[e-News] Governo Bolsonaro denuncia na ONU perseguição contra cristãos

O secretário Nacional de Proteção Global do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, Sérgio Queiroz, discursou durante um evento da ONU denunciando a perseguição a cristãos em países onde este grupo religioso é minoria.

Representando o governo de Jair Bolsonaro, Sérgio Queiroz participou de um evento organizado pelo governo da Polônia que também tem a defesa do cristianismo como uma de suas bandeiras. Pelas redes sociais, o secretário comentou sobre seu discurso e declarou que se permitiu ser “politicamente incorreto” ao falar sobre o assunto.

“Fiz questão de enfatizar uma inconveniente verdade de que, embora diversas religiões sofram em países onde são minoria, os cristãos são o grupo mais perseguido no mundo, de acordo com recentes relatórios, especialmente em países onde o Cristianismo é proibido. Essa realidade tem que mudar”, disse ele que é pastor evangélico.

O painel aconteceu nesta segunda-feira (8) em Genebra e foi organizado pela Polônia, Brasil e Iraque com o tema tolerância religiosa, no contexto da 41ª sessão do Conselho de Direitos Humanos.

Queiroz reafirmou a posição do Brasil em combater a intolerância religiosa. “O Governo Brasileiro vai garantir que todos tenham assegurado o direito à liberdade religiosa, inclusive o direito de não crer ou de mudar de religião”, declarou ele no Instagram.

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Representando o Brasil em evento em Genebra (ONU), durante a 41a Sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU. Esse evento foi organizado pelas Missões Permanentes da Polônia, Brasil e Iraque, teve a participação de vários países, e tratou do tema da violência e perseguição por razões religiosas em todo o mundo. Em minha fala, fui “politicamente incorreto” e fiz questão de enfatizar uma inconveniente verdade de que, embora diversas religiões sofram em países onde são minoria, os Cristãos são o grupo mais perseguido no mundo, de acordo com recentes relatórios, especialmente em países onde o Cristianismo é proibido. Essa realidade tem que mudar. O Governo Brasileiro vai garantir que todos tenham assegurado o direito à liberdade religiosa, inclusive o direito de não crer ou de mudar de religião. Nessa primeira foto, estou ao lado dos Embaixadores da Polônia e do Iraque. Em foto seguinte, estou ao lado da competentíssima Embaixadora do Brasil na ONU, Maria Nazareth Azevedo. Grato a Deus por tão importante experiência. #onu #genebra #direitoshumanosparatodos #liberdadereligiosa @damaresalvesoficial1 @dradamarismoura @biakicis @abrahamweintrauboficial @ernesto.araujo.mre @filgmartin

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Amazon cede à pressão LGBT e censura livros de autor cristão em sua plataforma

Cedendo a pressões da militância LGBT, a gigante multinacional Amazon decidiu banir os livros do escritor Joseph Nicolosi, que aborda temas relacionados ao abandono da homossexualidade.

Apelidado pejorativamente de “pai da terapia de conversão” – uma versão norte-americana do igualmente famigerado apelido “cura gay” – Nicolosi está no centro do que vem sendo visto como um movimento de censura ao pensamento cristão sobre homossexualidade.

Uma campanha intensa que durou meses foi feita por militantes LGBT pedindo que a empresa parasse de vender livros de Nicolosi, um psicólogo clínico e autor católico que morreu em 2017.

De acordo com informações do portal The Christian Post, Nicolosi escreveu vários trabalhos sobre a homossexualidade masculina e abordagens terapêuticas para pessoas com atração pelo mesmo sexo.

Através de uma petição da plataforma Change.org, com mais de 80 mil assinaturas, os ativistas atraíram atenção da Amazon com seu pedido, alegando que o autor pretendia “curar” homossexuais.

No entanto, há quem considere a decisão da Amazon hipócrita, já que há outros materiais polêmicos com os quais eles continuam a lucrar. Daren Mehl, presidente da Voice of the Voiceless afirma que o termo “terapia de conversão” é “manipulador” e foi inventado por grupos de lobby LGBT como um “espantalho”, já que não se faz uso de métodos abusivos na psicologia.

“A verdade é que a orientação sexual é fluida, e pode-se experimentar uma mudança nos desejos de atração sexual da atração pelo mesmo sexo à atração pelo sexo oposto. Enquanto o lobby LGBT tem milhões de dólares à sua disposição para ofuscar a verdade e influenciar a cultura, nenhuma quantia de dinheiro pode mudar a verdade “, salientou Daren Mehl.

A censura

O caso de Nicolosi não é o único. A empresa também negou ao escritor David A. Robinson a oportunidade de vender seu livro na plataforma em que ele compartilha sua história pessoal de deixar a homossexualidade. O livro curto de Robinson, Orientação e Escolha: A Viagem Sexual de Um Homem, foi vendido na Amazon por quase um ano antes de ser removido na semana passada.

Um caso parecido já ocorreu no Brasil: a Avon baniu os livros do pastor Silas Malafaia de seu catálogo de variedades após uma intensa pressão da militância LGBT.

Quando Robinson, que é um advogado e católico, questionou os motivos do banimento, um representante da Amazon informou-o por e-mail que durante uma revisão eles acharam que seu trabalho estava “violando nossas diretrizes de conteúdo”, mas não explicavam por que seria censurável.

“Seu desejo de remover livros de psicólogos não mudará a verdade. Banir livros de nossas histórias de vida é em vão, nós ainda existimos, e ainda falaremos das boas obras de Jesus”, disse Daren.

O presidente da Voice of the Voiceless acrescentou que, embora nunca tenha passado por nenhum dos modelos específicos de aconselhamento de Nicolosi, leu alguns de seus livros, alguns dos quais articularam notáveis paralelos com sua própria jornada e explicaram algumas de suas experiências de vida.

Rod Dreher, um autor cristão, classificou a postura da Amazon como uma prévia do que vem pela frente: “É apenas uma questão de tempo para que os ativistas LGBT comecem a atacar qualquer livro que contradiga sua ideologia – porque agora a Amazon mostrou que vai sofrer. Você não precisa concordar com as teorias de Nicolosi para ficar alarmado com o que a Amazon fez aqui”, escreveu ele no blog no The American Conservative.

Dreher observou que a Amazon ainda vende livros como Mein Kampft, de Adolf Hitler, o livro do supremacista branco David Duke sobre o comunismo, assim como a obra de Grover Furr, um apologista de Joseph Stalin. Para quem afirma que o trabalho de Nicolosi não é científico e, portanto, não deveria ser vendido, essa não é uma desculpa válida, opinou Dreher, já que a plataforma também vende livros sobre cura de doenças pela terapia com cristais.

“O que será necessário para despertar as pessoas para o poder que esses fanáticos ativistas LGBT afirmam sobre a liberdade de expressão e questionamento? Onde isso impede sua censura?”, ele perguntou.

O teólogo Denny Burk, professor do Boyce College, em Kentucky (EUA), enfatizou que, embora não seja admirador do trabalho de Nicolosi, a ação da Amazon foi “arrepiante” porque, ao fazê-lo, “estabeleceram o precedente para proibir cristãos ensinando sobre sexualidade a partir dos livros que eles vendem em sua plataforma”.

“O cristianismo sempre ensinou que Jesus salva e santifica os pecadores – o que significa que o Evangelho nos ajuda a mudar, mesmo em nossos desejos sexuais desorientados”, disse Burk.

“Os revolucionários sexuais costumavam nos perguntar: ‘Como o meu casamento gay faz mal a você?’ Bem, é assim: eles passaram de ‘viva e deixe viver’ para ‘aceitem nossa imoralidade sexual ou vamos atormentar você acusando-os como causa da morte de pessoas gays’. É uma calúnia e uma mentira, mas é aí que estamos”.

No entanto, além do movimento da Amazon para apaziguar a militância LGBT, Daren Mehl expressou desapontamento por também ter observado que alguns cristãos professos rejeitam a terapia da fala por atrativos sexuais indesejados, como se fossem heresia, já que tal aconselhamento não é suficientemente “bíblico” como eles o veem.

“Esses mesmos crentes não perseguem os oncologistas com o mesmo zelo que fazem com os psicólogos. Um lida com a cura do corpo, o outro com a cura da mente. Há uma infinidade de escrituras que falam para renovar nossas mentes e tomar cada pensamento cativo e submetendo-o a Cristo”, concluiu.

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[e-News] Pastores falham ao não conscientizar a Igreja sobre a perseguição sofrida por nossos irmãos

Os pastores das igrejas no Ocidente não estão atuando na conscientização dos fiéis a respeito da perseguição religiosa que nossos irmãos enfrentam ao redor do mundo. Essa é a visão do diretor executivo da organização missionária Portas Abertas nos Estados Unidos, David Curry.

Segundo Curry, é preciso olhar com mais atenção para a teologia bíblica da perseguição, a fim de minimizar a desatenção dos fiéis com os problemas de perseguição aos cristãos em países onde não há liberdade religiosa.

Nos últimos 60 anos, a Missão Portas Abertas viajou para as regiões mais opressivas do mundo para capacitar e equipar cristãos perseguidos. A organização sem fins lucrativos tem estado em mais de 60 países fornecendo Bíblias, treinamento e programas para qualquer pessoa marginalizada por causa de suas crenças. A organização também é especializada em ajudar a restaurar comunidades religiosas que foram alvo de perseguição.

Curry tornou-se CEO da entidade nos EUA em agosto de 2013 e viajou extensivamente em várias áreas perseguidas para encorajar seus irmãos cristãos. Ele agora está pedindo que outros crentes prestem atenção ao que está acontecendo atualmente na Nigéria com os cristãos nas mãos do Boko Haram. O grupo jihadista é o responsável por mais de 34 mil mortes no país desde 2011.

Há agora 91 milhões de cristãos na Nigéria e muitos outros na Índia, China e outros lugares ao redor do mundo confiando continuamente em Jesus para sua proteção enquanto enfrentam perseguição. David Curry está cobrando pastores e líderes no mundo ocidental para voltar à “realidade” e manter suas congregações informadas, incentivando-os a orar por aqueles em perigo.

Confira abaixo uma entrevista concedida por David Curry ao portal The Christian Post:

Quais são os lugares menos conhecidos e perseguidos do mundo?

A Nigéria está nessa categoria porque muito mais pessoas são mortas na Nigéria do que o Estado Islâmico mata em um ano. Mas ainda assim, as pessoas não falam na mesma intensidade. Eu acho que é um grande problema na mídia. Eu acho que é uma acusação nossa como seguidores de Jesus no Ocidente que nós meio que não prestamos atenção, a menos que esteja diretamente relacionado a nós, mas estes são nossos irmãos e irmãs e precisamos seguir o mandamento bíblico de cuidar e orar, como se fossem nossos próprios irmãos e irmãs, membros de nossa família. Então eu acho que a Nigéria é uma dessas questões, que só precisa estar na frente de nossas mentes para que a Igreja cristã esteja orando, defendendo e deixando que nossa voz seja ouvida.

Eu acho que a Índia ainda se encaixa nessa categoria [também]. As pessoas estão bem conscientes da Índia, todo mundo [nos EUA] conhece um indiano e tem amigos que são indianos. Aqui está o desafio, porém, a visão que temos é através da lente de Gandhi. “Eles são pacíficos e amorosos”. Mas o que mudou foi ao longo de seis anos que sua política nacional se tornou nacionalista. Há um grupo que dirige aquele país que tem uma agenda radical hindu que quer se livrar de toda minoria religiosa – quer seja muçulmana ou cristã. Neste momento, há quase 65 milhões de cristãos na Índia que têm seus direitos restritos ou estão sendo punidos ou fechados, etc., então é um problema significativo, embora as pessoas estejam bem cientes da Índia, podem não estar cientes de que a liberdade religiosa mudou lá.

Por que você acha que o mundo ocidental está tão entorpecido em relação à perseguição?

Eu acho que é uma falha de liderança. Eu acho que começa aí. Isto é um pouco de uma acusação, mas acho que os pastores… eles não estão ensinando a sua igreja sobre isso, eles não estão ensinando um padrão bíblico, eles não estão ensinando uma “teologia de perseguição”.

O Novo Testamento foi escrito por cristãos perseguidos. Há livros da Bíblia que começam com Paulo na prisão e, no final, ele ainda está na prisão. Mas não estamos ouvindo esse Evangelho na América, e acho que isso criou um abismo entre nós e o resto do mundo. Nós não estamos vivendo na realidade. Então eu acho que é uma acusação à liderança aqui na América e no Ocidente. Não é para dizer que não pode se virar, mas precisamos ter todas as igrejas, todos os domingos, conversando, orando de alguma forma sobre seus irmãos e irmãs perseguidos. É um chamado universal na Escritura que devemos orar por pessoas que estão acorrentadas em nome de Jesus como se fossem da nossa própria família e entendam a “teologia do sofrimento”.

Eu acho que é parte disso. Eu acho que o resto é que nós, como cristãos americanos, somos inundados com a mídia no mesmo lugar que todo mundo, nós tomamos nossas ordens de marcha sobre o que é importante para o que está no nosso feed do Twitter. Essa é uma maneira muito doentia de priorizar o que é importante, porque é o que é urgente, mas não permite que nos concentremos nas coisas que são atemporais e importantes. Nós vamos precisar, assim como todos os outros, recuar da fadiga da constante enxurrada de más notícias de todos os lugares, e descobrir, como somos chamados a nos concentrar?

Você recentemente testemunhou perante o Congresso sobre os cristãos perseguidos. Você pode falar de algumas das coisas compartilhadas?

Eu testemunhei perante o Comitê de Direitos Humanos, acho que é honrado depois do ex-congressista que esteve em um campo de concentração, Tom Lantos. Eu estava no Comitê Tom Lantos de Direitos Humanos e compartilhei com eles o que está acontecendo em todo o mundo com a perseguição e a violação dos direitos humanos contra os cristãos.

Uma das coisas que nós tocamos foi a Nigéria, há mais de 3.700 cristãos que foram mortos no ano passado, de acordo com nossos dados. Nossos dados são sempre os mais conservadores, porque só contamos o que podemos validar [como um crime] que estava diretamente relacionado à perseguição. É certamente mais do que isso, [o número dos] que foram mortos por sua fé, mas podemos confirmar que mais de 3.700 foram mortos por sua fé na Nigéria. Então falamos sobre isso, o que pode ser feito, o que precisa ser feito. Quão importante é a liberdade de expressão religiosa para a experiência humana, independentemente de você ser americano, nigeriano ou norte-coreano, isso é um direito humano, que todas as pessoas devem ter a capacidade de ter uma fé pessoal, estudar a Bíblia se você quer e decide o que você pensa sobre isso.

O que o governo dos EUA pode fazer ou como os EUA podem influenciar o que está acontecendo lá?

Deixe-me dar um exemplo da Nigéria, mas também da Índia. Eu vou começar pela Índia.

A Índia faz muitos negócios com corporações americanas. Nós lhes damos muita ajuda, eles querem fazer parte da comunidade internacional de negócios e é um mercado gigantesco para muitos de nossos negócios, já que há um par de bilhões de pessoas lá. No entanto, eles são agora, nos últimos seis anos desde que o partido político do presidente [Narendra] Modi, do BJP, está no comando, eles estão sistematicamente discriminando os cristãos. Eles disseram que querem se livrar dos cristãos, houve centenas de ataques, mais de 300 este ano em igrejas cristãs, centenas de pastores foram detidos sem julgamento, presos, presos, condenados. Acabou de haver uma perseguição significativa contra os cristãos na Índia nos últimos seis anos.

O que o governo dos EUA pode fazer é olhar para esses tipos de violações sistemáticas graves dos direitos humanos e dizer: “Não vamos fazer negócios com você. Não vamos dar a você milhões e milhões de dólares em ajuda, a menos que você queira fazer parte da comunidade internacional de direitos humanos, que todos devem ter o direito de adorar livremente”. Assumindo que são bons cidadãos e não estão infringindo os direitos dos outros. Mas esse não é o caso dos cristãos, essas pessoas só querem ir à igreja. Eles querem ler a Bíblia, eles querem ter a liberdade de ser um cristão.

Em algumas aldeias essas pessoas são expulsas, nada é feito sobre isso. Igrejas são atacadas, pastores são presos, é um problema muito significativo. Eu acho que o governo pode aprovar leis que dizem: “Nós vamos fazer negócios que, se alguém quiser ser uma nação favorecida, não será apenas monetária, não será apenas sobre desnuclearização, será sobre o seu histórico de direitos humanos, também”.

A partir do momento em que você entrou como CEO das portas abertas até agora, a perseguição cristã tem crescido continuamente?

Infelizmente, na época em que estive aqui, sim, tem sido, e é por isso que os fatores-chave que estão contribuindo para o aumento estatístico da perseguição ainda estão em vigor, e ninguém está tratando deles.

Aqui está um casal, antes de mais nada em sistemas comunistas ou pós-comunistas, na Coreia do Norte, na China, etc., esses sistemas inevitavelmente perseguem grandemente a fé religiosa e a expressão da fé religiosa. Eles estão violando os direitos humanos todos os dias. Há muitos cristãos na China que estão enfrentando monitoramento, restrições e até prisão, por causa de sua fé cristã.

Em segundo lugar, você se espalhou do extremismo islâmico. O Estado Islâmico e sua ideologia, apesar de terem perdido seu território, está espalhado. É no norte da Nigéria, tem sido sempre por muitos anos na Somália. Está agora na Ásia. Nós vimos isso no Sri Lanka. Então, enquanto essa ideologia existir, haverá um aumento de perseguição.

A terceira parte disso é a ascensão do nacionalismo. É aí que eu categorizei a Índia. Pode ser resumido nesta frase: “Você não é um verdadeiro indiano, a menos que seja hindu”. Esse tipo de pensamento está levando a uma ala [extremista] afiada e é alimentado pelo partido político no poder. Esse pensamento é o que está levando a pessoas insalubres na Índia atacando igrejas, e pessoas com fome de poder na Índia prendendo pastores.

Então, quais são algumas das circunstâncias que as pessoas da Portas Abertas enfrentam quando há botas no chão [expressão usada para se referir a forças militares inimigas]?

Uma das coisas com as quais tentamos lidar, especialmente no norte da Nigéria, é fornecer atendimento ao trauma para pessoas que viram coisas incríveis.

Eu compartilhei com o Congresso ontem a história de Zauna, ela é uma viúva no norte da Nigéria, sua vila foi atacada quatro vezes pelo Boko Haram e seu marido foi queimado vivo em frente à sua casa por causa de sua fé.

Queremos ir e ajudar pessoas como Zauna. Então, o resultado é que há um trauma incrível e as pessoas vêem coisas difíceis. Estamos cientes de que eles enfrentam o perigo, mas aqui está a coisa sobre o que tentamos fazer na Portas Abertas, estamos aqui para estar presentes, para ficar ao lado da Igreja Perseguida. Nós nos mantemos focados nisso, mas estamos cientes dos riscos e desafios de servir uma população que enfrenta sofrimento todos os dias.

Quais são algumas das maneiras de equipar as pessoas para lidar com os traumas de perseguição?

Nós entramos em muitas partes do mundo que têm uma crescente perseguição e treinamos pastores e tentamos ajudá-los a aprender rapidamente as lições do que a Igreja sofreu em todo o mundo.

Então, por exemplo, antes da guerra civil, nós estávamos na Síria, conversando com a liderança da igreja síria de várias denominações e ajudando-os a entender porque eles não estavam enfrentando perseguição, mas nós estávamos lhes falando sobre esses tipos de coisas. Tentando fazê-los entender o que estava por vir. Então, é claro, apenas alguns anos depois, eles estavam em uma grande reviravolta por causa do combate ao Estado Islâmico e por terem sido apanhados no meio, na guerra civil [síria].

Nós fornecemos treinamento para ajudar as pessoas a se manterem fortes durante a tempestade.

Existe um testemunho de alguém que viveu perseguição que realmente afetou você?

Se eu pudesse preencher a história de Zauna, porque ela é uma dessas pessoas. Ela mora no norte da Nigéria, ela e o marido eram fazendeiros e a aldeia deles foi atacada pelo menos quatro vezes diferentes. Ela perdeu o marido em um desses ataques. Ela é uma seguidora de Jesus e ela quer ser sal e luz naquela comunidade, ela reconstruiu sua pequena casa de um cômodo. Ela continua a trabalhar em sua terra. Quando perguntada se ela quer se vingar dessas pessoas, ela diz: “Vou deixar isso para o Senhor”. Ela só quer ser uma seguidora de Jesus e está pedindo proteção e oração. Essa gratidão que ela mostra, só graças a Deus que ela está viva, é apenas inspiradora. É aqui que eu aprendo muito de pessoas assim.

Qual é o seu objetivo final na Portas Abertas?

Bem, o objetivo final da Portas Abertas não é parar a perseguição, a única maneira de parar a perseguição neste mundo caído é parar de falar sobre Jesus e nós não encorajamos as pessoas a parar de falar sobre Jesus. O objetivo final é uma Igreja forte e saudável, pessoas unidas, sejam elas adoradoras em liberdade ou sejam parte da Igreja Perseguida. Que nos importamos, que oramos, que nos conectemos, que aprendamos e demos, e que sejamos interdependentes de uma maneira saudável. Então esse é o objetivo, porque não seremos capazes de parar a perseguição, mas queremos que as pessoas permaneçam fortes em sua fé e saibam que não estão sozinhas e que a Igreja que sofre não deve ser uma igreja isolada. E esse é o objetivo!

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[e-News] Cristãos estão sendo decapitados na Síria! Veja o ‘Rito’ em Vídeo! CENAS FORTES!

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Após a tomada da cidade de Maaloula, um novo capítulo tem sido escrito na situação de guerra que vive a Síria. De maneira intrigante, a grande mídia silencia sobre o massacre bárbaro e diário dos cristãos. Enquanto muçulmanos alauitas e sunitas brigam pelo poder, quem mais sofre são os cristãos.

Como em toda guerra, surgem muitas informações desencontradas, mas entre os relatos existe uma consistência. As tropas rebeldes, que lutam contra o governo de Bashar al-Assad, são treinadas pela Al Qaeda e financiadas indiretamente pelo governo dos EUA[QUE PARADOXO, HEIM??]. Possivelmente por isso a “grande mídia” deixe a questão dos cristãos convenientemente de lado.

O fato é que milhares de pessoas têm morrido ao longo desses dois anos e meio de conflitos étnicos e religiosos. De maneira quase unânime, quando se fala ou mostra a morte de soldados leais ao presidente, elas ocorrem por fuzilamento. Quando são cristãos, a forma padrão parece ser decapitar e expor a cabeça em público.[Assista ao Ritual no fim da matéria]

A conquista de Maaloula pelos rebeldes foi marcante pois ali vivia uma das mais antigas comunidades cristãs do mundo, onde ainda se fala o aramaico,  língua usada por Jesus . Situada a 50 quilômetros da capital Damasco, a pequena cidade de 3 mil pessoas ficou quase deserta. Estima-se que 80% da população, a maioria de cristãos ortodoxos e católicos, refugiou-se em cidades vizinhas. Mas não sem ver antes a maioria de suas igrejas e casas serem saqueadas, queimadas e ouvirem a ameaça que todo aquele que não se converter ao Islã teria a cabeça cortada.

O avanço dos rebeldes na área foi liderado por Jabhat al-Nusra, ligado a grupos jihadistas islâmicos. A liderança da Frente de Libertação Qalamon se mudou para a aldeia, agora cerca de 1.500 soldados de grupos liderados pela Al-Qaeda estão na pequena Maaloula.

A tomada da aldeia enviou duas fortes mensagens ao mundo: os rebeldes estão mais próximos que nunca de tomarem a capital e os rebeldes extremistas muçulmanos tentarão eliminar os cristãos da Síria.

Muitos dos habitantes que ficaram estão experimentando o horror diariamente. Segundo o site Sky News, da Inglaterra, esta semana três cristãos foram mortos em praça pública e seu enterro se transformou em uma verdadeira passeata de protesto. A grande concentração foi na parte antiga da cidade, que segundo a tradição foi onde o apóstolo Paulo parava em suas viagens até Damasco. O cortejo foi até a igreja ortodoxa Zaytoun, onde fizeram o culto fúnebre. Enquanto os sinos badalavam, partiram para o cemitério.

Mulheres vestidas de negro jogavam grãos de arroz no ar, uma forma tradicional de demonstrar luto.  Um pequeno grupo tocava tambores e, em meio ao choro se ouviam gritos. Uma mulher perguntava: “É isso que vocês chamam de democracia… isso é o que o governo quer?”, enquanto um homem fazia gestos obscenos e gritava palavrões contra o presidente Obama e o premiê inglês David Cameron.

Hoje, outras imagens chocantes correram o mundo. São da cidade de Keferghan, onde quatro jovens cristãos foram decapitados publicamente. Um fotógrafo que não quer se identificar, fez imagens que foram publicados pelo site da revista Time. Embora a revista não confirme, outras fontes alegam que o que motivou a morte deles foi sua fé.

Ele fez uma narrativa breve, mas chocante, do que presenciou:

“Eu vi uma cena de crueldade absoluta: um ser humano sendo tratado de uma maneira que nenhum ser humano jamais deveria ser tratado… Eu não sei quantos anos a vítima tinha, mas era jovem. Eles o forçaram a ficar de joelhos. Os rebeldes ao seu redor liam os seus ‘crimes’ listados  em um pedaço de papel. Eles o cercaram. O jovem estava com as mãos atadas. Ele parecia congelado. Dois rebeldes sussurraram algo em seu ouvido e o jovem respondeu de uma forma inocente e triste, mas eu não conseguia entender o que ele disse… No momento da execução, os rebeldes agarraram sua garganta. O jovem reagiu, mas três ou quatro rebeldes conseguiram imobilizá-lo. Ele tentou proteger a garganta com as mãos, que ainda estavam amarradas. Tentou resistir, mas os rebeldes eram mais fortes e cortaram sua garganta. Depois, levantaram a cabeça. As pessoas aplaudiram. Todo mundo estava feliz porque a execução aconteceu”.

Muitos estudiosos das profecias cristãos e muçulmanos acreditam que a  segunda vinda de Jesus está ligada à cidade de Damasco, capital da Síria. A crescente ameaça de guerra dos sírios contra outros países gerou uma série de análises nesse sentido.

Em comum entre as previsões está o iminente retorno de Cristo. Da parte dos cristãos, alguns apontam para Isaías 17:1. Para alguns, pode ser um prenúncio do Armagedom, a batalha final. 

Entre os sírios prevalece a tristeza pelos milhares de mortos e feridos, mas para milhares deles a esperança na vida eterna se fortalece. As agências cristãs têm oferecido ajuda material, emocional e, acima de tudo, espiritual para os refugiados nos países vizinhos. Milhares de muçulmanos estão ouvindo o evangelho livremente, alguns pela primeira vez na vida. Existem muitos testemunhos de conversões.  Com informações de Sky News e Time

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/cristaos-decapitados-siria/

CUIDADO!!! IMAGENS FORTES…

Mas quem tiver estômago, veja o que os nossos irmãos estão sofrendo no Vídeo abaixo gravado durante uma execução!

[e-News & Fim dos Tempos] Jovem cristã é estuprada e morta por rebeldes sírios

jovem cristã


Um grupo de quinze rebeldes islâmicos sírios ligados à facção AKA Jabhat al-Nusra sequestrou, estuprou e matou uma adolescente cristã chamada Mariam, na cidade de Al-Qusair.A notícia está sendo veiculada pelos principais veículos de informação cristãos do mundo, e segundo o site Acontecer Cristiano, apesar de a jovem ter sido assassinada, a família dela conseguiu escapar da cidade.
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A facção AKA Jabhat al-Nusra tem se tornado o principal grupo islâmico na guerra civil que divide a Síria e tenta depor o presidente Bashar Al-Assad. Quando a facção descobriu que Mariam era cristã, os representantes do grupo resolveram que ela seria esposa de todos eles. No primeiro dia, um dos rebeldes casou-se com ela, e depois de abusá-la, a rejeitou. Esse ritual se repetiu diariamente, até que todos os quinze a tivessem estuprado.
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Após os seguidos abusos sexuais e psicológicos, Mariam foi assassinada pelo grupo. Esse tipo de crime é incentivado pelos rebeldes islâmicos na Síria. Um dos líderes muçulmanos do país, Sheikh Yasser Al-Salafi Ajlawni se pronunciou recentemente afirmando que os rebeldes estavam autorizados a capturar e estuprar mulheres não muçulmanas.
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Agressões sexuais
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Esse tipo de crime tem se tornado comum em países onde o cristianismo é minoria. Na Índia, quatro meninas com idades entre 12 e 14 anos foram capturadas e estupradas por um grupo de 20 homens.
De acordo com o site Protestante Digital, o crime aconteceu na cidade de Lawada, que fica no distrito de Pakur, no leste do estado de Jharkhand. Após as agressões sexuais, as crianças foram levadas a um hospital, onde foram examinadas e medicadas.
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Fonte: Gospel +
OBSERVAÇÃO
Duas “users”(Priscila e Moana) do BLOG descobriram que a foto acima é FAKE e foi retirada do Link abaixo:

Como eu peguei essa informação de outro site, pesquisei e encontrei o link dessa matéria que foi postada em Julho! Portanto a notícia é antiga! Creio que o sucesso está mais ligado à Imagem Fake do que propriamente a informação veiculada!

Link da matéria: http://noticias.gospelmais.com.br/siria-grupo-rebeldes-muculmanos-estupra-mata-adolescente-crista-58285.html

Ficaí o aviso aos leitores! Paz…

[Fim dos Tempos] Os Estados Unidos classificam cristãos como “extremistas” semelhantes à Al-Qaeda!

perseguida

Em tempos de divulgação de documentos secretos e constrangimento entre governos por causa de espionagens e violação de privacidade, questões como princípios religiosos ainda são tratadas como ameaça à segurança de uma nação.

Documentos oficiais do governo norte-americano revelados nesta semana pela Alliance for Religious Liberty, entidade de defesa da liberdade religiosa nos Estados Unidos, revelaram que grupos religiosos como católicos, evangélicos, judeus e mórmons são vistos como “extremistas” semelhantes à Al-Qaeda e o Ku Klux Klan.

O documento conseguido pela entidade é um relatório de mais de 1.500 páginas do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, de acordo com informações do Christian Post.

“Os homens e mulheres de fé que serviram fielmente ao longo dos séculos não devem ser comparado com aqueles que têm ameaçado regularmente a paz e a segurança dos Estados Unidos”, protestou Ron Crews, capelão da Alliance for Religious Liberty.

Tais documentos mostraram que o Departamento de Defesa usou esses relatórios para treinar oficiais em áreas específicas. Até entidades cristãs de assistência social foram mencionadas como “organizações com ideais conservadores semelhantes a grupos de ódio”.

“Os materiais que obtivemos provam que os militares dos EUA violaram sua posição apolítica e  se envolveram em uma descaracterização desonrosa de vários grupos religiosos. Suas ações prejudicam e ameaçam os direitos dos inúmeros homens e mulheres que defendem o nosso país, que são membros dessas várias religiões”, criticou Crews.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

SUPLEMENTO

Paul Washer há cerca de 3 anos alertou que isso iria acontecer!! Sabemos que ainda não está acontecendo literalmente, mas as evidências apontam que o tempo está próximo! Veja o vídeo dele abaixo: