[Assunto Polêmico] O que importa numa música cristã é apenas a ‘Letra’? Todos os ritmos musicais realmente edificam?

ritmos

Estamos vivendo dias difíceis no meio evangélico!! Com a popularização da música gospel, aliada à secularização da Igreja, vários estilos musicais começaram a ser usados, afim de facilitar uma aproximação com os que se encontram perdidos!! [Dar uma ajudinha ao Espírito Santo né? Já que oração e pregação da Palavra num é suficiente!! aiai…*estou sendo irônico]

Desde então, conflitos têm surgido à respeito dessa atitude que, para alguns poucos[como eu], seria considerada profana!! Uma maculação do verdadeiro Louvor!!

Desde que o Louvor foi “profanado” percebemos que o “crente” tem perdido a sua distinção, sua separação, ou seja, sua santificação, ou melhor, sua identidade cristã!

Atualmente quase não se vê diferença entre um cantor cristão e um não cristão! Eles se vestem do mesmo jeito, falam do mesmo jeito, usam as mesmas técnicas, possuem as mesmas gravadoras, usam os mesmo estilos, pulam do mesmo jeito… mas graças a Deus um deles ainda usa o nome de Jesus “nalgumas letras mal feitas” que mais atrapalham do que promovem o discernimento espiritual!! Triste!!

Será que citar o nome de Jesus santifica o estilo musical?? Será que todo estilo musical edifica?? Essas perguntas são bem respondidas e com evidências científicas , na Palestra abaixo!!

Se você é um cristão que tem percebido algo de errado nesse movimento gospel e deseja possuir melhores argumentos, afim de esclarecer a verdade aos incautos irmãos que estão “embriagados”, assista, compartilhe, faça download e distribua a Palestra abaixo, em nome de Jesus!

Paz….

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[Apostasia] O falso deus da música de alguns dos evangélicos

Lamentavelmente alguns dos evangélicos tem feito da música o seu único e exclusivo deus. Para estes, o louvor é mais importante que tudo o que acontece no culto, incluindo é claro, a pregação da Palavra.  Infelizmente, estes adoradores de  “GEZUIS”  fizeram do louvor um tipo de bezerro moderno, onde o deus adorado satisfaz os desejos, sonhos e vontades do adorador.

Recordo que há alguns anos fui convidado a pregar em um Congresso Missionário numa igreja de porte médio na cidade de São Gonçalo. Bom, quando lá cheguei, fui abordado pelo líder de missões que me disse o seguinte:
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“- Pastor, o povo da nossa igreja não está acostumado com mais de 20 minutos de pregação. Na verdade, nós aqui não gostamos muito de gastar o tempo do culto ouvindo a Palavra. Nosso povo gosta mesmo é de adorar a Deus. O louvor liberta pastor, o louvor liberta!”
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Pois é,  assim como essa igreja existem outras mais que não estão interessadas em ouvir a exposição das Escrituras. Para estes, o que importa é o louvorzão, a música descontraída e a alegria de ser gospel.
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Caro leitor, esse falso deus precisa ser desmascardo. Ao contrário do que alguns tem ensinuado, o momento de louvor com música nunca foi um sacramento cristão, todavia, em virtude dos interesses comerciais do famigerado movimento gospel, não são poucos aqueles que fizeram tanto da adoração como dos adoradores, deuses e sacerdotes.
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Sim é isso mesmo! Cantores se transformaram em sacerdotes iluminados, cujo estilo de vida enaltece o deus da música. Ora, tudo aquilo que fazemos, segundo as Escrituras, deve ser feito para a glória de Deus. Nosso objetivo final deveria ser glorificar ao Senhor não só com os nossos lábios, mas com nossas vidas e contudas, entretanto, os adoradores da música, tem roubado para si a glória de Deus, construindo falsos altares, elevando diante dos homens seus parcos e pobres nomes.
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Definitivamente a coisa está feia! Minha oração é que o Senhor destrua essa falso deus do evangelicalismo moderno,  nos reconduzindo assim a sala do trono e que lá possamos adorá-lo integralmente entendendo que a glória, o louvor, a soberania pertence exclusivamente a Ele.Pense nisso!

Renato Vargens

 
Infelizmente é isso mesmo que tem assolado o meio evangélico com as Baladas e Shows Gospeeelllll…Que o Senhor ilumine essa geração que CANTA e DANÇA, mas pouco SANTIFICA! 
 
Arauto de Cristo

[Apostasia] Música Gospel – Secularização do “Louvor”

Pastores conservadores proíbem Oficina G3 de tocar em evento

Repare nas mãos dos integrantes à esquerda!

O grupo Oficina G3 não vai mais participar da Exposição Agropecuária da cidade de Goianésia (GO) porque os pastores mais tradicionais pediram aos organizadores do evento cancelar a apresentação por não concordarem com o estilo musical da banda.

A Pecuária 2011 é um evento tradicional da cidade que reúne exposição de animais, máquinas e barracas do comércio municipal e além disso também traz shows de grupos consagrados tanto bandas seculares como bandas cristãs, católicas e evangélicas.

Mas neste ano o Sindicato Rural teve que acatar o pedido dos pastores e cancelou a participação da banda que representaria os evangélicos no evento.

O pastor da maior denominação da cidade entende que a presença dos músicos Jean, Duca, Juninho Afram e Mauro seria um mau exemplo para a juventude da cidade.

Os jovens que curtem o som da banda fizeram um abaixo-assinado para tentar impedir a ação de alguns dos líderes religiosos, mas foi em vão.

Segundo Wilson Portilho, Presidente do Sindicato Rural, realizador da festa, o cancelamento do show não teve nada a ver com o Sindicato que apenas recebeu a opinião dos pastores em cancelar, da mesma maneira que recebeu para contratar antes.

O pastor que não teve o nome revelado chegou a dizer que, caso a banda participasse da feira, os fiéis estariam proibidos de visitar a festa, não somente na noite do show, mas a qualquer dia do evento.

Fonte: Gospel Prime

Triste! O Melhor título para essa matéria seria:

Pastores COMPROMISSADOS COM A SANTIFICAÇÃO, COM A PALAVRA E, PORTANTO, COM JESUS proíbem Oficina G3 de tocar em evento

Estamos vivendo numa época onde a inversão de valores é FATO. E, por mais triste que seja, o meio evangélico está passando pelo mesmo processo. Isso é o que chamamos de SECULARIZAÇÃO da Igreja. Em outras palavras, de forma bem clara, a aparente “Igreja”(coloquei aspas pois a verdadeira Igreja busca a santificação) está se tornando MUNDANA, ou seja, está se conformando com o MUNDO.

SANTIFICAÇÃO

O QUE É

A santificação é a separação de alguém ou de alguma coisa, do mal para Deus. Santificação é o processo pelo qual Deus conforma a vida e a conduta do crente à imagem de Cristo.

Quando alguém é justificado, Deus declara-o justo; é alguma coisa que Deus opera POR nós. Mas a santificação é algo que Deus opera EM nós.

A justificação coloca-nos em relação certa com Deus, mas a santificação manifesta o fruto daquela relação. O fruto manifesta-se por uma separação do mal, DO MUNDO e uma consagração a Deus.

A palavra santificar, na língua original da Bíblia, significa cortar ou apartar, portanto, representa como Deus nos aparta do mundo, e também aparta de nós o mundo. Santificação envolve:

1. Separação do mundo, de todo o mal e impureza

 “Ouvi-me, ó levitas, santificai-vos agora, e santificai a casa do Senhor, Deus de vossos pais, e tirai do santuário a imundícia II Crónicas 29:5

Outras passagens indicam que a santificação exige separação da impureza : II Crónicas 35:6; Êxodo 19:10, 15; I Crónicas 15:12; Josué 3:5 e Jó 1:5. Com bastante atenção leia cada um destes versículos e verá que todos falam da purificação pessoal.

2. Consagração a Deus

Uma pessoa, um lugar ou uma coisa separada ou dedicada exclusivamente para o serviço de Deus, é consagrada. No Velho Testamento lemos que casas eram santificadas ao Senhor:

E quando algum santificar a sua casa, para ser santa ao Senhor, o sacerdote a avaliará, seja boa ou seja má; como o sacerdote a avaliar, assim será”; também Salomão, depois que terminou, consagrou o templo a Deus; pessoas foram consagradas a Deus – por exemplo, Jeremias: Antes que te formasse no ventre, te conheci, e, antes que saísses da madre, te santifiquei (consagrei ); às nações te dei por profeta.

3. Vida Santa

O resultado da santificação, purificação do pecado e consagração a Deus, é uma vida santa. A nova natureza de alguém que foi recriado em Cristo deseja apenas o que é puro, justo e incontaminado. À medida que Deus santifica o crente e este se santifica a si mesmo, a natureza moral de Deus – a santidade – forma-se na sua vida. Através do processo de santificação, Deus está a preparar o crente para o Seu reino:

Como, também, nos elegeu nele, antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irreprensíveis, diante dele em amor. Efésios 1:4

Portanto, a todo aquele que nasceu de novo, em Cristo, é-lhe requerido uma vida santa. Toda as nossas palavras, pensamentos e ações têm de estar sujeitos ao controle do Espírito de Deus. Viver uma vida santa é um mandamento das Escrituras:

Fala a toda a congregação dos filhos de Israel, e diz-lhes: Santos sereis, porque Eu, o Senhor, vosso Deus, sou santo. Levítico 19:2

Portanto, santificai-vos, e sede santos, pois eu sou o Senhor, vosso Deus . Levítico 20:7

Ao ler estes versículos, compreendemos que Deus quer que o seu povo se separe do mal e da impureza, que seja conhecido, pela sua conduta e desejo de servir apenas a Deus.

Mas, como é santo aquele que vos chamou, SEDE VÓS, TAMBÉM, SANTOS em toda a vossa maneira de viver; porquanto está escrito: SEDE SANTOS, PORQUE EU SOU SANTO. I Pedro 1:15, 16

Portanto temos que ser SEPARADOS, DISTINTOS, LUZ EM MEIO AS TREVAS. Agora lhes pergunto, quando vocês examinam bandas, como a citada acima, é fácil perceber a SEPARAÇÃO, a DISTINÇÃO, ou seja, a SANTIFICAÇÃO? Ou seus estilos são quase idênticos ao Mundo? Uma pessoa sem informação conseguiria perceber que se tratam de crentes em Jesus, evangélicos, critãos, só de olhar o comportamento dos mesmos no palco ou seria mais fácil achar que era um grupo MUNDANO? Reflitam!

Atualmente, de acordo com as novas estratégias desenvolvidas pelas Igrejas para se ganhar novos membros, há uma necessidade de buscar satisfazer o gosto de todos, para que eles possam se sentir acolhidos e, portanto, decidirem se tornar “evangélicos”. Parace que a pregação da Palavra, a tempo e fora de tempo, com a intervenção indispensável do Espírito Santo não são suficientes para se conquistar novas almas para o Reino. Com isso, criamos uma Geração Gospel, mas não CRISTÃ. A Palavra da Santificação para esses  continua sendo “loucura”. O que é um indício de que permanecem como homens “naturais“, ou seja, não passaram pelo novo nascimento para se tornarem espirituais e entenderem a Palavra de Deus. Paulo escreveu:

Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus.

As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais.

Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.

Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido.

Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo. 1 Co 2:12-16

Para aqueles que acham que a atitude tomada pelos Pastores é EXAGERADA. CUIDADO! Caso você realmente não vê problema nenhum na Oficina G3 e não consegue aceitar a decisão dos Pastores por não conseguir entendê-la, EXAMINE-SE, existe uma grande possibilidade de você NÃO ter tido um encontro com Cristo. O novo nascimento, onde nos tornamos seres espirituais, não ocorreu em você. E Jesus disse:

Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.

Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?

Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.

O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito.

Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo. Jo 3: 3-7

Em resumo, Jesus disse que somente aqueles que possuem o Espírito Santo irão entrar no Reino de Deus. E Paulo afirma que somente esses, que passaram por esse novo nascimento, conseguem discernir bem tudo.

Portanto, regozige-se você que consegue aplaudir a decisão tomada pelos Pastores, pois já faz parte do Reino de Deus e ele tem lhe capacitado a ter amente de Cristo!

Caso você não aceita ou entende, esse é o momento de pedir a Deus sabedoria. Primeiro, peça perdão pelo tempo de ignorância ou resistência à vontade dEle e busque conhecê-lo mais por meio de sua Palavra, para que você venha a se tornar um verdadeiro e maduro cristão, pois Jesus disse:

Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos;

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Jo 8:31-32

Só permanecendo na Palavra é que você é LIBERTO da escravidão do PECADO, das trevas e da IGNORÂNCIA espiritual. Tornando-se assim um representante de Cristo, um Cristão!

Jesus o abençoe!

Arauto de Cristo

[Alerta] 30 erros que o ministro de louvor NÃO pode cometer

O ministro de louvor Ronaldo Bezerra nos enviou um ótimo artigo para ministros de louvor, dança e também técnicos de som.

 O tema da matéria é: “30 erros que o ministro de louvor NÃO pode cometer”, e você confere na íntegra abaixo:

 1- Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a ministração

 – Devemos nos apresentar como obreiros aprovados (II Tm 2:15).

 A) Aspecto espiritual 

 – É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério é a oração e meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”.

 – Um ministro que não ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser um profissional do púlpito.

 – Se desejamos ter um ministério mais ungido precisamos entender que o endereço da unção está no altar.

 B) Aspecto musical 

– É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento.

– Tenha uma lista definida dos cânticos; quando forem novos, providencie cifras.

– É necessário concentração total durante os ensaios, evitando distrações, brincadeiras e conversas paralelas.

– Estar atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas, etc.

– Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor a falta de técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam.

 2- Nunca preparar a ministração

 – Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra.

– Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na seqüência da música cantada, não há expressão, há insegurança, etc.

– Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes.

– Já avaliamos o preço que muitos pagam para estar no culto para participarem da adoração a Deus? Façamos o melhor para o Senhor!

 3- Atrasar nos compromissos sem dar satisfação

 – O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura cumpri-las à risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados! Se houver problemas ou dificuldades, comunique-se com sua liderança.

– Quando não damos satisfação sobre nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade, e em outras palavras, estamos dizendo “isso não é importante pra mim!”.

 4- Não aceitar as críticas

– Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro sempre nivelado por baixo. As críticas servem para não deixar que caiamos no conformismo e paremos de crescer.

– Devemos receber as críticas com um espírito humilde e disposto a aprender. Quem não é ensinável e não gosta ser contrariado, não pode atuar em nenhum ministério na igreja.

 5- Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem nenhuma demonstração de amor

– Não seja “juiz” das pessoas.

– Mostre a graça de Deus e o amor.

– Não seja grosseiro e indelicado.

– Seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a ministração. Esse primeiro contato é “chave” para uma ministração abençoada e abençoadora.

– Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o caminho para compreensão e recepção da ministração.

– Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim.

– Não seja muito prolixo e cansativo na introdução. Deve ser o suficiente para abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem reservado para cada uma delas.

 6- Utilizar o púlpito para desabafar

– Uma mente cansada não produz com qualidade e o estresse pode levar a pessoa a falar o certo, mas no lugar errado. Púlpito não é lugar para desabafos, é lugar para profecia!

– Tratemos a igreja do Senhor de forma respeitosa (I Pe 5:2-4).

 7- Gritaria

– Não confunda “gritaria” com unção, autoridade e poder. Muitos por não terem o equilíbrio e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes, exagerados e em alguns casos, quase insuportáveis.

– Quem fala deve respeitar a sensibilidade e boa vontade dos que ouvem (I Co 14:40).

– Não é gritando que se alcança o coração das pessoas, mas sim, com unção, habilidade na comunicação e criatividade.

– Há ministros que cantam e falam tão alto e agressivamente, que deixam a impressão de que estão irados com o público. Quem sabe usar de forma inteligente sua voz e os equipamentos de som disponíveis, com certeza alcançará grandes resultados.

8- Expor os músicos, dirigentes ou técnicos durante a ministração

– Por vezes, alguns cometem erros durante a ministração, logo os outros músicos percebem e começam a rir, ou surgem olhares de reprovação, expondo diante de todos, aquele que errou.

– Devemos ser discretos, e quando errarmos, encararmos com naturalidade, sem expor nossos companheiros, porque apesar de estar na frente da congregação, estamos diante do Senhor, ministrando à Ele, e Ele sabe como e quem somos.

– Muitos estão magoados e chateados por terem sido expostos na frente dos outros. Tenhamos uma atitude de amor e respeito uns para com os outros.

9- Tocar, cantar ou dançar com outros ministros sem ser convidado

– Se algum ministro de outra congregação for convidado para ministrar em sua igreja, não suba no púlpito para ministrar sem ter sido chamado e convidado. Isto é falta de educação. Não seja mal educado!

– Muitos, por falta de educação e sensibilidade acabam atrapalhando a ministração daqueles ministros que foram convidados no culto.

10- Usar muitas ilustrações e dinâmicas durante a ministração

– Muitos querem “pregar” durante o louvor. O exagero de histórias, testemunhos, dinâmicas e ilustrações durante os cânticos, comprometem a essência e o propósito da ministração. Ministre cantando! Flua!

– Cuidado com manipulações! Não devemos tratar o público como “macacos de auditório”. Não peça para o público repetir frases feitas o tempo todo, gestos o tempo todo, além de se tornar algo cansativo, o ministro pode cair no ridículo diante do público.

– Evite deixar “brancos” entre um cântico e outro; para isso é indispensável desenvolver um bom entrosamento com os músicos, combinar sinais, etc.

11- Contar histórias ou piadas fora de hora

– Algumas histórias ou piadas, nunca deveriam ser contadas no púlpito da igreja. Não vulgarize o púlpito. Muitos querendo ser descontraídos acabam se tornando desagradáveis, fazendo colocações em momentos inapropriados, e por vezes dizem coisas com duplo sentido.

– Púlpito é lugar de profecia e não palco para piadas. Fomos chamados para ser profetas e não humoristas.

12- Ministrar o tempo todo com os olhos fechados ou olhar só para uma direção

– É importante olhar para as pessoas. Os olhos têm um poder impressionante de captar e transmitir mensagens não verbais.

– É importante transmitir amor, alegria e paz através do nosso olhar. Através de um olhar podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao ministrar, nunca vão saber avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais.

– Para alcançar a atenção de todos, é necessário olhar em todas as direções. Olhar só para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes, ou que não precisam participar daquele momento de ministração.

– Estamos diante de Deus, mas também estamos diante do público. Estamos ministrando a Deus, mas também sendo instrumentos para abençoar a congregação.

13- Exagerar nos improvisos

– A disciplina e a maturidade musical é algo que todo músico deve buscar. Precisamos entender que pausa também é música.

– Acompanhar um cântico antes de tudo, é uma prática de humildade e sensibilidade. Nas igrejas, geralmente, os instrumentistas e cantores querem mostrar sua técnica na hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Economize informações musicais!

– Instrumental: Procure tocar o que o arranjo está pedindo, sem se exceder. Todo músico deve aprender a se “mixar” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical.

– Vocal: Procure cantar a melodia, fazendo abertura de vozes e improvisando apenas em momentos específicos, criando assim, expectativa. Muitas vezes a congregação não consegue aprender a melodia da música por causa do excesso de improvisos dos dirigentes e cantores.

– Avalie o que está tocando e entenda que o trabalho é em equipe, e não apresentação de seu cd solo.

– Procure gravar as ministrações, para que seja feita uma avaliação e as correções necessárias.

– Tocar e cantar de forma madura e eficiente requer disciplina, auto-análise e constante aprendizado.

14- Não ter expressão durante a ministração dos cânticos

– Não seja um “alienígena” em cima do púlpito. Participe de todos os momentos!

– A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre alegria com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode contagiar o público através da sua expressão e entonação de voz.

15- Comunicação inadequada ao tipo de público

– Ser sensível ao tipo de público que estamos ministrando e utilizar uma linguagem adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por exemplo, de uma reunião de jovens, ou crianças, evangelismo, etc. Não trate um público maduro, por exemplo, utilizando uma linguagem de criança e vice-versa.

– Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não precisa ser formal, seja natural, sempre observando o público que você está ministrando.

16- Vestimenta inadequada

– Sua vestimenta deve ser coerente ao tipo de ambiente e reunião que você estará ministrando.

– Cuidado com vestimenta inadequada, tipo roupa justa, cores chamativas, etc.

– Esteja atento a sua aparência – cabelos penteados, dentes escovados, maquiagem leve, usar desodorante, perfume, etc. Lembre-se que o púlpito é uma vitrine. Quem está ministrando passa a ser alvo de observação em todos os sentidos.

17- Cantar cânticos com o qual não está familiarizado

– Não conhece o cântico, não cante! Não sabe tocar o cântico, não toque!

– Para ganhar confiança do auditório, é preciso demonstrar convicção e certeza sobre o que está ministrando. Conhecer bem e ter domínio do cântico ministrado, é imprescindível para que o ministro atinja seu objetivo.

18- Cantar fora da tessitura vocal

– A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos.

– Muitas músicas que ministramos na igreja não fluem como poderiam, por causa da escolha errada da tonalidade. Por vezes, o tom é muito alto e as pessoas não conseguem cantar.

– O tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento, bem como causar danos nas cordas vocais.

19- Elaborar um repertório inapropriado ao tipo de reunião

– Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de jovens, evangelismo, santa ceia, etc; o repertório de um culto dominical é diferente de um lançamento de um cd por exemplo.

– Elabore uma seqüência lógica no repertório, ou seja, músicas de celebração, músicas de adoração, músicas de comunhão, etc. A ministração é como um “vôo de avião”, tem um destino.

20- Cantar muitas músicas num período curto de ministração

– Elabore um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o pastor).

– Dependendo do tempo dado a ministração, não será necessário uma lista extensa de músicas. Esteja atento à maneira como o louvor está transcorrendo e explore um determinado cântico quando perceber que está fluindo profeticamente.

– Muitos exageram no tempo da ministração dos cânticos e passam do horário estipulado, atrapalhando assim, o andamento da reunião. Muitos não se importam se estão agradando ou não. Quando excedemos os limites, podemos cansar o auditório, não atingir os objetivos definidos e forçar a reunião a terminar fora do horário.

21- Ensinar muitas canções num período de ministração

– Para que haja participação do público, procure ensinar durante a ministração, um ou dois cânticos. Procure repetí-los para que todos guardem bem a letra e melodia.

– Quando se ensina muitas músicas num período de louvor, o público não consegue assimilar as canções, causando uma dispersão.

22- Cantar sempre as mesmas músicas nas ministrações

– A Bíblia nos estimula a cantarmos um cântico novo (Sl 96:1). Porque cantar um cântico novo? Para cantar com o coração e não apenas com a mente. Cantar o mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as pessoas acabam cantando apenas com a mente.

– Cometemos um grande erro quando nunca reciclamos o nosso repertório. Reciclar, significa, “atualizar-se para obter melhores rendimentos”. Os ministros devem sempre estar atualizados, escutando boas músicas, consultando a internet, etc.

23- Cantar canções sem a direção do Espírito Santo

– É o Senhor que sabe qual é o cântico certo para a hora certa.

– Devemos tomar cuidado para não cantarmos cânticos que nos identificamos sem ouvirmos o Espírito Santo (I Co 14:8). Muitos só querem cantar cânticos que se identificam apenas atrapalhando assim, o fluir da reunião. Estejamos atentos e sensíveis a voz do Espírito Santo.

24- Não avaliar o conteúdo dos cânticos ministrados

– Muitos estão ensinando canções para a igreja que estão na “moda”, mas que não possuem um conteúdo bíblico correto. Devemos avaliar biblicamente o que estamos ensinando e cantando dentro de nossas igrejas.

– Cantemos cânticos teologicamente corretos

– Cantemos a Palavra de Deus! A Bíblia é o “hinário” de Deus. Quem canta a Palavra de Deus, amanhã não vai precisar pedir desculpas pelo que ensinou.

25- Imitar outros ministros

– Cada um de nós tem características diferentes. Deus nos fez assim! Deus quer nos usar do jeito que somos, com os dons, talentos e as características que Ele nos deu.

– Muitos caem no ridículo quando imitam trejeitos, frases, modo de cantar de outros ministros, etc.

– Cuidado com palavras da “moda”, tipo: “shekiná”, “nuvem de glória”, “trazer a arca”, “chuva”, “noiva”, “abraça-me”; ou então, expressões com duplo sentido, “quero deitar no seu colo”, “quero te beijar”, “quero ter um romance contigo”, “quando Deus penetrou em mim, eu fiquei feliz”, “Quero cavalgar contigo”, etc.

– Não quero ser radical e dizer que há problemas em utilizar estas expressões. Porém devemos refletir o que temos cantado em nossas igrejas. Muitos cantam e compõem canções enfatizando essas expressões, muitas vezes sem saber o significado e sem nenhum propósito, fazem isso apenas por ser uma expressão do “momento”, ou para dar uma idéia de “intimidade” com Deus, tornando-se infelizes nas colocações das palavras, até mesmo com um duplo sentido. Cuidado, intimidade sem reverência vira desrespeito!

– É verdade que Deus nos convida para sermos seus amigos, mas cabe a nós dar a glória devida ao Seu nome! Ele é nosso amigo, mas é nosso Deus! Não devemos tratar Deus como nosso “coleguinha de escola”. Cuidado para que, em nome da “intimidade”, você não perca o respeito e temor a Deus. (Exemplo: A visão de Isaías no cap. 6 – “Ai de mim…”)

26- Deixar o auditório em pé por muito tempo

– Não canse o povo! Ficar em pé 30 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar em pé 50 minutos. Esteja sensível ao ambiente.

– Um público jovem consegue permanecer em pé por mais tempo, mas um público mais velho acaba se cansando mais rápido. Não há nenhum problema em adorarmos a Deus sentado.

27- Deixar de participar de outros momentos do culto

– Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do culto. Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após saem do culto para fazerem outras coisas: conversar com amigos, comer, namorar, etc.

– Temos uma grande responsabilidade do culto que está em nossas mãos, por isso não podemos nos dar ao luxo de termos atitudes egoístas, infantis e irresponsáveis (I Co 3:1-2). Lembre-se: somos ministros de Deus!

28- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de som

– É importante estudar e conhecer os equipamentos de som para poder utilizá-los da melhor maneira, evitando também danos nos equipamentos por causa do seu uso inadequado. Existem muitos “curiosos” atuando nesta área.

– Cuidado com o volume dos instrumentos para não saturar o ambiente e provocar incômodo aos ouvintes.

– Lembre-se que o volume das vozes deve ser maior em relação aos instrumentos para que as pessoas entendam o que está sendo falado ou cantado.

– Sua participação no culto é fundamental. Fique atento! Não fique “viajando”. Concentração total!

– Seja amável e educado quando as pessoas vierem te falar ou orientar algo relacionado ao som.

– Não atrapalhe a ministração. Quando surgir algum problema, seja discreto para poder solucioná-lo.

– Depois de mixado os volumes, não há mais necessidade de ficar mexendo na mesa de som. Portanto, não mexa, pois isso atrapalha o bom andamento da ministração.

– Cuide dos equipamentos e seja zeloso pelas coisas de Deus.

29- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de dança

– Muitos são bem intencionados, mas não possuem o preparo suficiente para dançar.

– Expressão: é importante a expressão facial e corporal, e deve ser condizente com a música que está sendo ministrada.

– Roupas: é importante ser prudente e discreto para que não venha causar polêmica e escândalo dentro da igreja. Tomar cuidado para não tornar a dança algo sensual.

– Técnica e estilo: Todos devem conhecer os vários estilos (balé, street dance, etc), lembrando que cada estilo deve ser coerente ao tipo de música. O sincronismo entre o grupo é um fator muito importante.

30- Atuar no ministério por obrigação e sem alegria

– Quando realizamos a obra de Deus por obrigação não há alegria, mas se torna peso. Você gosta quando alguém vai fazer algo para você por obrigação? Será que Deus gosta quando vamos serví-lo por obrigação? Com certeza, isso não agrada a Deus.

– Se a obra do Senhor tem sido um fardo para nós ou estamos realizando o serviço por obrigação, então é melhor deixarmos o ministério.

– O nosso serviço deve ser com alegria – “Servi ao Senhor com alegria…” (Sl 100:2).

– Valorize o ministério! Valorize esse instrumento poderoso para a edificação da igreja e veículo de evangelização. Você foi escolhido por Deus, portanto, leve a sério o ministério!

Escrito por Ronaldo Bezerra – Publicado no Supergospel com autorização

O artigo acima foi escrito pelo Ronaldo Bezerra, quem quiser entrar em contato com ele, atente para os contatos abaixo.

 “Filhos meus, não sejais negligentes, pois o Senhor vos escolheu para estardes diante dele para o servirdes, para serdes seus ministros e queimardes incenso” – II Cr 29:11 

 Ronaldo Bezerra – Contato ( Shows e Eventos ) – (011) 6190-1839 (das 10hs as 17:30hs) ou (011) 7452-6038 – Falar com Gabriel Baldin.