[e-News] ABSURDO: Pais são presos por não levarem filhos à aula de SEXO e Gênero!

pais

Eugen e Luise Martens não levaram seus filhos à aula de sexo e gênero – ele já está preso, ela foi presa quando terminou de amamentar.

Em 24 de outubro um policial [bateu na porta] da família Martens, em Eslohe, um pequeno município da Renânia do Norte-Westfalia, na Alemanha. Enquanto abria a porta, Eugen já sabia o motivo dessa visita: a prisão de sua mulher e mãe de seus nove filhos, Luise. Sabia tudo antecipadamente porque pelo mesmo motivo ele tinha sido preso em 15 de agosto de 2013.

O que este casal de 37 anos fez de tão grave para ser preso? Não matou, não roubou nem prejudicou ninguém. Sua única culpa é serem pais de uma menina que se negou a participar, por duas vezes, das aulas de educação sexual previstas para a escola primária.

No ano passado, Luise não foi presa junto com seu marido porque estava grávida. Neste ano, o policial não a levou à força, como deveria, porque ainda está amamentando o filho mais novo. No entanto, isto não acaba por aqui. “A promotoria aplicará a decisão do juiz”, afirma o policial no vídeo que pode ser visto aqui.(em alemão)

“Muitas famílias na Alemanha estão na mesma situação que o casal Martens”, declarou ao site Tempi.it, Mathias Ebert, casado, pai de quatro filhos, que depois de ter sido informado da história dos Martens, decidiu fundar, em Colônia, a Associação Besorgte Eltern (“Pais preocupados”, http://besorgte-eltern.net). O movimento já organizou várias manifestações na Alemanha, com milhares de participantes para que se debata publicamente este escândalo gigantesco e se impeça a corrupção de nossos filhos que, a partir dos seis anos, devem participar de aulas de educação sexual, nas quais se propõe a ideologia de gênero.

Tempi.it: Por que razão, se uma menina falta duas horas de suas aulas, seus pais são presos?
Mathias Ebert: Na Alemanha a escola é obrigatória e se uma criança falta às aulas, a escola tem obrigação de denunciar os pais e o tribunal pode multar essa família. Por isso, o casal foi multado em trinta euros. O que é um absurdo, porque a filha deixou a aula por conta própria.

Tempi.it: Por que a família não pagou?
Mathias Ebert: Porque é uma questão de princípio. O que aborrece é que o tribunal usa dois pesos e duas medidas. Algumas crianças não vão à escola durante meses e não acontece nada a seus pais. Mas quando uma menina falta a duas horas da aula de educação sexual, a família é imediatamente denunciada. É injusto e, de fato, no vídeo que fizemos, o policial está incomodado e culpa a promotoria.

Tempi.it: Por que a menina não queria participar das aulas de educação sexual?
Mathias Ebert: Porque o conteúdo das lições é perverso. Não apenas se ensina às crianças como funciona o sexo entre homens e mulheres, mas os põe diante de uma “variedade” de práticas sexuais: sexo oral, sexo anal e muito mais.
Desde a escola primária dizem às crianças que seu gênero não está determinado e que não podem saber se são meninos ou meninas; que devem refletir. Isto, para mim, se chama manipulação das crianças pequenas.

Tempi.it: Além do caso da família Martens, existem outros?
Mathias Ebert: Certamente. Não conheço o número exato de pais presos, mas só o pequeno grupo de pais da cidade de Paderborn (150.000 habitantes) passou, ao todo, 210 dias na prisão. É um escândalo enorme, também, porque são as próprias ciranças que querem sair da aula. Na cidade de Borken, por exemplo, em uma aula, a lição perturbou tanto as crianças que seis delas desmaiaram. [Lo cuenta Stern.de].

Tempi.it: Quanto tempo estes pais devem passar na cadeia?
Mathias Ebert: Depende. Um pai com quem falei recentemente aqui em Renânia do Norte-Westfalia, passou 21 dias preso, e sua mulher corre o risco de sofrer a mesma pena porque o filho abandonou as aulas por sua própria vontade. Outros permaneceram presos por até 40 dias, mas ninguém os escutou. Ninguém permite que levantem a voz e protestem

Tempi.it: No entanto, a história dos Martens é conhecida em toda Alemanha.
Mathias Ebert: Sim, porque são pessoas muito corajosas. Optaram por fazer conhecida sua história e isto não é fácil, visto que a maioria dos outros pais não fala destas coisas.

Tempi.it: Por quê?
Mathias Ebert: Porque têm medo. Na Alemanha, quando uma pessoa sofre uma punição, passa a ser considerada como uma “criminosa”. Por isso, não é difícil que te intimidem. No entanto, eu estou tentado mobilizar estas famílias para que suas histórias saiam à luz do sol.

Desde o primeiro momento a família Martens falou publicamente e foi espetacular: se estes fatos forem conhecidos por uma grande maioria de pessoas, finalmente se debaterá sobre eles. Não se dá o peso justo às coisas: na Alemanha, um estuprador é liberado se não tiver antecedentes criminais, enquanto que se prendem pais honestos.

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Momento em que a polícia chega à casa dos Martens em Eslohe para lembrar que a mãe ainda deve passar pela prisão por negar que seus filhos recebam doutrinação de gênero.

Tempi.it: O que pedem em suas manifestações?
Mathias Ebert: Que os sentimentos das crianças não sejam perturbados. Não é justo. É uma violência para com eles. Está claro que se deixam as aulas é por causa do clima que respiram em casa, mas isto é errado? É errado que uma criança tenha determinados valores transmitidos por sua família e viva de acordo com eles? Creio que não. No entanto, nosso primeiro objetivo é que se fale destas coisas: este é o motivo pelo qual manifestaremos, discutiremos com os meios de comunicação, para que todos conheçam os fatos.

Tempi.it: Por que o senhor fundou a Associação Besorgte Eltern?
Mathias Ebert: Tenho quatro filhos, sou teimoso como meu amigo Eugen e quando acontecer comigo, sei que poderei acabar da mesma forma. Mas isto é uma loucura. Além disso, descobri que milhares de pais alemães estão unidos por este trauma e estão do nosso lado. As pessoas nos dão cobertura e isto nos dá força.

Começamos a protestar em janeiro e agora, uniram-se a nós milhares de pessoas. Este movimento é importante, porque somente se estivermos informados poderemos nos defender. E se hoje nossos filhos forem corrompidos, o futuro de nosso país logo estará corrompido. E já não haverá mais solução.

Matéria original: http://www.religionenlibertad.com/la-policia-encarcela-40-dias-a-los-padres-de-unos-ninos-38696.htm

[Fim dos Tempos] Conselho de Ética da Alemanha recomenda não punir mais sexo entre irmãos

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Relações consensuais entre irmãos maiores de idade não deveriam mais ser penalizadas. Conservadores chamam proposta de escandalosa. Governo diz que não vai mudar a lei.

A maioria dos integrantes do Conselho de Ética disse ser da opinião “de que o direito penal não é o meio adequado para resguardar um tabu social.” Por isso, a lei deveria ser alterada. Dos 26 membros, nove se posicionaram contra a proposta, e três se abstiveram.

Políticos democrata-cristãos criticaram a proposta. Em entrevista ao jornal Bild, nesta quinta-feira (25/09), o porta-voz para política interna da bancada conservadora no Bundestag (câmara baixa do Parlamento), Stephan Mayer, falou de uma sugestão “escandalosa” e inaceitável.

Pano de fundo do parecer é uma decisão da Corte Europeia de Direitos Humanos, em abril de 2012, que ratificou o veredicto de um tribunal alemão sobre a proibição de incesto entre irmãos no país. Na ocasião, os juízes da corte de Estrasburgo rejeitaram a queixa de um homem de Leipzig, que havia sido condenado por manter relações sexuais com sua irmã.

Os dois foram criados separadamente e só se conheceram quando já eram adultos. Uma relação se desenvolveu entre eles, o que levou ao nascimento de quatro filhos, entre 2001 e 2005.

A maioria do Conselho de Ética se posicionou agora a favor de uma mudança do respectivo parágrafo 173 do Código Penal alemão, que prevê pena de até dois anos de reclusão ou multa para casos de incesto. Segundo o Conselho, o direito penal não tem a tarefa de “impor padrões ou limites morais à relação sexual entre cidadãos maiores de idade, mas de proteger o indivíduo de danos e assédios grosseiros, como também de resguardar a ordem social da comunidade de perturbações.”

Segundo o porta-voz de política interna dos partidos conservadores alemães, no entanto, “não é à toa que incesto entre irmãos e parentes próximos são passíveis de punição judicial”. Tais relações teriam como consequências graves doenças hereditárias e deficiências nos filhos, argumentou Mayer.

O ministro da Justiça, o social-democrata Heiko Mass, afirmou nesta quinta-feira que não pretende propor mudanças na lei, apesar do parecer. O Conselho de Ética é um órgão de assessoramento do governo alemão e dos deputados, composto por cientistas de diversas áreas.

CA/dpa/epd/kna

Fonte: DW

[Apostasia] Casal cria site de swing para troca de parceiros cristãos e versículos da Bíblia

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Um casal da Flórida vem mudando a maneira que as pessoas, especialmente as mais religiosas, praticam sua fé. Eles criaram um site de swing, a troca de parceiros sexuais, voltado para os cristãos adeptos da prática.

Cristy Parave e seu marido, Dean, afirmam não ter nenhum receio de encontrar outros casais e apresentá-los ao estilo de vida dos dois, basicamente trocando parceiros e versículos da Bíblia, segundo o “New York Post”.

Os dois, que são fisiculturistas, disseram estar cansados de procurar casais pela internet que não atendiam às expectativas de ambos e resolveram criar seu próprio site, o FitnessSwingers.com. Desde então, têm viajado pelos Estados Unidos, encontrando outros casais que querem compartilhar de sua sagrada liberdade sexual.

O casal, que se conheceu durante uma competição de fisiculturismo, diz não se importar com o que os outros pensam sobre eles e acreditam que Deus também não acha que eles estejam maculando sua fé.
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“Não acho que Deus está condenando o que estamos fazendo”, diz Cristy. “No início, eu tive um conflito, mas quanto mais cremos nele, mas faz sentido para a gente.” A fisiculturista de 44 anos afirma sentir que a humanidade foi criada para se divertir e se relacionar sexualmente um com o outro.
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Sinto que Deus está sempre comigo e ele nos colocou aqui por algum motivo, completa. Os dois pesos-pesados cristãos estão juntos há 20 anos e começaram a dar suas escapadas na relação após terem conhecido outro casal amante dos halteres que, sem pestanejar, os convidou para um swing.
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Eu era tão ingênua, pensei que eles estavam falando sobre a dança”, conta Cristy. “Depois, quando chegamos em casa e procuramos pelo termo na internet pareceu excitante.”
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[Exortação] Abrindo mão dos padrões de Deus para a sexualidade

por Tim Challies

Como cristãos, nós somos adeptos ao costume de olhar ao nosso redor e ver como os bons padrões de Deus são violados quando o assunto é sexualidade. Não muito tempo atrás, contudo, me pediram para refletir acerca das maneiras pelas quais os cristãos abrem mão dos padrões de Deus para a sexualidade – alguns daqueles pecados escondidos ou “santificados” aos quais cedemos em nossas vidas, nossos casamentos, nossas igrejas. Eu cheguei a cinco maneiras em que os cristãos podem abrir mão dos padrões de Deus para a sexualidade.

Nós abrimos mão dos padrões de Deus para a sexualidade quando deixamos o evangelho de fora do leito conjugal

Os cristãos geralmente encontram dificuldade para estender o alcance do evangelho partindo do assunto “salvação” até chegar ao assunto “sexo”. Entretanto, o evangelho não se limita a um acontecimento na sua vida, ele está relacionado a como vivemos hoje e todos os dias. Ele se estende por cada parte da vida.

O evangelho diz: o que quer que meu casamento e o nosso relacionamento sexual sejam, eles devem ser parte da figura de Cristo e Sua igreja. Quando eu considero sexo sob essa perspectiva, eu primeiro pergunto: isso se assemelha a uma ilustração acurada de Cristo e da igreja? O que reflete a Cristo dando Sua vida por Sua noiva? O que reflete a igreja  submetendo-se a Cristo alegremente? Isso nos reorienta completamente, levando-nos para longe do próprio eu, do amor próprio e do serviço a si mesmo, e nos orienta em direção ao cônjuge. Essa caracterização do casamento não acaba quando fechamos a porta do quarto.

Quando abrimos mão desse padrão, nós nos tornamos cativos à lei, ao invés de livres pelo evangelho; nós nos focamos em nós mesmos ao invés de nos focarmos no outro. A Lei é sempre voltada para o ego, o evangelho é sempre voltado para o outro e, em última instância, para Deus. Se nos permitimos cair na velha tentação da lei, nós vamos, inevitavelmente, prejudicar nosso relacionamento quem mais amamos.

Nós abrimos mão dos padrões quando desobedecemos o claro mandamento bíblico de que no casamento devemos fazer sexo, e ele deve ser feito frequente, desejosa e alegremente

Há diferença entre entender a Bíblia e obedecer a Bíblia. Há diferença entre acreditar no evangelho e viver as implicações do evangelho. É por isso que muitas cartas paulinas têm duas partes; na primeira, ele fala sobre teologia, e na segunda, sobre aplicação. Há uma razão para isso: ele sabe que a teologia tem que ser trabalhada na vida e ele sabe que não podemos fazer isso sem uma sólida base bíblica.

Há muitos casais que acreditam completamente no que a bíblia ensina sobre casamento, e eles podem até acreditar no que a bíblia diz sobre sexo no casamento, porém, eles não fazem mais sexo juntos. Um deles recusou por tanto tempo que o outro nem ao menos pede mais ou tenta. Um desistiu, se acomodou, e o outro perdeu o interesse. Juntos, eles se tornaram desobedientes e sua desistência entristece o Senhor. Eles afirmam acreditar no que é verdade, mas se recusam a praticá-la.

Deus fez estipulações para o relacionamento sexual. Você pode parar de fazer sexo, mas apenas por um tempo limitado e só se esse tempo limitado for para orar. É isso! E, mesmo assim, todo casamento passa por longos períodos sem sexo, e muitos casamentos abandonam o sexo completamente. Tem algo em 1 Coríntios 7.4 que sempre me chamou atenção. Paulo fala sobre “direitos conjugais”. A Bíblia fala muito, muito pouco sobre nossos direitos. Na maioria dos casos, falar sobre direitos é se opor ao evangelho. Mas no relacionamento conjugal nos é dito que o esposo e a esposa tem direitos um sobre o outro, o direito sobre o corpo do outro. Sexo não é uma sugestão, não é apenas uma boa ideia ou um bom presente para dar ao cônjuge. Sexo é um direito, pois, na economia de Deus para o casamento, é uma necessidade.

O que acontece quando abrimos mão dos padrões de Deus aqui? Indo direto à 1 Coríntios 7, vemos que nós permitimos a possibilidade de pecado sexual em nosso cônjuge. Um marido que se nega à sua esposa não está protegendo-a do pecado sexual. Uma esposa que se nega ao seu marido não está protegendo-o do pecado sexual. A abstinência de sexo é egoísta, sem amor e inconsequente. Sim, será culpa do cônjuge se ele ou ela cair em pecado sexual porque pararam de fazer sexo; mas o outro também vai carregar parte da responsabilidade. Você já parou para pensar que o grande plano de Satanás para você é você tenha o máximo possível de sexo fora do casamento e o mínimo dentro dele? O plano de Deus, claro, é o oposto desse – não ter sexo fora do casamento e um monte dele dentro do casamento.

Há outra consequência: estamos descaradamente desobedecendo um mandamento claro do Senhor e um mandamento que provém da verdade do evangelho. O relacionamento sexual não é uma pequena bolha isolada da obediência cristã, mas é algo que provém diretamente do evangelho. Muitos de nós isolam a sexualidade de todo o resto da vida.

E finalmente, quando você abre mão dessa parte, você está negando ao seu casamento grandes meios de graça. É útil olhar para o sexo como um sacramento no casamento, algo profundamente simbólico que vai muito além da soma das partes. É muito mais profundo do que o físico, muito mais do que apenas o ato. Nós acreditamos que, nesse ato, Deus estende graça ao nosso casamento. Nós obedecemos Ele e estamos certos de Sua benção. O casamento que esquece o sexo é como a igreja que esquece a Ceia do Senhor – ela está se enfraquecendo e negando a si mesma um dos misteriosos e inesperados meios pelos quais o Senhor abençoa-a.

Nós abrimos mão dos padrões quando não treinamos nossos filhos para entender o bom plano de Deus para o sexo e quando não os treinamos para evitar a tentação sexual

Quando o assunto é sexo, nós somos muito bons em falar para os nossos filhos o que é ruim e perigoso e o que eles devem evitar. Isso é fácil porque muitos de nós somos muito cuidadosos com o que nossos filhos veem e experimentam quando são muito novos. Nós censuramos nossas conversas e até mesmo nossa leitura bíblica para protege-los do que é muito pesado para seus jovens corações. Isso é saudável e bom. Eu amo a história que Corrie Ten Boom conta sobre isso. Quando era uma menina pequenina, ela ouviu sobre sexo e perguntou ao pai o que era sexo. Ele simplesmente sua grande e pesada maleta de ferramentas e colocou-a no chão, depois pediu para ela levantá-la. Ela tentou, puxou e empurrou e, por fim, disse: “É muito pesada pra mim”. Então, seu pai disse: “Exatamente. Algumas coisas são muito pesadas para pequenas crianças carregarem”. Isso é paternidade sábia! Mas isso não seria sábio se a criança tivesse 16 ou 18 anos e estivesse perto de se mudar.

Nós precisamos preparar nossos filhos para viverem nesse mundo e verem que o sexo é um bom presente de Deus. Muitos homens jovens vão para o mundo sem ter certeza do que o sexo é e de que ele está ancorado no bom plano de Deus; muitas mulheres jovens entram no casamento convencidas de que sexo não é uma coisa para boa garotas cristãs desfrutarem. E muitas acreditam nessas coisas porque seus pais simplesmente não fizeram um bom trabalho ensinando sobre o que a Bíblia fala sobre sexo.

Eu admito que estamos ficando melhores nisso, mas ainda temos muito a melhorar no que diz respeito à ensinar nossos filhos a honrar o sexo. Se tudo que nossos filhos sabem ao saírem de nossa guarda é que sexo é ruim, nós abrimos mão do padrão de Deus não ensinando-os que sexo é um bom presente de Deus feito para ser desfrutado dentro do contexto apropriado. Da mesma forma que queremos criar uma barreira para o sexo, nós precisamos também celebrar sua bondade inerente. Quando nos abstemos nesse ponto, comprometemos a geração seguinte. Nós fazemos de nossa desobediência o problema, o vício, a gravidez indesejada, deles.

Nós abrimos mão dos padrões de Deus quando somos levados pela tendência cultural

Em Efésios 5 Paulo diz: “Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos; nem conversação torpe, nem palavras vãs ou chocarrices, coisas essas inconvenientes; antes, pelo contrário, ações de graças”. Quando lemos essas palavras, não podemos deixar de pensar sobre TV, filmes e livros e o quão dedicados eles são a essas coisas.

Apenas pense sobre comédia e o que nossas séries de comédia e comédias românticas nos fazem rir. Quando rimos do que Deus chama de perverso, quando nós gostamos de assistir o que Deus diz que é privado, quando falamos de forma muito estúpida ou até de maneira muito franca sobre coisas que são desprezíveis, nós abandonamos o padrão de Deus. Não deve haver conversas torpes em nosso meio e nenhuma palavra vã. Não devemos nos alegrar com o que Deus diz que é mau.

Paulo nos diz que existem coisas que são muito vergonhosas até mesmo para serem mencionadas. Há coisas que não devem ser nem citadas em uma conversa entre cristãos; elas são, simplesmente, muito más e até pensar sobre elas é errado. Mas algumas vezes nós, como cristãos, gostamos de conversar sobre coisas muito más. Nós nunca as faríamos, mas lemos sobre elas, fazendo-as de forma indireta.

Quando assistimos filmes ou ouvimos músicas vulgares, nós podemos obter prazer em ouvir sobre flertes sexuais de outras pessoas ou em ver a riqueza idólatra de outras pessoas. Nós estamos, essencialmente, gostando da idolatria deles, encontrando prazer nos atos deles de ódio a Deus! Nós nunca faríamos as coisas que eles fazem, mas nós temos prazer em imaginar outros fazendo essas coisas ou em ler outros fazendo isso. Mesmo quando nos é dito aqui que as coisas nas quais estamos tendo prazer são as mesmas coisas que trazem a ira de Deus sobre as pessoas que as fazem.

Nós abrimos mão dos padrões de Deus quando nos deixamos ser levados pela tendência cultural, sendo entretidos com coisas que o Senhor odeia. Quando rimos do pecado ou somos entretidos por ele, estamos nos colocando no caminho de racionalizar e depois abraçar cada um desses pecados. Esse abrir mão tende a começar mais rastejando e crescendo aos poucos do que explodindo de uma vez só, e ao olhar para o que nos entretém, podemos às vezes ter um vislumbre dos desafios que estão por vir. Se estamos rindo de adultério hoje, nós podemos estar praticando amanhã.

Nós abrimos mão dos padrões de Deus quando cometemos pecado sexual

O último ponto é simplesmente ir em frente, cometer o pecado sexual e posteriormente lidar com as consequências. O pecado sexual deveria ser tão óbvio e terrível quanto cometer adultério contra seu cônjuge, mas para muitas pessoas ele é muito mais sutil.

Pornografia é uma praga para a igreja, que afeta primariamente homens e garotos (embora esteja crescendo entre as mulheres, que também estão ficando suscetíveis a isso), mas a pornografia está longe de ser o único pecado sexual com o qual os cristãos lidam. Muitas mulheres estão propensas a exigir de seus maridos padrões irrealistas de comédias românticas. Existem mulheres que demandam o impossível de seus maridos, que confrontam a própria masculinidade de seu marido. Até mulheres cristãs estão lendo 50 tons de cinza.

O pecado sexual passa pelo grande espectro do sutil e egoísta até o aberto e espetacular. Mas todo pecado sexual é de alguma forma fugir dos padrões de Deus. E as grandes concessões tem início nas pequenas. O caminho para um casamento sem sexo é simplesmente uma recusa por vez, uma palavra de apatia ou crítica. Poucos casamentos passam de uma ótima vida sexual para uma vida sexual inexistente de um dia para o outro. O adultério não começa com um homem seduzindo a mulher de outro, mas por não controlar seus olhos e não deter sua mente.

Conclusão

Não são só os incrédulos que não cumprem os padrões de Deus para a sexualidade. Nós, como cristãos, permitimos que esse descaso invada nossas vidas, nossos casamentos e nossas igrejas. Nós também somos desobedientes. Nós também precisamos da graça de Deus para resistir às tentações intermináveis de trocar os bons padrões para vivermos de acordo com os nossos próprios.

Traduzido por Fernanda Vilela | iPródigo.com | Original aqui

[Exortação] Pesquisa Científica – O Perigo do Sexo sem Compromisso!

Gostaria de compartilhar com vocês uma entrevista de rádio realizada no programa Focus on the Family, na qual dois obstetras e ginecologistas, expõem os resultados de diversas pesquisas sobre o sexo sem compromisso. 

O dr. McIlhaney trabalhou numa clínica particular por mais de 25 anos antes de fundar o Medical Institute for Sexual Health. Essa organização, conhecida hoje como Medical Institute, visa a informar médicos, educadores, pais e adolescentes sobre doenças sexualmente transmissíveis e questões relacionadas. A dra. Bush trabalha numa clínica particular e faz parte do corpo docente do Centro Médico da Universidade do Mississippi.

Esses dois médicos escreveram um livro excelente que é leitura obrigatória para pais e adolescentes: Hooked: New Science on How Casual Sex is Affecting Our Children (Enrolados: novos dados científicos acerca da influência do sexo casual sobre nossos filhos).

Você vai levar menos de 10 minutos para concluir a leitura (eu fiz o teste!). Vamos lá:

Os jovens usam o termo “rolo” para várias situações que não envolvem compromisso, desde beijar até ter relações sexuais. O que eles não sabem é que, quando têm relações sexuais, também se enrolam” emocionalmente.

As implicações são extremamente perigosas. Sabemos disso porque podemos examinar o cérebro humano por meio de ressonâncias magnéticas, tomografias e outras tecnologias de imagem. Recentemente, esses dispositivos mostraram que, ao longo do tempo, experiências sexuais repetidas com vários parceiros mudam as ligações dentro do cérebro e danificam seu funcionamento normal.

Para entender por que isso ocorre, também precisamos levar em consideração a maneira como algumas substâncias químicas operam de modo a proporcionar grande prazer ao homem e à mulher durante a relação sexual e, depois, para criar uma ligação emocional entre eles. Também explicam por que os parceiros sexuais muitas vezes têm “flashbacks” ou lembranças daquela primeira experiência, e isso cria neles o desejo de continuar a ter relações sexuais.

Mas tem um detalhe. Quando uma pessoa tem relações sexuais com vários parceiros fora do casamento, ocorre uma interferência no mecanismo que cria a ligação emocional, e a pessoa perde a capacidade de formar vínculos da mesma forma. As mulheres e homens adeptos do sexo sem compromisso quando são solteiros, muitas vezes têm uma ligação menos intensa com a pessoa com quem se casam.

No livro, usamos como ilustração um curativo do tipo Band-Aid. A primeira vez que você o coloca no braço ou no joelho, ele gruda perfeitamente. Mas, cada vez que você o arranca e coloca de volta, a aderência diminui, até que o curativo não gruda mais. É isso que acontece na “cultura dos rolos”. Aqueles que tiveram sexo com vários pessoas apresentam uma capacidade seriamente reduzida de formar um vínculo permanente no casamento.

Ou seja, a garota e o rapaz estão “roubando” parte da emoção e intimidade que deveria ter sido reservada para o futuro marido ou esposa. Fizemos um levantamento de mais de 250 estudos, e a maioria deles confirma a ocorrência dessas mudanças no cérebro e o que elas representam. Observamos que os seres humanos foram criados para ter um parceiro sexual para a vida toda. Quando a pessoa compartilha essa experiência com outros repetidamente e sem nenhum compromisso, as ligações químicas e neurológicas sofrem transformações inevitáveis e, por vezes, irreversíveis.

Essas descobertas dizem respeito às relações sexuais e também no caso do sexo oral. As imagens mostram que as duas experiências estimulam as mesmas áreas do cérebro e, portanto, causam o mesmo efeito. É possível observar atividade cerebral até mesmo quando a pessoa está sentindo desejo por alguém. Quando alguém experimenta amor verdadeiro por um indivíduo do sexo oposto, uma parte diferente do cérebro é estimulada e aparece nas tomografias.

Em resumo, quando duas pessoas têm uma experiência sexual, mas não permanecem juntas, tal conduta afeta o emocional de ambos, mexendo com a função dos neurotransmissores que dão prazer. Essa alteração, por sua vez, reconfigura as ligações dentro do cérebro. Em última análise, o vínculo que deve ocorrer no casamento é enfraquecido. Ou seja, algo é “roubado” de seu relacionamento.

Isso me lembra a passagem de 1Coríntios 6.18:

“Todos os outros pecados que alguém comete, fora do corpo os comete; mas quem peca sexualmente, peca contra o seu próprio corpo”

É impressionante a exatidão desse versículo em nossos dias, considerando-se as pesquisas que acabamos de descrever. Quando desobedecemos às leis morais de Deus no relacionamento sexual, causamos danos irreparáveis ao corpo.

Outra passagem da Bíblia também se relaciona com o que estamos dizendo. Foi escrita por Salomão, o homem mais sábio de todos os tempos, enquanto ele estava aconselhando um rapaz. Salomão escreveu em Provérbios 7.6-8.5:

“Da janela de minha casa olhei através da grade e vi entre os inexperientes, no meio dos jovens, um rapaz sem juízo. Ele vinha pela rua, próximo à esquina de certa mulher, andando em direção à casa dela. Era crepúsculo, o entardecer do dia, chegavam as sombras da noite, crescia a escuridão. A mulher veio então ao seu encontro, vestida como prostituta, cheia de astúcia no coração. (Ela é espalhafatosa e provocadora, seus pés nunca param em casa; uma hora na rua, outra nas praças, em cada esquina fica à espreita.) Ela agarrou o rapaz, beijou-o e lhe disse descaradamente:

“Tenho em casa a carne dos sacrifícios de comunhão, que hoje fiz para cumprir os meus votos. Por isso saí para encontrá-lo; vim à sua procura e o encontrei! Estendi sobre o meu leito cobertas de linho fino do Egito. Perfumei a minha cama com mirra, aloés e canela. Venha, vamos embriagar-nos de carícias até o amanhecer; gozemos as delícias do amor! Pois o meu marido não está em casa; partiu para uma longa viagem. Levou uma bolsa cheia de prata e não voltará antes da lua cheia.”

Com a sedução das palavras o persuadiu, e o atraiu com a doçura dos lábios. Imediatamente ele a seguiu como o boi levado ao matadouro, ou como o cervo que vai cair no laço até que uma flecha lhe atravesse o fígado, ou como o pássaro que salta para dentro do alçapão, sem saber que isso lhe custará a vida.

Então, meu filho, ouça-me; dê atenção às minhas palavras. Não deixe que o seu coração se volte para os caminhos dela, nem se perca em tais veredas. Muitas foram as suas vítimas; os que matou são uma grande multidão. A casa dela é um caminho que desce para a sepultura, para as moradas da morte. A sabedoria está clamando, o discernimento ergue a sua voz; nos lugares altos, junto ao caminho, nos cruzamentos ela se coloca; ao lado das portas, à entrada da cidade, portas adentro, ela clama em alta voz: “A vocês, homens, eu clamo; a todos levanto a minha voz. Vocês, inexperientes, adquiram a prudência; e vocês, tolos, tenham bom senso.”

Uma advertência e tanto! Estou certo de que ela é tão relevante para as mulheres quanto para os homens. Por vezes, a armadilha está nas mãos dos rapazes,chamando” a garota ingênua. Quem ignora essas palavras inspiradas o faz por sua própria conta e risco.

Conforme a Escritura avisou, hoje em dia alguns jovens promíscuos estão morrendo de aids ou câncer. Mesmo aqueles que não morrem de alguma doença, porém, causam danos emocionais a si mesmos e talvez matem, literalmente, a chance de ter um casamento feliz no futuro.

Gostaríamos também de compartilhar o depoimento de um rapaz:

A que se pode comparar a alegria de segurar seu bebê recém-nascido? Para mim, essa alegria é maravilhosa demais. Meu nome é Steve. Sou casado há cinco anos e nunca amei tanto minha esposa como agora. Temos um filho incrível, e a notícia de que estávamos para ter uma garotinha tornou nosso futuro ainda mais radiante.

As escolhas que fiz no passado, porém, escureceriam esse futuro brilhante e obrigariam nossa filha recém-nascida a lutar para sobreviver. A princípio, Gisele parecia saudável; mas, depois de alguns dias, minha esposa notou que havia algo errado. Gisele estava apática e quase não reagia quando mexíamos com ela. Nosso pediatra disse que não precisávamos nos preocupar. Ele dizia: “Cada bebê é diferente. Ela não vai ser igual ao seu filho”.

Certa noite, porém, quando estava no colo de minha esposa, Gisele parou de respirar e ficou azul. Pensei que nossa filha estivesse morrendo. Por fim, recebemos um diagnóstico desolador. Gisele havia nascido com herpes. O sexo sem compromisso dos meus tempos de faculdade me infectou com um vírus incurável. Antes de nos casarmos, contei a minha esposa que eu tinha herpes, de modo que, ao longo de toda nossa vida de casados, havíamos tido relações sexuais apenas quando considerávamos seguro.

No entanto, apesar de todos os nossos cuidados, minha esposa contraiu o vírus enquanto estava grávida de Gisele. Minha esposa não sabia que havia contraído herpes. Nunca teve nenhum sintoma. A raiva e a culpa que senti ao saber que havia transmitido o vírus para minha esposa e que ela o havia passado para nossa filha foram insuportáveis.

Enquanto víamos nossa filha lutar para permanecer viva, pensei: “Tivemos tanto cuidado; como isso foi acontecer?”. É mais fácil do que você imagina. É possível pegar herpes mesmo usando camisinha. É possível pegar herpes de um parceiro mesmo quando não há nenhuma ferida visível. É possível transmitir herpes para um bebê mesmo quando não há nenhuma ferida.

O herpes ataca o cérebro do bebê da mesma forma que cupins corroem a madeira. Os bebês que sobrevivem normalmente sofrem de deficiências graves. O vírus já estava corroendo o fígado de Gisele. Oramos para que não atacasse o cérebro em seguida. Nossas orações foram atendidas. Gisele teve uma recuperação miraculosa. O vírus não atingiu o cérebro. Quanto ao seu desenvolvimento, ela é uma garotinha normal de 15 meses, mas isso pode mudar a qualquer momento. O vírus pode voltar a atacar.

É uma aflição ver os procedimentos médicos dolorosos aos quais Gisele precisa ser submetida todo mês. Ela nunca deixará de ter herpes. A doença será uma ameaça à saúde de nossa filha para o resto da vida, e tudo começou com a mentira do sexo sem compromisso, a mentira de que ele dá grande prazer e não faz mal a ninguém. É a mentira que aprendi nas aulas de educação sexual do ensino médio. É a mentira que as crianças estão aprendendo nas aulas de educação sexual no segundo ciclo do ensino fundamental. Alguns políticos querem que ela seja ensinada na pré-escola.

Sou lembrado dessa mentira todos os dias, lembrado pelas notícias recentes de que um entre quatro adultos na cidade de Nova York tem herpes — adultos que acreditam que o sexo sem compromisso não faz mal a ninguém, pois é isso que nossa cultura lhes diz.(Mas o que Deus diz? Reflita!)

Mas sou lembrado dessa mentira principalmente pelas feridas na ponta dos dedos minúsculos de minha filha, feridas que não parecem sumir nunca. E sou lembrado por sua luta para viver. Veja por si mesmo o que é o sexo sem compromisso. Depois, pergunte-se: “O que posso fazer para ajudar a dar um basta na mentira?”

Steve me contou essa história pessoalmente e disse que gostaria de tornar pública a tragédia de sua família para que outros pudessem evitar o erro que ele cometeu quando estava na faculdade. Ele daria tudo para poder voltar no tempo e mudar seu modo de agir naqueles anos. Agora, precisa lidar com a culpa e o arrependimento todos os dias.

Em meu consultório, vi milhares de mulheres que sofrem por causa do sexo antes do casamento. Como Steve, só pensam no que estão fazendo quando é tarde demais. Nunca lhes ocorre que podem ser infectadas com doenças que causarão tanta dor mais tarde ou, como no caso de Steve, que incapacitarão e ameaçarão uma criancinha a ser concebida. Gisele está sofrendo em consequência da irresponsabilidade do pai na juventude. E não poderia deixar de lembrar das milhares de mães solteiras que se vêem sozinhas e despreparadas para criarem seus filhos, sem o apoio e suporte do pai, que por causa da imaturidade e egoísmo, deixaram toda a responsabilidade nos braços da mãe.

Outros jovens geralmente não têm consciência de que os rolos nos quais se envolvem causam transformações no cérebro, e que essas mudanças enfraquecem seus vínculos com a pessoa com a qual se casarão um dia. Foi por isso que deixei meu consultório de ginecologia e obstetrícia e também foi por isso que fundei o Medical Institute. Sentia uma enorme obrigação de fazer a verdade chegar até adolescentes e jovens. Essa missão se tornou a paixão de minha vida.

Também foi por isso que escrevemos o livro Hooked. Nossa ideia era não apenas advertir adolescentes e jovens das consequências, mas também alcançar os pais. Gostaríamos de dizer para mães e pais que foram promíscuos antes de se casar, e fizeram coisas das quais se arrependem e agora têm a sensação de que seria hipocrisia conversar com os filhos sobre essas questões, que é apropriado reconhecerem que também cometeram erros, mas que Deus os perdoou e eles perdoaram a si mesmos.

Depois disso, se falarem aberta e honestamente aos filhos, ainda poderão exercer forte influência sobre eles. Os pais podem fortalecer os filhos a fim de que estes se abstenham. Os estudos mostram que mães e pais têm mais influência sobre o comportamento dos adolescentes que qualquer outra pessoa, mesmo quando os jovens não dão sinais de terem “captado a mensagem”.

Estudantes universitários são os mais vulneráveis à cultura do sexo sem compromisso. Quando saem de casa, veem-se em um ambiente extremamente destrutivo. Pensam que podem fazer qualquer coisa sem arcar com as consequências, mas estão enganados. Se violarem o código moral que a maioria deles aprendeu quando era criança e ignorarem as realidades médicas das quais falamos, terão, sim, de arcar com as consequências. Por isso, é minha esperança e oração que talvez possamos evitar alguns dos erros trágicos que causaram danos a tantos membros desta geração e que poderão prejudicar aquelas que ainda estão por vir.

Agora é a Dani Marques que fala: Se por causa desse texto, algum jovem (apenas um), mudar o seu modo de pensar e resolver se guardar para sua esposa/marido, ficarei tremendamente agradecida a Deus. Essa é a minha esperança, a minha oração… (A Minha também! Arauto de Cristo)

(Texto tirado do Livro Educando Meninas – de James Dobson)

[Artigo] O que Deus pensa do Sexo Oral?

Por Dani Marques

Já imagino o que você deve estar pensando: “Essa menina não bate bem da cabeça(Parece que nem o Arauto)! Falar sobre sexo oral, colocar Deus no meio da história e ainda divulgar no facebook e twitter?” Bem, pensando desta forma realmente parece loucura, mas é uma loucura necessária. Aposto que o meu gráfico de estatísticas do blog vai lá no alto hoje, rs(aqui tb). Milhares de casais sofrem e não conseguem ter uma vida sexual plena porque têm dúvidas. Dúvida do que é certo e errado, dúvida do que Deus pensa a respeito do assunto e dúvida se realmente isso é tão importante para o homem.

Bom, como sempre, vou trazer respostas baseadas na minha fé. Sou cristã e tenho a Bíblia como meu grande manual de instruções. Muitos questionam se o que foi escrito na Bíblia é realmente verdade. Será que durante as traduções e cópias dos originais algumas coisas não se perderam ou foram alteradas? Sei lá! Pra falar a verdade, não tô nem aí pra isso. Pra mim, tudo se resume ao amor. Se pratico o amor (em toda e qualquer circunstância) estou cumprindo a Lei e agradando a Deus (Rm 13:9 e 10). Se o que a Bíblia me ensina tem a ver como o amor, acredito, coloco em prática e ponto final! Se você resolver estudá-la, vai logo perceber que o foco é sempre o amor. Não é à toa que quando foi questionado sobre o que devemos fazer para herdar a vida eterna, Jesus respondeu:

“Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento e Ame o seu próximo como a si mesmo… Faça isso e viverá!” Lucas 10:27-28

Pois bem, generalizando, falar em sexo oral é tabu dentro das igrejas. E não só dentro das igrejas, mas nos círculos de amizade e no meio familiar. Mas o grande problema é que prega-se muito sobre amor, paz, viver em comunhão, dar o dízimo, etc e etc e esquecemos que a grande maioria destas pessoas fazem sexo. Tudo isso que acabei de citar é importante também, mas se o sexo não está bom, o relacionamento conjugal também não está, e se o relacionamento conjugal não está, como viver bem nas outras áreas da vida? É complicado!

Vejam o desabafo de uma esposa:

Não gosto de sexo oral e meu marido sabe disso, mas faço porque ele quer. Parece que ele não se satisfaz só com o sexo comum. Mas quando há sexo oral nas nossas relações, ele nem mesmo sabe em que “estágio” eu estou, apenas se importa com o próprio prazer. Ele diz que isso o faz sentir amado, e que se não tiver sexo oral é tentado a cair na pornografia. Mas não é ele quem deveria resistir à tentação? Se ele cede e compra uma revista pornográfica, por que a culpa é minha? Por que sexo oral é errado? É por causa do egoísmo? Como o princípio bíblico de que nosso corpo não nos pertence, e sim ao nosso cônjuge, se aplica neste caso?”

Milhões de mulheres são assombradas diariamente com o fantasma desta dúvida. E por conta disso, muitas negam-se inclusive a fazer sexo. Já escrevi um post com o título Sexo é pecado? Se você tem alguma dúvida, recomendo que leia, porque hoje vou me restringir ao tema do sexo oral. A Bíblia em momento algum faz menção dele. Apenas o livro de Cantares nos dá uma visão de Deus sobre o amor sexual. Já no Novo Testamento, temos algumas pistas. O livro de Hebreus diz no versículo 13.4:

“O casamento deve ser honrado por todos; o leito conjugal conservado puro; pois Deus julgará os imorais e os adúlteros”.

Podemos entender então que um leito conjugal impuro, é aquele que permite o adultério e a imoralidade sexual. Bem, e o que vem a ser imoralidade sexual? As formas erradas de se praticar o sexo. Entre elas: fornicação (sexo fora do casamento), prostituição, adultério, incesto (sexo entre parentes muito próximos), pornografia, bestialismo (sexo com animais), pedofilia, swing, homossexualismo, entre outros. Paulo fala lá em 1 Cor 7: “…mas, por causa da imoralidade, cada um deve ter sua esposa, e cada mulher o seu próprio marido. O marido deve cumprir os seus deveres conjugais para com a sua mulher, e da mesma forma a mulher para com o seu marido.” 

Este texto nos dá a entender que se casarmos, estaremos evitando a imoralidade sexual. Ou seja, o que for feito entre marido e mulher, não deve ser considerado imoralidade sexual, a não ser que seja feito sem amor, sem se preocupar com o outro. Quando aquela esposa desabafa dizendo que seu marido nem mesmo sabia em que estágio ela estava, quis dizer que durante a relação sexual houve egoísmo, ou seja, a necessidade de se satisfazer sem se preocupar com o outro. E não tem como atingir intimidade sexual desta maneira. O sexo não foi feito para nos satisfazermos, mas sim para satisfazermos o outro. Quando conseguimos entender desta maneira, tudo fica mais simples.

Então chegamos a seguinte conclusão: Se o seu marido te obriga a fazer o sexo oral, não existe amor, então está errado. Agora, se você sabe que para ele é prazeroso e faz para agradá-lo, sem culpa nenhuma, não há problema. Mas pode surgir a dúvida quanto ao seguinte versículo:

“A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido. Da mesma forma, o marido não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher. Não se recusem um ao outro, exceto por mútuo consentimento e durante certo tempo, para se dedicarem à oração. Depois, unam-se de novo, para que Satanás não os tente por não terem domínio próprio. Digo isso como concessão, e não como mandamento.” 1 Cor 7:4-6

Novamente voltamos a questão do amor. Lembram que eu acabei de dizer que o sexo não foi feito para nos satisfazermos, mas sim para satisfazer o outro? Pronto, é exatamente isto que o texto está nos ensinando. Se eu amo o meu marido, não vou privá-lo da relação sexual e se eu sei que certos tipos de coisas dão prazer a ele, vou fazer porque meu maior desejo é satisfazê-lo! E se o marido pensa desta forma também, imagine que sexo maravilhoso terão?

Agora, sobre a questão de maridos que apelam para pornografia com a desculpa de que suas esposas restringem a relação sexual, quero dizer que os dois tem culpa no cartório! Esposa, quando você deixa de fazer sexo com seu esposo, não está amando-o. E se fornece à ele apenas o papai e mamãe, debaixo das cobertas e com a luz apagada, está empurrando-o para a imoralidade! Marido, se você deseja coisas novas na relação sexual, por que ao invés de correr atrás de outras mulheres ou da pornografia, não tem uma conversa franca com a sua esposa? Não seria maravilhoso poder realizar os seus desejos sexuais com a mulher que você ama? Esposa, não seria maravilhoso ver que seu marido se sente tão realizado com a relação sexual entre vocês que não sente mais o desejo de procurar outras mulheres, nem em pensamento?

Se sexo é amor e foi feito para satisfazer o outro, você tem amado o seu cônjuge como deveria?

*Vale lembrar que o sexo oral não é um carinho restrito apenas ao homem, as mulheres também podem recebê-lo.

Fonte: http://salvemeucasamento.blogspot.com.br/