[Assunto Polêmico] Pastor Lucinho Barreto critica falta de banda gospel no Rock in Rio! Aiai…

Pr. Lucinho

O pastor Lucinho Barreto, líder dos jovens da Igreja Batista da Lagoinha, foi entrevistado pela equipe do G1 de Goiás nesta segunda-feira (23) quando participava de um congresso evangélico voltado para adolescentes.

Lucinho falou sobre a técnica que ele desenvolveu para chamar a atenção de seu público alvo e ainda comentou sobre o Rock in Rio, evento musical que aconteceu nos últimos finais de semana no Rio de Janeiro.

O pastor criticou a falta de bandas gospel e ainda falou da falta de segurança do evento e da quantidade de pessoas que entraram em coma alcoólico. “Chamaram artistas de vários ritmos para tocar, mas nenhum gospel. E outra, pessoas chegaram até mim dizendo que foram roubados, viram outros usando drogas, entrando em coma alcoólico”, disse.

Apesar de aconselhar seus fiéis a não irem no evento, “a não ser que seja com os pais”, Lucinho Barreto não acha que o festival tem que acabar. “Não acho que deve acabar e também não é uma caça às bruxas, que isso fique bem claro.”

O pedido de Lucinho para ter uma banda evangélica no festival não é algo impossível, na edição de 2001 a banda Oficina G3 foi convidada a se apresentar no Rock in Rio e também o grupo Os Nazarenos representando o gospel nacional.

Trabalhando com jovens há mais de 20 anos, o pastor foi o criador do lema “Loucos por Jesus” e usa estratégias radicais para atrair a atenção para a mensagem bíblica. “Se não for radical, não toca o jovem”, disse ele.[Arauto: Acho que essa é a função do Espírito Santo]

“Quem me conhece sabe as loucuras que já fiz. Subi na mesa da praça de alimentação de um shopping para pregar e também já subi em trio elétrico”, lembra Lucinho dizendo que a polêmica foto onde ele aparece “cheirando” a Bíblia não foi a maior loucura já feita.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/lucinho-barreto-gospel-rock-in-rio/

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[Curiosidade] Quanto vale o show? Confira a lista com os cachês cobrados no meio gospel!

hilsong-boa

Publicado originalmente em O Fuxico Gospel

Se você sempre quis saber quanto custa o show daquele cantor(a) que você tanto admira, então confira abaixo uma lista com alguns nomes e quanto cobraram, em média, pelo seus shows em 2012.

Adhemar de Campos          15.000,00
Alda Célia                             20.000,00
Alex Gonzaga                       18.000,00
Aline Barros                         60.000,00
André Valadão                     60.000,00
Asaph Borba                        15.000,00
Banda GerD                         15.000,00
Brother Simion                    10.000,00
Bruna Karla                         30.000,00
Canto do Céu                       20.000,00
Carlinhos Félix                    10.000,00
Casa de Davi                        25.000,00
Cassiane                               18.000,00
Chris Duran                         17.000,00
Cristina Mel                         15.000,00
Diante do Trono                 250.000,00
Eyshila                                  18.000,00
Fernanda Brum                   30.000,00
Fernandinho                        40.000,00
Heloisa Rosa                         17.000,00
Jamily                                   15.000,00
João Alexandre                    10.000,00
Jozyanne                               12.000,00
Kim                                        10.000,00
Kleber Lucas                        20.000,00
Léa Mendonça                       8.000,00
Logos                                      5.000,00
Ludmila Ferber                   22.000,00
Marcos Antonio                   12.000,00
Marina de Oliveira              14.000,00
Marquinhos Gomes            20.000,00
Ministério Unção Ágape     15.000,00
Novo Som                             15.000,00
Oficina G3                             30.000,00
PG                                          17.000,00
Quatro por Um                     16.000,00
Thalles Roberto                    60.000,00
Rayssa e Ravel                     10.000,00
Lázaro (Ex-Olodum)           50.000,00

dica do Fabio Martelozzo Mendes

a lista em ordem decrescente:

Diante do Trono 250 mil
Aline Barros   60 mil
André Valadão   60 mil
Thalles Roberto   60 mil
Lázaro   50 mil
Fernandinho   40 mil
Fernanda Brum   30 mil
Bruna Karla   30 mil
Oficina G3   30 mil
Casa de Davi   25 mil
Ludmila Ferber   22 mil
Canto do Céu   20 mil
Alda Célia   20 mil
Kleber Lucas   20 mil
Marquinhos Gomes   20 mil
Alex Gonzaga   18 mil
Eyshila   18 mil
Cassiane   18 mil
Heloisa Rosa   17 mil
Chris Duran   17 mil
PG   17 mil
Quatro por Um   16 mil
Jamily   15 mil
Ministério Unção Ágape   15 mil
Cristina Mel   15 mil
Asaph Borba   15 mil
Banda GerD   15 mil
Adhemar de Campos   15 mil
Novo Som   15 mil
Marina de Oliveira   14 mil
Jozyanne   12 mil
Marcos Antonio   12 mil
Brother Simion   10 mil
Carlinhos Félix   10 mil
João Alexandre   10 mil
Rayssa e Ravel   10 mil
Kim   10 mil
Léa Mendonça     8 mil
Logos     5 mil

certamente os números acima serão questionados por muita gente pq a cobrança de cachê envolve vários fatores e os valores costumam variar bastante.

  • qdo o cantor leva a banda o cachê é maior do que se cantar c/ playback; os supostos R$ 250 mil do DT devem incluir orquestra completa :-P
  • no caso de shows bancados por prefeituras e/ou políticos, os valores costumam ser bem + altos
  • apresentações em cultos costumam sair + em conta se for apenas 4 ou 5 músicas
  • esses valores variam conforme a exposição, músicas + tocadas em rádio etc. compare a tabela acima com os valores citados neste post de outubro de 2011
  • desnecessário dizer que alguns artistas cobram + qdo quem contrata exige a emissão de nota fiscal
  • provavelmente todos os nomes citados já cantaram de graça (ou com cachê bem reduzido) em inúmeros lugares e circunstâncias

feitas as ressalvas, alguns comentários ligeiros:

  • ñ existe 1 valor “justo” p/ fixar o cachê. quem determina isso é o público e, por extensão, quem vai contratar os caras
  • tampouco o critério “trajetória artística” é considerado nessa equação mercadológica. se assim fosse, o Vitorino Silva receberia o mesmo valor que o Stevie Wonder
  • lamento lembrar que bom gosto musical e cachês na maioria das vezes ñ andam juntos. basta lembrar uma das listas + recentes de cachês de artistas e bandas nacionais
  • recomendável aos irmãos zelosos economizarem em adjetivos como “vendidos”, “mundanos” e “aproveitadores”; por outro lado, seria legal os cabras saírem do armário e se assumirem como artistas e profissionais. dizer que vai “ministrar” em feira agropecuária só alimenta o véu de hipocrisia que reina em torno desse assunto
  • como acontece em outras áreas do segmento cristão, ainda há muito amadorismo e picaretagem. servir a Deus c/ excelência tb implica em tratar com dignidade e respeito gente que recebeu talento artístico (ou ñ)
  • sempre lembrado nessas situações, o “de graça recebestes…”  é despropositado em qq sentido. basta lembrar que até décadas atrás  muitos pastores eram tratados como cidadãos de classe inferior,   mantidos quase reféns da opinião do rebanho e, dependendo o sistema administrativo da comunidade, seu salário era objeto de comentários de todo rebanho.

sejam os artistas cristãos os próximos a receber o tratamento e o reconhecimento adequados, fruto da maturidade de 1 povo que ñ tem sido destruído por falta de conhecimento.

ps 1: em relação aos “bodes” que existem em todos os setores, ñ fomos constituídos juízes e alguém + gabaritado há de lhes dar a devida paga. se os universalistas estiverem equivocados, por toda a eternidade.

ps 2: como sempre, usem a área de comentários p/ eventuais correções.

Fonte: http://www.pavablog.com/2013/01/22/quanto-vale-o-show-confira-lista-com-os-caches-cobrados-no-meio-gospel/

Abaixo a opinião de um irmão coletada na Fonte que concordo plenamente:

  1.  O músico é um profissional e tem o direito de cobrar o quanto quiser pelo seu trabalho.

  2.  Quem regula o valor, em nossa sociedade capitalista, é o mercado: se ninguém topar pagar o cachê, o valor cai! Só se cobra o que se cobra por haver gente que paga.

  3.   A única coisa que me aborrece é chamar uma (digna) carreira artística e profissional de “ministério”. “Ministrar” não é cantar música que rima Jesus com luz, cruz e cuscuz em meios a solos, gemidos e melismas; antes, é servir de maneira abnegada com seus dons, recebendo – se possível – uma ajuda de custo.

Se você é um artista/músico/palestrante e estabelece valores e exigências para se apresentar, está no seu direito de profissional, mas, por favor, seja honesto e pare com essa babaquice de chamar a sua profissão de ministério, ok?

[Exortação] Tudo é nos permitido, para que seja proclamado o Evangelho de Cristo? Nicodemus esclarece!

augustus-nicodemus-reverendo-presbiterianoPor Augustus Nicodemus Lopes

Um amigo no Twitter me perguntou se Filipenses 1:18 não justificaria o evangelho gospel e o show gospel. Acho que ele tinha em mente o festival gospel na Globo e a hipotética novela da Globo com uma heroína evangélica.

Para quem não lembra, Paulo diz o seguinte em Filipenses 1:15-18:

“Alguns, efetivamente, proclamam a Cristo por inveja e porfia; outros, porém, o fazem de boa vontade; estes, por amor, sabendo que estou incumbido da defesa do evangelho; aqueles, contudo, pregam a Cristo, por discórdia, insinceramente, julgando suscitar tribulação às minhas cadeias. Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei” (Fp 1:15-18).

A interpretação popular desta passagem, especialmente desta frase de Paulo no verso 18, “Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei” – é que para o apóstolo o importante era que o Evangelho fosse pregado, não importando o motivo e nem o método. A conclusão, portanto, é que podemos e devemos usar de todos os recursos, métodos, meios, estratégias, pessoas – não importando a motivação delas – para pregarmos a Jesus Cristo. E que, em decorrência, não podemos criticar, condenar ou julgar ninguém que esteja falando de Cristo e muito menos suas intenções e metodologia. Vale tudo.

Então, tá. Mas, peraí… em que circunstâncias Paulo disse estas palavras? Se não me engano, Paulo estava preso em Roma quando escreveu esta carta aos filipenses. Ele estava sendo acusado pelos judeus de ser um rebelde, um pervertedor da ordem pública, que proclamava outro imperador além de César.

Quando os judeus que acusavam Paulo eram convocados diante das autoridades romanas para explicar estas acusações que traziam contra ele, eles diziam alguma coisa parecida com isto: “Senhor juiz, este homem Paulo vem espalhando por todo lugar que este Jesus de Nazaré é o Filho de Deus, que nasceu de uma virgem, que morreu pelos nossos pecados e ressuscitou ao terceiro dia, e que está assentado a direita de Deus, tendo se tornado Senhor de tudo e de todos. Diz também que este Senhor perdoa e salva todos aqueles que creem nele, sem as obras da lei. Senhor juiz, isto é um ataque direto ao imperador, pois somente César é Senhor. Este homem é digno de morte!”

Ao fazer estas acusações, os judeus, nas próprias palavras de Paulo, “proclamavam a Cristo por inveja e porfia… por discórdia, insinceramente, julgando suscitar tribulação às minhas cadeias” (verso 17).

Ou seja, Paulo está se regozijando porque os seus acusadores, ao final, no propósito de matá-lo, terminavam anunciando o Evangelho de Cristo aos magistrados e autoridades romanos.

Disto aqui vai uma looooonga distância em tentar usar esta passagem para justificar que cristãos, num país onde são livres para pregar, usem de meios mundanos, escusos, de alianças com ímpios e de estratégias no mínimo polêmicas para anunciar a Cristo. Tenho certeza que Paulo jamais se regozijaria com “cristãos” anunciando o Evangelho por motivos escusos, em busca de poder, popularidade e dinheiro, pois ele mesmo disse:

“Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus” (2Co 2:17).

“Pelo que, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; pelo contrário, rejeitamos as coisas que, por vergonhosas, se ocultam, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus; antes, nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade” (2Co 4:1-2).

“Ora, o intuito da presente admoestação visa ao amor que procede de coração puro, e de consciência boa, e de fé sem hipocrisia. Desviando-se algumas pessoas destas coisas, perderam-se em loquacidade frívola, pretendendo passar por mestres da lei, não compreendendo, todavia, nem o que dizem, nem os assuntos sobre os quais fazem ousadas asseverações” (1Ti 1:5-7).

“Se alguém ensina outra doutrina e não concorda com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo e com o ensino segundo a piedade, é enfatuado, nada entende, mas tem mania por questões e contendas de palavras, de que nascem inveja, provocação, difamações, suspeitas malignas, altercações sem fim, por homens cuja mente é pervertida e privados da verdade, supondo que a piedade é fonte de lucro” (1Ti 6:3-5).

“Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem ou de sabedoria. Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado. E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós. A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus” (1Co 2:1-5).

Portanto, usar Filipenses 1:18 para justificar esta banalização pública do Evangelho é usar texto fora do contexto como pretexto.

Fonte:  tempora-mores.blogspot.com