[e-News] Morte do Dólar: O Nascimento da Moeda Única e o Governo Mundial

Como avisado antes em outros artigos e comentários, começam a aparecer análises e até publicidade anunciando a chegada do padrão ouro. O “petrodólar” deixou de ser a divisa internacional para comercializar petróleo e gás. Muito disto se deve ao BRICS, que já havia anunciado que o seu comércio não seria mais com o dólar.

Fim do Petrodólar, emissão de SDR pelo FMI e moedas respaldadas em ouro

Em postagem recente do jornalista Rafael Palacios, ele divulga a matéria da Forbes confirmando sutilmente esta movimentação do padrão dólar para o padrão ouro. O acúmulo de ouro de vários países, principalmente pela China, demonstra que irão respaldar suas moedas com ouro.

Tradução: Caminho Alternativo

A febre do ouro e da prata

(06-11-2014) Seja na Alemanha ou China, o padrão se repete: menores preços orquestrados desde o mercado de papel, serão respondidos com alta demanda física dos investidores em valor, que se preparam assim para o desastre econômico que vêm. Aqui, já consultamos a Banxico para que nos informe das últimas cifras de demanda de onças Liberdade no país durante outubro, e quando as tenhamos, as publicaremos. Apesar do que se diga, há uma febre do ouro e da prata no mundo, que os beneficiários do sistema monetário baseado no dólar, não puderam nem poderão conter.

De forma subliminar a Dior publicou um vídeo de seu produto usando como garota propaganda a atriz Charlize Theron. O título da propaganda é: Dior J’adore – “The future is gold”.

Palacios é otimista em relação a este reset do sistema financeiro e diz que após a transição ao padrão ouro outros eventos irão ocorrer, como o fim do Federal Reserve(FED) das famílias Rothschild, Rockefeller, Morgan, Warburg, etc.

O que poderia evidenciar o fim do FED é o mistério em torno aos cofres de Fort Knox nos EUA. Há sérias suspeitas de que estariam vazios ou recheados com barras de tungstênio pintadas a ouro.

[…] Uma auditoria também pode revelar se o governo despejou um pouco de ouro nos mercados mundiais para manipular os preços. (Sim, os governos têm feito isso antes.) E seo governo dos EUA chegou a vender um pouco sem nos dizer, a confiança seria irreversivelmente quebrada.

Mais espetacular ainda, uma auditoria poderia revelar que Fort Knox está repleta detungstênio pintado a ouro. Aqui, também, existe um precedente, como barras decontrafacção de transformar-se, de tempos a tempos. Embora eu duvide que um governoiria confessar a ser tão incrivelmente enganado.[…]

Outra evidência de que os cofres do FED estariam vazios foi o pedido da Alemanha em repatriar seu ouro e cuja resposta dos EUA foi de devolver apenas uma parte. Além disto, o Federal Reserve se recusa a fazer uma auditoria no ouro armazenado, principalmente o alemão.

A decisão de repatriar o ouro alemão é uma grande vitória para a parte da imprensa alemã que forçou o Bundesbank a admitir que 69% do seu ouro é armazenado fora da Alemanha. Quase com certeza a imprensa alemã e pelo menos vários legisladores do país exigirão uma verificação das barras de ouro retornadas de Nova York, simplesmente para garantir que a Alemanha não recebe tungsténio folheado a ouro ao invés de ouro. Parece que decisores alemães já não confiam nos seus parceiros americanos. (Voice of Russia, January 15, 2013, ênfase acrescentada)

Fonte: resistir.info

Um artigo interessante publicado pelo GlobalResearch revela as verdadeiras razões da Alemanhaexigir que os EUA retornem seu ouro.

Em outras palavras, Rickards e SKOYLES parecem argumentar que a Alemanha pode estarrepatriando o ouro no primeiro turno das cadeiras em que a China está se preparando paralançar um Yuan lastreado em ouro. De acordo com esta teoria, o resto das moedas do mundo vão afundar, a menos que suas nações “possam lutar para colocar as mãos emouro suficiente para dar credibilidade ao seu papel.

E se têm um país que é sinônimo de banco é a Suíça, esta é a notícia que nos chega de lá em relação às reservas de ouro.

Uma inciativa da direita conservadora quer obrigar o Banco Central Suíço a manter, pelo menos, 20% de seus ativos em ouro e proibir a venda dessas reservas.

Com suas 1040 toneladas de ouro, o Banco Central Suíço ainda detém hoje a sétima maior reserva do mundo.

“Salvem o ouro da Suíça”. Parece o enredo de um filme mas, na realidade, é o título da inciativa popular a ser submetida à votação federal no próximo dia 30 de novembro. […]

Fonte: swissinfo.ch

Outro fato curioso é que os Rothschild conseguiram o controle eletrônico da cotação da prata e agora querem o ouro.

Embora o FED possa desaparecer após a revelação pública de que o dólar não vale absolutamente nada e que seus cofres estão quase vazios, ainda há uma pergunta que paira na mente de quem pesquisa sobre esta estrutura criminosa de poder global: – Estariam os Rothschild por trás do Banco Central chinês, controlando toda essa movimentação financeira global em direção ao padrão ouro?

Fonte: caminhoalternativo

SUPLEMENTO

Assista ao vídeo abaixo(editado por mim), com as opiniões de outras pessoas sobre esse assunto. E perceba que estamos caminhando realmente para uma Moeda Única Mundial e consequentemente a criação de um Governo Mundial.

SUPLEMENTO 2

Entenda qual a relação dos EUA com as Profecias em Apocalipse Capítulo 13. Veja as Palestras abaixo feitas por mim há uns 3 anos!

OBS: Todas as Palestras encontram-se aqui!

[Fim dos Tempos] Em 7 dias, os EUA podem decretar a Lei Marcial devido ao Colapso Financeiro!

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Relatos dão conta de que o Departamento de Segurança Interna (DHS) está empenhado na preparação de uma operação militar massiva e secreta.

Um artigo da Associated Press em fevereiro confirmou a compra de U$ 1,6 bilhão em munição por parte do Departamento de Segurança Interna.

De acordo com um artigo publicado na Forbes, essa quantidade é suficiente para sustentar uma guerra do tamanho da guerra do Iraque por um período de vinte anos.

O DHS também comprou tanques fortemente armados que foram vistos circulando nas ruas. Evidentemente, alguém no governo está prevendo distúrbios civis sérios. A pergunta é: por que?

Declarações do primeiro ministro britânico Gordon Brown no auge da crise bancária de 2008, reveladas recentemente, oferecem esclarecimentos sobre essa questão.

Um artigo na BBC News, no dia 21 de setembro de 2013, baseado na autobiografia explosiva “Power Trip”, de Damian McBride, o marqueteiro do Brown, diz que o primeiro ministro estava preocupado que a lei e a ordem poderiam desmoronar durante a crise financeira. McBride cita Brown:

– Se os bancos fecharem as portas e os caixas não estiverem funcionando, e as pessoas forem ao Tesco (uma cadeia de mercadinhos) e os cartões delas não forem aceitos, vai tudo explodir. Se não for possível comprar comida ou gasolina, ou remédio para os filhos, as pessoas vão começar a quebrar as janelas para se servir. E assim que as pessoas virem isso na TV será o fim porque todo mundo vai pensar que agora isso é o que todos devem fazer. Será a anarquia. É o que pode acontecer amanhã.

Como lidar com essa ameaça? Brown disse: “Nós teremos que pensar: recorremos ao toque de recolher, colocamos o exército nas ruas, como restauramos a ordem?”.

McBride escreveu no livro “Power Trip”:

– Foi incrível ver Gordon totalmente tomado pelo perigo do que estava prestes a fazer, mas igualmente convencido de que era preciso tomar uma atitude decisiva imediatamente.

Ele comparou a ameaça à crise dos mísseis em Cuba.

O medo dessa ameaça foi ecoado em setembro de 2008 pelo secretário do Tesouro norte-americano Hank Paulson, que supostamente alertou que o governo norte-americano poderia ter de recorrer à lei marcial se Wall Street não recebesse socorro para o colapso do crédito.

Nos dois países o uso da lei marcial foi evitado quando os políticos se dobraram à pressão e salvaram os bancos. Mas muitos arautos estão dizendo que um novo colapso é iminente; e dessa vez muitos governos podem não estar dispostos a oferecer socorro.

Da próxima vez será diferente

O que detonou a crise de 2008 foi uma corrida, não a tradicional ao sistema bancário, mas no chamado sistema financeiro “das sombras”, uma coletânea de intermediários financeiros não-bancários que fornecem serviços semelhantes aos dos bancos comerciais tradicionais, mas não são regulamentados.

Entre eles, fundos hedge, fundos money market, fundos de investimento em crédito, fundos de exchange-trade, fundos de private equity, corretores de securities, empresas de securitização e finanças. Bancos de investimento e bancos comerciais também podem conduzir boa parte de seus negócios neste sistema das sombras, não regulamentado.

O casino financeiro das sombras só cresceu desde 2008, e no próximo colapso do estilo Lehman, os socorros financeiros do governo talvez não estejam disponíveis.

De acordo com as declarações do presidente Obama na assinatura da Lei Dodd-Frank, no dia 15 de julho de 2010, “por causa dessa reforma… não haverá outro socorro com dinheiro do contribuinte – ponto”.

Governos na Europa também estão se distanciando desses socorros financeiros. O Conselho de Estabilidade Financeira (FSB) na Suíça exigiu dos bancos mais expostos ao risco que criem “testamentos em vida”, esclarecendo o que farão em caso de insolvência.

O modelo estabelecido pelo FSB exige que eles socorram seus credores, e os depositantes, ao fim e ao cabo, formam o maior grupo de credores de um banco.

Quando os depositantes não conseguirem ter acesso a suas contas bancárias para tirar dinheiro e comprar comida para seus filhos, podem muito bem começar a quebrar as janelas para se servir.

Pior ainda, eles podem tramar a derrubada do governo controlado pelos financistas. Observem a Grécia, onde a desilusão crescente com a habilidade governamental de socorrer os cidadãos na maior depressão desde 1929 precipitou protestos e ameaças violentas de derrubada do governo.

O medo de um resultado semelhante pode explicar a espionagem massiva dos cidadãos norte-americanos autorizada pelo governo, o uso domésticos de drones e a eliminação do direito ao processo e ao “posse comitatus” (lei federal que proíbe as forças armadas de imporem a lei e a ordem em propriedades que não são do governo federal). As proteções constitucionais estão sendo jogadas pela janela em favor da proteção à elite no poder.

A crise do teto da dívida se aproxima

A crise do momento parece ser o prazo de 17 de outubro para um acordo sobre o orçamento federal ou o risco de calote nas dívidas do governo. Pode ser apenas coincidência, mas dois exercícios de larga escala foram marcados para este mesmo dia, o “Exercício para o grande terremoto” e o “Exercício para a aurora quântica do ataque cibernético aos bancos”.

De acordo com uma coletânea de artigos da Bloomberg sobre o exercício bancário, os preparativos são para ataques de hackers, espionagem patrocinada por governos e crime organizado (fraude financeira).

Uma entrevista começa: “seu banco online pode ficar fora do ar… Você pode se dar conta que não consegue acessar o sistema”. Soa como um ensaio para o Grande Socorro Bancário Americano.

Nefasto como é, isso tem um lado positivo. Socorro bancário e lei marcial podem ser vistos como os espamos finais de um dinossauro.

O golpe financeiro e explorador, que deixou milhões de pessoas sem emprego e sem moradia, chegou ao fundo do poço.

Crises na situação corrente significam oportunidades para soluções mais sustentáveis, que aguardam nos bastidores.
Outros países que enfrentaram o colapso de suas dívidas baseadas em moedas emprestadas sobreviveram imprimindo a própria moeda.

Quando a moeda equiparada ao dólar despencou na Argentina, em 2001, o governo voltou a imprimir seus próprios pesos; governos municipais pagaram compromissos com “títulos de cancelamento de dívida” que circularam como moeda; e vizinhos fizeram trocas com moedas comunitárias.

Depois do colapso da moeda alemã nos anos 20, o governo recuperou a economia nos anos 30 com o lançamento dos “MEFO”, títulos que circulavam como moeda.

Quando a Inglaterra ficou sem ouro, em 1914, o governo lançou os “Bradbury pounds”, similares aos Greenbacks lançados por Abraham Lincoln durante a Guerra Civil norte-americana.

Hoje nosso governo poderia evitar a crise do teto da dívida fazendo algo semelhante: poderia simplesmente imprimir uns trilhões de dólares e depositar em uma conta.

Essa alternativa poderia ser perseguida pelo governo imediatamente, sem pedir autorização do Congresso ou mudar a lei, como discuti em artigo anterior. Não seria uma medida necessariamente inflacionária, já que o Congresso poderia autorizar o gasto apenas do que já estava previsto no orçamento.

E se o Congresso expandisse o orçamento para investir em infraestrutura e na criação de empregos, isso seria na verdade bom para a economia, já que acumular dinheiro vivo e pagar dívidas reduz significativamente a oferta de dinheiro em circulação.

Trocas diretas entre pessoas e bancos públicos

Em nível local, precisamos estabelecer sistemas alternativos que ofereçam segurança aos correntistas, financiem pequenos e médios negócios e atendam às necessidades da comunidade.

Já houve muito progresso nessa área das trocas diretas na economia.

Em um artigo do dia 27 de setembro, intitulado “A economia direta floresce enquanto os ativistas esvaziam o sistema”, Eric Blair contou que o movimento Occupy está engajado em uma revolução pacífica na qual as pessoas estão abandonando o sistema estabelecido em favor de uma “economia compartilhada”.

As trocas acontecem entre indivíduos, sem impostos, regras ou licenças, e em alguns casos, sem dinheiro impresso pelo governo.

As trocas diretas acontecem em grande parte na internet, onde a vigilância dos clientes mantém a honestidade dos vendedores — não os regulamentos.

Isso começou com o eBay e o Craigslist e desde então cresceu exponencialmente.

O Bitcoin é a moeda privada que vive longe dos olhos predadores das autoridades. Alguns programas de computador estão sendo desenvolvidos para escapar da espionagem da NSA.

Os empréstimos bancários estão sendo evitados em favor do crowdfundig. Cooperativas locais de comida também são uma forma de ficar fora do sistema corporação-governo.

Trocas diretas funcionam localmente, mas nós também precisamos proteger nossos dólares, tanto públicos quanto particulares.

Precisamos de dólares para pagar ao menos parte de nossas contas, e as empresas precisam deles para adquirir matéria-prima. Também precisamos de uma forma de proteger a receita pública que atualmente está depositada e investida nos bancos de Wall Street, que têm uma forte exposição aos derivativos.

Para atender a estas necessidades podemos criar bancos estatais seguindo o modelo do Banco de Dakota do Norte (BND), atualmente nosso único banco estatal.

O BND é obrigado, por lei, a receber todos os depósitos do estado e servir aos interesses do público.

Idealmente, todo estado deveria ter um desses “mini-Feds”. Condados e cidades poderiam ter seus bancos também. Para maiores informações, veja http://PublicBankingInstitute.org.

Os preparativos para a lei marcial tem sido mencionados há décadas, mas ainda não aconteceram. Talvez possamos evitar esse perigo adotando um sistema mais são e sustentável, que torne desnecessária a ação militar contra os cidadãos norte-americanos.

*Ellen Brown é advogada, presidente do Public Banking Institute, autora de 12 livros, entre eles os best-seller Web of Debt. Em The Public Bank Solution, seu último livro, ela explora modelos de bancos estatais bem sucedidos histórica e globalmente.

Tradução Heloisa Villela
Fonte: Counterpunch
Leia mais: http://www.libertar.in/2013/10/confirmado-eua-preparam-lei-marcial.html#ixzz2hJJVjxHj

[Nova Ordem Mundial] Governo dos EUA FECHOU e pode FALIR em 17 de outubro!

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Quais serão os reflexos econômicos e políticos para o mundo?

A paralisação de quase 1 milhão de funcionários de órgãos estatais dos Estados Unidos decorrente do impasse sobre a lei orçamentária americana começou oficialmente à meia-noite desta terça-feira, quando expirou o prazo para que o Congresso chegasse a um acordo sobre o financiamento das contas do governo.

Esta é a primeira paralisação parcial do governo desde a administração de Bill Clinton, que suspendeu pagamentos por um total de 28 dias entre o fim de 1995 e o início de 1996, quando duas crises orçamentárias seguidas custaram 1,4 bilhão de dólares aos contribuintes, segundo dados oficiais. Entre alguns efeitos da paralisação estão a suspensão do pagamento dos salários de cerca de 800 000 funcionários, o fechamento de Parques Nacionais e tribunais federais, e o atraso na emissão de passaportes. Segundo a Casa Branca, o governo só tem recursos em caixa para as áreas afetadas até 17 de outubro.

O mais recente capítulo da batalha entre democratas e a oposição republicana ocorreu na noite desta segunda, quando a Câmara dos Representantes, liderada por deputados republicanos, enviou ao Senado outra proposta de financiamento emergencial do estado americano. Como continha uma cláusula que postergava a entrada em vigor do Obamacare, a lei de reforma da saúde promovida pelo presidente Barack Obama e já aprovada pelo Congresso, o Senado voltou a rejeitar um plano orçamentário por 56 votos contra 54. Até agora, a maioria dos senadores rejeitou todas as ações da Câmara que modificam a legislação de saúde criando vínculos com a lei sobre gastos federais — e a Câmara rejeitou todas as propostas do Senado associando o financiamento federal à entrada em vigor do Obamacare.

Contexto – Diversos setores do governo americano precisam de financiamento anual para continuar operando. Por essa razão, a cada ano, o Congresso deve votar um projeto de orçamento estabelecendo prioridades e o valor de financiamento a ser liberado. Contudo, com o Senado e a Câmara dos Representantes dominados por partidos opostos, um impasse tem se tornado constante na hora de definir o orçamento.

Mecanismos foram criados para permitir, de forma automática, que o orçamento para financiar tais setores fosse ampliado ao longo do ano. Contudo, o último mecanismo possível termina em 30 de setembro. Assim, se democratas e republicanos não chegarem a um acordo, não haverá recursos para financiar o governo até o final de 2013.

A grande moeda de troca é o Obamacare, o plano de saúde criado pelo governo de Barack Obama. O plano foi aprovado há cerca de três anos e sua entrada em vigor está prevista para outubro. Contudo, os republicanos, em troca da aprovação do financiamento emergencial do estado, querem vetar determinados pontos do Obamacare, por meio de emendas ao plano orçamentário. Tais mudanças não são admitidas pelo Senado, de maioria democrata. E aí se dá o impasse: republicanos da ala mais conservadora, o chamado Tea Party, querem usar a paralisação do estado como artifício para pressionar os democratas a postergarem ainda mais a implantação do Obamacare.

Teto da dívida – O Congresso deve votar, além disso, um aumento do limite legal do endividamento do país, atualmente em 16,7 trilhões de dólares, sem o qual os EUA se arriscam à primeira moratória de sua história a partir de 17 de outubro.

No momento, o governo federal funcionou graças a “medidas extraordinárias” adotadas pelo Departamento do Tesouro, mas o titular da pasta, Jacob Lew, advertiu que em meados de outubro os fundos acabarão.

Militares – Mesmo com a paralisação dos pagamentos federais, o presidente Barack Obama assinou nesta segunda-feira uma lei que permitirá que todos os militares continuem recebendo seus salários durante o “fechamento” do governo. A lei foi aprovada unanimemente no domingo pela Câmara dos Representantes e confirmada na segunda-feira pelo Senado.

A medida garante o pagamento dos militares ativos, da Guarda Litorânea e os civis e prestadores de serviço que dão apoio aos departamentos de Defesa e Segurança Nacional, durante o período que durar a paralisação temporária do governo. No entanto, se estima que 50% dos 800 mil funcionários civis do Pentágono serão enviados para casa, muitos deles sem receber, enquanto durar a crise.

(Com Reuters) e http://veja.abril.com.br

Outras fontes:

[Fim dos Tempos] Olavo de Carvalho: “Preparem-se!”

Olavo de Carvalho aula

Preparem-se. Nos próximos anos a desordem do mundo atingirá o patamar da alucinação permanente e por toda parte a mentira e a insanidade reinarão sem freios. Não digo isso em função de nenhuma profecia, mas porque estudei os planos dos três impérios globais e sei que nenhum deles tem o mais mínimo respeito pela estrutura da realidade.
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Cada um está possuído pelo que Eric Voegelin chamava “fé metastática“, a crença louca numa súbita transformação salvadora que libertará a humanidade de tudo o que constitui a lógica mesma da condição terrestre. Na guerra ou na paz, disputando até à morte ou conciliando-se num acordo macabro, cada um prometerá o impossível e estreitará cada vez mais a margem do possível. A Igreja é a única força que poderia, no meio disso, restaurar o mínimo de equilíbrio e sanidade, mas, conduzida por prelados insanos, vendidos e traidores, parece mais empenhada em render-se ao espírito do caos e fazer boa figura ante os timoneiros do desastre.
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No entanto, no fundo da confusão muitas almas serão miraculosamente despertadas para a visão da ordem profunda e abrangente que continua reinando, ignorada do mundo. Muitas consciências despertarão para o fato de que o cenário histórico não tem em si seu próprio princípio ordenador e só faz sentido quando visto na escala da infinitude, do céu e do inferno. Essas criaturas sentirão nascer dentro de si a força ignorada de uma fé sobre-humana e nada as atemorizará.Por Olavo de Carvalho
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Veja abaixo uma palestra feita por Olavo de Carvalho em 2004 falando sobre a Nova Ordem Mundial na OAB-SP. Confira:
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[Fim dos Tempos] Feminismo, Parada Gay e a Nova Ordem Mundial!(Fonte: Site Ateu!) Surpreendente!

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Todos os anos é realizada a “Parada Gay” na Av. Paulista, o centro comercial da capital paulistana. Em todas as suas edições são observadas um grande suporte da mídia e das nossas autoridades públicas, de olho no lucrativo negócio no qual milhares de pederastas do mundo inteiro vêm anualmente para cultivarem o uranismo na metrópole.
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O “espetáculo” é o mesmo de sempre: ao som da música eletrônica emanada de carros de som, somando-se com uma maior parte de curiosos, reúne-se uma multidão de pessoas drogadas, embriagadas e, conforme diversos relatos, parte delas entregando-se a orgias e degradando-se na rua em plena luz do dia para qualquer um que estiver passando pelo evento ver. Numa de suas edições (2007), foram distribuídos milhares de panfletos incentivando (falava em orientações) o uso da cocaína, fora os habituais, falando sobre o “sexo seguro”, que ainda pode ser encontrado no portal da Folha de São Paulo, em matéria de Daniel Bergamasco.
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É uma verdadeira Sodoma nas ruas da capital com o apoio tácito dos nossos governantes. Por outro lado, a maior parte da população, evidentemente, na remanescência dos princípios legados pelos seus pais e avós, tende a condenar o evento, mas não tem força política, voz ativa ou não se interessa por tentar obstaculizar a realização do mesmo.
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Os próprios políticos em geral – e salvo raras exceções -, ou se omitem pelo cálculo, ou dão suporte em busca da simpatia das “minorias” e do lucro financeiro. Os religiosos fazem vista grossa, mas também deixam escapar a chance de organizar uma coalizão política efetiva para pressionar as autoridades a tomarem uma postura mais decente e digna em uma nação que, embora sob a égide de um Estado laico, ainda se diz cristã.  Façamos notar que a realização desses eventos vem sempre acompanhada da pressão dos grupos homossexuais contra o “preconceito” e para criminalizar o que eles chamam de “homofobia” – que se traduz, mais propriamente, em não aprovar tal comportamento e não o querer para seus amigos, filhos e família. Mas as questões que queremos abordar aqui vão além da “Parada Gay” em si e ao que há de subjacente à mesma. Nosso objetivo é alertar e esclarecer a verdadeira natureza da situação, tanto para os aliados e simpatizantes da UNAC [União Nacionalista], como para a população em geral.  Como é possível que um tipo de comportamento que até cerca de três décadas era ferrenhamente condenado como um grave desvio, passe a ser nos dias de hoje não só aceito, mas até incentivado?
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Como presenciamos hoje a realização de um tipo de evento que, até bem pouco tempo, seria absolutamente impensável e agora, além de tudo, é proclamado como um grande “avanço”? Como chegamos a tal inversão de valores e quais as forças que atuaram e atuam nos bastidores para que tal estado de coisas fosse possível?
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Não é possível falar sobre esse atual propagandismo da pederastia sem observarmos outra ideologia: o feminismo. Embora a maioria das pessoas pense tratar-se de dois fenômenos diversos, a verdade é que tanto o feminismo, como o apoio à pederastia e ao homossexualismo em geral, são duas ideologias que surgiram com o mesmo propósito e encaixam-se perfeitamente como a mão e a luva. Na verdade, uma acompanha e até reforça a outra a ponto de podermos afirmar que quando uma é fortalecida, esta favorece automaticamente a segunda de forma recíproca. Em meados da década de quarenta, Plínio Salgado, em sua obra A Mulher do Século XX, advertia sobre aqueles que já àquela altura queriam transformar a mulher numa concorrente do homem sendo envenenada e iludida a acreditar que seus instintos e vocações naturais, na verdade, eram moldados por uma sociedade cristã patriarcal e “machista” para oprimi-la.
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Observando os perigosos venenos que começavam a serem destilados no Ocidente do pós-guerra – e mais tarde se cristalizariam na contra-cultura, nos ensinava o pensador que na sociedade capitalista sem alma, orientada pelo liberalismo econômico, o ser humano é reduzido a um mero recurso e que, desta forma, a mulher passara a ser explorada, tendo também seu trabalho visto como mercadoria sujeita à lei da oferta e da procura.
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Notamos que os maiores sintomas dessa confusão geral se deram em diversos pontos, sendo os principais: a diminuição dos salários dos homens com a crescente enxurrada, geração após geração, de mulheres no mercado de trabalho; o afastamento da mulher do lar (deixando a educação das crianças a cargo das chamadas “rainhas dos baixinhos”), dos filhos e até da maternidade, no sentido de privilegiar uma carreira profissional em detrimento da sua família. Uma convicção que fez com que a maioria dos homens passasse a acreditar que não precisava mais da mulher em casa levando, evidentemente, a um afastamento cada vez maior entre os casais tendo como conseqüência uma vida conjugal e familiar cada vez mais secundária em relação às atividades profissionais. Tal fenômeno, de maneira óbvia, tem levado mais e mais casais à separação e destruído lares.  No plano econômico, o que presenciamos hoje nas grandes cidades e em todas as periferias é o efeito mais perverso: mesmo que não queira, a mulher se vê obrigada a sair ao mercado de trabalho para completar o salário de fome do marido que, na maioria das vezes, sozinho, é incapaz de prover o sustento do lar. Porém há conseqüências ainda mais graves e extremadas hoje de forma doentia.
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Desabituada do caráter e da missão que lhe são próprios, a mulher deixa de considerar o lar como o centro de sua atividade principal e ambiente de seu domínio afetivo; passa a viver mais na rua do que em casa […] Casando-se, a sua convivência com o marido limita-se aos encontros efêmeros de um amor sem raízes, esse falso amor sobre o qual se constroem os castelos de cartas dos casamentos desgraçados.
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A mulher desvaloriza-se na indistinção dos sexos e, em conseqüência, o homem rebaixa-se, perdendo o teor viril, porque nos países onde a mulher masculiniza-se, o homem também se torna efeminado. Efeminado e passivo, mesmo que não seja homossexual, o homem deixa de ser o portador das mudanças que a sociedade necessita e não tem forças para lutar contra esse modelo corrompido, se entregando então ao hedonismo como todo objetivo de sua existência. Burguês, acomodado, dócil como uma ovelha, covarde, marica, ridículo e mesquinho, o homem perde totalmente sua honra, sua virilidade e sua dignidade.
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Eis porque, já naquele tempo, se afirmava que certos desvios começam por uma moderna forma de romantismo que se batizou com o nome de “feminismo” e que antes deveria chamar-se “masculinismo”, e termina – após todos os cânticos à liberdade – com a anulação dessa mesma liberdade e a queda vertical até os extremos da escravidão e da degradação.  Em recente trabalho, intitulado Cruel Hoax – Feminism & New World Order (Farsa Cruel – Feminismo e Nova Ordem Mundial em tradução livre), Henry Makow desvelou o elo existente entre os movimentos de dissolução familiar e o banqueirismo internacional originado na Inglaterra e nos EUA, tendo amplos setores representados no sionismo internacional (Rothschild et caterva).
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Além do feminismo e da revolução homossexual, são componentes importantes nesse contexto: o controle de natalidade, programas de adoção para “casais” homossexuais, o desenvolvimento e o incentivo do uso da pílula anticoncepcional e outros meios contraceptivos, as campanhas pró-aborto e a vulgarização total do sexo, desde a pré-adolescência. A família e o casamento são tidos como instituições “superadas” e “arcaicas” e os filhos passam a serem vistos como algo “indesejado”, que deve ser evitado. O individualismo é entronizado como “virtude”, e o apego ao cônjuge e aos filhos como “fraqueza”. Por sua vez, o heterossexualismo é colocado como mera “opção”, sendo igualado ao homossexualismo (ou, como muitos preferem, “homossexualidade”).
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Heterossexualismo não é opção. Como bem ressalta Makow, ele simplesmente faz parte do ciclo reprodutivo e biológico. Já a relação homossexual é estéril, e representa um comportamento culminado por sérios distúrbios de ordem genética, psicológica ou espiritual.
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O objetivo final de tudo isso, porém, faz parte de uma agenda pré-definida por banqueiros que pensam poder substituir Deus e alterar a ordem natural das coisas em benefício próprio. A concentração cada vez maior da riqueza nas mãos de poucos magnatas que manipulam a maior parte da humanidade através de programas eugênicos, engenharia social e controle mental pela a mídia de massa e de entretenimento. Afinal, são os mesmos promotores da globalização que querem destruir o Estado nacional soberano, as culturas e religiões dos povos e bestializar o ser humano a ponto deste esquecer sua finalidade neste mundo.
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Cabe a nós iniciarmos imediatamente uma contrarrevolução.
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Se não formos capazes de encarar o problema de frente, conhecendo sua verdadeira essência, não poderemos sequer pensar em qualquer mudança.  Nos dias de hoje, lutar pelo que é justo e certo parece ser cada vez mais difícil, mas para aquele que não consegue enxergar a existência apenas na finitude terrena e material, é justamente a certeza de estar no caminho certo que provê a disposição para continuar na luta.
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Por Marcelo Silveira
Boletim Nacionalista, volume I, edição 2, julho/agosto/setembro de 2010, pp. 4 e 5
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Reportagem sobre a Parada Gay:
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Amados, caso vocês tenham lido todo o texto e ficaram confusos, ou acham que isso tudo é loucura, peço, encarecidamente, que assistam a Palestra abaixo dada na OAB-SP por um Filósofo, onde ele aborda o mesmo Tema do artigo acima!
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A mesma Política de Roma, a do “Pão e Circo”, tem sido feita e ninguém tem percibo que estamos perdendo nossa liberdade, nossos valores e a família tem sido destruída em prol da Implementação da Nova Ordem Mundial!
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[Fim dos Tempos] EUA se prepara para alguma CATÁSTROFE!

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Mistério nos EUA: FEMA com 1 bilhão de dólares para alimentos desidratados. Pra quê?

As ameaças “terroristas” parecem estar aumentando, portanto, a FEMA (Agência-US Federal Emergency Management Department of Homeland Security) tem em curso uma ordem de US $ 1 bilhão em alimentos desidratados em caso de ataques a alvos nos Estados Unidos.

Isto vem na estréia de um dos maiores exercícios de anti-terrorismo realizados pela Marinha dos Estados Unidos em solo americano, conhecido como Operação Cortina Sólida.

Em um artigo publicado no Observe, verifica-se que muitos dos principais fornecedores de alimentos desidratados no país, estão fazendo cambalhotas para produzir alimentos desidratados para clientes regulares e cumprir a ordem de compra de mais de um bilhão de dólares da FEMA.

Um dos maiores fornecedores de alimentos desidratados cortou 99% de entregas a seus revendedores e distribuidores. Não é por causa da “economia fraca“. É por que está usando todos os bits de capacidade para cumprir o mega-contrato com o governo americano. O governo sempre foi um cliente do setor, até certo ponto. Mas de acordo com nossas fontes, esta exigência é realmente muito fora do normal.

Não é tudo.

Aparentemente, ainda é possível produzir alimentos suficientes para satisfazer as exigências do governo.

No início deste mês, a FEMA (Federal Emergency Management Agency) fez um pedido de entrega de 3 refeições por dia durante 10 dias – para 14 milhões de pessoas. Um total de 420 milhões de refeições. Geralmente, a FEMA mantém uma reserva de cerca de 6 milhões de refeições. Por que de repente a necessidade de aumentar a reserva de 420 milhões? Quase parece que eles estão tentando preparar uma modernaArca de Noé, não é?

A FEMA exige a compra de alimentos para garantir a sobrevivência devido a um evento “inesperado” nos Estados Unidos, assim como a Marinha é exercitada contra terroristas.

Eventos globais ao redor do mundo, como as revoluções e protestos, o pico do crescimento do petróleo, a queda do dólar, a escassez de alimentos estão nos levando para o ponto de crise, o que pode acontecer, tanto por razões nacionais e estrangeiras.

http://www.express-news.it/misteri/mistero-negli-usa-la-fema-ordina-un-miliardo-di-dollari-di-cibo-disidratato-perche/

Paolo Ruffini diz:

O artigo fala sobre uma autonomia de 10 dias para 14 milhões de pessoas … E se fossem 700 dias para um máximo de 200 000 pessoas por causa de um iminente holocausto nuclear?

Todo o texto acima está originalmente em italiano e foi traduzido pelo Google.

Fonte: http://celiosiqueira.blogspot.com/2011/10/misterio-dos-eua-fema-com-1-bilhao-de.html