[Maná] Edificado na Palavra

“Todo aquele, pois, que ouve estas Minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha” (Mateus 7:24).

Satanás reservou as maiores tentações especialmente para a geração que vive no tempo do fim. Isto não precisa nos perturbar, pois o maior derramamento do poder celestial para sustentar o povo de Deus virá também no fim.

Mateus 7:24-27 descreve dois grupos de pessoas. Um grupo consegue atravessar o tempo de tribulação. O outro grupo cai. Duas casas – uma construída sobre a areia e a outra, sobre a rocha. Duas casas passam pela mesma tormenta, mas uma sobrevive e a outra cai. “O próprio eu não passa de areia movediça. Se edificar sobre teorias e invenções humanas, sua casa ruirá. Pelos ventos da tentação, pelas tempestades das provas, será varrida. Mas estes princípios que [Jesus lhe deu] permanecerão. Receba-[O]; edifique sobre [Suas] palavras”.

Nos últimos dias, Satanás soltará os ferozes ventos da tentação. Qualquer tentativa de edificar a espiritualidade sobre o formalismo ou sobre rituais religiosos terminará em desastre. Qualquer vida espiritual centrada em tentativas humanas de vencer a tentação ruirá como uma casa construída sobre a areia.

A casa espiritual que sobreviverá é aquela construída sobre a rocha firme, Jesus Cristo. Em nossa passagem para hoje, Jesus diz:

“Todo aquele, pois, que ouve estas Minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente.” Mat. 7:24

Edificar uma vida espiritual em Cristo é edificar uma vida de confiança em Sua Palavra. Uma vida edificada sobre a Palavra de Deus sobreviverá aos ventos da tentação. Ao abrirmos a Palavra de Deus, o mesmo Espírito Santo que inspirou a Palavra aplicará seus princípios ao nosso coração.

Encontrar tempo para a Palavra de Deus é o grande desafio da nossa apressada sociedade. Qualquer vida que não esteja edificada sobre a Palavra será varrida quando as tormentas da tentação vierem. A Palavra solidifica nossa fé. A Palavra é nossa rocha, nosso alicerce, a âncora da nossa fé. Hoje, tome a decisão de passar tempo com Deus através de Sua Palavra, e edifique sobre a rocha firme.

Fonte

[Maná] Discernindo a Palavra do Senhor

“O Espírito do Senhor fala por meu intermédio, e a Sua palavra está na minha língua” (II Samuel 23:2).

A serpente, no Éden, não tinha moral para dizer que falava por Deus. Suas sugestões não foram inspiradas pelo Espírito Santo. Eva estava ciente de que a ordem divina para que não tocasse no fruto da árvore da ciência do bem e do mal, era legítima. Deus não foi dúbio ao dizer que o resultado da desobediência levaria o transgressor à morte. Através das Escrituras, as ordens e instruções divinas não são ambíguas. Toda vez que a consciência humana se confronta com a verdade, não há como contestar o que Deus diz.

Mas a serpente apresentou-se diante de Eva para contestar o que o Senhor havia afirmado: “Certamente morrereis”. O inimigo, travestido na forma de um belo animal, jamais poderia dizer a Eva: “Estou aqui para falar o que o Senhor me comunicou”. Ao contrário, a serpente inverteu as cores do sinaleiro divino: onde estava vermelho, ela colocou verde.

Eva ultrapassou os limites e, instantes depois, Adão fez o mesmo, porque não admitiu a ideia de estar do lado de cá, enquanto Eva já estava do lado de lá. Ele foi solidário na hora errada.

Toda a desgraça que se abateu sobre a humanidade é fruto de uma atitude impensada.

Em nossos dias, há três tipos de porta-vozes. Há os que falam pelo Senhor, pois usam as Escrituras sem tirar nem acrescentar palavras. Esses são os pregadores leais, que não ousam dizer que têm uma mensagem diferente da que Deus falou. Pena que diminui o número dos que falam pelo Senhor! Outros há que usam as Escrituras, mas o fazem parcialmente. Subtraem os ensinos que não se ajustam a seus interesses egoístas, e alegam ser portadores das boas novas do Céu.

O terceiro grupo é constituído de pessoas incrédulas. De pessoas que não creem nas Escrituras Sagradas, não creem no sobrenatural. Para esse grupo, a verdade são as descobertas da ciência.

Vivemos num tempo em que precisamos estar atentos ao turbilhão de vozes que há no mundo. Quem fala pelo Senhor? A quem devemos dar crédito?

“À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva” (Isaías 8:20).

Fonte

[Estudo Bíblico] A Leitura Devocional da Bíblia

LEITURA BÍBLICA 

2 Pedro 1.16-21.

16 – Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas arti­ficialmente compostas, mas nós mes­mos vimos a sua majestade,

17 – porquanto ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando da mag­nífica glória lhe foi dirigida a seguin­te voz: Este é o meu Filho amado, em quem me tenho comprazido.

18 – E ouvimos esta voz dirigida do céu, estando nós com ele no monte santo.

19 – E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vosso coração,

20 – sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação;

21 – porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem al­gum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.

INTRODUÇÃO

Neste domingo, veremos por que a leitura da Bíblia é-nos tão im­prescindível e vital. Aliás, mais im­prescindível do que o ar que respi­ramos e mais vital do que o pão que nos sustenta (Dt 8.3). Tem você a necessária disciplina para ler e estu­dar a Bíblia? Faz-se a Palavra de Deus parte de seu cotidiano? (Sl 119.97). Ou ela já se perdeu entre os livros de sua estante?

I. O QUE É A BÍBLIA

1. Definição.

A definição mais simples, porém direta e forte, que en­contramos das Escrituras Sagradas é esta: A Bíblia é a inspirada e inerrante Palavra de Deus. Infelizmente, nem todos os teólogos aceitam a ortodo­xia deste conceito; alegam que, nes­te, há um desconcertante simplismo. Todavia, encontra-se esta definição isenta do erro dos liberais e livres das sutilezas dos neo-ortodoxos.

2. A posição liberal.

Os libe­rais sustentam que a Bíblia apenas contém palavras de Deus, mas não é  a Palavra de Deus. Outros liberais vão mais longe: asseveram que a Bíblia não é nem contém a Palavra de Deus; não passa de um livro qualquer.

3. A posição neo-ortodoxa.

Já os neo-ortodoxos lecionam: a Bíblia torna-se a Palavra de Deus à medida que, alguém, ao lê-la, tem um encon­tro experimental com o Senhor Je­sus. Todavia, quer o leitor da Bíblia curve-se quer não se curve ante os arcanos divinos, continuará a Bíblia a ser a Palavra de Deus.

4. A posição ortodoxa.

Os ortodoxos, porém, com base nas Sagradas Escrituras, asseveramos que a Bíblia é, de fato, a Palavra de Deus. Ela não se limita a conter a Palavra de Deus; ela é a Palavra de Deus. Ela também não se torna a Palavra de Deus; ela é e sempre será a Palavra de Deus (2 Tm 3.16).

II. AS GRANDES REIVINDICAÇÕES DA BÍBLIA

É de fundamental importância tenhamos sempre, no coração, as grandes reivindicações da Bíblia Sagrada: sua inspiração, inerrância, in­falibilidade, soberania e completude.

1. A inspiração da Bíblia.

 Já que a Bíblia é a Palavra de Deus, sua inspiração não é comum nem vulgar; é singular e única, porquanto inspi­rada pelo Espírito Santo. As Escritu­ras mesmas reconhecem sua divina inspiração (2 Tm 3.16; 2 Pe 1.21).

2. A inerrância da Bíblia.

Ins­pirada divinamente, há que se con­cluir: a Bíblia acha-se, em termos absolutos e infinitos, isenta de er­ros. Nela, não encontramos a míni­ma inexatidão quer histórica, quer geográfica, seja teológica seja dou­trinária (Sl 19.7;119.140).

REFLEXÃO

“A Escritura é uma revelação e proclama­ção de vida, mas quando é rejeitada é uma proclamação de morte (Dt 30.15;2 Co 2.16).”

(John R. Higgins)

3. A infalibilidade da Bíblia.

A Bíblia não é apenas inerrante; é também infalível. Tudo o que o Se­nhor prometeu-nos, em sua Palavra, cumpre-se absolutamente. Entretan­to, há teólogos que alegam defen­der a infalibilidade da Bíblia, mas lhe rejeitam a inerrância. Ora, como podemos considerar algo infalível se é errante? Sua errância, por acaso, não virá a contraditar-lhe, inevitavel­mente, a infalibilidade?

Quanto a nós, reafirmamos: tan­to a inerrância quanto a infalibilida­de da Bíblia são incontestáveis (Dt 18.22;1 Sm 3.19; Mc 13.31; At 1.3).

4. A soberania da Bíblia.

Evan­gélicos e herdeiros da Reforma Pro­testante, confessamos ser a Bíblia a autoridade suprema em matéria de fé e prática (Is 8.20; 30.21; 1 Co 14.37). Isto significa que encontra-se a Bíblia acima das tradições e primados hu­manos; ela é a inquestionável e abso­luta Palavra de Deus.

5. Completude da Bíblia.

O Apocalipse encerrou, definitiva e irrecorrivelmente, o cânon da Bíblia Sagrada; nenhuma subtração, ou adi­ção, está autorizada à Palavra de Deus (Ap 22.18-21). Portanto, não se ad­mite quaisquer escrituras, profecias, sonhos ou visões que, arrogando-se palavra de Deus, reivindique autori­dade semelhante ou superiora Bíblia.

III. COMO LER A BÍBLIA

Afirmou com muita precisão o teólogo Martin Anstey: “A qualifica­ção mais importante exigida do lei­tor da Bíblia não é a erudição, mas sim a rendição; não a perícia, mas a disposição de ser guiado pelo Espírito de Deus”. Estudemos, pois, a Palavra de Deus, conscientes de que o Senhor continua a falar-nos hoje como outrora falava a Israel e à Igreja Pri­mitiva. Devemos, por conseguinte:

1. Amar a Bíblia.

Nossa pri­meira atitude em relação à Bíblia é amá-la como a inspirada Palavra de Deus. Declara o salmista todo o seu amor às Escrituras: “Oh! Quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia” (Sl 119.97).

2. Ter fome da Bíblia.

Se ti­vermos fome pela Bíblia, haveremos de lê-la todos os dias. Se é penoso passar sem o pão de cada dia, como privar-se do alimento que nos vem diretamente do Espírito de Deus as Sagradas Escrituras? O profeta Ezequiel, tão logo encontra a Pala­vra de Deus, come-a (Ez 3.3).

3. Guardar a Bíblia no cora­ção.

Ao cantar as belezas da Pala­vra de Deus, o salmista confessa ternamente:

“Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti” (Sl 119.11).

Os leitores periféricos da Bíblia lêem-na, mas dela se esquecem. Não assim o sua­ve cantor de Israel; mesmo fechan­do-a depois de seu devocional, abria-a em seu coração.

4. Falar continuamente das grandezas singulares da Bíblia.

Eis o que Moisés prescreve aos filhos de Israel, a fim de que estes jamais venham a se esquecer dos manda­mentos do Senhor:

“Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; e as intimarás ateus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te. Também as ata­rás por sinal na tua mão, e te serão por testeiras entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas”

(Dt 6.6-9)

IV. OS EFEITOS DA BÍBLIA EM NOSSA VIDA

Quanto mais lermos a Bíblia, mais sábios nos tornaremos. Ela orienta-nos em todos os nossos caminhos; conso­la-nos quando nenhum consolo huma­no é possível; mostra-nos a estrada do Calvário e leva-nos ao lar celestial.

1. A Bíblia dá-nos sabedoria.

“Os teus mandamentos me fazem mais sábio que os meus inimigos; porque, aqueles, eu os tenho sem­pre comigo” (Sl 11 9.98 – ARA).

2. A Bíblia dá-nos a orienta­ção segura.

 “Tu és a minha rocha e a minha fortaleza; … guia-me e encaminha-me” (Sl 31.3).

3. A Bíblia dá-nos o neces­sário consolo.

 “Isto é a minha con­solação na minha angústia, porque a tua palavra me vivificou” (Sl 119.50).

4. A Bíblia dá-nos a provisão de salvação.

“Desfalece-me a alma, aguardando a tua salvação; porém espero na tua palavra” (Sl 119.81 -ARA).

5. A Bíblia leva-nos ao lar celeste.

No encerramento do cânon sagrado, somos revigorados com a viva esperança de, um dia, virmos a tomar posse da Cidade Santa (Ap 22.18-20).

CONCLUSÃO

Tem você lido regularmente a Bí­blia? Ela é o seu consolo? Ou não pas­sa a Palavra de Deus de um simples acessório em sua estante? É hora de nos voltarmos, com mais empenho e amorosa dedicação, ao Livro de Deus.

A Bíblia Sagrada Parte 2

5)Como posso ter a certeza de que a Biblia nas minhas mãos é a mesma de 2 mil anos atrás??

Meus amados, a Bíblia como a encontramos HOJE é a mensagem de amor de Deus para humanidade, onde Ele expõe o seu Eterno Projeto de tornar trazer todas as coisas em Cristo Jesus e revela o signifcado da CRUZ!Será que Deus não tem poder para conservar sua Palavra??? De forma a permitir a todas as gerações o conhecimento da Verdade por meio dela??Jesus disse:

“Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;” Jo 5:39

Jesus daria a ordem de buscarmos o conhecimento sobre Ele nas Escrituras se as mesmas não fossem conservadas até os nossos dias???Há algo impossível para Deus?? Ele disse:

“Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?” Is 43:13

Noutro lugar está escrito:

“Uma voz diz: Clama; e alguém disse: Que hei de clamar? Toda a carne é erva e toda a sua beleza como a flor do campo.

 Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do SENHOR. Na verdade o povo é erva.

 Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamenteIs 40:6-8

O Homem vem ao mundo e morre… quantas gerações já passaram?? E a Palavra de Deus permanece aí!!! É mais fácil o MUNDO acabar do que a Palavra ser mudada, pois Jesus prometeu:

      “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar.” Lc 21:33

Caso os argumentos citados acima não sejam suficientes, por favor, leia outros a seguir:

I) Provas da Inspiração da Bíblia

Além de unir numa só linha de pensamento escritores de diversas épocas, lugares e culturas, a inspi­ração divina das Escrituras é atestada sobretudo pelo próprio testemunho da história, através do cumprimento de suas profecias.

1. Sua inerrância.

São 39 li­vros produzidos num período de aproximadamente mil anos, escri­tos por cerca de 30 autores, cada um deles vivendo em lugares e épocas diferentes. O Antigo Testa­mento passou por rigorosas inves­tigações e escrutínios. Entretanto, ninguém jamais conseguiu encon­trar nele erro ou neutralizar a sua autoridade. Isso porque o Antigo Testamento é inspirado por Deus (2 Tm 3.16), e é o livro de Deus (Is 34.16). Nem mesmo as mais re­centes descobertas científicas con­tradizem o que nele está escrito. Vamos expor algumas delas a seguir:

a) Ciclo hidrológico (exposto na Bíblia: 3000 a.c.; confirmado na ciência, nos anos 1700).

O ciclo hidrológico foi escrito primeiramente no livro de Jó, cerca de 3000 a.c. Ele afirma:

“Porque reúne as gotas das águas que derrama em chuva do seu vapor, a qual as nuvens destilam e gotejam sobre o homem abundantemente.” (Jó 36.27,28)

Além disso, Salomão descreveu o ciclo hidrológico cerca de 935 a.c., dizendo:

“Todos os ribeiros vão para o mar, e, contudo, o mar não se enche; para o lugar para onde os ribeiros vão, para aí tornam eles a ir.” (Ec 1. 7)

Entretanto, a ciência não havia entendido o ciclo hidrológico até esse processo ser corretamente identificado por Perrault e Marriotte em1700.

b) A Terra está suspensa num espaço vazio (exposta na Bíblia: 3000 a.c.; confirmada na ciência: 1543).

As antigas culturas acreditavam em muitas coisas, no entanto todas elas pensavam que a terra era um tipo de objeto chato e imóvel. Muitos mitos estavam associados a várias crenças. Mas a Bíblia indicou corretamente que a terra estava suspensa no espaço:

  “Ele estende o [céu do] norte sobre o vazio e faz pairar a terra sobre o nada.” (Jó 26.7, ARA)

A ciência não havia descoberto isso até a declaração de Copérnico em 1543.

c) o ar é pesado (exposto na Bíblia: 3000 a.c.; confirmado na ciência: 1643).

Embora os povos da antiguidade acreditassem plenamente que o ar fosse desti­tuído de peso, o livro de Jó indicava que, de fato, ele era pesado:

 “Quando deu peso ao vento e tomou a medida das águas.” (Jó 28.25)

 Torricelli, um cientista italiano, descobriu a pressão barométrica em 1643.

d) O tempo, o espaço e a matéria tiveram um começo (exposto na Bíblia: 1450 a.c.; confirmado na ciência: 1916).

As primeiras palavras da Bíblia são “no princípio”. E em outras passagens, inclusive no Novo Testamento, existem referências ao começo do tempo (2 Tm 1.9; Tt 1.2; 1 Co 2.7). Em 1915 as equações da relatividade de Einstein sugeriam o começo do tempo, da matéria e do espaço. Mais tarde, essas equações foram confirmadas por meio de repetidas experiências.

IMPORTANTE 

A confirmação, feita pela ciência, de que o tempo teve um começo representa uma das consistências mais im­portantes da Bíblia. Essa confirmação oferece não só uma dramática mudança no conceito existente, ao atestar o relacionamento da Bíblia com a revelação geral, como também é fundamental para desmentir a evolução. Uma vez tenha sido colocado um limite no tempo, seja ele de 10 mil ou 100 trilhões de anos – ela torna a evolução impossível!

e)A primeira lei da termodinâmica (exposta na Bíblia: 1450 a. c.; confirmada na ciên­cia: 1842).

A lei da conservação da energia indica que a matéria e a energia não podem ser criadas, nem destruídas (apenas convertidas). Existem muitas referências bíblicas à conclusão de Deus (isto é, de que a criação estava terminada) desde o Gênesis (2.2,3) e também em vários outros livros (Sl 148.6; 1s 40.26; 2 Pe 3.3-7; Hb 4.3,4,10). Joule e Mayer, independentemente um do outro, fizeram essa desco­berta no mesmo ano (1842) e ela ficou conhecida hoje como a pri­meira lei da termodinâmica.

f) A segunda lei da termodinâmica (exposta na Bíblia: 1000 a.c.; confirmada na ciência: 1850).

Geralmente conhecida com o nome de entropia, essa lei afirma que todas as coisas passam de um estado de ordem para um estado de desordem (dentro de um sistema fechado) sem que haja um input de energia intencional. Exemplos comuns: as coisas se estragam, as molas desenrolam, as estrelas desaparecem, o calor se dissipa, e as matérias se tornam impuras com o passar do tempo. Existem muitas referências ao princípio da entropia na Bíblia, por exemplo:

“Desde a antiguidade fundaste a terra; e os céus são obras das tuas mãos. Eles perecerão, mas tu permanecerás; todos eles, como uma veste, envelhecerão.” (Sl 102.25,26)

Outras referências semelhantes incluem Isaías 51.6; Mateus 24.:35; Romanos 8.20-22; 1 João 2.17; e Hebreus 12.27. Em 1850, essa segunda lei da termodinâmica foi descoberta por Clausius.

g) A Terra é uma esfera (exposta na Bíblia: 700 a.c.; confirmada na ciência: 1543).

Até a afirmação de Copérnico, a maior parte dos habitantes da terra pensava que ela fosse chata. Entretanto, a Bíblia dizia que a terra tinha a forma de um “círculo” (ou sugeria que fosse uma esfera usando uma definição mais abrangente da palavra original hebraica, khug):

“Ele é o que está assentado sobre o globo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos.” (Is 40.22)

h) O universo está em expansão (exposto na Bíblia: 1000 a.c.; confirmado na ciência: 1916).

A deslocação dos céus foi prevista nas equações gerais da relatividade propostas por Albert Einstein e, desde então, confirmada várias vezes. Físicos, como Edwin Hubble, fizeram experiências e verificaram, no início de 1900 que, como havia sido previsto, o uni­verso estava em expansão. Entretanto, muito antes a Bíblia já havia mencionado esta expansão. Aproximadamente no ano 1000 a.c., o autor do Salmo 104 escreveu:

 “Ele cobre-se de luz como de uma veste, estende os céus como uma cortina” (v. 2)

Muitos outros versículos indicam que os céus estavam (e ainda estão) sendo expandidos por Deus (Jó 9.8; Is 40.22; 42.5; 44.24; 45.12; 48.13; 51.13; Jr 10.12; 51.13; Zc 12.1).

i) As estrelas são incontáveis (exposto na Bíblia: 600 a.c.; confirmado na ciência, dé­cada de 1920).

Os povos da antiguidade acreditavam que podiam contar as estrelas. Na verdade, no ano 100 a.c. Ptolomeu estava ativamente catalogando as estrelas – segundo seus cálculos, naquela época elas eram 1.100. Claro está que a ciência moderna, que começou por volta da década de 1920 com telescópios extremamente potentes, percebeu que o número de estrelas alcançava a casa dos bilhões. Mais tarde, reconheceram que existe cerca de um bilhão de galáxias, com aproximadamente um bilhão de estrelas cada uma. Entretanto, isso já havia sido reconhecido pela Bíblia quando proclamou, cerca do ano 600 a.c., que as estrelas era “incontáveis”:

“Como não se pode contar o exército[estrelas] dos céus, nem me­dir-se a areia do mar, assim multiplicarei a descendência de Davi, meu servo, e os levitas que ministram diante de mim” (Jr 33.22

A precisão dessa afirmação literal da Bíblia pode ser agora fa­cilmente verificada. Se as estrelas fossem “contadas”, de acordo com um índice de dez por segundo, seriam necessários mais de 100 trilhões de anos para “contar” as estrelas, o que é claramente impossível.

j) Código genético ( exposto na Bíblia: 1450 a.c.; confirmado na ciência: 1735).

Tínha­mos pouco conhecimento sobre a classificação básica das espécies até Carolus Linnaeus desenvolver um sistema para a classificação dos organismos usados ainda hoje. O componente mais fundamental desse sistema é a reprodução básica das espécies. A Bíblia fez referência a esse sistema básico da classificação genética quando se refere às cri­aturas “conforme a sua espécie” (Gn 1.21-31; 7.14).

Creio que essas evidências científicas são suficientes, para que, pelo menos, você venha a REFLETIR à respeito de suas convicções! Muitos possuem “PRE-conceito” à respeito da Bíblia e a consideram um Livro como outro qualquer, pois não possuem informações, como as que estou expondo aqui, para que possam exercer o senso crítico com imparcialidade e perfeição. Então de posse dessas informações, recebam e aceitem o verdadeiro CONCEITO da Palavra de Deus!

2. Suas profecias.

Uma ca­racterística peculiar do Antigo Tes­tamento, que podemos usar como prova de sua inspiração, são as suas profecias cumpridas. Nem o Alcorão, nem o Livro de Mórmon, nem a Tripitaka dos budistas, nem os Vedas dos hindus, ou qualquer outro livro que reivindica autori­dade espiritual contêm profecias. Somente a Bíblia é o livro de pro­fecia (Ap 22.19).

O Antigo Testamento fala do re­torno dos judeus à terra de seus antepassados (Jr 31.17; Ez 11.17; 36.24; 37.21). Depois de mais de 18 séculos de diáspora, perseguições e ameaças de extinção, Israel revive como país soberano e membro das Nações Unidas, desafiando toda a lógica e argumento humano. Isso sem contar as inúmeras profecias referentes a Cristo, a outros povos e a diversos fatos da história.

3. Sua unidade.

Seria possí­vel chegar a tal unidade de pensamento com 10 ou 12 eruditos es­crevendo sobre um só tema? A ex­periência diz que não. Seria mais que evidente a discordância e as contradições. No entanto, há em toda a Bíblia uma unidade perfeita de pensamento, mesmo versando sobre os mais variados temas, escri­tos por diversos autores de diferen­tes gerações. Isso porque se trata do pensamento de um só autor: Deus. Essa unidade é um dos elementos que comprova sua origem divina.

II) Autenticidade das cópias dos Manuscritos

1. Os autógrafos.

Todos os autógrafos (os manuscritos origi­nais) dos livros da Bíblia perde­ram-se ao longo dos séculos. As cópias originais, provenientes di­retamente do punho dos escrito­res sagrados, desapareceram. A Bíblia chegou-nos através de cópi­as tiradas de outras cópias até o advento da imprensa, no século XV. Isso devido às perseguições que a Igreja sofreu nos três primei­ros séculos, sem contar a de Nero em 68 d.e. O imperador Décio mandou destruir todas as cópias das Escrituras em 303 d.c.

2. O método de cópia dos manuscritos.

Os copistas judeus queimavam as cópias dos manuscri­tos depois de copiá-las. Eles não davam muita importância à idade dos manuscritos. Quanto mais novo, melhor. Por essa razão, ninguém se surpreende com a escassez de manuscritos hebraicos do Antigo Testamento. Eles usavam critérios rigo­rosos ao copiar o texto sagrado, tendo em mente a proibição de acres centar-se-Ihe ou diminuir palavras (Dt 4.2; 12.32; Pv 30.5,6).

3. A credibilidade dos ma­nuscritos.

O texto mais antigo de que dispomos atualmente é um fragmento do livro de Números 6.24-27, “A Bênção Sacerdotal”, datado do século VI a.e. Antes das descobertas do mar Morto, o ma­nuscrito mais antigo não ia além do século X d.e. Entretanto, nenhum erudito ou crítico suspeitou de sua autenticidade. Isso porque as ver­sões do Antigo Testamento em ou­tras línguas, como a Septuaginta, Vulgata, Peshita e outras e os crité­rios meticulosos dos judeus para preservar a integridade do texto sagrado, eram suficientes.

III) Os Manuscritos do Mar Morto 

1. A grande descoberta.

As descobertas dos rolos do mar Mor­to foram um lenitivo para todos que amam as Escrituras, apesar da credibilidade dos textos hebraicos do Antigo Testamento, pois agora dispomos de provas textuais mais concretas. O conteúdo desses ma­nuscritos é o mesmo do nosso An­tigo Testamento; é a resposta de Deus para os muçulmanos, que afirmam que a Bíblia foi falsi­ficada, e ao mundo cético. Há um espaço de tempo de mais de mil anos entre esses rolos do mar Mor­to e o manuscrito hebraico mais antigo até então existente no mundo. Jesus disse: “A tua palavra é a verdade” (Jo 17.17). Essa desco­berta feita em 1947 foi o achado do século XX, e confirma a auten­ticidade da Bíblia. Com exceção do livro de Ester, todos os livros do Antigo Testamento estão representados nesses 800 manuscritos.

2. A data dos rolos do mar Morto.

As 11 cavernas de Qumran trouxeram à tona cerca 170 ma­nuscritos bíblicos, em sua maio­ria fragmentos descobertos entre 1947 e 1964, sem contar outros manuscritos não bíblicos. O pri­meiro grupo desses manuscritos é datado entre 250 a.C. e 68 d.C., com quantidade considerável de texto escrito no período paleo­hebraico; e o segundo grupo, en­tre 70 e 132 d.C., período entre a destruição de Jerusalém e a Revolta de Bar-Kochba, em Yavne, ou Jâmnia.

3. A origem dos manuscri­tos do mar Morto.

Os manus­critos do mar Morto não foram to­dos produzidos pelos essênios; muitos desses vieram da Babilônia e do Egito. Os essênios eram uma ordem monástica judaica, estabe­lecida antes de Cristo, próxima ao mar Morto. Trata-se, portanto, de textos produzidos manualmente, procedentes de várias épocas e de vários lugares.

Conclusão

A autoridade do Antigo Testa­mento está inseparavelmente liga­da à sua origem e propósito. Sua credibilidade surpreende o mundo até os dias atuais. Além dos manus­critos hebraicos, há milhares de tex­tos traduzidos para outras línguas e mais as descobertas do mar Mor­to. Diante de tudo isso, quem ousa­rá investir contra a autenticidade da Bíblia? A Palavra de Deus foi por Ele milagrosamente preservada, está escrito:

“E disse-me o SENHOR: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para cumpri-la.”(Jr 1.12).

Não temos os autógrafos, po­rém o tão elevado número de cópi­as existentes e harmônicas entre si garante a autenticidade dos livros das Escrituras Sagradas.

Espero que esse Estudo sirva para a edificação e compreensão de muitos que se encontram com os olhos obescurecidos, a mente cauterizada, os ouvidos surdos e o coração endurecido para a Verdade!

Caso você tenha recebido a revelação da autenticidade das Sagradas Escrituras e compreendeu, mesmo que de forma ainda superficial, a necessidade de seguir a Cristo segundo a tua Palavra, por favor, não endureça seu coração!! Peça perdão por sua vida de desobediência e entregue-se a Cristo! Depois procure por um Local onde verdadeiramente ensina-se a Palavra de Deus, para que você venha a amadurecer e se tornar um vaso de honra nas mãos do Senhor!!

Jesus os abençoem!!! A Paz… por Arauto de Cristo

A Bíblia Sagrada

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Estarei expondo aqui algumas informações importantes à respeito da Bíblia – a Palavra de Deus, pois muitos são ignorantes a esse respeito! Chegando a pensar que a Bíblia não merece crédito! Tratando-a, assim, como se fosse um livro de Contos e Fábulas!!

1)De onde surgiu o termo “Bíblia”?

Originário do grego, o termo bíblia significa “livros”, ou “coleção de pequenos livros”. Atribui-se a João Cri­sóstomo a disseminação do uso desse vocábulo para se referir à Palavra de Deus. No Ocidente, a palavra em questão foi introduzida por Jerônimo – tradutor da Vulgata -, o qual, costumeiramente, chamava o Sagrado Livro de Biblioteca Divina.

A palavra bíblía é o plural de biblos. Os gregos assim chamavam os rolos, nos quais escreviam as suas obras, numa clara referência ao centro produtor desse material- a cidade de Biblos (no Antigo Testamento, a cidade de Gebal), localizada na costa mediterrânea ocupada hoje pelo Líbano.

Desde João Crisóstomo e Jerônimo, os livros do Antigo e do Novo Testa­mentos passaram a ser universalmente conhecidos como a Bíblia, na qual judeus e cristãos baseamos a nossa fé. Os primeiros reconhecem apenas a primeira parte das Escrituras – o Antigo Testamento; os segundos consideram tanto a sua primeira quanto a sua segunda parte como a palavra inspirada, inerrante e infalível de Deus.

2)Quem é o autor da Bíblia?

A Bíblia Sagrada é um livro de dupla autoria. Se, por um lado, foi inspirada por Deus; por outro, não podemos nos esquecer de ter sido ela escrita por homens que estiveram sob a inspiração e supervisão do Espírito Santo:

Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;

Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.” 2 Tm 3:16-17

E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça, e a estrela da alva apareça em vossos corações.

Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação.

Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.”  2Pe 1:19-21

É por isso que, ao lermos as Sagradas Escrituras, ouvimos Deus nos falar de maneira única e singular pelos lábios dos santos profetas e apóstolos. A Palavra de Deus, de fato, é uma só; os estilos, porém, são os mais diversos, pois o Espírito Santo inspirou e capacitou cerca de quarenta diferentes autores, a fim de que, num  período de aproximadamente 1.600 anos, nos produzissem o Livro dos livros.

3) Estrutura da Bíblia – Como foi formada?

A Bíblia está dividida em duas partes: Antigo e Novo Testamentos. Aquele consagrado com o sangue de animais e este com o Sangue Precioso do Filho de Deus – Nosso Senhor Jesus, o Cristo! Está escrito:

“Porque, se o sangue dos touros e bodes, e a cinza de uma novilha esparzida sobre os imundos, os santifica, quanto à purificação da carne,

Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará as vossas consciências das obras mortas, para servirdes ao Deus vivo?

E por isso é Mediador de um novo testamento, para que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia debaixo do primeiro testamento, os chamados recebam a promessa da herança eterna.

Porque onde há testamento, é necessário que intervenha a morte do testador.

Porque um testamento tem força onde houve morte; ou terá ele algum valor enquanto o testador vive?

Por isso também o primeiro não foi consagrado sem sangue;

Porque, havendo Moisés anunciado a todo o povo todos os mandamentos segundo a lei, tomou o sangue dos bezerros e dos bodes, com água, lã purpúrea e hissope, e aspergiu tanto o mesmo livro como todo o povo,

Dizendo: Este é o sangue do testamento que Deus vos tem mandado.

E semelhantemente aspergiu com sangue o tabernáculo e todos os vasos do ministério.

E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão.

De sorte que era bem necessário que as figuras das coisas que estão no céu assim se purificassem; mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes.

Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus;” Hb 9:13-24 

 I) Antigo Testamento

Este está dividido em qua­tro grupos: Lei, Históricos, Poéti­cos e Proféticos.Somando um total de 39 Livros. Na Bíblia hebraica, entretanto, seus livros seguem uma outra disposição.

a)Lei. É a primeira parte do Antigo Testamento composta de cinco livros: Gênesis, Êxodo, Leví­tico, Números e Deuteronômio.

b) Livros Históricos. São 12 li­vros: Josué, Juízes, Rute, 1° e 2° Samuel, 1° e 2° Reis, 1° e 2° Crôni­cas, Esdras, Neemias e Ester .

c) Livros Poéticos. São cinco: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cantares de Salomão. Jó, Provér­bios e Eclesiastes são chamados também de Sapienciais; ou seja: de sahedoria prát ica.

d) Livros Proféticos. Estão sub­divididos em Profetas Maiores: Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel, Daniel; e Profetas Menores: Oseias, Joel, Amós, Obadias, ,Jonas, Mi­quéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.

O An­tigo Testamento foi escrito origi­nalmente em hebraico, com exce­ção de Esdras 4.8-6.18; 7,12-26; Jeremias 10.11 e Daniel 2.4-7.28, compostos em língua aramaica.

II) Novo Testamento

Este está constituído por 4 Evangelhos e 23 Epístolas!!Somando um total de 27 livros escritos originalmente em grego que era a língua universal naquela época, como o inglês é hoje!

a) Evangelhos: Mateus, Marcos, Lucas e João

b) Epístolas: Atos, Romanos, I e IICoríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, I e II Tessalonicenses, I e II Timóteo, Tito, Filemom, Hebreus, Tiago, I e II Pedro, I, II e III João, Judas e Apocalipse!

4)Por que faltam 7 livros na Bíblia adotada pelos Evangélicos?

Ao contrário do que muitos pensam a Comunidade Evangélica não removeu Livro algum da Bíblia. Ela apenas respeitou a posição adotada pelos Judeus sobre o que é Escritura Sagrada! Quando Jesus andou aqui na Terra em carne, o Cânon Judaico,i.e., O Antigo Testamento Hebraico já estava finalizado!Isso sem os 7 Livros(I e II Macabeus, Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico e Baruque, além de uns acréscimos aos Livros de Ester e Daniel) que são considerados apócrifos – Livros Hitóricos, mas não Inspirados!Veremos a seguir evidencias que depoem a favor da organização sem os apócrifos!

I) Canon Judaico

1. As Escrituras Sagradas dos judeus.

A Bíblia dos judeus é o Antigo Testamento hebraico que, hoje, eles chamam de Tanach; sigla esta que vem das palavras Torah Neviym Vechetuvym, e signi­ficam respectivamente “Lei, Profe­tas e Escritos” – as três principais divisões do Antigo Testamento. Os 12 Profetas Menores são um só li­vro e, da mesma forma, os dois li­vros de Samuel, Reis, das Crônicas, Esdras e Neemias que na sua tota­lidade somam 24 livros.

2. O arranjo dos livros do Antigo Testamento Hebraico.

Esses 24 livros são exatamente os mesmos 39 livros do nosso Antigo Testamento. Eles estão dispostos e organizados de forma diferente no cânon judaico. NInguém deve per­der de vista a classificação a seguir:

a) A Torah: O nosso Penta­teuco na mesma seqüência como em nossas Bíblias: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deutero­nômio.

b) Os Neviym: Estão subdividi­dos em 2 partes: Os Profetas Ante­riores: Josué, Juízes, Samuel e Reis; e os Profetas Posteriores: Isaías, Jeremias e Ezequiel mais os Doze Profetas Menores.

c) Os Vechetuvym: Compõem a I terceira seção, e estão subdividi­dos em 3 partes, representadas pelos Livros Poéticos: Salmos, Pro­vérbios e Jó; os Megilloth, “Cinco Rolos”: Rute, Cantares, Eclesiastes, Lamentações e Ester; e, os Livros Históricos: Daniel, Esdras-Neemias e Crônicas.

3. O Cânon ratificado pelo Senhor Jesus.

Ele fez menção do cânon sagrado quando declarou:

São estas as palavras que vos dis­se estando ainda convosco: Convi­nha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na Lei de Moisés, e nos Profetas, e nos Sal­mos” (Lc 24.44).

A “Lei de Moisés” é uma referência à primeira parte do Antigo Testamento que são os cinco livros de Moisés. Os “Profe­tas” são uma referência à segunda parte dessas Escrituras. A terceira parte do cânon, Jesus denominou “Salmos” porque este livro enca­beça os Vechetuvym, “Escritos” ou “Hagiógrafos”, palavra grega que significa “escritos sagrados”. Assim podemos afirmar que o Senhor Je­sus referiu-se ao cânon judaico com suas três principais divisões.

4. O Cânon Judaico men­cionado por Josefo.

Flávio Josefo menciona esse cânon sagra­do com as mesmas três partes: “Cinco são de Moisés; os profetas que sucederam a esse admirável legislador escreveram treze outros livros; e, os outros livros, contêm hinos e cânticos feitos em louvor de Deus e preceitos para os cos­tumes”.

Os “outros livros” são uma re­ferência aos Hagiógrafos. Josefo fala de 22 livros, pois havia na sua época a tentativa de associar es­ses livros às 22 letras do alfabeto hebraico, unindo Rute a Juízes e Lamentações a Jeremias. Ele não foi o único a considerar o cânon judaico como um conjunto de 22 livros.

II) Apócrifos

1. Os apócrifos nas edi­ções católicas da Bíblia.

São 15 livros na sua totalidade e, sete deles são, hoje, os conhecidos apócrifos inseridos nas edições católicas da Bíblia por determinação do Concílio de Trento (1545­-1563). A palavra vem do grego, apokriphos, que significa “escon­dido”, e era usada para literatura secreta, ligada a mistérios. São eles: os dois livros dos Macabeus, Tobias, judite, Sabedoria de Salo­mão, Eclesiástico, Baruque e os acréscimos aos livros de Ester e Daniel (três acréscimos). Jerônimo inseriu-os na Vulgata Latina como apêndice histórico e informativo e não como inspirados por Deus.

2. O testemunho de Josefo contra os apócrifos.

Logo que josefo menciona os livros do cânon judaico de seus dias, faz menção dos apócrifos quando afirma: “Es­creveu-se também tudo o que se passou desde Artaxerxes até os nossos dias, mas como não se teve, como antes, uma seqüência de pro­fetas, não se lhes dá o mesmo cré­dito que aos outros livros de que acabo de falar”. Ele mostrou a se­paração que havia entre os livros inspirados e aceitos como sagrados e os demais livros.

3. O testemunho dos ju­deus contra os apócrifos.

 Era crença dos judeus dos tempos interbíblicos que a revelação divi­na se havia encerrado com Esdras, mas aguardavam o reavivamento da palavra profética com a vinda do Messias. Usavam Joel 2.28-32 e Malaquias 4.5, 6 para fundamen­tar essa crença. Usavam ainda a tese de que não podiam ser acei­tos como livros do cânon sagrado aqueles que não fossem escritos originalmente em hebraico, e os apócrifos foram produzidos em grego. Essa tese foi usada no Sínodo de Jamnia, realizado em 90 d.c., quando o cânon do Antigo Testamento foi esquadrinhado pe­los eruditos judeus.

4. O testemunho interno contra os apócrifos.

Os livros apócrifos apresentam erros doutri­nários que destoam das Escrituras inspiradas. Ensinam heresias como a oração pelos mortos (2 Macabeus 12.38-45). Contêm erros históricos, geográficos e anacronismos (Tobias 1.3-5). O segundo livro dos Maca­beus termina pedindo desculpa pelo conteúdo do livro: ” … porei fim aqui a minha narração. Se está bem como convém à história, isso é o que eu desejo; mas se, pelo contrário, é vulgar e medíocre, não pude fazer melhor” (2 Macabeus 15.38, 39).

Portanto, pelo que foi exposto acima, não há dúvidas à respeito do porquê os Evangélicos não adotam os apócrifos como Livros Inspirados por Deus!! A Palavra de Deus é inerrante, infalível, completa e suprema!!

 5)Como posso ter a certeza de que a Biblia nas minhas mãos é a mesma de 2 mil anos atrás??

Meus amados, a Bíblia como a encontramos HOJE é a mensagem de amor de Deus para humanidade, onde Ele expõe o seu Eterno Projeto de tornar trazer todas as coisas em Cristo Jesus e revela o signifcado da CRUZ! Será que Deus não tem poder para conservar sua Palavra??? De forma a permitir a todas as gerações o conhecimento da Verdade por meio dela??Jesus disse:

“Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;” Jo 5:39

Jesus daria a ordem de buscarmos o conhecimento sobre Ele nas Escrituras se as mesmas não fossem conservadas até os nossos dias???Há algo impossível para Deus?? Ele disse:

“Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?” Is 43:13

Noutro lugar está escrito:

“Uma voz diz: Clama; e alguém disse: Que hei de clamar? Toda a carne é erva e toda a sua beleza como a flor do campo.

Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do SENHOR. Na verdade o povo é erva.

Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamenteIs 40:6-8

O Homem vem ao mundo e morre… quantas gerações já passaram?? E a Palavra de Deus permanece aí!!! É mais fácil o MUNDO acabar do que a Palavra ser mudada, pois Jesus prometeu:

“Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar.” Lc 21:33

Caso os argumentos citados acima não sejam suficientes, por favor, leia outros a seguir:

I) Provas da Inspiração da Bíblia

Além de unir numa só linha de pensamento escritores de diversas épocas, lugares e culturas, a inspi­ração divina das Escrituras é atestada sobretudo pelo próprio testemunho da história, através do cumprimento de suas profecias.

1. Sua inerrância.

São 39 li­vros produzidos num período de aproximadamente mil anos, escri­tos por cerca de 30 autores, cada um deles vivendo em lugares e épocas diferentes. O Antigo Testa­mento passou por rigorosas inves­tigações e escrutínios. Entretanto, ninguém jamais conseguiu encon­trar nele erro ou neutralizar a sua autoridade. Isso porque o Antigo Testamento é inspirado por Deus (2 Tm 3.16), e é o livro de Deus (Is 34.16). Nem mesmo as mais re­centes descobertas científicas con­tradizem o que nele está escrito. Vamos expor algumas delas a seguir:

a) Ciclo hidrológico (exposto na Bíblia: 3000 a.c.; confirmado na ciência, nos anos 1700).

O ciclo hidrológico foi escrito primeiramente no livro de Jó, cerca de 3000 a.c. Ele afirma:

“Porque reúne as gotas das águas que derrama em chuva do seu vapor, a qual as nuvens destilam e gotejam sobre o homem abundantemente.” (Jó 36.27,28)

Além disso, Salomão descreveu o ciclo hidrológico cerca de 935 a.c., dizendo:

“Todos os ribeiros vão para o mar, e, contudo, o mar não se enche; para o lugar para onde os ribeiros vão, para aí tornam eles a ir.” (Ec 1. 7)

Entretanto, a ciência não havia entendido o ciclo hidrológico até esse processo ser corretamente identificado por Perrault e Marriotte em1700.

b) A Terra está suspensa num espaço vazio (exposta na Bíblia: 3000 a.c.; confirmada na ciência: 1543).

As antigas culturas acreditavam em muitas coisas, no entanto todas elas pensavam que a terra era um tipo de objeto chato e imóvel. Muitos mitos estavam associados a várias crenças. Mas a Bíblia indicou corretamente que a terra estava suspensa no espaço:

“Ele estende o [céu do] norte sobre o vazio e faz pairar a terra sobre o nada.” (Jó 26.7, ARA)

A ciência não havia descoberto isso até a declaração de Copérnico em 1543.

c) o ar é pesado (exposto na Bíblia: 3000 a.c.; confirmado na ciência: 1643).

Embora os povos da antiguidade acreditassem plenamente que o ar fosse desti­tuído de peso, o livro de Jó indicava que, de fato, ele era pesado:

“Quando deu peso ao vento e tomou a medida das águas.” (Jó 28.25)

Torricelli, um cientista italiano, descobriu a pressão barométrica em 1643.

d) O tempo, o espaço e a matéria tiveram um começo (exposto na Bíblia: 1450 a.c.; confirmado na ciência: 1916).

As primeiras palavras da Bíblia são “no princípio”. E em outras passagens, inclusive no Novo Testamento, existem referências ao começo do tempo (2 Tm 1.9; Tt 1.2; 1 Co 2.7). Em 1915 as equações da relatividade de Einstein sugeriam o começo do tempo, da matéria e do espaço. Mais tarde, essas equações foram confirmadas por meio de repetidas experiências.

IMPORTANTE

A confirmação, feita pela ciência, de que o tempo teve um começo representa uma das consistências mais im­portantes da Bíblia. Essa confirmação oferece não só uma dramática mudança no conceito existente, ao atestar o relacionamento da Bíblia com a revelação geral, como também é fundamental para desmentir a evolução. Uma vez tenha sido colocado um limite no tempo, seja ele de 10 mil ou 100 trilhões de anos – ela torna a evolução impossível!

e)A primeira lei da termodinâmica (exposta na Bíblia: 1450 a. c.; confirmada na ciên­cia: 1842).

A lei da conservação da energia indica que a matéria e a energia não podem ser criadas, nem destruídas (apenas convertidas). Existem muitas referências bíblicas à conclusão de Deus (isto é, de que a criação estava terminada) desde o Gênesis (2.2,3) e também em vários outros livros (Sl 148.6; 1s 40.26; 2 Pe 3.3-7; Hb 4.3,4,10). Joule e Mayer, independentemente um do outro, fizeram essa desco­berta no mesmo ano (1842) e ela ficou conhecida hoje como a pri­meira lei da termodinâmica.

f) A segunda lei da termodinâmica (exposta na Bíblia: 1000 a.c.; confirmada na ciência: 1850).

Geralmente conhecida com o nome de entropia, essa lei afirma que todas as coisas passam de um estado de ordem para um estado de desordem (dentro de um sistema fechado) sem que haja um input de energia intencional. Exemplos comuns: as coisas se estragam, as molas desenrolam, as estrelas desaparecem, o calor se dissipa, e as matérias se tornam impuras com o passar do tempo. Existem muitas referências ao princípio da entropia na Bíblia, por exemplo:

“Desde a antiguidade fundaste a terra; e os céus são obras das tuas mãos. Eles perecerão, mas tu permanecerás; todos eles, como uma veste, envelhecerão.” (Sl 102.25,26)

Outras referências semelhantes incluem Isaías 51.6; Mateus 24.:35; Romanos 8.20-22; 1 João 2.17; e Hebreus 12.27. Em 1850, essa segunda lei da termodinâmica foi descoberta por Clausius.

g) A Terra é uma esfera (exposta na Bíblia: 700 a.c.; confirmada na ciência: 1543).

Até a afirmação de Copérnico, a maior parte dos habitantes da terra pensava que ela fosse chata. Entretanto, a Bíblia dizia que a terra tinha a forma de um “círculo” (ou sugeria que fosse uma esfera usando uma definição mais abrangente da palavra original hebraica, khug):

“Ele é o que está assentado sobre o globo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos.” (Is 40.22)

h) O universo está em expansão (exposto na Bíblia: 1000 a.c.; confirmado na ciência: 1916).

A deslocação dos céus foi prevista nas equações gerais da relatividade propostas por Albert Einstein e, desde então, confirmada várias vezes. Físicos, como Edwin Hubble, fizeram experiências e verificaram, no início de 1900 que, como havia sido previsto, o uni­verso estava em expansão. Entretanto, muito antes a Bíblia já havia mencionado esta expansão. Aproximadamente no ano 1000 a.c., o autor do Salmo 104 escreveu:

“Ele cobre-se de luz como de uma veste, estende os céus como uma cortina” (v. 2)

Muitos outros versículos indicam que os céus estavam (e ainda estão) sendo expandidos por Deus (Jó 9.8; Is 40.22; 42.5; 44.24; 45.12; 48.13; 51.13; Jr 10.12; 51.13; Zc 12.1).

i) As estrelas são incontáveis (exposto na Bíblia: 600 a.c.; confirmado na ciência, dé­cada de 1920).

Os povos da antiguidade acreditavam que podiam contar as estrelas. Na verdade, no ano 100 a.c. Ptolomeu estava ativamente catalogando as estrelas – segundo seus cálculos, naquela época elas eram 1.100. Claro está que a ciência moderna, que começou por volta da década de 1920 com telescópios extremamente potentes, percebeu que o número de estrelas alcançava a casa dos bilhões. Mais tarde, reconheceram que existe cerca de um bilhão de galáxias, com aproximadamente um bilhão de estrelas cada uma. Entretanto, isso já havia sido reconhecido pela Bíblia quando proclamou, cerca do ano 600 a.c., que as estrelas era “incontáveis”:

“Como não se pode contar o exército[estrelas] dos céus, nem me­dir-se a areia do mar, assim multiplicarei a descendência de Davi, meu servo, e os levitas que ministram diante de mim” (Jr 33.22)

A precisão dessa afirmação literal da Bíblia pode ser agora fa­cilmente verificada. Se as estrelas fossem “contadas”, de acordo com um índice de dez por segundo, seriam necessários mais de 100 trilhões de anos para “contar” as estrelas, o que é claramente impossível.

j) Código genético ( exposto na Bíblia: 1450 a.c.; confirmado na ciência: 1735).

Tínha­mos pouco conhecimento sobre a classificação básica das espécies até Carolus Linnaeus desenvolver um sistema para a classificação dos organismos usados ainda hoje. O componente mais fundamental desse sistema é a reprodução básica das espécies. A Bíblia fez referência a esse sistema básico da classificação genética quando se refere às cri­aturas “conforme a sua espécie” (Gn 1.21-31; 7.14).

Creio que essas evidências científicas são suficientes, para que, pelo menos, você venha a REFLETIR à respeito de suas convicções! Muitos possuem “PRE-conceito” à respeito da Bíblia e a consideram um Livro como outro qualquer, pois não possuem informações, como as que estou expondo aqui, para que possam exercer o senso crítico com imparcialidade e perfeição. Então de posse dessas informações, recebam e aceitem o verdadeiro CONCEITO da Palavra de Deus!

2. Suas profecias.

Uma ca­racterística peculiar do Antigo Tes­tamento, que podemos usar como prova de sua inspiração, são as suas profecias cumpridas. Nem o Alcorão, nem o Livro de Mórmon, nem a Tripitaka dos budistas, nem os Vedas dos hindus, ou qualquer outro livro que reivindica autori­dade espiritual contêm profecias. Somente a Bíblia é o livro de pro­fecia (Ap 22.19).

O Antigo Testamento fala do re­torno dos judeus à terra de seus antepassados (Jr 31.17; Ez 11.17; 36.24; 37.21). Depois de mais de 18 séculos de diáspora, perseguições e ameaças de extinção, Israel revive como país soberano e membro das Nações Unidas, desafiando toda a lógica e argumento humano. Isso sem contar as inúmeras profecias referentes a Cristo, a outros povos e a diversos fatos da história.

3. Sua unidade.

Seria possí­vel chegar a tal unidade de pensamento com 10 ou 12 eruditos es­crevendo sobre um só tema? A ex­periência diz que não. Seria mais que evidente a discordância e as contradições. No entanto, há em toda a Bíblia uma unidade perfeita de pensamento, mesmo versando sobre os mais variados temas, escri­tos por diversos autores de diferen­tes gerações. Isso porque se trata do pensamento de um só autor: Deus. Essa unidade é um dos elementos que comprova sua origem divina.

II) Autenticidade das cópias dos Manuscritos

1. Os autógrafos.

Todos os autógrafos (os manuscritos origi­nais) dos livros da Bíblia perde­ram-se ao longo dos séculos. As cópias originais, provenientes di­retamente do punho dos escrito­res sagrados, desapareceram. A Bíblia chegou-nos através de cópi­as tiradas de outras cópias até o advento da imprensa, no século XV. Isso devido às perseguições que a Igreja sofreu nos três primei­ros séculos, sem contar a de Nero em 68 d.e. O imperador Décio mandou destruir todas as cópias das Escrituras em 303 d.c.

2. O método de cópia dos manuscritos.

Os copistas judeus queimavam as cópias dos manuscri­tos depois de copiá-las. Eles não davam muita importância à idade dos manuscritos. Quanto mais novo, melhor. Por essa razão, ninguém se surpreende com a escassez de manuscritos hebraicos do Antigo Testamento. Eles usavam critérios rigo­rosos ao copiar o texto sagrado, tendo em mente a proibição de acres centar-se-Ihe ou diminuir palavras (Dt 4.2; 12.32; Pv 30.5,6).

3. A credibilidade dos ma­nuscritos.

O texto mais antigo de que dispomos atualmente é um fragmento do livro de Números 6.24-27, “A Bênção Sacerdotal”, datado do século VI a.e. Antes das descobertas do mar Morto, o ma­nuscrito mais antigo não ia além do século X d.e. Entretanto, nenhum erudito ou crítico suspeitou de sua autenticidade. Isso porque as ver­sões do Antigo Testamento em ou­tras línguas, como a Septuaginta, Vulgata, Peshita e outras e os crité­rios meticulosos dos judeus para preservar a integridade do texto sagrado, eram suficientes.

III) Os Manuscritos do Mar Morto

1. A grande descoberta.

As descobertas dos rolos do mar Mor­to foram um lenitivo para todos que amam as Escrituras, apesar da credibilidade dos textos hebraicos do Antigo Testamento, pois agora dispomos de provas textuais mais concretas. O conteúdo desses ma­nuscritos é o mesmo do nosso An­tigo Testamento; é a resposta de Deus para os muçulmanos, que afirmam que a Bíblia foi falsi­ficada, e ao mundo cético. Há um espaço de tempo de mais de mil anos entre esses rolos do mar Mor­to e o manuscrito hebraico mais antigo até então existente no mundo. Jesus disse: “A tua palavra é a verdade” (Jo 17.17). Essa desco­berta feita em 1947 foi o achado do século XX, e confirma a auten­ticidade da Bíblia. Com exceção do livro de Ester, todos os livros do Antigo Testamento estão representados nesses 800 manuscritos.

2. A data dos rolos do mar Morto.

As 11 cavernas de Qumran trouxeram à tona cerca 170 ma­nuscritos bíblicos, em sua maio­ria fragmentos descobertos entre 1947 e 1964, sem contar outros manuscritos não bíblicos. O pri­meiro grupo desses manuscritos é datado entre 250 a.C. e 68 d.C., com quantidade considerável de texto escrito no período paleo­hebraico; e o segundo grupo, en­tre 70 e 132 d.C., período entre a destruição de Jerusalém e a Revolta de Bar-Kochba, em Yavne, ou Jâmnia.

3. A origem dos manuscri­tos do mar Morto.

Os manus­critos do mar Morto não foram to­dos produzidos pelos essênios; muitos desses vieram da Babilônia e do Egito. Os essênios eram uma ordem monástica judaica, estabe­lecida antes de Cristo, próxima ao mar Morto. Trata-se, portanto, de textos produzidos manualmente, procedentes de várias épocas e de vários lugares.

Conclusão

A autoridade do Antigo Testa­mento está inseparavelmente liga­da à sua origem e propósito. Sua credibilidade surpreende o mundo até os dias atuais. Além dos manus­critos hebraicos, há milhares de tex­tos traduzidos para outras línguas e mais as descobertas do mar Mor­to. Diante de tudo isso, quem ousa­rá investir contra a autenticidade da Bíblia? A Palavra de Deus foi por Ele milagrosamente preservada, está escrito:

“E disse-me o SENHOR: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para cumpri-la.”(Jr 1.12).

Não temos os autógrafos, po­rém o tão elevado número de cópi­as existentes e harmônicas entre si garante a autenticidade dos livros das Escrituras Sagradas.

Espero que esse Estudo sirva para a edificação e compreensão de muitos que se encontram com os olhos obescurecidos, a mente cauterizada, os ouvidos surdos e o coração endurecido para a Verdade!

Caso você tenha recebido a revelação da autenticidade das Sagradas Escrituras e compreendeu, mesmo que de forma ainda superficial, a necessidade de seguir a Cristo segundo a tua Palavra, por favor, não endureça seu coração!! Peça perdão por sua vida de desobediência e entregue-se a Cristo! Depois procure por um Local onde verdadeiramente ensina-se a Palavra de Deus, para que você venha a amadurecer e se tornar um vaso de honra nas mãos do Senhor!!

Jesus os abençoem!!! A Paz… por Arauto de Cristo