoas poderiam ser perdoadas de seus pecados e então pediu àqueles que queriam aceitar a oferta da livre graça de Cristo que levantassem suas mãos.

Bill levantou a mão. Stephanie também.

Então o pastor pediu que aqueles que levantaram suas mãos viessem à frente para oração. De mãos dadas, Bill e Stephanie caminharam para frente. Um dos outros pastores se aproximou e os parou. Ele olhou para Bill, depois para Stephanie, e depois novamente para Bill.

“Eu vi você vindo até aqui e quero que você saiba que Deus tem um plano para você”, ele disse para Bill. Então, olhando para Stephanie, ele gentilmente acrescentou: “Siga este homem”.

Dezessete anos depois, os Ketterings estão sentados na sala, recontando o quanto mudaram desde aquele dia. Bill está sentado no chão, perto de Stephanie, que está no sofá. À medida que eles recontam os detalhes dolorosos, Bill estende a mão para sua esposa, mantendo um contato tranquilizador.

“O que mais me lembro daquele dia na igreja foi que eu, de repente, percebi que meu foco tinha sido, durante todo aquele tempo, o pecado do meu esposo”, Stephanie recorda. “Eu tinha certeza de que Bill levantaria a mão. Mas no momento exato, vi meus pecados e percebi que precisava de um Salvador também. Até então, eu tinha vivido mais ciente de como eu havia sido ofendida.”

Refletindo sobre o que o pastor disse a eles no dia em que se tornaram cristãos, Bill elogia sua esposa.

“Ela não tinha uma categoria para descrever o que ‘seguir’ significava naquele tempo, pelo menos não em termos de ensino bíblico”, ele diz. “Mas ela sabia que aquilo vinha do Senhor. Então ela fez. Ela realmente lutou para entender o que significava me perdoar e me seguir.”

Pausando por um momento, Bill se esforça para manter sua compostura. As lágrimas derramam sobre seu rosto mesmo assim.

“Eu acho que um dos exemplos mais claros do desejo dela de me seguir foi que — além da irmã e do cunhado dela — ela não contou a mais ninguém o que eu fiz”, ele conta com uma voz sufocada. “Ela deixou que eu contasse aos outros. O pensamento dela era de não me desonrar. Incrível, não é?”

Depois da visita inicial, os Ketterings logo se juntaram à igreja e começaram a frequentar um grupo pequeno que se encontrava no bairro deles. Eles foram abertos quanto às dificuldades de seu casamento, mas não compartilharam os detalhes imediatamente. Assim, Stephanie buscava ajuda em Bill quando sofria com as memórias da infidelidade dele.

“Ao longo daquele primeiro difícil ano, Bill me ajudou”, Stephanie recorda. “Ele me ajudou com o processo de cura. Houve vezes quando não queria sair da cama, mas eu sabia que tinha que fazer isso por causa das minhas filhas. Eu sempre sabia que a amargura estava se avivando em minha mente quando imaginava as cenas dele com essa outra mulher. Nesses momentos, eu fazia orações bem simples, dizendo coisas como: ‘Ajude-me, Senhor. Não deixe que eu pense desse jeito’. Então eu telefonava para Bill e contava que estava tendo pensamentos ruins sobre ele. Ele dizia: ‘Desculpe-me, eu não sei como mudar isso, mas quero que saiba que realmente amo você’. Então depois de nos tornarmos cristãos, eu dizia para ele: ‘Por favor, diga que nunca mais vai fazer isso de novo’. Eu me lembro de ele dizer: ‘Eu gostaria de prometer isso, mas não posso garantir porque sou pecador. Mas eu posso prometer que Deus é fiel e ele é capaz de manter nosso casamento firme’”.

Como nova cristã, as dificuldades forçaram Stephanie a desenvolver um entendimento do perdão na prática. Um dia, ela leu um versículo em que Jesus estava instruindo seus discípulos sobre o perdão. Marcos 11.25 diz: “E, quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas”.

“Eu vi que havia uma nota de rodapé para esse versículo e fui até embaixo para ver que alguns manuscritos tinham um versículo adicional que diz: ‘Mas, se não perdoardes, também vosso Pai celestial não vos perdoará as vossas ofensas’”, ela relembra. “Era um claro mandamento para perdoar. Mas ele era um mandamento baseado em quanto perdão eu havia recebido de Deus. A misericórdia que eu tinha recebido pelos meus pecados era a razão por que eu poderia perdoar Bill pelos pecados dele.”

Mesmo com aquele entendimento e novo apreço por seu próprio perdão, Stephanie descobriu que a amargura era uma tentação ocasional. Então ela temeu não estar cumprindo o mandamento correlato em Mateus 18.21-22 de perdoar setenta vezes sete. Mas mesmo essa preocupação tinha um benefício não planejado — ela destacava sua contínua necessidade de um Salvador.

“Eu descobri que facilmente me inclinava para minha própria atuação em busca de confiança”, ela diz. “Finalmente aprendi que era somente através do evangelho que eu poderia reconciliar minha experiência com os mandamentos bíblicos de amar e honrar meu esposo. Quando eu entendi claramente que Cristo sofreu na cruz com muita dor para que eu pudesse ser perdoada, isso se tornou a minha motivação. Foi assim que pude amar meu esposo — Cristo fez isso por mim, e eu queria viver a minha vida para agradar a Deus.”

Logo depois de os Ketterings terem se tornado cristãos, uma mulher em seu grupo pequeno lhes deu duas bolsas cheias de sermões gravados. Bill começou a ouvir esses sermões enquanto dirigia, desenterrando dezenas deles todo mês.

“Ele vinha para casa e me dizia sobre o que estava aprendendo”, Stephanie relembra. “Um dia, ele entrou em casa e disse: ‘Sabe o que aprendi hoje? Eu sou encarregado de ser a cabeça. Sou responsável por liderar a nossa família’. Quando ele me disse isso, senti um peso saindo dos meus ombros. Sempre senti que eu é quem devia estar fazendo isso. Mas perguntei a ele: ‘Bem, quem é a sua cabeça?’. Ele respondeu: ‘Cristo é a minha cabeça’”.

Bill sorri para sua esposa enquanto ela reconta essa conversa, e então acrescenta: “Ela nunca me fez sentir estranho porque ela tinha assumido essa postura de querer agradar a Deus, de querer fazer o que Deus a tinha chamado para fazer em termos de me amar. Ela nunca disse: ‘Você não merece liderar esta família’”.

Antes de se tornarem cristãos, eles tinham um casamento bem típico. Bill trabalhava fora, em jornada integral, e fazia cursos de graduação de meio período para que pudesse melhorar as oportunidades de sua carreira. Stephanie primariamente ficava em casa com as filhas, mas ela também trabalhava nos fins de semana no comércio de varejo. Mesmo estando casados, eles frequentemente conduziam vidas paralelas, porém separadas.

“Naquela época, nunca pensei que Stephanie precisava de mim. As coisas funcionavam bem sem mim”, Bill afirma. “Depois, eu soube que era para eu me envolver e não deixar que ela lidasse com tudo sozinha. Não que ela não fosse capaz — ela certamente era —, mas agora nós entendíamos que eu precisava arcar com as responsabilidades às quais fui chamado.”

À medida que eles aprendiam sobre o plano bíblico para o casamento, houve uma sutil, mas profunda, mudança na vida deles. Eles sempre tinham funcionado bem juntos em termos de realizar tarefas, mas agora eles desfrutam do benefício adicional da paz que advém da clareza.

“Quando está bem claro quem é responsável pelo que — quando nós conhecemos a nossa parte do relacionamento — é mais pacífico”, Bill diz. “Não tínhamos papéis definidos antes. Estávamos apenas fazendo as coisas juntos. Agora nós sabemos como deve ser”, ele diz. “E estamos trabalhando juntos para fazermos assim”.

Certamente, quando ela veio para casa naquela noite difícil e descobriu que seu esposo não estava lá, Stephanie nunca poderia imaginar que eles seriam tão felizes agora. Nem teria imaginado que Deus poderia usá-los para ajudar outros casais. Os Ketterings são hoje parte da equipe de aconselhamento bíblico da igreja onde congregam, por meio do qual eles têm ajudado centenas de casais com seus próprios conflitos conjugais.

Sentada em sua sala de estar, com suas filhas adultas indo e vindo, Stephanie segura a mão de seu esposo e oferece sua perspectiva obtida da forma mais difícil.

“A maioria das pessoas pensaria que o divórcio seria a primeira alternativa numa situação como essa. Mas Deus é mais glorificado quando você não faz isso, mas, ao contrário, confia que ele será fiel à sua Palavra para dar-lhe sabedoria, perdão e graça para a mudança de que precisa.””

 

 

 

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[e-News] Em 1 Min. Victor Belfort falou de Deus mais do que o Thalles em 17 Min. no Jô!!

Vitor vs Thalles

“O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca.” Lucas 6:45

Por favor, meditem no verso acima, enquanto assistem os vídeos abaixo e perceba a diferença entre quem realmente está “Cheio do Espírito Santo” e quem não!!!

Agora vejam do que o coração de Thalles está cheio:

A justicativa do Thalles está abaixo na Foto!

thalles-justifica-nAo-falar-mais-de-jesus-no-programa-do-jo-30-10
A Bíblia nos ordena a aproveitar as oportunidades!! Está escrito:

“Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios,

aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus.

Portanto, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor.” Efésios 5:15-17

E qual é a vontade de Deus?? Está escrito:

“Isso é bom e agradável perante Deus, nosso Salvador,

que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade.” 1 Timóteo 2:3-4

Não é a primeira vez que o Thalles participa de programas de TV!! Infelizmente, em praticamente todos, nenhum Testemunho digno da Cruz foi dado!! Está escrito:

“…porque da abundância do seu coração fala a boca.” Lucas 6:45

[Testemunho] Cientista e ex-Ateu Francis Collins diz “TORNEI-ME SEGUIDOR DE JESUS”!

testemunho francis collins

Vejao uma Entrevista feita com ele sobre o assunto abaixo:
Eu sou um cientista e crente, e não vejo qualquer conflito quanto a isso.Como diretor do Projeto do Genoma Humano,  conduzi um consórcio de cientistas para ler as 3,1 bilhões de letras do genoma humano, o nosso próprio livro de instruções de ADN. Como crente, eu vejo o ADN, a informação molecular de todas as coisas vivas, como linguagem de Deus, e a elegância e complexidade dos nossos próprios corpos e o resto da natureza como reflexo do plano de Deus.
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Eu não abracei sempre estas perspectivas. Quando me formei em Físico-Química nos anos 70, eu era ateu, não encontrando qualquer razão que postulasse a existência de quaisquer verdades fora da matemática, física e química. Mas depois fui para uma escola médica, e deparei-me com as questões da vida e da morte nos leitos dos meus pacientes. Desafiado por um desses pacientes, que me perguntou, “O que crê, doutor?”, comecei a procurar respostas.
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Tive de admitir que a ciência que eu amava era impotente para responder a questões como, “Qual o significado da vida?” “Porque estou aqui?” “Porque é que a matemática funciona, de qualquer modo?” “Se o universo teve um começo, quem é que o criou?” “Porque é que as constantes físicas no universo estão tão rigorosamente sintonizadas para permitir a possibilidade de formas de vida complexas?” “Porque é que os humanos têm um sentido moral?” “O que é que acontece depois de morrermos?”
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Sempre assumi que a fé estava baseada em argumentos puramente emocionais e irracionais, e fiquei atônito ao descobrir, inicialmente nos escritos do acadêmico de Oxford, C. S. Lewis e subsequentemente em muitas outras fontes, que uma pessoa podia edificar uma defesa muito forte para a plausibilidade da existência de Deus em bases puramente racionais. A minha antiga asserção ateia de que “Eu sei que Deus não existe” emergia sem a mínima defesa. Como o escritor Britânico, G. K. Chesterton, ilustremente assinalou, “O Ateísmo é o mais ousado de todos os dogmas, pois é a afirmação de uma negação universal.”
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Porém a razão apenas, não pode provar a existência de Deus. A fé é razão mais revelação, e a parte da revelação requer que uma pessoa pense com o espírito como igualmente com a mente. Tu tens de ouvir a música, não apenas ler as notas na pauta. Por fim, é requerido um salto de fé.
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Para mim esse salto aconteceu nos meus 27 anos de idade, depois de uma busca de aprendizagem sobre o carácter de Deus me ter conduzido à Pessoa de Jesus Cristo. Eis uma Pessoa com assinalável forte evidência histórica da Sua vida, que fez declarações impressionantes sobre o amar o próximo, e cujos clamores sobre ser o Filho de Deus pareceram exigir uma decisão sobre se Ele estaria iludido ou certo. Depois de resistir por quase dois anos, descobri que era impossível continuar a viver num tal estado de incerteza, e tornei-me seguidor de Jesus.
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Descobri que há uma harmonia maravilhosa nas verdades complementares da ciência e da fé. O Deus da Bíblia também é o Deus do genoma. Deus pode ser encontrado tanto na igreja como no laboratório. Ao investigar-se a criação majestosa e tremenda de Deus, a ciência pode de facto ser um meio de adoração.
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Nota: Collins escreveu o livro “A Linguagem de Deus” (editado em Portugal pela Presença). O título do livro “A Linguagem de Deus”, surgiu de uma declaração do presidente americano Bill Clinton ao anunciar a finalização da 1ª fase do Projecto Genoma em 2000: “Hoje estamos a aprender a linguagem com que Deus criou a vida.” Também ficou célebre esta sua frase: “Eu acredito que o ateísmo é a mais irracional das escolhas.” (Revista Veja, Edição 1992 – 24 de Janeiro de 2007)”.

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Fonte: Iqc

Veja um pouco daquilo que ele entendeu assistindo os documentários abaixo:

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[Reflexão] Porque não queimamos coisas quando Jesus é ridicularizado?

por Mike Lee

“Falava ele ainda, e eis que chegou Judas, um dos doze, e, com ele grande turba com espadas e porretes, vinda da parte dos principais sacerdotes e dos anciãos do povo. Ora, o traidor lhes tinha dado este sinal: Aquele a quem eu beijar, é esse; prendei-o. E logo, aproximando-se de Jesus, lhe disse: Salve, Mestre! E o beijou. Jesus, porém, lhe disse: Amigo, para que vieste? Nisto, aproximando-se eles, deitaram as mãos em Jesus e o prenderam. E eis que um dos que estavam com Jesus, estendendo a mão, sacou da espada e, golpeando o servo do sumo sacerdote, cortou-lhe a orelha. Então, Jesus lhe disse: Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada à espada perecerão. Acaso, pensas que não posso rogar a meu Pai, e ele me mandaria neste momento mais de doze legiões de anjos? Como, pois, se cumpririam as Escrituras, segundo as quais assim deve suceder?” (Mateus 26.47 – 54)

Assista TV e você verá o Nome de Deus Pai e Deus Filho sendo ridicularizado, usado em vão, para amaldiçoar, e de muitos outros jeitos que negam a santidade, beleza, majestade, poder, glória, e a maravilha que Ele é. Assista filmes e ouça música e você vai encontrar a mesma coisa. De fato, vá ao supermercado e você irá ouvir os mesmos abusos em relação à beleza do Nome do nosso Salvador. E ainda assim, exceto boicotar alguns produtos, escrever cartas/emails, telefonar para estações de TV ou enviar petições, você realmente não verá qualquer outra demonstração visível da indignação do cristãos.

Além disso, pelo mundo afora, vemos pessoas iradas fazendo todo tipo de mal por causa da difamação do nome do profeta deles. Qual é a diferença? Por que os cristãos não queimam coisas quando Jesus é ridicularizado? Apenas algumas reflexões…

1. Está chegando o dia em que Jesus voltará e todos aqueles que eram escarnecedores do Seu nome irão se dobrar perante o Seu nome e confessar que Ele é o Senhor. Há uma perspectiva na qual eu não preciso defender o nome de Jesus. Ele é bem capaz de se autodefender, obrigado. E naquele dia, quando toda língua confessar que Jesus é o Senhor para glória de Deus Pai, os escarnecedores serão envergonhados pela eternidade. Eu posso ficar com raiva por um dia. A ira de Deus será derramada por toda a eternidade.

2. Quando o Nome de Jesus é ridicularizado, todo cristão deve se lembrar de que ele também já ridicularizou Jesus uma vez. Nós eramos todos, por natureza, filhos da ira totalmente merecedores da ira de Deus. E, mesmo assim, Deus nos mostrou misericórdia e graça por meio de Seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo. Apesar de totalmente responsáveis por nossas ações, estávamos agindo na ignorância de acordo com a nossa natureza. Mas, quando Deus disse, “haja luz” em nossos corações, nós vimos, pela primeira vez, a glória de Deus na face de Jesus Cristo. Então, nós vimos nosso pecado pelo que ele era e a beleza de Cristo pelo que Ele é, e nos arrependemos e confiamos no trabalho consumado de Jesus para nos salvar. Então, ao invés de queimarmos coisas quando outros ridicularizam Jesus, nós mostramos paciência, sabendo que o Salvador foi paciente conosco.

3. O que nos leva à obra que devemos realizar agora. Ao invés de queimarmos coisas, nós advertimos e imploramos àqueles que ridicularizam o Salvador que se arrependam de seus pecados e se voltem para Cristo. Se nós verdadeiramente amamos Cristo, vamos amar falar sobre Ele para pecadores, os quais Ele veio salvar. Porque nossa dívida gigantesca foi perdoada, nós iremos desejar que outros saibam da beleza de Sua graça derramada sobre pecadores. Nós vamos avisar a esses zombadores sobre o fogo do inferno que nunca terá fim. A obra que realizamos não é para defender a honra de Seu Nome e sim para proclamar Seu Nome, buscando a reconciliação entre Deus e os homens por meio da pregação do evangelho.

4. Tudo isso nos faz lembrar que Jesus é o Senhor vivo e ressurreto. Jesus continua trabalhando até hoje, neste exato momento. O Espírito Santo está trabalhando através de nós quando glorificamos Jesus, que ressurgiu dos mortos. Nós temos uma história para contar. Jesus está voltando e irá endireitar todas as coisas. Não temos que defender a honra de um homem morto… ele está vivo!

Eu oro para que aqueles que sentem que precisam defender o nome e a honra de um homem morto vejam a glória do Senhor vivo e verdadeiro que traçou o caminho para escapar da ira de Deus por meio de Sua morte e ressurreição. Vamos orar para que os olhos cegos deles se abram para o Único que é o Caminho, a Verdade, e a Vida que é o único caminho para o verdadeiro Pai de tudo.

Traduzido por Fernanda Vilela | iPródigo.com | Original aqui

[e-News] Idosa de 79 anos faz de aeroportos sua casa para evangelizar (Assista ao vídeo)

Isaura Lopes cumpre jornadas cristãs de 20 dias em aeroportos brasileiros

A pernambucana Isaura Lopes tem 79 anos e a mais de 59 anos prega a Palavra de Deus em todo o país, 19 anos nos aeroportos. Isaura está no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, com a missão de divulgar a palavra de Cristo, como ela mesma explica. Com duas malas, três mudas de roupa, um par de sapatos e a Bíblia, a pernambucana faz suas jornadas pelos aeroportos de capitais brasileiras que duram 20 dias.

“Desde julho de 1953. São 59 anos viajando de Norte a Sul do país a serviço de Cristo. Dezenove anos para cá dentro dos aeroportos porque Cristo tem um plano especial para os ricos. Renunciei a tudo da terra, todo conforto por amor a Jesus e por quem ele deu sua vida”, diz a aposentada.

Ela está em Porto Alegre desde o dia 5 de outubro e passa o dia lendo a Bíblia orando por passageiros e evangelizando funcionários. Na próxima quinta-feira embarcará para Brasília, aeroporto que escolheu como base.

Isaura testemunha sua experiência com Deus. Surda, afirma já ter orado muito para que Deus a curasse, começou a perder a audição aos 38 anos. “Orava muito para não ficar surda. Um dia, ouvi de Deus: Isaura, os sons da terra são muito desafinados com os sons celestiais, melhor é não ouvir”, explica a senhorinha. Isaura já se julgou amaldiçoada. Não conquistava seus principais desejos enquanto jovem e se revoltava sem entender o porquê. Então ouviu de Deus que sua vida não era terrena. Se tinha os pés no chão, sua alma estava no céu. Por isso voa, sem medo de altura.

Isaura não tem família. Nasceu no sertão pernambucano onde completou o primeiro grau, noivou e preparou todo o enxoval. E onde abandonou tudo para seguir em uma eterna viagem pelo Brasil. Em nome de Deus, deixou o sonho de ser mãe. E não se arrepende.

Sobre sua estada no aeroporto, a Infraero informou que não existe lei que proíba e que ela não perturba os passageiros, nem pede esmolas. A estatal vê Isaura como uma viajante comum, com bilhete de partida comprado.

A rotina

Banho – As poucas horas em que dorme só são merecidas após um demorado banho de pano e sabonete, que sempre acontece durante a madrugada para não incomodar ninguém. O cabelo, já curto para não atrapalhar, é lavado na pia com a ajuda de um copo plástico.

Sono – Em Porto Alegre, fez de um dos assentos próximos à escada rolante, no terceiro piso, a sua cama. Ela posiciona a bolsa sobre um dos braços do banco, coloca a Bíblia em cima e apoia a cabeça. Para dormir, recolhe os pés desafiando o pequeno espaço disponível sobre o assento.

Alimentação – Não toma café da manhã, acostumou-se sem. Mas o que chama de carência alimentar bate por volta das 11h, quando se dirige a restaurantes onde consegue descontos e, por vezes, até comida de graça. À noite, é a vez de um pequeno lanche. As informações são do G1 e Zero Hora.

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[Reflexão] Cristãos queimados VIVOS!‏

O FIM ESTÁ PRÓXIMO

 A Paz do Senhor Jesus
Enquanto não se ouvir o som da trombeta de Deus, anunciando a volta do Senhor Jesus, ouviremos desses acontecimentos, pois, desde a perseguição ao Mestre Jesus, o povo do Senhor tem sido afligido ao longo da história cristã.
Que o Senhor nos ajude a perseverarmos na fé e na esperança do Grande Dia do Senhor. Oremos por todos os cristãos espalhados pela face da terra.
Abraços
Amelia

Fonte: por e-mail
Cristãos queimados VIVOS(Vídeo)! Agradeçamos a Deus por podermos viver e proclamar a nossa fé.
Cristãos queimados vivos(Vídeo) por muçulmanos sunitas da Nigéria.
Notícias como essa, que deveriam estampar a primeira página dos jornais, são solenemente ignoradas pela grande mídia.
FAÇAMOS NOSSA PARTE! JÁ PASSOU DO TEMPO DE FICARMOS PARADOS DENTRO DAS IGREJAS COMO MEROS ESPECTADORES. ELE ME CHAMOU E TE CHAMOU PRA MUDAR UMA SOCIEDADE E QUE TEMOS FEITO?
É HORA DE DESPERTARMOS DO SONO.