[Maná] Deus provê

“A terra e tudo o que nela há são do Senhor; o mundo e todos os seus habitantes Lhe pertencem” (Salmo 24:1).

Deus criou todas as coisas. Ele é o dono de tudo, e isso é mais que suficiente para suprir aquilo de que precisamos. Tudo em nosso mundo pertence a Deus, inclusive nós mesmos. Deus mostrou Seu amor quando nos deu a terra. No entanto, Ele quer que O busquemos como nosso Provedor.

Ele conhece todas as suas necessidades e é plenamente capaz de suprir todas elas, mas Ele quer que você se aproxime dEle em oração e peça. O Criador do Universo deseja muito ter um relacionamento com você. Não está interessado em ser um Papai Noel ou um simples benfeitor. Deus ouve suas orações e atende a elas quando você ora com um coração sincero, que o ama.

Quando não conhecemos bem a Deus, dificilmente entendemos Suas respostas. Pensamos que, se Ele não respondeu como pedimos ao orar, foi porque não ouviu. A oração não determina o que Deus deve fazer. A oração é uma parceria com Deus em todos os aspectos de nossa vida.

Se vivêssemos sempre nos caminhos de Deus em vez de pensar que sabemos mais que Eke, não teríamos falta de nada. Não permita que o medo de não ter o suficiente o faça duvidar de que Deus suprirá suas necessidades. Continue a pedir. Ele é seu provedor e tem tudo aquilo que você necessita.

Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora:

“Muito obrigado, Senhor, por Tua generosidade. Desenvolve em mim confiança cada vez mais firme em Tua provisão. Entrego a Ti todas as minhas ansiedades e preocupações, certo de que Tu agirás conforme Teus bons propósitos. Em nome de Jesus, amém!”

Fonte

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[Maná] A Solução está perto.

“Então Deus lhe abriu os olhos, e ela viu uma fonte” (Gênesis 21:19).

Quem já fez longas caminhadas em regiões arenosas, onde se escuta apenas a sua própria respiração e o roçar do tênis na areia, tem uma leve noção do que é caminhar no deserto. A mesma paisagem, grãos de areia jogados no rosto pela brisa, arbustos secos e o uivar do vento nas rochas e arbustos. São caminhadas cansativas e o desejo de chegar é permanente.

Esta é a história de uma fuga, de um exílio, mas também a história de um encontro. Em sua primeira fuga, ao se encontrar com o anjo perto de uma fonte, Hagar deu um nome para Deus:

“Tu és o Deus que me vê” (Gn 16:13).

Hagar era escrava, mãe solteira e, por motivos de ciúme de sua patroa, Sara, não tinha ninguém para quem trabalhar. Pegou a rota do deserto – temperaturas escaldantes durante o dia e frias à noite.

Ali estava ela, sem rumo, sem força, sem água, um silêncio amedrontador; quando uma voz quebrou o silêncio. Deus falou para aquela mulher:

“O que a aflige, Hagar? Não tenha medo!” (Gn 21:17).

Deus sabia não apenas onde Hagar estava, mas conhecia também a tristeza de seu coração. O anjo lhe assegurou que Deus tinha escutado seu clamor e o milagre ocorreu: O Senhor abriu-lhe os olhos. A solução estava bem perto dela.

Os olhos da mulher estavam cegos pelo desespero. Seus erros estavam além de qualquer conserto. Escondeu-se no sofrimento. Fez-se vítima da situação e começou a ter pena de si mesma.

Então, a voz lhe disse: “Não tenha medo!” Deus não a tinha perdido de vista. O Deus que vê a ajudou a ver um poço próximo dali. Ela não tinha ido além da distância em que a graça pudesse alcançá-la.

Por que ela não tinha visto a água que já estava lá? Pela mesma razão pela qual você e eu não discernimos saídas para nossos problemas.

“Hagar, aqui está você, com muitas preocupações que não sabe como administrar, fardos que não sabe como levar; mas há uma solução.”

Deus estava pronto para escutar a dor do coração de Sua filha e resolver os problemas que ela enfrentava na fuga.

Assim também, Jesus está interessado em nossa história. Ele pergunta a cada um de nós o que é que nos aflige e nos angustia. Não há necessidade que Ele não possa suprir. Ele nos dá outra visão. Você tem bem perto de si um poço, uma fonte.

Por que não orar: “Senhor, abre meus olhos para que eu descubra o que providenciaste para mim?”