[e-News] Marco Feliciano debate com Felipe Neto e ouve pedido de desculpas

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No mês passado, Felipe Neto usou o Twitter para atacar o deputado federal Marco Feliciano (PSC/SP). Ao comentar sobre o atentado em Orlando, que matou 50 pessoas em uma boate gay, chamou o pastor de “lixo humano”, responsabilizando-o por propagar o ódio aos gays. A resposta do parlamentar foi chama-lo para um debate ao vivo.

O vídeo desse encontro foi ao ar nesta terça (5) e a versão editada tem 45 minutos, fugindo da tradição do material de curta duração que tornou Felipe um dos youtubers mais populares do país. A expectativa do encontro é que haveria troca de ofensas, algo que o jovem tem costume de fazer. Contudo, ele surpreendentemente pediu desculpas a Feliciano, reconhecendo que não pode confundir uma pessoa com as ideias que ela defende.

Articulado, Neto insistiu que não era “porta-voz” da comunidade LGBT, mas usou de vários argumentos conhecidos do movimento para defender o casamento gay. Por sua vez, Marco precisou usar tanto da Bíblia quanto da Constituição para justificar seu posicionamento tanto como deputado quanto como pastor.

Mostrando não entender exatamente como funcionam os três poderes, o youtuber insistia que os deputados “falharam”, e por isso o STF estaria certo em ter rompido com o preceito constitucional e passado, na prática, a legislar sobre o assunto. Mesmo usando as leis atuais para embasar seus argumentos, Feliciano foi acusado de “misturar as coisas” e usar sua fé como “escudo”.

Ele explicou que seus posicionamentos como deputado não são baseados em opiniões, mas na legislação vigente. Deixou claro ainda que representa os evangélicos, a maior parte de seu eleitorado. Eu falo por esse povo, resumiu.

Felipe, contudo, tentou ensinar teologia ao pastor, fazendo uma dicotomia entre os ensinamentos de Jesus e de Paulo sobre a questão da homossexualidade. Alegou ainda que existe falta de consenso entre os evangélicos sobre o assunto, citando a existência de igrejas “inclusivas”. Curiosamente, tentou classificar alguns ensinamentos da Bíblia como “desaproveitáveis” para os dias de hoje.

O posicionamento do deputado cristão foi alertar para o perigo da jurisprudência aberta pelo Supremo Tribunal Federal ao autorizar que pessoas do mesmo sexo possam realizar união instável. Deixando claro que, pessoalmente, não se opõe à união estável, mas sim ao reconhecimento civil dela. Lembrou ainda que, em outros países, os movimentos LGBT querem forçar as igrejas a realizar cerimonias de casamento gay, algo inaceitável para ele.

A maior parte do vídeo mostra Felipe Neto e Marco Feliciano debatendo sobre pontos de vista religiosos sobre os gays. Em determinado momento, o pastor fez uma declaração controversa, dizendo que quem usa Levítico para pregar contra o casamento gay “é ignorante”. Mencionou ainda conhecer vários homossexuais e que a maioria optou por isso após terem sido abusados ou passado por sérios problemas na vida.

A homossexualidade é ensinada. Ensine a criança o caminho que se deve andar, que ela vai andar por ele, resumiu. O parlamentar voltou a repetir que não é homofóbico, lembrando que não mata e nem ofende pessoas LGBT.

Na parte final da conversa, o tema foi a acusação de Felipe Neto que “a igreja virou negócio” e por isso deveria pagar impostos, algo que é anticonstitucional. Citando a experiência no bairro carioca onde nasceu e cresceu, o youtuber tentou colocar todos os pastores na vala comum de “aproveitadores da fé alheia”.

O deputado lembrou a ele que essa não é a regra e que as igrejas são responsáveis por uma série de programas de cunho social. Além disso, essa intervenção do Estado nas instituições religiosas como “auditorias” fere o princípio do Estado laico.

Felipe Neto encerrou a entrevista, dizendo: “foi esclarecedor, foi interessante, supreendente em alguns pontos”. Diferentemente de Gregório Duvivier, que se negou a debater quando foi convidado por Feliciano durante o programa Pânico.

Assista:


Fonte: GospelPrime

[Apostasia] Igreja Batista decide em assembléia aceitar homossexuais no rol de membros

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Vejam a carta do Pastor abaixo:

E assim caminhamos para o fim. Até que ponto chegamos?
Esse não é ainda o ponto final da história.
“Um Caminho ainda mais excelente. ”
I Coríntios 12:28

No último dia 28 de fevereiro do ano em curso, a Igreja Batista do Pinheiro reunida em assembleia extraordinária, aprovou por maioria absoluta de votos (129 favoráveis, 3 contrários e 15 abstenções) o parecer da diretoria executiva 2015 e 2016, que sugeria a aceitação de pessoas homoafetivas como membros da igreja por batismo, carta de transferência e aclamação. Desta forma, corajosamente os membros presentes na assembleia decidiram de forma histórica que qualquer pessoa que confesse Jesus de Nazaré como Senhor e Salvador da sua vida, independente da sua condição social, econômica e sexual será recebida formalmente no rol de membros da igreja.

Celebro esta decisão histórica com muito temor no coração, uma vez que a mesma encerra um debate de 10 anos, onde estudos bíblicos, encontros, mesas redondas, embates, debates e é obvio alguns arranhões (não teria como ser diferente) aconteceram no desenrolar deste período. Durante estes 10 anos fizemos questão de não abrir mão da Bíblia, pois, a mesma continua sendo nossa regra de fé e prática; mergulhamos o mais profundo que pudemos nos estudos exegéticos e hermenêuticos em busca de um consenso que trouxesse paz ao coração na hora de decidir.

Também, não abrimos mão do respeito às opiniões divergentes, exercitando a paciência e crendo que no tempo determinado pelo Espírito Santo de Deus (Eclesiastes 3:1) as ideias, os olhos e os corações seriam abertos para enxergar o real sentido do debate, que constituía em aceitar e amar as pessoas nas suas particularidades, como o próprio Deus nos amou (Efésios 1:18 e 2:4,5).

Nestes quase 46 anos de organização como igreja, nossa comunidade de fé sempre procurou estar atenta e sensível às vozes daqueles que não conseguem ter voz, nem ser ouvidos pela maioria, principalmente do mundo religioso formal. Lamentavelmente, constato numa rápida análise que com o passar dos tempos, o cristianismo e na maioria das suas igrejas se apegaram apaixonadamente muito mais por suas doutrinas, estruturas e estatutos do que pelas vidas/pessoas pelas quais Jesus de Nazaré derramou seu sangue. Tijolos, estatutos, estruturas e tantas outras coisas que geram disputas infindáveis em nosso meio, precisam dar espaço urgente ao grito silencioso do Espírito de Deus que tenta nos lembrar que não fomos chamados para ser régua do mundo, e sim, braços aconchegantes para todos e todas que estão cansados à beira do caminho (Mateus 11:28-30).

Depois de 10 anos discutindo, conversando, orando, chorando e não se deixando vencer pela força coercitiva do fundamentalismo machista e excludente que sempre predominou em nossas leituras e interpretações da Bíblia, recebo esta decisão como uma boa nova do Espírito de Deus que nos mostrou, nas palavras de Helcias Pereira (Coordenador Nacional das APNs), que nos visitava na manhã da decisão: “que nem sempre a arrogância, a ignorância e a estupidez humana prevalecem em relação aos desafios de aceitação ao que é diferente ou mesmo inusitado.” Como diria na mesma manhã da decisão, o irmão Jorge Firemam: “Agradeço a Deus por estar aqui neste dia. Pois para mim era uma questão de honra me fazer presente. O resultado da votação não é apenas pelos “meninos” ou pelas “meninas”, o resultado representa a verdadeira importância do amor e do respeito ao próximo” (Mateus 22:34-40; I João 4: 7-21).

10 anos não são 10 dias ou meses, durante este longo tempo muita gente deu sua preciosa contribuição, costurando com oração, amor e lágrimas a decisão do último domingo. Louvo a Deus pela vida do irmão Júlio Daniel que corajosamente há 10 anos, de forma pura e até inocente declarou sua condição sexual publicamente na igreja, gerando na ocasião, desconforto para alguns e desafio para outros que a partir daquele momento começaram a considerar o tema de forma mais didática e pedagógica em oração. Louvo a Deus por aqueles que não concordando com os debates e os encaminhamentos sobre a temática deixaram a igreja de forma respeitosa e pacífica sem provocar dissenções e dificuldades para comunidade de fé. Louvo a Deus pela vida dos nossos líderes eleitos da gestão 2015 e 2016 que de forma discreta, corajosa e temente ao Senhor Deus produziram um parecer equilibrado e robusto que levou a comunidade a aprová-lo com paz no coração. Louvo a Deus pela nossa pastora e teóloga Odja Barros, que sempre esteve disposta a escrever, pregar e apresentar seminários sobre a temática, sempre a convite da diretoria da igreja, demonstrando equilíbrio, respeito, imparcialidade e um temor ao Senhor Deus que arrebatou nosso povo em vários momentos com a Bíblia aberta e regada de lágrimas. Louvo a Deus por aqueles e aquelas que nestes 10 anos não arredaram o pé da igreja, em detrimento dos debates sobre a temática, sustentando a igreja em oração, recursos e acima de tudo protegendo a comunidade dos ataques e acusações covardes que muitos tentaram colar em nossa história. Parabéns para todos e todas que que fizeram e fazem a história recente da Igreja Batista do Pinheiro por mais esta decisão corajosa, que se soma à prateleira de decisões históricas importantes para a Igreja Evangélica Nordestina e Brasileira.

Mais que uma decisão histórica, nos alegramos como comunidade de fé em darmos mais um passo rumo ao exercício do que acreditamos ser a proposta de Reino de Deus apresentada por Jesus de Nazaré como sendo um espaço de amor, respeito e acolhimento a todos e todas que desejem fazer parte e vivenciar o evangelho. Nas palavras do pastor e teólogo Marcos Monteiro, todo tipo de preconceito, exclusão, racismo, sexismo, machismo, desrespeito ao diferente e ganância precisam ser denunciados como um “desangelho” (não evangelho).

No final do capítulo 12 do livro de I Coríntios, o apóstolo Paulo, após versar sobre os dons espirituais e comparar a igreja com um corpo e seus membros, utiliza as seguintes palavras para introduzir a temática do capítulo 13 que trata do amor: “Passo agora a mostrar-lhes um caminho ainda mais excelente ” (verso 31b). Creio que a decisão do último domingo aponta a direção que a comunidade de fé chamada Igreja Batista do Pinheiro, pretende continuar seguindo que é tentar se manter de forma radical no caminho ainda mais excelente, que é o caminho do amor. Podemos errar, e vamos errar, somos humanos e imperfeitos. Entretanto, minha oração é que nossos erros sejam sempre numa tentativa insistente de se parecer cada vez mais com a proposta de graça e vida inaugurada e vivenciada em todo ministério do Senhor Jesus de Nazaré. Que possamos vir a errar, mais que nossos erros sejam por defender a vida acima de toda e qualquer injustiça, que nossa obsessão seja a mesma de Jesus de Nazaré que em vários momentos da sua breve vida, colocando-se ao lado dos excluídos do seu tempo trocou de lugar com os mesmos, sendo expulso do convívio social (Marcos 5: 14-17). O caminho do amor não é romântico, é duro muitas vezes, mas para quem crer e não abre mão de amar, qualquer preço a pagar é pequeno diante do que o poder do mesmo pode produzir na vida daqueles e daquelas que são alvo deste maravilhoso amor de Deus.

Maceió, 04 de março de 2016
Pr. Wellington Santos

Fonte: Veja Tudo

Minha opinião

Desde a Igreja Primitiva, sempre existiram homossexuais no Rol de Membro das Igrejas. Como Paulo mesmo deixa claro. Está escrito:

“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos,
nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus.
Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus.” 1 Coríntios 6:9-11

No entanto, como Paulo deixa claro, eles abriram mão da pratica condenada pelo Senhor e, assim, foram batizados e recebidos no Reino!

Por mais que tentem conciliar o politicamente correto com as Sagradas Escrituras, não há salvação sem arrependimento de pecado! Isso implica mudança, renuncia, abnegação, afim de que com o corpo possamos também glorificar a Deus!

A atitude dessa Igreja demonstra que realmente estamos perto do fim, pois a Apostasia é um dos últimos sinais antes do retorno de Jesus!

Maranata, ora vem Senhor Jesus!

[e-News] Nos EUA, os Pedófilos exigem os mesmos direitos dos Homoafetivos! (Isso foi avisado! o.O)

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Usando as mesmas táticas que na defesa “gay”, pedófilos começam a querer um status similar argumentando que o “desejo por crianças” é uma orientação sexual um pouco diferente do que a dos heterossexuais e homossexuais.

Os adversários de costumes gays há muito tempo afirmaram que, uma vez aceito o reconhecimento da homossexualidade como um mero “estilo de vida” ou orientação sexual diferente, logicamente, nada mais seria proibido. Partidários dos gays ofendidos, por tal posição, afirmaram que isso nunca iria acontecer. Mas psiquiatras estão começando a elaborar uma nova definição de pedofilia, como foi feito para a homossexualidade há vários anos.

Em 1973, a American Psychiatric (AAP) Associação desclassificou a homossexualidade da sua lista de transtornos mentais. Um grupo de psiquiatras com B4U-Act (ver estes links) realizou recentemente um simpósio propondo uma nova definição de pedofilia no Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais do PAA.

A B4U-Act chama pedófilos de “pessoas atraídas por menores.” O site da organização afirma que seu objetivo é “ajudar os profissionais de saúde mental a aprenderem mais sobre a atração por menores e considerar os efeitos de normalização, o estigma e o medo.”

Em 1998, a AAP emitiu um relatório afirmando que “o potencial negativo do sexo adulto-criança foi exagerada e que a maioria dos homens e mulheres relataram nenhum efeito sexual negativo através de experiências de abuso sexual na infância. “

A Pedofilia já recebeu um estatuto de proteção pelo governo federal. The Matthew Shepard e James Byrd, Jr. Act busca prevenir os crimes de ódio listando a “orientação sexual” como uma classe protegida, apesar do “termo” não ter sido bem definido até o momento.

Os republicanos têm tentado adicionar uma emenda especificando que “a pedofilia não é considerada como uma orientação” e a alteração foi, porém, rejeitada pelos democratas. Republicano Alcee Hastings explicou que qualquer modo de vida sexual diferente deve ser protegido por lei. “Esta lei refere-se a nossa determinação para acabar com a violência baseada no preconceito e garantir que todos os americanos, independentemente de raça, cor, religião, origem, sexo, orientação sexual, identidade de gênero ou deficiência ou todos esses não devem viver com medo de quem ele são. Exorto os meus colegas a votarem a favor dessa regra.”

A Casa Branca apoiou a lei, dizendo que “no fundo, não é apenas sobre as nossas leis, trata-se de quem somos como indivíduos. Isso se relaciona com o valor que damos – se aceitarmos as nossas diferenças em vez de permitir que eles se tornem uma fonte de animosidade. “

No início deste ano, dois psicólogos canadenses disseram que a pedofilia é uma orientação sexual, assim como a homossexualidade ou heterossexualidade.

Van Gijseghem, psicólogo e ex-professor da Universidade de Montreal, disse aos membros do Parlamento, “Os pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem um pequeno delito de tempos em tempos, mas é atormentado por o que equivale a um orientação sexual exatamente como outro indivíduo pode estar sofrendo sua heterossexualidade ou até mesmo a homossexualidade.

Ele continua: “Os verdadeiros pedófilos têm preferência exclusiva por crianças, o que é o mesmo que ter uma orientação sexual. Você não pode mudar a orientação sexual da pessoa. Ele pode, no entanto, ficar sóbrio. “

Quando perguntado se ele comparou os pedófilos e homossexuais, Van Gijseghem respondeu: “Se, por exemplo, vivemos em uma sociedade onde a heterossexualidade foi proscrita ou proibido e você disse que você deve fazer uma terapia para mudar sua orientação sexual, você provavelmente diria que ele é um pouco louco. Em outras palavras, você não precisa aceitar a todos. Eu uso essa analogia para dizer que na verdade os pedófilos não podem mudar sua orientação sexual. “

Dr. Quinsey, professor emérito de psicologia da Universidade de Queen em Kingston Ontário, chegou a acordo com Van Gijseghem. Quinsey disse pedófilos têm interesses sexuais são com as crianças e, “não há nenhuma evidência de que esse tipo de preferência pode ser mudado por meio de tratamento ou qualquer outra coisa.

Em julho, a Harvard Medical Publications disse. “Pedofilia é uma orientação sexual que não deve mudar. O tratamento visa tornar alguém capaz de resistir a agir em seu apetite sexual. “

Linda Harvey da Missão América, disse que o impulso para a igualdade de direitos para os pedófilos se tornará cada vez mais comum à medida que grupos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros = lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) continuam suas reivindicações. “É tudo parte de um plano para estimular a sexualidade das crianças mais jovens para convencê-los de que a amizade normal é realmente uma atração sexual. “

Milton Diamond, professor da Universidade do Havaí e diretor do Pacific Center for Sex and Society, afirmou que a pornografia infantil pode ser benéfica para a sociedade, porque “os criminosos sexuais usam a pornografia infantil como um substituto do sexo pedófilo. “

O Diamond é um instituto distinto para San Francisco de “Advanced Study of Human Sexuality speaker”. Este instituto foi abertamente defendeu a revogação da proibição de homossexuais nas forças armadas. Foi estabelecido em seu site uma lista de “direitos sexuais básicos”, que inclui “o direito de se envolver em atos sexuais ou atividades de qualquer natureza, se é que não envolvem atos sem consentimento, violência, coação, coerção ou engano.” Outra lei é “viver sem perseguição, a discriminação social e intervenção no comportamento sexual do pessoal “e” liberdade sexual de pensamento, fantasia ou desejo.” A organização também disse que ninguém deve ser “prejudicados por causa de sua idade.

Leis sobre criminosos sexuais para proteger as crianças foram desafiadas em vários estados, incluindo Califórnia, Geórgia e Iowa. Agressores sexuais afirmam que as leis que os impedem de viver perto de escolas ou parques são injustas porque os penaliza para a vida toda.

Fonte Original(em francês): http://direct.cd/2013/04/29/etats-unis-les-pedophiles-reclament-les-memes-droits-les-homosexuels.html

Outros Links relacionados:

[e-News] O mundo de cabeça para baixo: corte holandesa aprova Associação de Pedófilos!

Aqui no Brasil estamos caminhando para isso também! Assistam ao vídeo abaixo e percebam como o Governo tem trabalhado, afim de permitir a PEDOFILIA no Brasil!

– Como eu faço o download do vídeo? Siga os passos abaixo!

1) Inicialmente, clique no vídeo para dar incício.

2) Você verá, no canto superior esquerdo, a palavra “Share“. Clique nela.

3) Surgirá uma pequena Janela com 4 Botões. Clique em “Download Vídeo“.

4) Outra janela surgirá com as opções “Abrir com” e “Download“. Selecione “Download“, caso já não o esteja. E clique em “Ok“. Pronto! Agora é só esperar!

Conheçam também o Projeto de Lei conhecido como PNDH3 que dá suporte até a profissionalização do Prostituição no Brasil, além da desconstrução da heterossexualidade nas Escolas! Assistam:

Que Deus nos ajude!! 😦

Pastor diz: Daniela Mercury, obrigado…

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O pastor presbiteriano Ageu Magalhães em seu Blog  escreveu: Daniela Mercury, obrigado…

Na semana passada a cantora Daniela Mercury atraiu a atenção da imprensa, que é, digamos, bem simpática ao homossexualismo, ao publicar fotos de seu namoro com uma mulher. O que achei muito interessante (e por isso meu agradecimento no título do post) foi que Daniela, sem querer, mostrou que homossexualismo não é predeterminação genética, mas opção de comportamento. Explico melhor: Daniela casou-se aos 19 anos de idade com um homem e, com ele, teve dois filhos. Ficou casada com este homem durante 12 anos. Tempos depois, casou-se com outro homem, nove anos mais novo que ela, com quem ficou casada por 3 anos.

A questão é: Se Daniela Mercury nasceu homossexual, por que insistiu tanto na heterossexualidade, vivendo durante 15 anos com homens? Teria ela agido contra a própria natureza, violentando seus desejos homossexuais e submetendo-se a uma união infeliz? Certamente não.

Quando olhamos para o homossexualismo do ponto de vista bíblico entendemos melhor o que acontece. Homossexualismo é prática pecaminosa. E para aderir a uma prática pecaminosa, não é necessário ter propensão genética. Basta ter propensão ao pecado. E isso todo o ser humano tem! De modo que é completamente possível a um heterossexual ter práticas homossexuais e, a um homossexual ter práticas heterossexuais. A natureza caída potencializa o ser humano à prática pecaminosa sexual. Daniela Mercury é um exemplo claro disso.

O anúncio de Daniela coincide com o lançamento do livro do psiquiatra Flávio Gikovate “Sexualidade Sem Fronteiras”. Gikovate não é cristão e não advoga os padrões morais bíblicos, todavia, o bom senso o leva a algumas perspectivas. Ele diz em uma entrevista que, no futuro, “as pessoas não precisarão mais se definir como portadoras de uma orientação sexual definitiva, que nunca muda ao longo da vida. A derrubada do muro permite aos habitantes de um lado migrar para o outro – e vice-versa – quantas vezes isso lhes parecer razoável e adequado”.

É claro que a perspectiva deste psiquiatra é totalmente pecaminosa, mas concorda com ponto que estamos defendendo: Homossexualismo é escolha. Aliás, do ponto de vista bíblico, é mais que escolha. É condenação, por consequência do afastamento de Deus. Em Romanos 1.26,27 nós lemos:

“Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.”

Pessoas distantes de Deus terão propensão maior a uma vida pecaminosa, tanto na área sexual quanto em qualquer outra.

Mas, e aqueles indivíduos que nascem com certa propensão ao homossexualismo? Meninos com preferências mais femininas e meninas com jeito masculinizado? A resposta é que propensão ao pecado, todos nós temos. O fato de um garoto nascer com uma propensão maior à mentira, não o justifica para ser um mentiroso. Uma garota que nasça com propensão maior à violência, não a torna, automaticamente, uma assassina. A natureza caída nos tornará propensos a determinados pecados, mas nem por isso devemos nos render a eles. A comunhão com Deus nos liberta destas propensões e nos dá uma vida de castidade e santificação. Neste sentido, veja abaixo alguns versículos libertadores:

“Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões; nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniqüidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça. Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.” Romanos 6.12-14

“Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues; e, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça. Falo como homem, por causa da fraqueza da vossa carne. Assim como oferecestes os vossos membros para a escravidão da impureza e da maldade para a maldade, assim oferecei, agora, os vossos membros para servirem à justiça para a santificação.” Romanos 6.17-19

“Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória. Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria; por estas coisas é que vem a ira de Deus [sobre os filhos da desobediência]. Ora, nessas mesmas coisas andastes vós também, noutro tempo, quando vivíeis nelas. Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar. Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou…” Colossenses 3.1-11

“Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição; que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, não com o desejo de lascívia como os gentios que não conhecem a Deus; e que, nesta matéria, ninguém ofenda nem defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação. Dessarte, quem rejeita estas coisas não rejeita o homem, e sim a Deus, que também vos dá o seu Espírito Santo.” 1 Tessalonicenses 4.3-8

“Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.” 1 Coríntios 6.9-11

“Fugi da impureza. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo. Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.” 1 Coríntios 6.18-20

“Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro.” 1 João 2.1,2

Fonte: The Christian Post / Folha Gospel

[e-News] “Negro nasce negro não tem como mudar, homossexual sim”, diz Marco Feliciano

Tratamento de homossexuais por psicólogos é debatido na Câmara Federal

A Comissão de Seguridade Social e Família realizou uma audiência pública ontem, como de costume. Mas o tema da discussão gerou polêmica: debater a resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe os profissionais da área de oferecerem tratamentos para mudar homossexuais.

Essa norma é discutida desde 1999 e continua causando polêmicas entre religiosos, psicólogos e deputados. Na Câmara dos Deputados tramita o Projeto de Decreto Legislativo 234/11, do deputado João Campos (PSDB-GO) que defende o fim da resolução. A questão é debatida em audiências públicas. Ontem, os deputados Pastor Eurico (PSB-PE) e Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) fizeram declarações que acabaram irritando diferentes segmentos.

Segundo a Agência Câmara de Notícias, o debate gira em torno da suposta ideia que haja uma “cura” para a homossexualidade.

O deputado Pastor Eurico (PSB-PE) questionou a ausência, durante a audiência, de opiniões favoráveis a terapias que pretendem reverter a homossexualidade. “É preciso pensar no direito de quem quer deixar o homossexualismo”, afirmou Eurico, que não aceita ser chamado  de homofóbico por defender esse direito. O parlamentar diz não ser a favor de “tratamento compulsório”, mas acredita que aqueles que buscarem tratamento “de forma voluntária” deveriam ter o direito de recebê-lo.

O deputado Pastor Marco Feliciano, por sua vez, criticou a resolução do CFP. “Índio nasce índio, não tem como mudar; negro nasce negro não tem como mudar; mas quem nasce homossexual pode mudar. Até a palavra homossexual deveria ser abolida do dicionário, já que se nasce homem ou mulher”, afirmou o deputado.

Presente no debate, o representante da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) Francisco Cordeiro afirmou que, desde 1990, a homossexualidade não consta mais na classificação de doenças adotada pela entidade.

“Prometer cura para o que não é doença, no caso para a homossexualidade, é charlatanismo”, questionou o presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGBT), Toni Reis.

Representando o Conselho Federal de Psicologia, Ana Paula Uziel ressaltou que “O homossexualismo não pode ser considerado doença por isso não faz sentido se falar em tratamento, muito menos em cura”.  Para ela, os psicólogos não poderiam prometer a cura da homossexualidade. “Fica preservada a liberdade de atuação profissional, mas essa liberdade tem limite”, ressaltou.

Também se manifestou a psicóloga cristã Rozângela Justino. Ela acusa o conselho de perseguição e discriminação. Conta que, desde 2009, foi proibida de atender pessoas que demonstrem desejo de deixar a atração pelo mesmo sexo. Ela conta que atuou na área durante 27 anos. Porém, depois de ser punida pelo conselho, deixou de exercer a profissão.

“Sou discriminada por ser evangélica. Sempre atendi pessoas com desejo de não sentir atração por pessoas do mesmo sexo”, disse.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/marco-feliciano-homossexual-negro/

[e-News] Projeto de bancada evangélica propõe legalizar ‘cura gay’

Projeto de bancada evangélica propõe legalizar ‘cura gay’

ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER
DE SÃO PAULO

O paciente deita no divã e pede: não quero mais ser gay. O psicólogo deve ajudá-lo a reverter a orientação sexual? Parlamentares evangélicos dizem que sim e tentam reverter uma resolução do Conselho Federal de Psicologia.

Um projeto de decreto legislativo quer sustar dois artigos instituídos em 1999 pelo órgão. Eles proíbem emitir opiniões públicas ou tratar a homossexualidade como um transtorno.

Segundo o projeto do deputado João Campos (PSDB-GO), líder da Frente Parlamentar Evangélica, o conselho “extrapolou seu poder regulamentar” ao “restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional”.

O conselho de psicologia questiona se o projeto pode interferir na sua autonomia. Para o presidente do órgão, Humberto Verona, estão lá normas éticas para combater “uma intolerância histórica”.

Deve-se curar a “síndrome de patinho feio”, e não “a homossexualidade em si”, diz Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. Para ele, é o preconceito que leva um gay a procurar tratamento.

“[Ninguém diz] ‘cansei de ser hétero, vim aqui me transformar'”, completa Verona.

FREUD EXPLICA?

O estudante de direito e homossexual Fábio Henrique Andrade, 18, foi mandado para o psicólogo pela primeira vez com dez anos. O filho deveria “tomar jeito” antes que virasse gay, na opinião de sua família adotiva.

A voz fina tirava o pai do sério. “Falava que era de veado.” E também o fato de ele só brincar com as meninas.

Para o pastor e deputado Roberto de Lucena (PV-SP), cruel é deixar “um homem em conflito” ao léu psicológico. Ele é relator do projeto de Campos, hoje sob análise da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara.

A princípio, Lucena crê que os pais têm o direito de mandar seus filhos para redirecionamento sexual. Mas reconhece que o tema deve ser discutido em audiência pública, prevista para as próximas semanas em Brasília.

Fonte: Folha.com

Postem seus comentários!! Paz…