[Estudo Bíblico] Espiritismo – A Reencarnação

LEITURA BÍBLICA

“Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus;

Nem também para a si mesmo se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no santuário com sangue alheio;

De outra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas agora na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo.

E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo,

Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação.” Hb 9:24-28

“Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;

Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;” I Tm 4:1-2

FUNDAÇÃO

A difusão moderna da reencarna­ção no Brasil, deve-se, principalmen­te, a propagação das obras de Hippolyte Leon Denizard Rivail, co­nhecido por Aílan Kardec, pseudôni­mo adotado em 18 de abril de 1857. Kardec nasceu em Lyon, na França, em 3 de outubro de 1804 e faleceu com a idade de 65 anos. Na lápide tumular consta a síntese de sua cren­ça reencarnacionista: “Nascer, morrer, renascer é progredir sempre, esta é a lei”.

H. L Denizard Rivail era um ho­mem erudito, mas que se deixou fis­gar em 1855 por fenômenos sobrena­turais. Desde então, passou a ser gui­ado por um “espírito” que lhe infor­mou ter sido seu amigo em uma re­encarnação anterior, período em que seu nome era Allan Kardec, razão pela qual adotou o novo nome.

Desde en­tão, dedicou-se exclusivamente a dou­trina espírita. Escreveu várias obras que codificam o espiritismo e a dou­trina reencarnacionista. Entre elas des­tacam-se: O livro dos Espíritos (1857) e O Evangelho Segundo o Espiritismo (1864).

INTRODUÇÃO

A doutrina da reencarnação é tão antiga quanto a humanidade. É ori­ginária do hinduísmo, mas está pre­sente no budismo, no jainismo e no sikhismo. É defendida pêlos hare krishnas, kardecistas e muitos outros grupos na atualidade. Tem fortes vín­culos com a prática da necromancia e está no bojo do Movimento Nova Era. A reencarnação é uma falsa cren­ça inspirada por Satanás para levar o homem à perdição eterna.

I. SEU SIGNIFICADO

1. Conceito.

Reencarnação não é o mesmo que encarnação. A Bíblia fala da encarnação do Verbo para enfatizar que Deus fez-se homem (Jo 1.14; l Tm 3.16), pois Jesus veio em carne (l Jo 4.1,2). A reencarnação é uma crença defendida por quase to­das as religiões derivadas do hinduísmo. O termo significa “voltar na carne”, pois seus adeptos acre­ditam que, na morte física, a alma não entra num estágio final, mas volta ao ciclo de renascimentos. É chamada também de transmigração da alma e metempsicose.

2. No Oriente.

As reencarnações nas religiões acima menciona­das não são exatamente iguais. No hinduísmo, o “eu” sobrevive à morte e torna a reencarnar. No budismo não existe o “eu”, porquanto não há alma para migrar, não é necessariamente o morto que volta para reencarnar, mas outra pessoa. Os adeptos do hare khrishna acreditam que a alma de quem morre pode reencarnar em se­res inferiores, nos animais e até nos insetos. A reencarnação tornou-se muito popular nos diversos ramos do Movimento Nova Era, no espiritismo, etc.

II. SEUS OBJETIVOS

1. Busca da perfeição ou da salvação.

Os adeptos dessa doutri­na buscam a perfeição por meio de um processo evolutivo até que os ci­clos da roda de reencarnações parem de girar. Rejeitando a salvação em Je­sus, acreditam na doutrina do carma: lei que determina o lugar de um in­divíduo na reencarnação, ou seja, a pessoa vai colher o que semeou na suposta encarnação anterior; é o princípio hindu de causa e efeito. Nem todos os reencarnacionistas acreditam na garantia da salvação fi­nal de todos. No entanto, a crença mais comum é que apenas um perí­odo de vida não é suficiente para os seres humanos aperfeiçoarem-se.

2. Reencarnação e cristia­nismo.

Essas crenças são contrá­rias à teologia bíblica, pois nelas não há espaço para a doutrina da ressurreição dos mortos, da reden­ção pela fé no sacrifício de Jesus no Calvário, do julgamento divino sobre os infiéis, do inferno arden­te. Ensinando a salvação pelo esfor­ço humano, colocam-se em aberta oposição à Bíblia Sagrada.

3. Reencarnação à luz da Bíblia.

A Bíblia afirma queaos ho­mens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo (Hb 9.27). Essa declaração resume o en­sino bíblico sobre o destino do ho­mem após a morte, constituindo-se num golpe mortal contra a doutrina da reencarnação com todas as suas ramificações. Nós vivemos apenas uma vez, e depois da morte, segue-se o juízo. A reencarnação, portan­to, não existe (Jo 9.1-3).

4. Não há salvação sem Je­sus.

O Senhor Jesus levou sobre o madeiro todos os nossos pecados (l Pe 2.24); este é o único meio de sal­vação. Jesus é o único Salvador! (At 4.12). Ele mesmo há de julgar os vi­vos e os mortos (At 17:31; 2 Tm 4. l).

II. SUAS DISTORÇÕES

1. Fonte da teologia cristã.

As doutrinas cristãs não podem ser fundamentadas em experiências pessoais, pois os sentimentos humanos acham-se comprometidos em conse­quência da Queda do homem no Éden (Jr 17.9 cf. Gn 3.1-24). Por isso, Deus revelou-se a si mesmo através da sua Palavra, a Bíblia Sagrada. De onde, pois, vem a doutrina da reen­carnação? Dos espíritos malignos manifestos nos médiuns. Está escrito:

“Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.”  I Jo 4:1

2. Distorção científica.

Mui­tas pesquisas são feitas inutilmente com o intuito de procurar os funda­mentos científicos da reencarnação. Por outro lado, a ciência confirma o que a Bíblia sempre ensinou: é na concepção que começa uma nova vida — um ser humano individual e único (Sl 139.15, 16; Zc 12.1). Por­tanto, afirmar que a reencarnação é comprovada cientificamente, como fazem os seus apologistas, é uma distorção da verdade.

3. Distorção bíblica.

Os defen­sores da reencarnação usam passa­gens bíblicas para fundamentar suas crenças. Embora rejeitem a Bíblia, re­conhecem o respeito que o povo, de modo geral, tem pela Palavra de Deus. Por essa razão, sempre que possível, usam passagens das Escrituras, arran­cadas violentamente de seu contex­to, para dar roupagem bíblica àquilo em que acreditam. E, assim, conse­guem persuadir os incautos.

a) Novo nascimento não é reencarnação.

O novo nascimento a que Jesus se referiu no diálogo com Nicodemos nada tem a ver com a reencarnação. Jesus está falando da regeneração, do nascer da água e do Espírito (Jo 3.3-5). Disse Ele ainda: “o que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espí­rito” (Jo 3.6). Nas “reencarnações”, a pessoa nasceria sempre da carne.

SUPLEMENTO

Jesus, Nicodemos e o Novo Nascimento.

O diálogo entre Jesus e Nicode­mos, registrado em João 3.1-21, é frequentemente usado pêlos espíri­tas como prova de que Jesus, ao di­zer a Nicodemos que lhe era neces­sário nascer de novo, estava pre­gando a reencarnação. Ora, só aque­les que ignoram o significado da pa­lavra grega anõthen – traduzida no v. 3 por ‘nascer de novo’ – é que fa­zem uso de tal argumento. Porém, o significado literal desse vocábulo é nascer do alto, nascer de cima, nas­cer de Deus. Portanto, não se refere a um nascimento após um processo biológico, intra-uterino, e sim, por meio da operação do Espírito de Deus no interior do homem. Isto nada tem haver com a reencarnação.

Se a doutrina reencarnacionista fizesse parte dos ensinamentos de Je­sus, a grande oportunidade de di­vulgá-la e confirmá-la seria durante a memorável conversa daquele que era mestre em Israel com Aquele que é o Mestre dos mestres. A pergunta de Nicodemos: ‘Como pode um ho­mem nascer, sendo velho? Pode, porventura, voltar ao ventre mater­no e nascer segunda vez?’ não pode­ria ter sido respondida, caso Jesus fosse reencarnacionista, da seguin­te maneira: ‘Isto é possível, Nicode­mos. Basta você reencarnar?’ Mas a resposta de Cristo foi: ‘Na verdade, na verdade te digo, quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus’.

(COSTA, J. Magno. Porque Deus condena o es­piritismo. 12. ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p. 156.)

b) João Batista não é Elias reencarnado.

A crença de que João Ba­tista era a reencarnação de Elias é inconsistente, pois Elias não morreu; logo, não se desencarnou (2 Rs 2.11). A expressão “no espírito e virtude de Elias” (Lc 1.17) não é o mesmo que reencarnação. O próprio João afirmou que não era Elias (Jo 1.21). O que temos aqui são carac­terísticas pessoais e ministeriais co­muns a ambos os profetas. Por isso é que os discípulos entenderam que Jesus falara de João Batista quando disse: “Elias já veio” (Mt 17.12,13).

IV. SUA POPULARIDADE

1. Aceitação na sociedade.

A reencarnação tornou-se comum na vida dos que não conhecem a Deus e a sua Palavra. Políticos, cientistas, empresários e artistas de Hollywood são, hoje, os principais promotores dessa doutrina. Isso mostra que a única maneira de o homem prote­ger-se do erro é pelo conhecimento da Palavra de Deus (Ef 6.10-18).

2. Razão do seu crescimen­to.

A popularidade da reencarnação é o resultado da tendência humana de procurar escapar do inferno sem a ajuda de Deus. A Bíblia afirma que o “deus deste século cegou o enten­dimento dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evan­gelho” (2 Co 4.4). Nessa cegueira espiritual, diz-lhe Satanás que não há mais solução, porque o homem está simplesmente colhendo o que semeou na suposta encarnação an­terior.

CONCLUSÃO

Os adeptos da reencarnação es­tão preparados para defender suas crenças em qualquer foro. Todavia, nós estamos com a verdade, e Deus é conosco. Por isso devemos lutar pela salvação deles, pois fazem par­te do grupo não alcançado pelo evan­gelho. Esse desafio é tarefa da Igreja, Jesus ordenou-nos pregar o evange­lho a toda criatura (Mc 16.15).

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[Estudo Bíblico] Mormonismo

LEITURA BÍBLICA

“Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho;

O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo.

Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.

Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.” Gálatas 1:6-9

“Como te roguei, quando parti para a macedônia, que ficasses em Éfeso, para advertires a alguns, que não ensinem outra doutrina,

Nem se dêem a fábulas ou a genealogias intermináveis, que mais produzem questões do que edificação de Deus, que consiste na fé; assim o faço agora.

Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida.

Do que, desviando-se alguns, se entregaram a vãs contendas;” I Tm 1:3-6

ORIGEM

A Igreja de Jesus Cristo dos San­tos dos Últimos Dias, foi fundada no dia 6 de abril de 1830 por Joseph Smith Jr. e mais cinco pes­soas.

Smith Jr., nasceu em 23 de de­zembro de 1805, na cidade de Sharon, Estado de Vermont, EUA. Era filho de Joseph e Lucy Smith, conhecidos como místicos e caça­dores de tesouros na região.

Em 1820, com a idade de 14 anos, Smith Jr., teve a sua primeira visão a respeito da apostasia do cristia­nismo e de outras religiões e seitas. A segunda visão ocorreu em 1823. Nesta, um anjo identificado como Morôni visitou a casa do profeta e o revelou que havia em Palmyra, Nova Iorque, um monte onde esta­va escondido um livro escrito em placas de ouro e também a plenitu­de do evangelho eterno.

O anjo Morôni afirmava ser filho glorifica­do de um homem chamado Mór­mon – título que dá nome à seita. Após várias aparições do suposto anjo, e de receber o sacerdócio de Arão e o de Melquisedeque, Joseph Smith Jr., Oliver Cowdery e outros companheiros, fundaram a seita.

Smith foi candidato à presidência dos Estados Unidos, preso, espan­cado e, por fim, morto em 27 de junho de 1844, por uma turba in­dignada.

INTRODUÇÃO

Um proeminente líder mórmon disse: “A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias declara-se, pelo seu nome, distinta da Igreja Primitiva estabelecida por Cristo e seus apóstolos”. Essa é uma con­fissão de que eles não são cristãos e de que sua religião é outra. Disso todos nós já sabíamos pelas suas crenças e práticas, mas esta é uma declaração direta e textual do mo­vimento. A estrutura do mormonismo está calcada em lendas e mitos pagãos.

I. ORIGEM DO MOVIMENTO

1. Primeiras aparições.

Há duas versões contraditórias da ori­gem do movimento na sua própria literatura. Uma diz que em 1820, Joseph Smith Jr., andava preocu­pado por causa de uma agitação anormal sobre questões religiosas que se generalizou envolvendo batistas, presbiterianos e metodistas. Quando numa visão o Pai e o Fi­lho, teriam dito que todas as igre­jas se apostataram e seus credos eram abomi­náveis. Em 1823, teria recebido a visita de um estranho anjo chamado Morôni, o qual teria revelado a existência das placas de ouro que deram ori­gem ao Livro de Mórmon.

2. Últimas  aparições.

Em 1829, teria recebido outra visão. Nes ta, afirma-se que João Batista teria conferido a Joseph Smith Jr. e ao seu companheiro, Oliver Cowdery, o sã cerdócio de Arão. Em seguida, ol dois companheiros batizaram-se um ao outro, e um ao outro ordenaram se como sacerdotes, e, durante mui to tempo, abençoaram-se mutua mente. Pouco depois, os dois teriam recebido outra visão: João, Pedro e Tiago, os quais lhes conferiram o sã cerdócio de Melquisedeque. Em 6 de abril de 1830, Joseph Smith Jr. inau gurou o seu movimento juntamente com cinco amigos.

3. Contradições internas.

O breve relato de sua origem apresen­ta vários problemas e contradições. A agitação envolvendo questões re­ligiosas, nunca aconteceu. A supos­ta revelação de 1820 só apareceu depois de 1842. Até então, os líde­res mórmons afirmavam que a pri­meira “visão” foi em 1823; contra­dição essa que envolve idade, local e conteúdo. Joseph Smith Jr. foi condenado, em 1826, por prática de cristalomancia. Em 1828, procu­rou se filiar à Igreja Metodista, mas foi recusado pela Igreja por causa do seu envolvimento com práticas ocultistas.

4. Testemunhos antibíblicos.

Analisando essas “visões” à luz da Bíblia, ficam evidentes os enga­nos do movimento. A suposta apari­ção do Pai contradiz o ensino bíbli­co, pois homem algum jamais viu a Deus (Jo 1.18; 6.16). Além disso o Se­nhor Jesus garantiu que sua igreja jamais se apostataria (Mt 16.16-18). Quanto aos sacerdócios, doutrina mórmon em prática ainda hoje, há distorções: a Bíblia ensina que o sa­cerdócio de Arão foi removido (Hb 7.11,12) e o de Melquisedeque per­tence exclusivamente a Jesus (Hb 7.21-23), que “tem um sacerdócio perpétuo” (Hb 7.24). A palavra ori­ginal para “perpétuo” é aparabatos e significa: “imutável, inalterável, intransferível”.

II. FONTE DE AUTORIDADE

1. Escritos sagrados.

Os mórmons consideram inspirados, com a mesma autoridade da Bíblia e, até acima dela, o Livro de Mórmon, Doutrina e Convênios, e Pérola de Grande Valor. O oitavo artigo das Regras de Fé dos mór­mons diz: “Cremos ser a Bíblia a Palavra de Deus, o quanto seja correta a sua tradução; cremos também ser o Livro de Mórmon a Palavra de Deus”. Essa restrição para crer-se na Bíblia é uma maneira delicada de dizer que não se acredita nela, pois o mormonismo afirma que não pode haver tradução absolutamente fide­digna da Bíblia e chama de “nésci­os” os que nela crêem. Como os muçulmanos, procuram por todos os meios desacreditar a Bíblia.

2. O Livro de Mórmon.

O conteúdo do livro de Mórmon nun­ca foi confirmado pela história e nem pela arqueologia. O texto está com 3.913 mudanças desde a edição de 1830; a maioria consiste em corre­rão de erros gramaticais e mudanças doutrinárias.

III. TEOLOGIA MORMONISTA

1. Conceitos mormonistas da divindade.

Os mórmons são politeístas e, como no hinduísmo, há espaço nesse movimento para inú­meros conceitos sobre a divindade. Há muitos conceitos contraditórios na literatura mórmon. Às vezes, usam o termo “trindade” para Deus, mas também afirmam, que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são três deu­ses, e que o Pai tem corpo físico como o nosso. Ensinam, ainda: “como o ho­mem é, Deus foi; como Deus é, o ho­mem poderá vir a ser”.

2. O Deus revelado na Bí­blia.

A Bíblia ensina a existência de um só Deus, sendo Deus um só (Dt 6.4; Mc 12.29-32) e que a Trin­dade não são três deuses, mas um Deus em três Pessoas. O Deus reve­lado na Bíblia é Espírito (Jo 4.24) e “espírito não tem carne e nem os­sos” (Lc 24.39). Deus é Espírito In­finito e o Criador de todas as coi­sas nos céus e na terra e que além dEle não há outro (SI 145.3; Is 44.6, 8, 24; 45.5-7). O homem, entretan­to, é limitado e criatura; não é, e nunca foi Deus (Ez 28.2); nem Deus é, é nunca foi homem (Os 11.9).

3. O outro Jesus.

O Jesus do mormonismo é casado e polígamo, não nasceu de uma virgem e é irmão de Satanás. Os mórmons afirmam que as bodas de Cana da Galiléia era o casamento de Jesus com as duas irmãs Maria e Marta; e que ele foi gerado de pai humano como qual­quer homem.

Este, certamente, não é o Jesus que pregamos (2 Co 11.3). Eles, na verdade, querem sancionar suas práticas polígamas. Com isso, que­rem mostrar que são imitadores de Cristo. Todos esses conceitos mor­monistas sobre o Senhor Jesus são uma afronta ao cristianismo.

4. O Jesus que pregamos.

A Bíblia diz que Jesus e seus discí­pulos foram convidados para as bodas de Cana (Jo 2.2), e ninguém pode ser convidado para o seu pró­prio casamento. Isso, por si só, re­duz a cinzas os argumentos dos mórmons. A Bíblia ensina explici­tamente que Jesus foi concebido pelo Espírito Santo (Mt 1.18, 20; Lc 1.34, 35). Nada há de Satanás em Jesus (Jo 16.30; Mt 12.22-32); pelo contrário, Jesus é o Deus verdadei­ro (l Jo 5.20), incomparável e sin­gular! (Ef 3.21).

IV. OUTRAS CRENÇAS E PRATICAS

1. A salvação mórmon.

Crê­em numa salvação geral onde os não-mórmons são castigados e de­pois liberados para a salvação; e numa individual, obtida pela fé em Jesus e pela obediência às leis e às ordenanças. Tais ordenanças con­sistem na fé em Jesus, no arrepen­dimento, no batismo por imersão e a imposição de mãos, além de outros requisitos como aceitar a Joseph Smith Jr. como porta-voz de Deus. Acreditam, ainda, na existên­cia de pecados que o sangue de Je­sus não pode purificar.

2. O verdadeiro Salvador do mundo.

O Senhor Jesus não precisa de co-salvador. A Bíblia ensina que Ele é o único Salvador (Jo 14.6; At 4.12). A salvação não é por mérito humano; ninguém pode ser salvo pelas boas obras, mas somen­te pela graça, mediante a fé (Tt 3.5; Ef 2.8,9). Existe apenas uma salva­ção, e ela está à disposição de todos os seres humanos (Tt 2.11; Jd 3).

3. Outras crenças e práticas exóticas.

O batismo pêlos mortos e o casamento para a eternidade. Tra­ta-se de um batismo por procuração, visto que sua crença exige o batismo para a salvação; assim, os mórmons batizam os entes queridos já faleci­dos. Eles têm interesse especial em genealogias para batizar seus ante­passados. Realizam no templo a ceri­mónia de selamento para a eternida­de, cujos cônjuges prometem não contrair novas núpcias na viuvez. Esse casamento é para o casal encontrar-se no céu com o propósito de gera­rem filhos-deuses para povoarem os planetas. Similar à mitologia grega.

4. Resposta bíblica.

A Bíblia nos ensina a rejeitar as fábulas e genealogias (l Tm 1.4). O batismo pêlos mortos é prática pagã (l Co 15.29). O casamento foi estabele­cido “para os filhos desse mundo”, disse Jesus (Lc 20.34), e no mundo vindouro não “hão de casar, nem ser dados em casamento”, porque não podem mais morrer; pois se­rão iguais aos anjos e filhos da res­surreição (Lc 20.35,36).

SUPLEMENTO

Erros e Contradições nas Escrituras Mórmons.

1. Livro de Mórmon.

Em Néfi 10.18 está escrito: ‘Pois ele é o mes­mo ontem, hoje e para sempre’. Ora, esta é uma citação de Hebreus 13.8, escrito centenas de anos depois da data alegada pelo Livro de Mórmon para sua própria origem. Seiscentos anos antes de o apóstolo Paulo nas­cer, supostamente o Livro de Mórmon já citava suas palavras em Romanos 7.24: ‘Oh! Que miserável sou eu!’ (2 Néfi 4.17). O livro de Omni dá conta dos dons Espirituais do Espírito San­to e de sua operação já em 279 a.C.; compare Lc 3.16 com Jo 7.37-39. Os dons espirituais não podiam estar presentes no tempo indicado porque Jesus ainda não fora glorificado. […] Alma 46.15 fala de um grupo deno­minado ‘cristãos’. A Bíblia contradiz esta informação, pois em Antioquia é que os crentes foram pela primeira vez, assim, chamados (At 11.26).

2. Doutrina e Convênios.

Este livro é uma coleção de 138 re­velações principais dadas a Joseph Smith sobre muitos aspectos das doutrinas e práticas dos Mórmons. Contém muitas aberrações teológi­cas que claramente mostram a grande diferença entre o mormo­nismo e o cristianismo ortodoxo.

3. Pérola de Grande Valor.

Este livro contém a terceira reve­lação extrabíblica acrescentada ao cânon das escrituras mórmons, sendo encadernadas junto com Doutrinas e Convênios. Possui qua­tro elementos: Livro de Moisés, Li­vro de Abraão, Escritos de Joseph Smith e Regras de Fé. O mormo­nismo diz que o livro de Abraão foi escrito por ele próprio – o mes­mo do AT – quando estava no Egito. No entanto, o dito texto foi corretamente identificado como um texto funerário pagão conhecido como Livro das Respirações.

(RINALDI, N.; ROMEIRO, P. Desmas­carando as seitas. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p. 104-6.)

CONCLUSÃO

Os fatos apresentados em nos­sa lição mostram que se trata de um movimento religioso alienado da Bíblia, com fontes de autoridade calcadas em fábulas e lendas. O Je­sus apresentado não é o mesmo re­velado no Novo Testamento. O mormonismo está, portanto, edifi­cado sobre um fundamento falso. O ganhador de almas deve estar sempre preparado para a evange­lização dessas pessoas, porque elas precisam conhecer o verdadeiro Jesus (Jo 17.3).

[Estudo Bíblico] Islamismo

ORIGEM

 O  fundador  do   islamismo, Mohammad ibn Abdullah ou Maomé, nasceu em 12 de Rabi-al-awwal (3° mês do calendário árabe e abril no cristão) de 570 d.C, em Meca, atual Arábia Saudita. Procedente de uma família aristocrática, era órfão de pai e sua mãe morreu quando o peque­no Muhammad tinha seis anos de ida­de.

Nesse período, foi morar com o avô paterno, Abdu al-Muttalib, mas os infortúnios também assolaram a casa deste, vindo a falecer logo em seguida quando a criança constava ainda de 8 anos. No entanto, seu tio, Abu Talib, líder do clã Haxemita da tribo dos Corabdtas, criou-o como um filho.

Em 610 d.C, Maomé recebeu a primeira visão mística que mudou completamente a sua vida. Cria que o arcanjo Gabriel entregou-lhe uma mensagem de que havia apenas um deus verdadeiro e que a idolatria era abominável. A divindade única de Maomé era conhecida como Al-Lah ou Alá, cujo significado é “o deus”.

Em 612 d.C, começa a divulgação das suas visões e atrai alguns adeptos. Em virtude do seu analfabetismo, recitou tais visões a seus discípulos que a es­creveram. Estes escritos foram deno­minados Corão, isto é, o “recitado” ou “leitura”. Maomé, faleceu aos 63 anos em 632 d.C., em Medina. A reli­gião fundada por ele nega os princi­pais fundamentos doutrinários da religião cristã: a Bíblia, a Trindade, a morte e ressurreição de Jesus e o caráter universal do pecado.

LEITURA BÍBLICA

“Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho;

O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo.

Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.

Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.” Gálatas 1:6-9

“Porque está escrito que Abraão teve dois filhos, um da escrava, e outro da livre.

Todavia, o que era da escrava nasceu segundo a carne, mas, o que era da livre, por promessa.

Mas nós, irmãos, somos filhos da promessa como Isaque.

Mas, como então aquele que era gerado segundo a carne perseguia o que o era segundo o Espírito, assim é também agora.

Mas que diz a Escritura? Lança fora a escrava e seu filho, porque de modo algum o filho da escrava herdará com o filho da livre.

De maneira que, irmãos, somos filhos, não da escrava, mas da livre.” Gálatas 4:22-23,28-31

INTRODUÇÃO

O islamismo é uma das três principais religiões monoteístas do planeta ao lado do cristianismo e do judaísmo. À semelhança destas, também nasceu no Oriente Médio. Suas crenças e práticas, porém, são contrárias à Bíblia e ao cristianis­mo.

I. CONSIDERAÇÕES GERAIS

1. Os filhos de Abraão.

Nem todos os árabes são muçulmanos, e nem todos os muçulmanos são árabes. Há uma grande disputa, desde a antiguidade, pois é desejo dos árabes serem filhos de Abraão, mas nem todos o são. Deus dá, ain­da hoje, a oportunidade para qual­quer pessoa, independentemente de sua nação ou origem, de tornar-se descendente de Abraão, median­te a fé em Jesus (Rm 4.11; Gl 3.7).

2. O mundo árabe.

Os povos do sul da Península Arábica descen­dem de Qahtan, Joctã (Gn 10.25), cujos descendentes povoaram o sul dessa península. Os povos do norte da Arábia Saudita são descendentes de Adnam, que é ismaelita. Havilá (Gn 25.18) era uma região da costa ori­ental da Península Arábica, no Golfo Pérsico; Sur é na região do Sinai.

3. Origem do islamismo.

O nome da religião vem da palavra árabe islam, “submissão”, mas os críticos afirmam que significava: “desafio à morte, heroísmo, morrer na batalha” no mundo pré-islâmico. Foi fundado por Maomé na Arábia Saudita, em 610 d.C., e, logo, expan­diu-se por todo o Oriente Médio, sul da Ásia, norte da África e Península
Ibérica, pela força da espada.

II. FONTE DE AUTORIDADE

O islamismo rejeita a Bíblia. A fonte principal de autoridade na fé islâmica é o Alcorão, mas há outras fontes, a Sunnah ou Tradição Viva, registro de tudo que Maomé teria feito e dito, classificado em volumes e chamados de Hadith. Baseados no Hadith e no Alcorão, elaboraram a lei islâmica chamada Shaaría.

1. Origem e história do Alcorão.

A palavra vem do árabe quran, “recitação”, e ai é o artigo definido. Os muçulmanos acredi­tam que o anjo Gabriel recitou sua mensagem a Maomé durante 23 anos, e cujo conteúdo está numa tábua no céu. Eles acreditam que o Alcorão é a inspirada Palavra de Deus. Mas, estudos críticos nele e na sua história tornam inconsisten­te esse conceito.

2. Origem humana do Al­corão.

Havia muitos textos discre­pantes do Alcorão. Por isso, Otmã, terceiro sucessor de Maomé (644-656), padronizou seu texto confor­me suas conveniências, e mandou destruir as demais cópias sob pena de morte. Um dos discípulos de Maomé, chamado Abdollah Sarh, dava sugestões sobre o que deve­ria ser cortado ou acrescentado no Alcorão. Deixou o islamismo, ale­gando que se o Alcorão fosse a re­velação de Deus, não poderia ser alterado por sugestão de um escriba. Quando Maomé conquistou Meca, matou seu ex-discípulo, vis­to que sabia demais para continu­ar vivo.

3. Problema do islamismo com a Bíblia.

O problema é que os teólogos islâmicos logo descobri­ram que o Alá do Alcorão não é o mesmo Jeová do Antigo Testamen­to, e que o Jesus do Alcorão não é o mesmo do Novo Testamento. A mensagem da Bíblia é uma, e a do Alcorão é outra. Não podendo acei­tar o equívoco do seu profeta, re­solveram ensinar que a Bíblia foi falsificada por judeus e cristãos.

4. A verdade sobre a Bí­blia.

Deus prometeu preservar a sua Palavra (Jr 1.12). A integrida­de do texto bíblico é fato verifica­do cientificamente — os manuscri­tos do mar Morto confirmam a au­tenticidade do texto bíblico. Outra prova irrefutável, contra o argu­mento islâmico, é o grande núme­ro de manuscritos antigos tanto do Antigo quanto do Novo Testamen­to. A autoridade da Bíblia e sua ins­piração são suas características sui generis (Is 34.16; 2 Tm 3.16; 2 Pe 1.20,21). Os muçulmanos contradi­zem-se, pois o próprio Alcorão de­clara-se como continuação das Es­crituras Sagradas.

III. TEOLOGIA ISLÂMICA

1. O Deus dos muçulmanos.

A história registra que existiram na antiguidade muitas religiões mono-teístas, mas que eram pagãs. Seus adeptos adoravam a um único ído­lo. É um monoteísmo falso. Alá, di­vindade dos muçulmanos, era uma das divindades da Arábia pré-islâmica, adorada pela tribo dos coraixitas, de onde veio Maomé. Há inúmeras evidências irrefutáveis na história e na arqueologia de que Alá não veio nem dos judeus e nem dos cristãos. Alá e Jeová não são nomes distintos de um mesmo Deus. Jeová é o Deus único e verdadeiro, ao pas­so que Alá não passa de um arre­medo do verdadeiro Deus.

2. O conceito de Trindade no Alcorão.

O islamismo consi­dera a crença na Trindade um pe­cado imperdoável e define-a como três deuses: Alá, Jesus e Maria. Há dois erros crassos nesse conceito. O primeiro, refere-se à terceira Pes­soa da Trindade, que é o Espírito Santo, e não, Maria. O segundo, a respeito do conceito do termo, que não quer dizer três deuses, mas um só Deus em três Pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito (Dt 6.4; Mt 28.19).

3. O Senhor Jesus Cristo no Alcorão.

O Jesus do Alcorão é um mero mensageiro. Não é reconheci­do como Deus, nem como Filho de Deus e Salvador da humanidade. O Alcorão não reconhece a morte e a ressurreição de Cristo. Assim, consi­deram Maomé como superior a Jesus e “o selo dos profetas”. O Alcorão afir­ma que é blasfémia dizer que Jesus é o Filho de Deus, pois implicaria numa relação íntima e conjugal de Maria com Deus. O mais grave é que seus líderes afirmam que os cristãos pre­gam tal absurdo! (Jd 10).

4. A cristologia bíblica.

A expressão “Filho de Deus” mostra a origem e a identidade de Jesus (Jo 8.42), e não segue o mesmo padrão de reprodução humana. Eternamente gerado por Deus, o Senhor Jesus foi concebido pelo Espírito Santo (Mt 1.18, 20; Lc 1.35; Hb 1.5). Há inúmeras passagens bíblicas provando que Jesus é Deus igual ao Pai (Jo 1.1). Durante o Seu ministério terreno, fez o bem a to­dos (At 10.38), proporcionando não somente a vida física (Jo 11.43, 44), mas também a espiritual (Jo 10.10).

5. O sacrifício de Jesus.

A cruz de Cristo sempre foi escândalo para os que perecem (l Co 1.23). A morte e a ressurreição de Jesus es­tavam previstas no Antigo Testamen­to (Is 53.8-10; SI 16.10) e cumpriu-se em o Novo (Lc 24.44-46) para a nossa salvação (l Co 15.3,4). O sa­crifício de Jesus Cristo na cruz mos­tra que o homem é completamente incapaz de salvar-se por sua própria bondade e força. Negar o sacrifício de Jesus na cruz, ou fazê-lo parecer desnecessário, é uma forma de in­validar a única maneira de o homem ser salvo.

IV. OS CINCO PILARES DO ISLAMISMO

O credo islâmico, composto de cinco pilares, é o orgulho dos mu­çulmanos. Entretanto, Deus não está preocupado com ritos ou regras (Is 28.10). Ele busca a comunhão com o homem que criou (Mq 6.6-8).

SUPLEMENTO

Doutrina número 1: Deus

Os mulçumanos acreditam na existência e preeminência de deus. Há apenas um deus, cujo nome é Alá. Ao pronunciar Allah akbar (Alá, o grande), em suas orações diárias, os mulçumanos reconhecem que ‘deus é maior do que tudo’. Eles sabem que ele é onisciente, onipotente e onipresente. Os poderes atribuídos a Alá são os mesmos atributos ‘oni’ do Deus do judaísmo e do cristianis­mo: Onisciente – que tudo sabe; Oni­potente – que tem todo poder; Onipresente – que está em todos os lugares ao mesmo tempo. No entan­to, qualquer semelhança com os pos­tulados do judaísmo e do cristianis­mo, no que se refere a Deus, param exatamente aqui. Quanto mais exa­mina-se a natureza de Alá, menos ele tem semelhança com o Deus dos ju­deus e dos cristãos.

 a) Alá e o amor.

Os mulçumanos têm ‘noventa e nove belas manei­ras’ para referir-se a Alá (as quais eles memorizam), e cada uma delas descreve uma das características de Alá. Talvez você se surpreenda ao saber que o termo amor está ausen­te dessa longa lista das qualidades de seu caráter – o poder de Alá é mais ressaltado do que a misericór­dia. Isso não que dizer, porém, que Alá não ama. Ele ama aqueles que fazem o bem – ou seja, os que prati­cam boas ações e aceitam as práti­cas diárias dos cinco pilares. Con­tudo, Alá não ama o indivíduo cujas más ações sobrepujam as boas.

b) Diferença entre Alá e o Des; do cristianismo.

O atributo do amor é a grande diferença entre Alá e o Deus do cristianismo. Essa é a ra­zão pela qual é incorreto acreditar que Alá e Deus são a mesma divin­dade, simplesmente conhecida por nomes distintos, dependendo se você está em uma mesquita ou em uma igreja. Mas isso não é o mes­mo que chamar um divã por um nome alternativo, como sofá, :anapé, otomana ou marquesa. O Alá do Alcorão ama apenas os in­divíduos que considera bons; o Deus da Bíblia ama toda a humani­dade, embora saiba que nenhum indivíduo é basicamente bom. Se alguém questionar se há uma dife­rença entre Alá e Deus, diga-lhe que o amor é a resposta.”

(BICKEL, B.; JANTZ, Stan. Guia de seitas e reli­giões; uma visão panorâmica. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.79-81.)

 1. Fé em Deus.

O primeiro pi­lar é crer em Alá como único Deus e em Maomé como seu mensagei­ro. Afirmar com sinceridade essa declaração três vezes, em árabe, diante de duas testemunhas, torna a pessoa muçulmana. Isso é recita­do nos ouvidos do recém nascido e nos do muçulmano, quando está morrendo. Eles buscam asseme­lhar-se ao cristianismo. Todavia, o seu deus e mensageiro não são os mesmos da Bíblia (Jo 17.3).

2. Oração.

O segundo, são as orações rituais, realizadas cinco ve­zes ao dia: de manhã, ao meio dia, à tarde, ao pôr do sol e à noite. Os judeus oram três vezes ao dia, des­de os tempos bíblicos (SI 55.17; Dn 6.10). Há uma passagem no Alco­rão onde parece afirmar que Maomé copiou essa prática dos ju­deus e aumentou para cinco vezes. Nós, cristãos, oramos continuamen­te (Cl 4.2; l Ts 5.17), não como obrigação; mas com o desejo de manter a comunhão com Cristo (Mt 6.5; Gl 2.20).

3. Esmolas.

O terceiro, é dar es­molas aos mais necessitados ou fazer atos de caridade. Prática copiada dos judeus e cristãos. A diferença é que não precisamos tocar trombetas (Mt 6.2). Não o fazemos para sermos salvos, mas porque já o somos e temos o fruto do Espírito (Gl 5.22).

4. Jejum.

O quarto, é jejuar 30 dias no mês de Ramada; o jejum fei­to apenas durante o dia. Pesquisas comprovaram que esse é o mês de maior consumo nos países islâmicos. À lu/. da Bíblia, isso não é jejum. O jejum cristão é como a oração: não é mandamento; é prática natural e voluntária do cristão (Mt 6.16).

5. Peregrinação.

O último pi­lar é a peregrinação à Meca pelo menos uma vez na vida, se as con­dições financeiras e de saúde o per­mitirem. É a cópia das peregrinações judaicas e cristãs (SI 122). Maomé substituiu Jerusalém por Meca.

CONCLUSÃO

O islamismo é inimigo da cruz de Cristo. Em muitos países islâmicos é crime um muçulmano se converter à fé cristã. Seus líderes fazem pro­paganda falsa contra o cristianismo e escondem as fraquezas de sua re­ligião. Nenhum deles fala ao povo que a Trindade bíblica não é a mes­ma descrita no Alcorão e nem expli­ca o conceito de “Filho de Deus” em o Novo Testamento. É o maior desa­fio da igreja nos dias atuais.

 

[Estudo Bíblico] O que significa ‘Seita’?

O que Significa ‘Seita’?

l. Etimologia. O historiador Flávio Josefo e muitos outros escrito­res antigos usaram a palavra hairesis com o sentido de ‘escola’ de pensamento, ‘doutrina’ ou ‘reli­gião’, sem conotação pejorativa. O verbo grego haireõ, de onde vem o substantivo em foco, significa ‘es­colher’. Na literatura clássica tem o sentido de escolha filosófica ou política. Todavia, o Novo Testamen­to traz essa palavra com o sentido de ‘divisão, dissensão’, pois lemos: ‘E até importa que haja entre vós heresias, para os que são sinceros se manifestem entre vós’ (l Co 11.19). A versão Almeida Atualizada traduziu por ‘partido’; a NVI, por ‘divergências’; a Tradução Bra­sileira, por ‘facção’. A mesma pala­vra aparece em Gálatas 5.20 sendo traduzida por ‘dissensão’. […] Con­vém salientar que a palavra grega para ‘heresias’ em o Novo Testa­mento, é a mesma para ‘seita’, hairesis. O termo ‘herege’, que apa­rece em Tito 3.10, hairetikos, é adjetivo que vem do referido substan­tivo grego. O sentido de erro dou­trinário, como ‘heresia’, no campo teológico que nós conhecemos hoje, aparece pela primeira vez em 2 Pedro 2.1. É nessa acepção que re­futamos tais heresias.

2. Conceituação. Atualmente a pa­lavra ‘seita’ é usada para designar as religiões heterodoxas ou espúrias. É uma palavra já desgastada, trazendo em si, muitas vezes, um tom pejora­tivo. São grupos que surgiram de uma religião principal e seguem as normas de seus líderes ou fundadores e cujos ensinos divergem da Bíblia nos prin­cipais pontos da fé cristã. São ameaças ao cristianismo histórico e um problema para as igrejas.

3. Problemas. […] As heresias afetam os pontos principais da dou­trina cristã, no que diz respeito a Deus: Trindade, o Senhor Jesus Cristo e o Espírito Santo; ao ho­mem: natureza, pecado, salvação, origem e destino; aos anjos, à igre­ja e às Escrituras Sagradas. O mais grave erro é quando diz respeito à Divindade. Errar em outros pontos da fé cristã pode até não afetar a salvação, mas a doutrina de Deus é inviolável. Negar ‘o Senhor’ é tra­zer sobre si repentina destruição.

Os novos movimentos internos como a Confissão Positiva e o G-12 não devem ser classificados como seitas, pois além de não afetarem os pontos salientes da fé cristã, seus ensinos e práticas não são neces­sariamente heresias, mas aberra­ções doutrinárias. O efeito destru­tivo pode ser pior do que os movi­mentos externos, pois Satanás se utiliza, muitas vezes, da arrogân­cia ou da ignorância dos mentores dessas inovações para causar divi­sões nas igrejas.

(SOARES, Esequias. Manual de apologética cris­tã. Rio de Janeiro: CPAD, 2002, p. 25-7.)

[Mórmons] Casal de Mórmons se liberta e revela segredos da seita!

Eram duas horas da manhã, quando Dennis Higley, pertencente à sexta geração de Mórmons, estava se aproximando de uma descoberta que iria destruir suas ilusões de uma vida inteira.

Sua esposa, Rauni, havia-lhe dito que já não podia mais continuar como membro da Igreja Mórmon (Santos dos Últimos Dias = SUD) por causa das contradições e outros problemas que ela havia descoberto nos ensinos desta Igreja. Eles haviam praticamente deixado de se falar por causas das tensões. Foi quando Dennis finalmente concordou em adquirir todos os livros importantes sobre a doutrina e a história da Igreja, sentar-se com a esposa, e ler, dentro de todo o contexto, cada um dos ensinos problemáticos.

Finalmente, depois de muito exame, Dennis levantou-se, fechou abruptamente todos os livros e falou: “para mim, basta!”.

– Foi naquela noite que a bolha do Mormonismo em que eu estivera encerrado explodiu… Aquela noite foi o início dos meus estudos profundos da história e doutrina dos mormons – itens dos quais a minha Igreja jamais havia me falado.

Aquele momento chave chegou em 1982. Desde então, apesar da perseguição devastadora que lhes custou o negócio, depois que eles deixaram a Igreja, o casal Higley tem sido usado por Deus apara ajudar a levar centenas de mormons à fé no Jesus Cristo da Bíblia. Eles trabalham como voluntários na Mission Service Corps (Exército Missionário de Serviço), junto com a Mission Board americana, que se dedica à evangelização entre fés. Trabalham sob os auspícios da HIS (He is Savior = Ele é o Salvador), nos subúrbios de Salt Lake City, onde eles estão compartilhando o Cristo do Cristianismo histórico com os que foram apanhados no labirinto do Mormonismo, auxiliando, também, os companheiros cristãos.

Rauni Higley converteu-se ao Mormonismo em sua terra natal, a Finlândia, em 1963. Ela era uma Luterana nominal e ficou impressionada com a amizade e o calor demonstrados pelos missionários e membros da Igreja Mórmon.

– Eu era completamente ignorante da Bíblia, não sabendo realmente quem é Deus e quem é Jesus. Então foi muito fácil para os Mórmons me convencerem de que estavam me trazendo a verdadeira mensagem bíblica.

Ela aceitou sua nova fé com um entusiasmo que não passou despercebido aos líderes mórmons. Em menos de um ano ela foi chamada a servir numa “missão de 18 meses”, em tempo integral, na SUD. Foi nesse tempo que ela conheceu Dennis, natural de Idaho, o qual também estava servindo na Finlândia.

As primeira indagações sobre a nova fé de Rauni apareceram durante a sua primeira visita ao templo da SUD, numa cidadezinha perto de Berna, Suíça. Foi lá que lhe apresentaram as ordenanças secretas exigidas no Mormonismo, desde a entrada até o mais alto nível celestial.

– Foi um choque. Na preparação para a experiência no templo dos Mormons era dito como seria bela e maravilhosa essa experiência, e como a gente vai atingindo um maior conhecimento de Deus…Bem, quando adentrei o templo, nada disso experimentei.

Pediram-lhe para despir toda a roupa, enquanto um “escudo” foi colocado sobre o seu corpo. Em seguida ela foi cerimonialmente “lavada e ungida” por um obreiro do templo. Foi-lhe dado um novo nome e uma roupa íntima que ela deveria usar 24 horas por dia, pelo resto da vida. Porém, mais alarmante ainda eram os apertos de mão secretos, acompanhados de imprecações secretas em forma de sinais, os quais incluíam um leve roçar do polegar sobre a garganta. Os sinais significavam como a vida pode ser tirada se os apertos de mão forem revelados a alguém fora do templo.

– Eu não conseguia imaginar como um Deus amoroso poderia manter um aperto de mão tão secreto, que se eu fosse contar a alguém seria morta da maneira mostrada no templo.

Mais tarde ela aprenderia que aquelas e outras cerimônias do templo eram idênticas às da Maçonaria e das religiões ocultistas.

Rauni também não entendia como as cerimônias realizadas naquele mesmo dia “por e em favor de” sua mãe e sua avó já falecidas poderiam ser idênticas àquelas feitas pelos vivos. Elas (as mortas), com efeito, estavam jurando que suas vidas seriam tiradas se revelassem os apertos de mão. Ambas também foram “lavadas e ungidas” através da substituição, para gozarem de boa saúde, terem filhos e povoar a terra. E Rauni, como sua substituta, tinha de hipotecar todas as suas possessões à Igreja SUD.

– Eu estava pensando: isto realmente não se aplica aos mortos, mas somente aos vivos. Mesmo assim mais de 90% do serviço diário no templo é feito pelos mortos.

Aos Mórmons não é permitido discutir as cerimônias fora do templo e não há como fazê-lo, enquanto as cerimônias são realizadas. Desse modo, Rauni não podia falar do assunto com os demais. Ela achava que com o passar do tempo iria encontrar as respostas às suas cruciantes indagações, mas essas respostas jamais chegaram. Depois de sua missão, Rauni se mudou para Salt Lake City, onde começou a trabalhar como tradutora para a SUD, posição que ela ocuparia durante 14 anos. Enquanto isso, Dennis regressou de sua missão na Finlândia e eventualmente ambos se casaram no templo da SUD.

Uma das tarefas de Rauni era traduzir as cerimônias do templo para o Finlandês, coisa que ela imaginava que fosse ajudá-la a compreender melhor as cerimônias.Para uma tradução correta é importante que se conheça a significação exata de cada frase.

Mas, enquanto ela trabalhava no projeto, outro tradutor lhe contou que o próprio presidente da Igreja, quando indagado sobre as cerimônias da Igreja, havia admitido que nem tudo estava claro para ele.

– Porque você precisa entender em sua língua muito melhor do que o fazemos no Inglês?

Outras dúvidas que surgiram mereceram respostas idênticas dos líderes da Igreja SUD. Eles sempre respondiam:

– Traduza como está!

Mas Rauni achava que “aí é que estava o problema, pois as palavras tinham de fazer sentido. Se não faziam, o que estavam ensinando?”

Foram tempos de muita frustração. Mais tarde outras dúvidas foram surgindo, quanto às referências históricas, a fim de assegurar exatidão na tradução.

– Isso me abriu os olhos para o fato de que o Mormonismo evoluíra e fora bem diferente no passado, e isso me fez começar a ler mais e mais material do que a média disponível aos membros. E além de outras coisas descobri:

  • ” Contradições alarmantes com referência aos acontecimentos primordiais na vida de Joseph Smith, antes dele fundar a Igreja SUD, em 1830.
  • ” Fatos históricos e arqueológicos, os quais questionavam a veracidade do Livro de Mórmon.
  • ” Profecias não cumpridas, as quais, conforme Deuteronômio 18:20-22, significavam que Joseph Smith não passava de um falso profeta.
  • ” Contradições entre os ensinos atuais da SUD, os antigos escritos da Igreja e as próprias escrituras mórmons.

Com o passar dos anos em que Rauni continuou satisfazendo as expectativas dos membros da SUD, ela e Dennis cresceram juntos em posições de liderança dentro da Igreja. Dennis eventualmente fora nomeado para um lugar no Alto Concelho da Estaca, em que junto com a Presidência das Estacas, tinha autoridade sobre cerca de 6 a 8 igrejas “custódias” (Wards).

Enquanto isso, Rauni continuava a descobrir mais coisas. Em 1982 ela finalmente disse ao marido que não podia mais participar da SUD. A princípio Dennis ficou furioso, lançando-lhe apenas um olhar de repreensão. E lhe respondeu: “Ainda não sabemos o suficiente a esse respeito. Dê outra desculpa”. Ele simplesmente deixou as coisas em banho-maria, enquanto Rauni insistia em lhe apresentar as contradições e diferenças, a ponto de deixarem de falar um com o outro.

Ao bispo da igreja local Dennis pediu que falasse com ela, mas ele também ignorava quase tudo.

– Você sabe como é. Seu marido tem estado no Concelho durante anos, e quando se faz o trabalho da Igreja e nele se está ativo, não se tem tempo de estudar o passado.

Rauni disse que esse era exatamente o caso. Ela falou: “Posso ver que a razão da membresia estar sempre ocupada é para que não tenha tempo de descobrir coisas. Se temos qualquer momento livre logo nos mandam para o templo, a fim de trabalhar pelos mortos”.

Foi então que Dennis encontrou tempo para reunir o material e conferir as informações por si mesmo. Quando se convenceu de que a SUD estava em grave erro, sua primeira reação foi de ódio.

– Eu não queria ter mais nada com a religião organizada. Achei que havia sido vítima de uma brincadeira de mau gosto, e que em algum lugar alguém deveria estar rindo às minhas custas, durante os 40 anos em que fora um mórmon fiel e ativo.

Mas ele estava determinado a encontrar a verdade. Eventualmente, através do seu próprio estudo e de uma série de fitas de estudos bíblicos, ele e Rauni aceitaram o Jesus Cristo da Bíblia e do Cristianismo histórico.

E maio de 1983, após Dennis ter pesquisado durante um ano, ele e a esposa enviaram uma carta à Igreja SUD, solicitando remoção dos seus nomes da membresia. Porém, quando seus nomes foram lidos num encontro dos sacerdotes, como tendo sido excomungados, sem razão alguma começaram a circular rumores sobre possíveis pecados graves por eles cometidos.

Os Higleys acharam que a melhor aproximação seria escrever uma carta aos parentes e amigos da SUD, explicando a razão de haverem saído. Na carta afirmavam que se estivessem errados em tudo o que haviam descoberto, de bom grado aceitariam a correção. Não houve resposta.

A carta e sua saída causaram tais transtornos à liderança local da Igreja, que o negócio de varejo dos Higleys foi boicotado. Finalmente eles se viram forçados a se mudar para um subúrbio de Salt Lake City, porém não antes que o seu testemunho desencadeasse um avivamento.

Filiaram-se à Primeira Igreja Batista de Vernal, Utah, uma pequena congregação de apenas 70 membros, que acabara de admitir um novo pastor, com uma nova visão de como alcançar a comunidade. A combinação guiada pelo movimento soberano de Deus resultou nos membros da igreja se mobilizando e conseguindo levar 450 membros mórmons ao Cristo da Bíblia, em apenas 5 anos.

Por causa de sua dramática história, os Higleys eram solicitados a falar a grupos cristãos e também adaptaram um curso sobre Mormonismo, o qual haviam antes ensinado em Vernal, num seminário para fins de semana. A carta original que eles haviam remetido aos amigos e parentes da SUD foi transformada num folheto dirigido aos Mórmons e logo se tornou disponível num “site” da Internet (www exmormon.org.whylft.htm).

Os Higleys responderam cerca de 2.000 cartas diárias via E-Mail, no último ano, e sempre passavam horas no telefone conversando com altercadores ou ex-mórmons. Para pagar essas contas Dennis foi trabalhar numa firma de reformas de construção e Rauni se tornou corretora de imóveis em Salt Lake City.

Sair do Mormonismo é muito difícil, disse Dennis, porque há muitos estágios que precisam ser sobrepujados. Com indivíduos como ele próprio, que jamais havia conhecido coisa alguma além do Mormonismo, é particularmente difícil. O hectavô de Dennis havia se filiado à Igreja por ocasião de sua fundação, em 1830.

– Quando você é doutrinado desde criança a crer que esta é a única igreja verdadeira, crendo ser esta a vontade de Deus para a sua vida, é quase impossível questionar qualquer coisa. Mesmo porque jamais pode entrar em sua cabeça que ela possa estar errada.

Depois de se convencer de que o Mormonismo é falso, as pessoas ainda têm de provar que a Bíblia é verdadeira. Aos mormons é ensinado que a Bíblia não é um livro confiável. Eles trabalham para distratar a Palavra de Deus. Então, o passo mais difícil é fazer acreditar que a Bíblia é realmente confiável, que ela é a Palavra de Deus e que existe um relacionamento compensador com Cristo que eles podem experimentar. Mas esse é um processo muito longo.

Nos seminários cristãos os Higleys têm dado uma visão geral sobre as crenças mormons, esclarecendo as significações diferentes que os mormons assumem em relação aos termos do Cristianismo. Eles oferecem um pano de fundo básico sobre aquilo em que os Mórmons crêem:

“Que eles têm um Deus diferente, um Jesus diferente, um Espírito Santo diferente e um plano de salvação diferente. Estes são os tópicos fundamentais que os Cristãos devem conhecer”

Rauni afirma que as pessoas testemunham aos mormons, porém não esclarecem as diferenças. “Se você chega a um Mórmon e lhe fala de Jesus Cristo, ele na certa vai dizer: eu creio em Jesus Cristo, também sou cristão”.

Porém o Jesus dos mormons é um dos bilhões de filhos espirituais de Deus, não o Deus Todo Poderoso que se encarnou. Ele não é um Jesus que sempre existiu como Deus, porém é um ser criado, que evoluiu até chegar à divindade.

Quando se fala com os mormons a melhor maneira de aproximação é pedir-lhes simplesmente para explicar o conceito de Deus e de Jesus. Então as diferenças podem ser mostradas na Bíblia e o Mórmon poderá decidir se vai crer na SUD ou na Bíblia.

No que diz respeito à sua própria caminhada cristã, Dennis afirma que os Cristãos sempre lamentam sobre o preço que ele e Rauni têm pago pela sua fé, mas que eles desejam simplesmente celebrar junto com os irmãos. E acrescenta: “Sei que pagamos um alto preço aos olhos do mundo, mas obtivemos o prêmio através de Jesus Cristo”!

Artigo de James Dotson, do jornal
“The Evangel”, edição de março/abril, 1998
Tradução de Mary Schult