[e-News] Leonardo Gonçalves anuncia que deixará a música gospel

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Na tarde da última sexta-feira, o cantor Leonardo Gonçalves, surpreendeu seus 1,3 milhão de seguidores do Facebook, ao dizer que planeja dar uma pausa de sua carreira na música gospel. Nos últimos dois anos, aos 36 anos de idade, Leonardo Gonçalves se tornou um dos maiores nomes do nicho cristão do Brasil, passando a viajar por todo o país, se apresentando nas igrejas evangélicas, eventos de prefeituras e programas de TV.

Em entrevista ao site da Revista Veja, o cantor gospel, explica que o aumento da fama deu um empurrão para essa decisão de pausar a sua carreira música, sem prazo de retorno. Ele explica que as dificuldades de lidar com o excesso de exposição, o mercado da música gospel e afirma que, por enquanto, não tem planos de voltar do período sabático.

Abaixo transcrevemos na íntegra a entrevista que Leonardo Gonçalves deu a Revista Veja

A notícia da pausa veio junto com a divulgação de uma turnê de despedida, feita em teatros pelo Brasil, com o repertório do seu disco/DVD Principio. Por que a decisão da pausa neste momento já que este trabalho foi tão bem-recebido? No total, tenho 22 anos de carreira. E estou bem cansado, especialmente da exposição que eu não esperava. Comecei a cantar quando vim para o Brasil em 1994, e logo já estava viajando pelo país com um grupo. O primeiro disco solo veio em 2002. Não quero soar ingrato, mas meu projeto de vida nunca foi ser cantor. Sou uma pessoa mais reservada, tem a ver com minha personalidade.

Quais eram seus planos antes de ser cantor e o que o fez mudar o rumo? Sai do Brasil com 2 anos de idade e morei na Alemanha até os 15. Eu era muito interessado em linguística, tradução, leitura. Pra mim, escrever veio primeiro. Com sete anos escrevi meu primeiro conto. Minha família decidiu voltar pro Brasil, mas como eu estava distante há tanto tempo, meu português era muito rudimentar. Então, no auge da adolescência, quando você já não sabe muito bem quem é, eu perdi minha maior referência que era a linguagem, eu não conseguia me comunicar. Foi nesse contexto que eu descobri a música, o cantar. E isso foi me realizando. A experiência da música enriqueceu muito minha vida espiritual. E fiz um trato com Deus que eu ia cantar enquanto Ele quisesse que eu cantasse. Ao mesmo tempo, fiz Letras na Unicamp, pois ainda planejava seguir a carreira acadêmica. Queria ser escritor e professor.

Mas como a exposição se tornou um problema na sua vida? A cultura do selfie é algo que me incomoda profundamente, por razões diversas. Demorei dez anos para gravar um DVD e atrasei ao máximo o lançamento. Me deu aflição por razões inexplicáveis. Sei que a gente vive no mundo da imagem. Mas me incomoda o fato de que hoje em dia a gente vê musica, não ouve.

A fama não tem sido uma boa experiência? Não me considero famoso.

Isso não muda o fato que você é bastante conhecido, especialmente para um nicho que tem crescido no Brasil. Sim, não quero desprezar, mas pra mim famoso de verdade é a Britney Spears e os cem paparazzi atrás dela o tempo todo (risos). Meu conceito de fama é esse. Eu sempre fui o menino nerd da turma. Tirava boas notas e apanhava dos outros garotos na escola, pelo menos duas vezes na semana (risos). Vivia lendo e não tinha amigos. Era muito pequeno, estrangeiro… foi uma série de coisas que ajudou a definir quem eu sou, minha personalidade.

Mas ao mesmo tempo em que não gosta de exposição, você se expõe em shows, atendimento aos fãs, programas de TV. Não prefere colocar limites? É contraditório mesmo, eu sei, mas já coloco bastante limite. Apesar de não gostar, sei que a exposição é necessária, porque acredito que a mensagem é relevante. E não tem jeito de levar essa mensagem sem se expor. Não é a exposição da arte que me incomoda, é a cultura do selfie, quando a arte fica em segundo plano.

Ainda planeja ser um escritor? Está na agenda escrever um livro, mas, se fizer isso, dificilmente vou lançar com meu nome. Adoraria escrever uma fantasia. Sou fã de escritores como George R.R. Martin e J. R. R. Tolkien.

O mercado da música gospel cresceu muito, o que movimenta uma série de críticas de diversos lados, religiosos ou não. O que acha disso? Não gosto do preconceito que aponta que algo é ruim só no meio religioso. O que é ruim é ruim. Não é mais ou menos nocivo. A hipocrisia é ruim em qualquer lugar. O egocentrismo é ruim, ponto. Minha expectativa em relação ao ser humano é que ele seja humano, crendo ou não em Deus. Não segmento a música entre religiosa e não religiosa. Porém a carreira artística cristã envolve outras coisas no imaginário do público. E isso é intensificado com as redes sociais. Eu acredito que Deus não criou nenhum ser humano para ser famoso, para parecer mais importante que o outro. Somos todos iguais. A gente vive em um mundo de tantos ruídos e críticas, que, sinceramente, minha opinião não importa. O que eu tenho a dizer eu digo através da minha arte. Só porque tenho seguidores no Facebook, preciso dar opinião sobre tudo? Manter a sanidade nos dias de hoje não é fácil. A tentação de ser hipócrita é diária. De falar o que as pessoas querem ouvir.

No ano passado, sua vida pessoal, especialmente a separação, foi assunto em sites especializados em fofocas sobre celebridades gospel Pois é, esse tipo de site existe (risos). Eu vi isso, e dizer que não me incomoda seria mentira. O que mais incomoda são as conclusões que se chegam. Mas eu entendo, pois sou uma pessoa muito reservada, não falo da vida particular. Não tenho nada a esconder, mas com as redes sociais as pessoas perderam a noção da esfera pública e privada.

O que planeja para o futuro? Já tinha combinado com a gravadora entregar este ano a turnê e também um EP ao vivo, acústico. Vamos documentar os shows e depois veremos o que fazer com o material. Também vou lançar um selo este ano, com alguns jovens artistas do meio. Quero viabilizar a carreira deles para que caminhem sozinhos. No fundo, tenho esse desejo de passar o bastão. Vou trabalhar bastante este ano, e no próximo fico fora. Não sei se volto.leonardo-gonçalves

Para onde vai? Ainda não defini pra onde ir. Estou considerando um projeto de voluntariado, talvez no Oriente Médio, na Ásia. Estou sondando alguns lugares. Outro plano é ficar um ano em Israel para estudar hebraico. Sei que não quero trabalhar com música. Meu sonho seria dar aula de inglês para crianças refugiadas na Palestina de dia e a noite estudar hebraico em Jerusalém (risos). Não sei se isso existe, mas seria perfeito.

Oremos para que Deus venha dar a direção ao cantor e o que ele for fazer para a Obra do Senhor, veja ser marcado por sinais e maravilhas. O mundo da música gospel está triste, mais feliz ao mesmo tempo por saber, que Leonardo Gonçalves tem planos de continuar trabalhando em prol ao Reino de Deus.

Portal Padom

[Assunto Polêmico] O que importa numa música cristã é apenas a ‘Letra’? Todos os ritmos musicais realmente edificam?

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Estamos vivendo dias difíceis no meio evangélico!! Com a popularização da música gospel, aliada à secularização da Igreja, vários estilos musicais começaram a ser usados, afim de facilitar uma aproximação com os que se encontram perdidos!! [Dar uma ajudinha ao Espírito Santo né? Já que oração e pregação da Palavra num é suficiente!! aiai…*estou sendo irônico]

Desde então, conflitos têm surgido à respeito dessa atitude que, para alguns poucos[como eu], seria considerada profana!! Uma maculação do verdadeiro Louvor!!

Desde que o Louvor foi “profanado” percebemos que o “crente” tem perdido a sua distinção, sua separação, ou seja, sua santificação, ou melhor, sua identidade cristã!

Atualmente quase não se vê diferença entre um cantor cristão e um não cristão! Eles se vestem do mesmo jeito, falam do mesmo jeito, usam as mesmas técnicas, possuem as mesmas gravadoras, usam os mesmo estilos, pulam do mesmo jeito… mas graças a Deus um deles ainda usa o nome de Jesus “nalgumas letras mal feitas” que mais atrapalham do que promovem o discernimento espiritual!! Triste!!

Será que citar o nome de Jesus santifica o estilo musical?? Será que todo estilo musical edifica?? Essas perguntas são bem respondidas e com evidências científicas , na Palestra abaixo!!

Se você é um cristão que tem percebido algo de errado nesse movimento gospel e deseja possuir melhores argumentos, afim de esclarecer a verdade aos incautos irmãos que estão “embriagados”, assista, compartilhe, faça download e distribua a Palestra abaixo, em nome de Jesus!

Paz….

[Apostasia] O “sucesso” das baladas gospel pelo país

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O portal IG publicou uma matéria onde faz um levantamento das “baladas gospel” que têm se multiplicado pelo país. Uma das mais antigas é a Gospel Night, criada há 15 anos pelo DJ Marcelo Araújo, do Ministério Voz de Deus. A balada reúne em torno de 3 mil pessoas e acontece trimestralmente no Melo Tênis Clube, no Rio de Janeiro.

“A proposta é se divertir sem se corromper. Não se embebedar, não ter que dançar até o chão, nem ter que andar com roupa sensual para chamar a atenção de alguém e ter um encontro naquela noite. Não precisa ficar com 500 pessoas na noite só para se animar”, esclarece.

Anderson Dias Barbosa, conhecido como DJ Pastor iniciou 13 anos atrás a balada que ocorre todo último sábado do mês na Comunidade Evangélica Crescendo na Graça, em São Paulo. Além do repertório de música gospel, o espaço no templo oferece mesa de bilhar, fliperama, torneio de basquete de rua e competição de videogame.

Fundador da igreja, o DJ veio de família evangélica, mas conta que se afastou da igreja na juventude pois queria “poder sair para dançar”. Depois que voltou, foi isso que decidiu oferecer. A festa tem um custo de R$ 5, que ajuda a financiar o projeto Rei das Ruas, que ajuda no tratamento de dependentes de drogas.

Em geral, a balada vai das 23h até as 4h. O DJ Pastor calcula que mais da metade dos frequentadores não são evangélicos. “A balada não tem o intuito de convertê-los, mas de levá-los a pensar”, explica. Entre as músicas ele faz uma pregação rápida, “que acaba atingindo um objetivo nosso que é fazer o cara refletir sobre a palavra de Deus”, explica. Em 2014 ele pretende organizar a primeira rave gospel, que deve durar 22 horas sem parar.

A maior balada gospel do Brasil é a Sky, que reúne em média seis mil pessoas na sede da Igreja Renascer, na Mooca, em São Paulo. Já existe há seis anos e também ocorre em outras cidades de SP e em breve deve chegar ao Nordeste.

Alexandre Ricardo Pereira, um dos organizadores, contou ao IG: “Nosso foco principal é trazer essa galera que não é evangélica para curtir o evento”. No mesmo local, a Renascer organizou em junho, a Moocareta, uma micareta gospel que deve ter mais uma edição ano que vem.

Embora sejam diferentes, esses eventos tem vários aspectos em comum. Seu público alvo tem idade entre 16 e 26 anos. Os ritmos presentes nas baladas são diversos, incluindo funk, axé, hip hop, black music e forró. Sempre em versão gospel, ou seja, com letras de conteúdo religioso.

Também é proibido o consumo de drogas e álcool. Para beber, refrigerante, energético e coquetel sem álcool. A chamada “pegação” é vedada. Existe até uma equipe da chamada “Operação Desgrude”, que separa os casais mais assanhados.

“Embora levem o nome de gospel, obviamente este tipo de evento é alvo de críticas de várias grupos evangélicos. “Há uma certa repressão. Tem pastores que proíbem os membros de participar”, diz Pereira, da Renascer.

O DJ Marcelo Araújo conta que geralmente convida quem o critica para conhecer a festa ao vivo. “A gente encara a música como louvor a Deus. Eles passam a olhar com outros olhos quando ouvem as letras. Todas têm mensagens totalmente evangélicas”, explica Neto Marotti, baixista e líder da banda de axé gospel DOPA, que também é pastor.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/sucesso-baladas-gospel/

SUPLEMENTO

[Testemunho] Depois de alguns anos, a Banda Catedral faz um vídeo, onde conta toda a Verdade!

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O Início

Os boatos de que a banda negaram sua fé começaram a partir de 2000, quando a banda assinou contrato com uma grande gravadora secular, a Warner Music. O Catedral na época pertencia ao cast da gravadora MK Music e quando apareceu a oportunidade na Warner, o contrato que a banda e a gravadora MK Music tinham foi rescindido por acordo mútuo.

No processo de divulgação da nova gravadora, a banda concedeu entrevista para o site “Usina do Som”. Quando a entrevista foi publicada, nela constavam diversas frases supostamente ditas pelos componentes da banda e que ofendia a igreja e o mercado evangélico. A banda Catedral negou veementemente que quaisquer membro da banda tenha feito aquelas afirmações e acusou o site de ter distorcido o que fora realmente dito.

Após a publicação da entrevista no site “Usina do Som”, a gravadora MK Music divulgou que a rescisão ocorrera por não querer vincular-se à banda, já que fora demonstrado na entrevista que esta não tinha compromisso cristão. Em diversos pontos afirmava que a saída da banda do cast da gravadora havia sido uma espécie de punição.

Diante do abalo da imagem da banda, esta processou a gravadora MK Music e, após 10 anos, a banda saiu vitoriosa. Clique aqui e confira a notícia publicada no Gospel+ sobre este processo.

Catedral no Programa do Jô

Um dos boatos que espalhou de maneira mais eficiente no meio cristão foi o de que a banda Catedral teria participado do Programa do Jô e lá teria negado a Cristo três vezes, assim como o apóstolo Pedro. A equipe do Gospel+ procurou na internet evidências da particpação da banda, se possível um vídeo, mas nada encontrou.

No blog de Kim, vocalista do Catedral, ele fala sobre o assunto quando questionado: “Agora sobre o boato do Jô partir da nossa produção, só se você for louco pra pensar isso!  Quem inventou isso inventou de uma maneira tão diferente que mesmo sendo a coisa mais estúpida que eu já vi,  pegou como se fosse uma verdade sem ter cabimento algum pois nunca fizemos esse programa. O que podemos fazer? Nada…”.

Marcos Honorato, fã da banda Catedral, trouxe a um grupo de emails sobre a banda uma prova de que tal entrevista nunca teria ocorrido. Na mensagem enviada ao grupo, Marcos encaminhara um email que seria a resposta da produção do Programa do Jô ao seu questionamento sobre se havia ocorrido a entrevista com a banda Catedral – uma resposta negativa, afirmando que a banda nunca teria participado do programa. Clique aqui e confira o email.(ou veja foto abaixo)

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Em entrevista recente para o site “Creio”, Kim afirmou: Só nós sabemos o que passamos. Fomos injustiçados por inverdades. Fomos massacrados”.

É Cristã?

Levando em conta que o principal boato que colocava a fé da banda “em xeque” nunca foi provado, que uma entrevista com afirmações aparentemente manipuladas tenha manchado a fama da banda e que a grvadora MK Music teria agido precipitadamente ao afirmar que a banda não tinha compromisso cristão, questionamos: podemos afirmar que a banda Catedral é cristã?

Obviamente não cabe a nós julgar o compromisso da banda com Deus. Entretanto, faz se importante destacar que antes de levarmos adiante algum boato, devemos pesquisar se aquilo que afirmamos é, de fato, verdade ou não.

Deixamos este espaço aberto para todo aquele que tem alguma informação extra sobre o assunto. Colabore comentando esta matéria com todos os dados que você tiver sobre o assunto.

Fonte: Gospel+

SUPLEMENTO

A Banda Catedral deixou de ser Gospel há alguns anos, pois entenderam que não possuíam um “Ministério de Louvor“, mas sim uma “Profissão Artística“. Ao contrário de muitos que têm enganados os neófitos da Fé, eles assumiram ser “Profissionais da Música” e nem por isso deixaram de ser cristãos. Veja o depoimento do Kim sobre isso, abaixo:

Para entenderem que a atitude tomada pela Banda não foi de Apostasia, assista ao vídeo abaixo, onde o Yago Martins explica bem a diferença entre o Ministério de Louvor e a Profissão Musical:

Abaixo segue o recente vídeo feito pela Banda dando o seu Testemunho sobre a Calúnia que sofreram. Assistam e fiquem por dentro de toda VERDADE. Fiquei chocado, pois também fui enganado e deixei de ouvir as músicas da Banda por causa dessa MENTIRA. Também já sofri muito por causa de calúnia, então sei o que eles passaram e sentiram.