[Exortação] Os 10 Mandamentos do Namoro Cristão

OS DEZ MANDAMENTOS DO NAMORO CRISTÃO

I. Não namore por lazer: namoro não é passatempo e o cristão consciente deve encarar o namoro como uma etapa importante e básica para um relacionamento duradouro e feliz. Casamentos sólidos decorrem de namoros bem ajustados;

II. Não se prenda a um jugo desigual(2 Co 6:14-18): iniciar um namoro com alguém que não tem temor a Deus e não é uma nova criatura pode resultar em um casamento equivocado. E atenção: mesmo pessoas que freqüentam igrejas evangélicas podem não ser verdadeiros convertidos ou não levarem o relacionamento com Deus a sério;

III. Imponha limites no relacionamento: o namoro moderno, segundo o ponto de vista dos incrédulos, está deformado e nele intimidade sexual ou práticas que levam a uma intimidade cada vez maior são normais, mas o namoro do cristão não deve ser assim, o que nos leva ao próximo mandamento;

IV. Diga não ao sexo: Deus criou o sexo para ser praticado entre duas pessoas que se amam e têm entre si um compromisso permanente. É uma bênção para ser desfrutada plenamente dentro do casamento, fora dele é impureza;

V. Mantenha a dignidade e o respeito: o namoro equilibrado tem um tratamento recíproco de dignidade, respeito e valorização. O respeito é imprescindível para um compromisso respeitoso e duradouro. Desrespeito é falta de amor;

VI. Pratique a fidelidade: infidelidade no namoro leva à infidelidade no casamento. Fidelidade é elemento imprescindível em qualquer tipo de relacionamento coerente à vontade de Deus, que abomina a leviandade;

VII. Assuma publicamente seu relacionamento: uma pessoa madura e coerente com a vontade de Deus não precisa e nem deve lutar contra seus sentimentos ou escondê-los;

VIII. Promova o diálogo e a comunicação: conversar é essencial. Estabeleça uma comunicação constante, franca e direta e não evite conversar sobre qualquer assunto pertinente;

IX. Cultive o romantismo: a convivência a dois deve ser marcada por gentileza, cordialidade e romantismo. Isso não é cafona, nem é coisa do passado e traz brilho ao relacionamento;

X. Forme um triângulo amoroso: namoro realmente cristão só é bom a três: O Casal e Deus. Ele deve ser o centro e o objetivo do namoro;

Fonte: jovens cristãos do Facebook!

[Estudo Bíblico] A Oração Sacerdotal de Jesus Cristo

LEITURA BÍBLICA

João 17:1-4; 15-17; 20-22

Jesus falou assim e, levantando seus olhos ao céu, disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti;

Assim como lhe deste poder sobre toda a carne, para que dê a vida eterna a todos quantos lhe deste.

E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.

Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer.

Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.

Não são do mundo, como eu do mundo não sou.

Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade.

E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim;

Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.

E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um.

INTRODUÇÃO

A oração sacerdotal de Jesus, em João 17, expressa os sentimen­tos, pensamentos e vontades mais íntimas do Mestre em relação aos seus discípulos.

Este estu­do bíblico é re­levante, porquanto não somente revela o que nosso Senhor espera de sua Igreja, mas também evidencia a importância da intercessão de um líder em favor de seus liderados.

I. ORAÇÃO POR UMA VIDA DE COMUNHÃO COM O PAI

1. Relacionamento com Deus (17.2,3).

Nos seus últimos momentos, Jesus demonstra em suas palavras dirigidas ao Pai o seu anseio para que os discípu­los aprofundassem o conheci­mento deles referente a Deus.

Só conseguimos nos relacionar intimamente com alguém a quem conhecemos de modo profundo. Como o profeta Oséias recomen­da:

“Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor” (6.3).

2. Meditação e prática da Palavra de Deus (Jo 17.6).

As Escrituras revelam o caráter de seu Autor e seus mais profundos anseios para o homem. A melhor maneira de conhecer o Pai e a sua vontade para seus filhos é medi­tar em sua Santa Palavra.

A Lei do Senhor é capaz de ensinar, redar­guir, corrigir, instruir em justiça (2 Tm 3.16), bem como produzir alegria (Jr 15.16), prosperidade (Sl 1.1-3) e vida eterna (Jo 6.63; Hb4.12; Sl 119.50).

3. Uma vida que glorifi­que a Deus (17.4).

O homem foi criado para glorificar a Deus (Is 43.7,21; 1 Co 6.20). Jesus, enquanto esteve na terra, viveu para glorificar a Deus em todos os seus atos (Jo 17.4).

De igual modo, o crente deve viver neste mundo para a glória do Senhor. À medida que nos relacionamos intimamente com o Senhor por meio da oração e da medita­ção em seus manda­mentos, o seu caráter vai sendo moldado em nós e, por conseguinte, externamos uma vida que glorifica ao Senhor. Que a Igreja de Cristo busque arden­temente agradá-Lo e glorificá-Lo em todo tempo (1 Co 10.31).

REFLEXÃO

“Se tivermos toda a Bíblia e nenhuma oração, teremos um grande monte de verdade, mas nenhum poder. Seria como ‘luz sem calor’. Por outro lado, se tivermos toda a oração, porém nenhum ensino bíblico, estaremos em perigo de nos tornarmos fanáticos – calor sem luz!” Warren W. Wiershe

II. ORAÇÃO POR PERSEVERANÇA, ALEGRIA E LIVRAMENTO

1. Perseverança (Jo 17.11,12).

Enquanto Jesus esteve com os discípulos, ensinava-os a verdade e conduzia-os para que não se desviassem desta. Entretanto, sabia que, na sua ausência, a fé desses homens poderia enfraquecer. Por isso, intercede ao Pai para que continuassem crendo nEle e guardando a sua Palavra, a fim de conseguirem perseverar no caminho, na fé, na verdade e na comunhão.

2. Alegria (Jo 17.13).

Je­sus ora para que a alegria dos discípulos permaneça na sua ausência. A alegria do cristão, produzida pelo Espírito Santo, torna-o mais forte e resistente às adversidades. Por essa razão, Paulo recomenda aos tessaloni-censes e filipenses: “Regozijai-vos” (Fp 4.4;1 Ts 5.16).

3. Livramento (Jo 17.15).

Por conhecer o mundo em que viveriam seus discípulos – um mundo que jaz no maligno- Jesus revela uma preocupação muito grande com eles. Sendo assim, roga a Deus, como um bom Pai, que livre seus filhos do mal, ou seja, dos perigos, das tentações e investidas do Diabo.

Podemos descansar na proteção divina, uma vez que estamos refugiados no esconderijo do Altíssimo (Sl 91.1). Contudo, é nosso dever orar e vigiar, “em todo o tempo” (Ef 6. 18), a fim de não entrarmos em tentação (Lc 22.40).

III. ORAÇÃO POR SANTIDADE, UNIDADE E FRUTOS ESPIRITUAIS

1. Santidade (Jo 17.17,19).

Jesus suplicou a Deus que santi­ficasse seus filhos. Ao longo de toda a Bíblia, observamos que o Senhor sempre requereu de seu povo separação total do mundo e do pecado, a fim de adorá-lo e servi-lo. Esse é um processo natural, porquanto, à proporção que nos aproximamos de Deus, afastamo-nos do pecado; e vice-versa. Tal santificação é obtida por meio da verdade, que é ao mesmo tempo Jesus e as Escrituras Sagra­das. Ser santo não é apenas um desejo do Noivo para a sua Noiva, é uma ordem (1 Pe 1. 16).

2. Unidade (Jo 17.21,22).

Em sua oração, Jesus ressalta a unidade existente entre Ele e o Pai. O Pai, o Filho e o Espírito Santo são Pessoas divinas e dis­tintas, mas são um em essência e vivem em perfeita unidade. Cristo anseia que seu Corpo viva de igual modo, unido. Essa virtude é conquistada e conservada por meio de um andar em Espírito (Gl 5.16-26).

3. Frutificação espiritual (Jo 17.18).

Assim como Deus en­viara o seu amado Filho ao mundo, Jesus enviaria seus discípulos, a fim de que produzissem frutos perma­nentes.

Aquele que está em Cristo -a Videira Verdadeira – naturalmente produz frutos da mesma espécie (Jo 15.5). É impossível estar ligado ao Senhor e, por conseguinte, desfru­tar de comunhão íntima com Ele, e não frutificar (15.4).

CONCLUSÃO

A oração intercessória de Je­sus no capítulo 17 de João revela, sobretudo, seu anseio por uma Igreja que desfrute de um relacio­namento profundo com Deus, reflita o seu caráter e busque única e exclusivamente a sua glória.

Fonte: CPAD/2010

[Reflexão] Amar a Esposa

Assim devem os maridos amar a sua própria mulher como a seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher ama-se a si mesmo. (Efésios 5.28)
            Todos os maridos, ou pelo menos a maioria, declaram amar as suas esposas! Dizem que casaram por amor, mas estes que andam declarando o amor, muitas vezes são adúlteros, violentos, ranzinzas! São homens que não perdem a oportunidade de olhar, galantear outras mulheres nas ruas, e, quando vêem uma mais jovem, olham e a desejam! Em casa em várias ocasiões, dão más respostas  às suas esposas e não raros  espancam-nas, e ainda se dizem cristãos.
 “Porque ninguém aborrece a sua própria carne; antes, a alimenta e sustenta, como também o Senhor a igreja.”(Efésios 5.29
Em outras palavras quem fala que ama, mas trai, trata mal a esposa, ou vive olhando para outras mulheres, com certeza não ama, porque quem ama cuida, deseja, e em hipótese alguma faria alguma coisa que  fosse desleal! Uma vez que devemos cuidar, tratar das nossas esposas como tratamos do nosso corpo, e ninguém quer se auto-afligir, ninguém, se fere, machuca intencionalmente, ninguém vive se desprezando, afinal a nossas esposas são parte de nós mesmos.
            “Porque somos membros do seu corpo.” (Efésios 5.30
Ser membro do mesmo corpo é ser unidos, ligado entre si, ou seja, diante do Senhor não existe duas pessoas, mas uma somente. Quando se casa, passa a fazer parte do mundo e do corpo da mulher e da mesma forma a mulher do homem, e quando tratamos mal a nossa esposa estamos tratando mal a nós mesmo, e tentando desfazer o que Deus fez, estamos ignorando a obra do Senhor, estamos caminhando para a morte eterna.
“Por isso, deixará o homem seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher; e serão dois numa só carne.” (Efésios 5.31)
Quando a Bíblia nos fala em deixar pai e mãe quer dizer que a nossa prioridade passa a ser a nossa esposa, nem mesmo a nossa mãe, nossa genitora tem preferência, nós não somos uma só carne com pai, mãe, irmãos ou filhos, mas somente com a esposa, ela é parte viva da nossa carne, somos dois em um. Não existe nada e nem ninguém no mundo que possa separar o marido da mulher, somente o pecado, o adultério, e mesmo assim, é impossível ele vir a ser uma só carne com outra, pois ele já tem uma metade em algum lugar.
            “Grande é este mistério; digo-o, porém, a respeito de cristo e da igreja.” (Efésios 5.32
Veja que somos comparados como Cristo e seu amor pela a igreja, os Cristãos. Ele se entregou, sofreu, foi humilhado, crucificado e morto, para que pudéssemos ser salvos. Ele demonstrou o verdadeiro amor! Da mesma maneira devemos amar as nossas esposas até as últimas conseqüências, pois elas são parte de nós, ealém de ser mandamento do Senhor.
 “Assim também vós, cada um em particular ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido.” (Efésios 5.33)
 Devemos aprender a amar as nossas esposas, e até mesmo nos sacrificar por elas, pois estamos fazendo por nós mesmos, e as esposas respeitem, valorizem os seus maridos! Dêem lugar de honra, pois são a mesma carne, são uma só pessoa, portanto devem ser cuidados, amados, reverenciados, pois isto é agradável ao Senhor.
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus te abençoe.