[Maná] A notícia que transforma

“Alegrem-⁠se sempre no Senhor. Novamente direi: Alegrem-⁠se! Seja a
amabilidade de vocês conhecida por todos. Perto está o Senhor. Não
andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas,
e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de
Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de
vocês em Cristo Jesus” (Fp 4:4-⁠7, NVI).

Será que Paulo praticou a admoestação que ele mesmo enviou à igreja
de Filipos? Prisioneiro em Roma, ele cumpria uma sentença indeterminada
por um crime que não cometeu. Tinha todos os motivos humanos para estar
desalentado. Contudo, escreve que devemos regozijar-⁠nos, ser amáveis,
não sofrer de ansiedade, ser agradecidos, ter paz e cultivar apenas
pensamentos corretos (Fp 4:8). Era uma ordem difícil de cumprir, mesmo
para os filipenses que não estivessem presos.

Qual era o segredo de Paulo? Ele vivia “em Cristo Jesus”. Seu
relacionamento com Jesus era sua arma secreta. “A paz de Deus, que
excede todo o entendimento”, guardava as avenidas para a mente e o
coração dele. O relacionamento com Jesus o sustentou, apesar das
circunstâncias extremamente probantes.

Somente uma relação estável com Jesus possibilita esses atos e
atitudes. “Pouco têm que ver as circunstâncias com as experiências
da alma. É o espírito nutrido o que dá colorido a todas as nossas
ações. Uma pessoa em paz com Deus e seus semelhantes não pode ser
infeliz. … O coração em harmonia com Deus eleva-⁠se acima dos
aborrecimentos e provas desta vida. Mas um coração em que não há a
paz de Cristo é descontente, infeliz; a pessoa vê defeitos em tudo e
ocasionaria discórdia na mais celestial das músicas”

Se Paulo não descreveu a sua presente atitude para com a vida – se
você ainda luta consigo mesmo – não se sinta abatido ou desanimado.
Melhorando seu relacionamento com Jesus, “a paz de Deus, que excede
todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo
Jesus”.

[Maná] A memória de Deus

“Sou Eu, Eu mesmo, Aquele que apaga suas transgressões, por amor de Mim, e que não Se lembra mais de seus pecados” (Isaías 43:25).

Uma viúva e um viúvo, entre 80 e 85 anos de idade, participaram de um almoço promovido pela comunidade. Na ocasião, houve troca de olhares, uma rápida conversa e uma amizade começou. Pouco tempo depois, ele decidiu pedir a mulher em casamento. Preparou-se, perfumou-se e foi visitá-la. Voltou para casa nas nuvens. Ela havia dito “sim”. Mas, naquela noite, o homem acordou e se perguntou: “Ela disse sim ou não?” Procurava conciliar o sono, mas não conseguia.

Logo de manhã cedo, chamou pelo telefone: “Ontem alguém lhe pediu em casamento, não é verdade?” E do outro lado da linha: “Ai, que bom que você está chamando. Sim, é verdade, alguém me pediu em casamento.” “E… você disse sim ou não?”, perguntou o idoso. “Eu disse sim, só que não me lembro para quem.”

Uma das coisas mais fantásticas é a capacidade da memória humana. A palavra memória chama para si muitos contrastes: algumas vezes nos ajuda a dormir, noutras nos mantém acordados. Num dia nos censura e noutro nos aplaude; algumas vezes é doce lembrança, noutras, amargas recordações.

Você já pensou em que confusão mergulharíamos se não fosse a memória? “Onde estão as chaves?” “Onde estacionei o carro?” “Onde deixei os óculos?”

Há pessoas que têm habilidade fantástica de memorizar fórmulas, códigos, senhas e nomes de pessoas, mas, por ironia, se esquecem do aniversário de casamento ou do compromisso que tinham para jantar com um amigo.

Deus diz: Eu não Me lembro mais dos seus pecados, e num contrassenso nós nos lembramos dos nossos pecados. É o que um professor da Andrews University, procurou esclarecer, perguntando para onde fora a cegueira do cego de nascença, a paralisia do paralítico de Betesda e a lepra do leproso. “Para a terra do esquecimento”, respondia ele. E qual era o sentimento de cada um desses curados ao se lembrar do que tinham sido e de que agora estavam curados? Claro: gratidão e alegria!

No entanto, qual é o nosso sentimento quando nos lembramos de nossa vida passada? Mágoa, remorso, tristeza? Sim, a menos que nos deixemos banhar pela graça de Jesus.

Deus diz: Eu, Eu mesmo, aquele… Três vezes Ele Se identifica para não deixar dúvidas de Sua autoridade. Como o Deus da graça, Ele completa: …que não Se lembra mais de seus pecados.

NT

[Mana] Por que adoramos a Deus?

Cantem louvores ao SENHOR, vocês, os seus fiéis louvem o seu santo nome. SALMOS 30. 4

Adoramos a Deus porque precisamos. Qual é a principal razão para aplaudir a Deus? Ele merece. Se cantar não causasse nada além de esgotamento na voz, se contribuir apenas esvaziasse sua carteira, se a adoração não fizesse nada por você, ainda assim seria certo prestá-la. Deus justifica nossa adoração.

Ele mistura forças que lançam meteoros, fazem planetas orbitarem e acendem estrelas. Ordena baleias a fazer jorrar ar salgado, petúnias a perfumar a noite e pássaros canoros a encher de alegria a primavera. Acima da terra, flotilhas de nuvens criam formas e mais formas; dentro da terra, camadas de rochas murmurantes se movem e viram.

E o que dizer da ternura? Deus nunca tirou os olhos de você. Nem por um milissegundo. Ele está sempre perto. Ele vive para ouvir a batida do seu coração. Ele ama ouvir suas orações. Ele morreria por seu pecado antes de deixar que você morresse em seu pecado, de modo que fez exatamente isso.

O que você faz com tal Salvador? Você não canta para ele? Não o celebra em batismo, não o exalta na ceia do Senhor? Você não dobra o joelho, abaixa a cabeça, bate um prego, alimenta o pobre e entrega seu dom em adoração? É claro que sim.

Adore a Deus. Aplauda-o alto e constantemente. Para seu bem, você precisa disso.

E, para o bem do céu, ele merece isso.

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Deus Pai, tu não apenas mereces ouvir nosso louvor como nós precisamos entregá-lo a ti. Nós nos postamos diante de ti maravilhados e em temor. Somos melhores por causa disso.

[Maná] O Pote da Oração

 

“Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições contudo, tenham animo! Eu venci o mundo”. Jo 16. 33

Digamos que algo gerador de estresse cruze seu caminho. A médica decide que você precisa de uma cirurgia Ela detecta um nódulo e acha que é melhor removê-lo. Assim, lá está você, saindo do consultório. Acabou de receber um copo de ansiedade. O que vai fazer com ele? Você pode colocá-lo em um entre dois potes.

Pode jogar sua má noticia na panela da preocupação e tirar uma colher. Acenda o fogo. Cozinhe-a. Mexa. Deixe ferver por um tempo. Não demora muito e você terá uma deliciosa travessa de pessimismo.

Que tal uma ideia diferente? O pote da oração. Antes de a porta do consultório da médica fechar, entregue o problema a Deus. “Aceito o teu senhorio. Nada chega a mim que não tenha passado primeiro por ti”.

Sua parte é oração e gratidão. A parte de Deus? Paz e proteção.

E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus(Fp 4. 7).

…**…

Senhor Deus, quando eu estiver cercado por desejos imensos, que meus pensamentos e minhas palavras se voltem para ti. Em vez de discutir o problema, lembra-me de conversar contigo. Que meu primeiro pensamento pela manhã e meu último pensamento à noite estejam centrados em ti. Quando for tentado a olhar para os gigantes da minha vida, optarei por olhar para ti.

[Maná] Novo a cada manhã

chuva

Louvem o SENHOR […] porque imenso é o seu amor leal por nós.
Salmos 117. 1-2

Você fez uma bagunça ontem. Disse as palavras erradas, fez a curva errada, amou a pessoa errada, reagiu da maneira errada.

Você fez uma bagunça ontem. Mas você fará mais bagunça ainda se permitir que os erros de ontem sabotem a atitude de hoje. As misericórdias de Deus são novas a cada manhã. Receba-as. Aprenda uma lição com as florestas das cascatas no estado de Washington. Algumas de suas árvores têm centenas de anos, ultrapassando em muito a expectativa de vida de cinquenta ou sessenta anos. Um dos patriarcas cheio de folhas tem sete séculos! O que faz a diferença? Chuvas abundantes diárias. Inundações mantêm o chão úmido, as árvores molhadas e os relâmpagos impotentes.

Relâmpagos também atingem você. Raios de arrependimento podem pegar fogo e consumir você. Contra-ataque com aguaceiros da graça de Deus, banhos diários de perdão. Uma vez por ano não é suficiente. Uma vez por mês não basta. Chuvas semanais deixarão você seco. Umidade esporádica deixará você passível de pegar fogo.

Você precisa ficar plenamente ensopado todo dia.

“Graças ao grande amor do SENHOR é que não somos consumidos, pois as suas misericórdias são inesgotáveis. Renovam-se cada manhã” (Lm 3. 22-23).

…**…

Deus poderoso, teu amor leal é a minha esperança. Quando faço coisas ervadas, o que acontece com frequência, posso me lançar em tua misericórdia e saber que encontrarei o teu amor. Tu nunca te afastarás de mim quando eu me arrepender e confessar.

[Maná] Não podemos controlar as pessoas

raiva

Quem faz a vontade de Deus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe. Marcos 3.35

Não podemos controlar a maneira como nossa família nos responde. Quando se trata do comportamento dos outros em relação a nós, nossas mãos estão atadas. Precisamos ir além da expectativa inocente de que, se fizermos o bem, as pessoas nos tratarão da maneira correta. O fato é que isso pode acontecer ou não-não podemos controlar a maneira como as pessoas reagem a nós.

Se o seu pai é um imbecil, você poderia ser a melhor filha do mundo, e ele, ainda assim, não diria isso.

Se a sua irmã está sempre reclamando do que você ganhou e ela não, você poderia dar tudo a ela e ainda assim talvez ela não mudasse.

Você estará amarrado pelas opiniões das pessoas enquanto achar que pode controlar o comportamento delas em relação a você. Se acha que pode controlar a opinião delas e a opinião delas não for positiva, então adivinhe quem você precisa culpar? Você mesmo.

Quando os irmãos de Jesus não compartilharam de suas convicções, ele não tentou impô-las a eles. Ele reconheceu que sua família espiritual poderia dar-lhe aquilo que a família física não podia.

“Quem faz a vontade de Deus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe” (Mc 3.35).

Se o próprio Jesus não pôde forçar sua família a compartilhar de suas convicções, o que o leva a pensar que você pode?

…**…

Jesus precioso, que possamos olhar para nossa família e nossos amigos com os teus olhos de amor e compaixão. Que sejamos fiéis em orar por eles, pacientes a ponto de amá-los e humildes para ajudá-los.