[e-News] Feminista lança “versão inclusiva” da Bíblia, que usa “termos neutros” para Deus

A questão de como melhor traduzir termos bíblicos do original em hebraico e grego divide especialistas há séculos. Contudo, versões das Escrituras que mudam substancialmente seus ensinamentos são geralmente tratadas como “heréticas”, como é o caso da Tradução do Novo Mundo, usada pelas Testemunhas de Jeová.

Agora, uma ativista lésbica anunciou o lançamento de um aplicativo da Bíblia que se refere a Deus somente em “termos neutros”, num esforço para torna-la “acessível” para aqueles que se sentem “marginalizados” pelos cristãos, particularmente a comunidade LGBT.

Este é o discurso de Crystal Cheatham, idealizadora do aplicativo Our Bible [Nossa Bíblia]. Ela foi criada em uma Igreja Adventista do Sétimo Dia, mas entrou em “crise de fé” quando ouviu de seus líderes que o cristianismo e a homossexualidade não eram compatíveis.

Na página de financiamento coletivo onde explica suas propostas, ela justifica que deseja fazer com que a Bíblia seja “acessível a todos”.

“No seu núcleo, o texto sagrado foi escrito para incluir toda a criação de Deus, especialmente aqueles que são marginalizados. O nosso aplicativo incluirá traduções que se referem a Deus em termos neutros de gênero e oferece uma biblioteca de devocionais progressivos, além de outros recursos”.

Cheatham, que afirma ser uma ativista gay e feminista, reclama: “Eu não conseguia encontrar nenhum livro de devocionais que me representasse. Criei o nosso aplicativo da Bíblia porque todos merecem ser nutridos espiritualmente”.

Segundo ela, além da versão bíblica “inclusiva”, há mais de 300 devocionais e também artigos especiais, podcasts e textos de meditação para usuários. A previsão de lançamento nos EUA é para o final de junho, mas o preço do aplicativo não foi divulgado.

“Há tantos cristãos lá fora que querem aceitar as pessoas LGBT, mas não sabem como e por que se não receberam as informações”, disse Cheatham no vídeo que gravou para divulgação de seu projeto.

Esta não é a primeira vez que a Bíblia foi modificada de alguma maneira para “incluir” a comunidade gay.

Conforme amplamente divulgado, desde a década de 1970 existem movimentos que procuram criar igrejas onde a homossexualidade é vista como normal, as chamadas inclusivas.

Já existem algumas versões que preferem trocar o nome de Deus por “divindade”, que seria “neutro”. Nelas, termos como “Senhor”, “Pai”, “Filho” e termos masculinos para se referir a Deus são evitados ou substituídos por outros como “Força divina”, “Pai/Mãe”.

Algumas delas também reescrevem os trechos bíblicos onde a prática homossexual é condenada.

GospelPrime

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[Exortação] “Mamãe devia ter me ensinado a ser uma Boa Dona de Casa” por Ana Carolina Oliveira

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Quero, portanto, que as viúvas mais novas se casem, criem filhos, sejam boas donas de casa e não deem ao adversário ocasião favorável de maledicência. 1 Timóteo 5.14 (grifo meu)

Quanto às mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias em seu proceder, não caluniadoras, não escravizadas a muito vinho; sejam mestras do bem, a fim de instruírem as jovens recém-casadas a amarem ao marido e a seus filhos, a serem sensatas, honestas, boas donas de casa, bondosas, sujeitas ao marido, para que a palavra de Deus não seja difamada. Tito 2. 3 – 5 (grifo meu)

Destas claras passagens sobre a missão da mulher casada, certamente, a função de dona de casa é a menos desejada ou mais polêmica em nossos dias de supervalorização à carreira da mulher fora do lar, renegando-se o trabalho dentro dele, como Deus graciosamente ordenou às mulheres.

Como todos os textos da série “Mamãe devia ter me ensinado”, este não é dirigido apenas às solteiras ou recém-casadas. Mas, também pode trazer instruções àquelas que já são donas de casa há anos ou às que se tornaram de fato há pouco tempo, por exemplo, após deixar a carreira fora e ter passado a se dedicar ao lar.

Foco errado na instrução às jovens

Com o total distanciamento da sociedade dos padrões estabelecidos pela Palavra do Senhor e o triunfo do feminismo em nossos tempos, infelizmente, é possível notar, que de poucas gerações pra cá, tem sido cada vez mais raro ver mães conscientemente engajadas em instruir suas filhas para que sejam boas donas de casa. Sem mencionar as outras instruções indicadas em Tito 2 que devem ser passadas de uma mãe cristã às suas filhas ou por uma irmã em Cristo mais velha e piedosa às jovens que discipula.

Desde muito novinhas, as meninas recebem orientações diretas ou indiretas a valorizarem e buscarem com empenho uma formação e uma carreira fora de casa. Eu cresci num lar onde minha mãe era dona de casa, mas eu fui incentivada a me dedicar integralmente aos estudos para “ser alguém na vida”. Claro, que me responsabilizo também por não ter aproveitado oportunidades de aprender com minha mãe. Meu foco realmente era outro!

Algumas mães acham que é melhor poupar a filha de trabalhos que um dia ela terá que lidar inevitavelmente, porém este é um pensamento nocivo para o desempenho de parte da responsabilidade da mãe e para o futuro da moça.

Quando mãe e filha entendem o chamado de Deus para a mulher casada de dedicar-se ao lar, a caminhada de ambas juntas será mais proveitosa e abençoadora. A mãe intencionalmente ensinará à filha serviços domésticos com os quais ela lidará com frequência ao se casar. A filha aproveitará os ensinos, certa de que um dia lhes serão muito úteis. Não há nada melhor do que aprender com alguém que está com você todos os dias e te ensinará com doçura, sabendo que isto faz parte de sua missão de instruir a filha.

Desafios enfrentados: 

  • Motivação correta

Se não compreendermos que ser dona de casa é a vontade de Deus para as mulheres casadas, não enxergaremos nossa função do dia-a-dia como algo digno, não veremos significado para nossas tarefas. Você certamente enfrentará mais dificuldades do que imaginava… Ao lidar consigo mesma! Tudo o que fazemos sem propósito não “gera combustível” o suficiente para irmos adiante, levantando a cada manhã para desempenhar nossas atividades com contentamento e excelência.

E o essencial: Só com o entendimento correto, a decisão de dedicar-se integralmente à família e ao lar será tomada com a motivação que glorifica a Deus. Parar de trabalhar fora, por exemplo, por qualquer outro motivo que não centrado na obediência à Palavra, não chegará como aroma suave de adoração ao nosso Deus (Cl. 3: 23 e 24). Todo o nosso empenho será em vão. Você pode focalizar em outros motivos para fazer tudo o que faz, mas se não for primeiramente por amor e temor ao Senhor, você não estará cumprindo o principal fim de todo ser humano que é glorificar a Deus e satisfazer-se plenamente nEle.

Ideologia feminista

Com o coração enganoso e corrupto que temos (Jr. 17:9), todo cristão fiel trava batalhas interiores e contra as ideologias mundanas que nos rodeiam e atacam sem dó nem piedade. Certamente, um grande desafio de toda mulher cristã é o feminismo que está impregnado em nossa sociedade e, infelizmente, não passamos ilesas. Se não tomarmos os devidos cuidados, nos surpreenderemos com tantos pensamentos e sentimentos nocivos que cultivamos e, dentre eles, os advindos do feminismo.

Quando uma mulher corajosamente decide ser dona de casa, terá que lidar com acusações interiores e de outras pessoas, tais como de que ser dona de casa é algo indigno, que você é uma inútil e seus dias devem ser ociosos e sem sentido. Como se a verdadeira realização da mulher estivesse à parte da vontade de Deus, estivesse numa carreira bem longe do lar e marcado pela sua ausência na família.

Mas, louvado seja o nosso Deus providente que nos concede armas para lutarmos esta guerra: vigiar, orar e nos alimentarmos constantemente da Palavra. Não temos recursos em nós mesmas, não temos outro refúgio e fortaleza que não seja Cristo. Se nos distanciarmos dEle um instante sequer, poderemos sucumbir nas ideologias mundanas.

Dificuldades com atividades específicas

Depois de cinco anos de casada, foi que me tornei de fato uma dona de casa. Até então, não tinha tempo, nem energia, nem vontade de me responsabilizar pelos cuidados com o lar. Cuidados estes que devem estar focados em servir às pessoas que nele vivem. Limpar e organizar a casa, a roupa, cozinhar, não são fins em si mesmos. Todas as atividades de uma esposa e mãe dedicada devem ser voltadas para o bem-estar de sua família. Temos um grande exemplo em Provérbios 31: 10-31, com a mulher virtuosa que lidava com maestria com todas as tarefas voltadas principalmente aos seus. E sua competência e energia eram tantas que ainda conseguia ajudar ao próximo de fora dos limites de seu lar.

Mas, assim como eu, você pode ainda não ter alcançado o “nível” da mulher virtuosa. Faltam-lhe habilidade suficiente e satisfação em executar algumas das atividades no lar. Podem ser dificuldades em tarefas específicas, como por exemplo: Como deixar as roupas cheirosas, macias e sem manchas? Qual produto usar para cada tipo de superfície ou material? Nunca fritei um ovo sequer… Como farei para cozinhar diariamente? Como lavar bem um banheiro? Como conciliar as tarefas do lar e as atividades com os filhos? Como organizar meus horários e atividades de forma eficiente e eficaz? Como sentir-se realizada ao executar minhas tarefas diárias? Etc, etc…

Não me proponho a responder neste texto a cada uma dessas possíveis dúvidas pontualmente. Mas, gostaria de compartilhar algumas dicas práticas que me ajudaram muito na minha adaptação como dona de casa e ainda têm me ajudado.

Dicas práticas

Quando se tem uma carreira profissional ascendente é comum que se procure as melhores instituições e outros profissionais gabaritados da área, de know how, para aprendermos com eles, nem que seja simplesmente para ter seus nomes no currículo. Por que para a “formação” de uma boa dona de casa não podemos buscar aprender com as “melhores na área”, mulheres experientes e excelentes no que fazem? Claro que se você é uma jovem e ainda mora com sua mãe e esta se dedica ao lar, certamente poderá aprender a maioria das coisas com ela. Mas, nada impede que você aprenda coisas diferentes com diferentes mulheres, já que cada uma acaba tendo mais aptidão para algumas atividades do que para outras.

Quando mudei de carreira, deixando o trabalho no escritório para administrar melhor meu lar, fui até a casa de mulheres mais experientes e fiz várias ligações a elas. Por exemplo, minha mãe é exímia cozinheira – peguei várias receitas com ela, ligava muitas vezes fazendo perguntas elementares e, surpreendentemente, lembrei-me de como ela fazia muitas coisas na época que ainda morava com ela. Sem mencionar as diversas receitas que troco frequentemente com amigas. Não deixo passar um prato gostoso sem pedir a receita; Minha sogra lava uma roupa como ninguém, então corri na casa dela para aprender a lavá-las da melhor maneira possível; Sobre faxina, sempre estou perguntando para irmãs mais velhas como fazer isso e aquilo. Quem tem o privilégio de contar com uma faxineira ou uma diarista de confiança, também não pode perder a oportunidade de aprender várias coisas com ela – veja como ela faz, pergunte, ajude-a nas atividades. É importante que você saiba como faz tudo numa casa, mesmo tendo uma grande ajudante!

Sobre organização de tempo, devemos considerar nossas prioridades. O tempo é escasso para todos. Quando deixei meu emprego, imaginava que teria tempo de sobra para fazer diversas coisas, algumas vezes até temi ficar ociosa… Ledo engano! Uma dona de casa e mãe nunca terá tempo para pensar “Hum… O que tenho para fazer agora?!”. Mulheres cristãs, então, têm ainda mais atividades! Além dos constantes esforços para cuidar bem de nosso lar, ainda existem tantas coisas boas para ler, tanto trabalho a ser feito na obra do Senhor, muitas lições a ensinar aos nossos filhos e atividades para realizar com eles. E a noite, devemos estar dispostas e tranquilas para receber bem ao nosso marido e desfrutar de momentos valiosos com ele.

Em termos práticos, aconselho o uso de agenda, quadro de anotações, check-list ou coisa semelhante. Nem que seja simplesmente uma montagem mental do seu roteiro diário. Uma dona de casa não pode comer o pão da preguiça (Pv. 31: 27) e não deve começar um dia sem planejá-lo antes. Organize todas as atividades de forma que os de casa não sejam prejudicados, ou melhor, sejam os primeiros a serem beneficiados pelas obras de suas mãos. Estabeleça horários aproximados de início e término de cada atividade. Sempre que possível, procure também tirar um cochilo a tarde. Isso ajudará a repor suas energias e estar bem para a noite conversar e namorar com seu esposo.

Claro que imprevistos acontecem, mas quando você é organizada, certamente, estará mais preparada para manobras de última hora. Quem se organiza, consegue ser mais produtivo.

Mamães ensinem estes princípios de organização aos seus filhos – sejam meninas ou meninos: a priorizar atividades, organizar seu tempo, guardar seus brinquedos, atribua a eles responsabilidades no lar conforme a idade de cada um. Além de contribuir para manter sua casa organizada, você estará forjando futuras esposas e donas de casa dedicadas e bons maridos que sabem viver a vida comum do lar (1 Pe. 3:7).

E por último, gostaria de deixar uma palavra de encorajamento. Como ter contentamento ao ser dona de casa? Isto está inteiramente ligado à motivação correta como vimos anteriormente. Um puritano chamado William Perkins fez uma citação bem interessante: “Há uma diferença entre lavar louças e pregar a Palavra de Deus; mas no tocante a agradar a Deus, nenhuma em absoluto.”

A vocação dada por Deus às mulheres casadas é servir à sua família, sendo as principais responsáveis por propiciar um ambiente agradável, confortável, acolhedor e piedoso. Cuidar do lar é uma forma prática, evidente e constante do nosso serviço amoroso para com a nossa família e de obediência a Deus.

O chamado para que sejamos boas donas de casa também é para que a Palavra de Deus não seja difamada (Tt. 2:5) e para não dar ao adversário ocasião favorável de maledicência (1 Tm. 5.14). Ter uma casa organizada e limpa e, uma família bem cuidada é ser mulher sábia que edifica sua casa (Pv. 14:1) e traz glórias ao nome do Senhor. É testificar com nossas vidas sobre o Deus ordeiro, cuidador e perfeito a quem servimos!

Mulheres Piedosas

SUPLEMENTO

Paul Washer – Recuperando a feminilidade bíblica

[Exortação] “Mamãe devia ter me ensinado a depender do meu marido” por Simone Quaresma

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Tenho certeza absoluta que depois do título deste artigo, muitas mulheres sequer continuarão a leitura! Tenho convicção de que tratar deste assunto em pleno século 21, parece anacronismo- olhar para o passado com olhos contemporâneos. Meu convite para você, ao ler este texto, não é para que você se volte para o exemplo de sua mãe ou de sua avó. Não quero propor uma análise de costumes do passado à luz do nosso mundo pós-moderno. Meu desejo é para que juntas, avaliemos o que as Escrituras dizem. Esta análise sim, vale a pena, afinal, a Palavra de Deus é infalível, inerrante, suficiente e ATEMPORAL!

O conceito de depender de alguém pode parecer repugnante para uma mulher que nasceu e foi criada numa cultura feminista. Se você tem menos de cinqüenta anos de idade, se enquadra neste grupo: mulheres que cresceram num mundo dominado por conceitos e ideologias extremamente feministas, mesmo que estes venham sob a capa mais inocente de “liberdade e direitos” das mulheres. Tendo sido criada neste contexto, depender de alguém pode soar mal para você. Que tal, então, vermos o que as Escrituras falam sobre este assunto? Será que realmente fomos criadas para a autonomia? Será que o alvo de Deus para nós é a independência, o autogoverno?

Em Efésios 5: 21, Paulo ordena: “…enchei-vos do Espírito”. O apóstolo vai além e diz COMO podemos viver uma vida piedosa, que nos encherá com seu Santo Espírito: “falando entre vós com Salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, SUJEITANDO-VOS UNS AOS OUTROS NO TEMOR DE CRISTO.” (versos 19-21). E depois deste impressionante chamado à sujeição mútua geral entre os crentes, Paulo prossegue o texto divinamente inspirado, demonstrando a sujeição vocacional: “As mulheres, sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor…” (verso 22). Como uma mulher pode obedecer a estas duas ordens – sujeitar-se uns aos outros no temor de Cristo e ser submissa ao marido – sendo autônoma? Como os conceitos de auto-suficiência e liberdade feminista podem se encaixar na ordem para a sujeição mútua? Simplesmente não pode! Ou abandonamos de vez o conceito mundano de independência, ou abandonamos a Bíblia e o Evangelho!

No decorrer do texto que lemos e no capítulo 6, Paulo continua mostrando como somos cheios do Espírito Santo ao vivermos vidas santas e obedientes. Os maridos dando suas vidas pelas esposas, os filhos obedecendo aos pais, os paisnão provocando os filhos à ira, os servos obedecendo aos senhores, os senhores tratando os servos com dignidade, pois são iguais perante Deus. Onde podemos ver, nesta lista descritiva de relações ordenadas por Deus, a autonomia? Não é fato que em todos estes relacionamentos estão patentes o dar-se, o cuidar, o obedecer, o prover o melhor? Não está clara a sujeição mútua?

“Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.” (Romanos 12.10)

“Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmos. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros.” (Filipenses 2.3 e 4)

“Não negligencieis, igualmente, a prática do bem e a mútua cooperação; pois, com tais sacrifícios, Deus se compraz.Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles…” (Hebreus 13.16 e 17)

Todos estes textos das Escrituras nos ensinam o quanto a interdependência (dependência mútua), é o padrão de Deus. O tempo todo a Palavra de Deus vai mostrar que o alvo é o outro. O Evangelho nos ensina a tirar os olhos de nós mesmas e colocar em nosso próximo. O bem do outro, a obediência, a sujeição, o serviço, o amor mútuo são conceitos que nada têm a ver com independência e autonomia. O Evangelho resume todos os mandamentos em dois: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Obediência a Deus e amor e serviço ao outro. Onde haverá espaço, então, para eu me focar em mim e nos meus próprios interesses, independente do Corpo de Cristo, dos meus irmãos?

O Medo de depender

Não ignoro que depender de alguém pode trazer medo e instabilidade para algumas mulheres, principalmente àquelas que já foram feridas em situações semelhantes. Colocar sua confiança em alguém, depender desta pessoa e ser traída por ela é uma dor que gera insegurança. E esta é uma falta gravíssima. O Catecismo Maior de Westminster nos ensina que o pecado é agravado quando é praticado contra alguém que confiava no ofensor. “Pecar contra aqueles com quem estamos intimamente relacionados, ou especialmente comprometidos, é ter a culpa agravada.” (Johannes G. Vos, comentando a pergunta 151 em: Catecismo Maior de Westminster comentado- Editora Os puritanos). De forma alguma podemos minimizar a dificuldade de alguém que foi ferido, de voltar a confiar e a descansar na condução de um líder. Maridos que trocam a mulher de sua mocidade por outras; pais que somem e não suprem as necessidades dos filhos; mães que abandonam suas crianças à própria sorte. Estas são algumas situações terríveis que o pecado gera. Nossa sociedade está afogada neste mar de descaso e egoísmo, de fuga de responsabilidades, de hedonismo, de amor exagerado por si mesmo e de desprezo ao próximo. Isto é abominável ao Deus que instituiu a família e o casamento para cuidado e auxílio mútuo.

De forma alguma, entretanto, estes pecados podem gerar outros. Sei que a tendência de uma moça que foi criada apenas por sua mãe, já que o pai sumiu no mundo, é rejeitar a idéia de depender do marido. Aquelas que tiveram pais violentos, não querem nem pensar em se submeter espontaneamente ao futuro cônjuge. Mulheres que se casaram com homens “crentes” que as abandonaram, talvez instruam suas filhas a procurar no mundo, já que os “da igreja” estão fazendo pior! Mas estas dificuldades têm de ser vencidas pela fé nAquele que instituiu o padrão para se viver em família. O que Deus instituiu é superior às nossas experiências pessoais. Não é porque o pecado corrompeu e estragou seu casamento, que os padrões de Deus estão errados e devem ser substituídos! O padrão de Deus para a família é santo e é a expressão da sua santa vontade. Não podemos achar que a nossa experiência dolorosa tem mais valor que uma ordenança do Altíssimo. Será que vamos fazer coro com este mundo que jaz no maligno, e dizer que o casamento é uma instituição falida? Será que decidiremos ter apenas um filho, porque a economia não está estável e emprego anda difícil? Será que vamos nos preparar com antecedência para um divórcio, já que mais cedo ou mais tarde nosso marido pode nos trocar por uma mulher mais jovem? Como viveremos nossas vidas? Pautadas no que este mundo perverso vive ou no padrão santo, estabelecido pelo Deus Santo, que revelou como nossas famílias deveriam andar e viver?

Meu pedido a você, amada irmã, é que se despoje dos conceitos mundanos e feministas, deixe um pouco de lado a dor causada por seu pai ou seu marido, e caminhe comigo, tentando descobrir o modo como DEUS deseja que você viva em dependência. Ele é o nosso padrão, a sua Palavra é a nossa regra de fé (aquilo que cremos) e de prática (como gerimos nossa vida). Você está pronta para abandonar suas idéias de liberdade e autonomia e se submeter à norma estabelecida pelo criador para suas criaturas? Então, no próximo texto falaremos sobre três aspectos em que somos chamadas a depender dos nossos maridos: Dependência emocional, espiritual e financeira. Até lá!

Fonte: http://www.mulherespiedosas.com.br/

SUPLEMENTO

Paul Washer – Recuperando a feminilidade bíblica

[Exortação] “Garotas Não Deveriam Estudar Muito…” por Jacinda Vandenberg

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Garotas não deveriam estudar muito… é algo que eu nunca disse, nem acredito, mas frequentemente se presume tal posicionamento a meu respeito, pois eu advogo em prol do lar e do papel da mãe que fica em casa.

Regularmente, recebo e-mails e comentários de pessoas preocupadas com a possibilidade de eu estar propagando a idéia de que meninas precisam apenas da escolaridade suficiente para exercerem os papéis de esposa e mãe. Combine essa falsa suposição com minha real decepção com as universidades seculares e o efeito que elas têm nas mulheres, e você pensará que eu estou fazendo apologia a práticas discriminatórias contra o meu próprio gênero.

Todos os dias, recebo cartas de mães sérias, sinceras e bem instruídas que dizem o seguinte:

“Sinto-me tão sobrecarregada! Você tem dicas de como manter tudo sob controle? Minha casa sempre se parece com um desastre e eu simplesmente não consigo me organizar…”

“O que você faz quando seu marido quer começar um novo negócio? Estou nervosa por causa da idéia e há tensão no nosso casamento. Sei que ele deve ser o líder e eu devo me submeter. Como lidar com esse tipo de situação?”

“Você sabe de algum lanche saudável para crianças pequenas? Não sou muito habilidosa na cozinha, mas sei que o açúcar não é bom para ele, e eu estava me perguntando se você teria alguma recomendação…”

Sempre me surpreendo ao descobrir que essas perguntas vêm de mulheres graduadas; professoras, enfermeiras e outras que se tornaram donas de casa. Elas trocaram seu diploma pelo seu papel de esposa e mãe, acreditando (assim como eu) que o lugar mais importante para uma mãe é no lar. Enfrentando a oposição cultural, elas vêem o valor da dona de casa e entendem sua importância à luz das Escrituras.

Todavia, elas se sentem perdidas e sobrecarregadas. Elas pensaram que esse era um papel que elas poderiam simplemente exercer quando a hora chegasse, mas agora que estão neste momento, elas se perguntam porquê investiram todos aqueles anos e dinheiro num diploma que parece inútil.

Por quê ninguém jamais as encorajou a aprenderem como ser uma boa esposa e mãe? Não deveria ser algo natural? Se cuidar de uma casa não exige muito empenho e planejamento, então por quê este sentimento de ser pega desprevinida? Como é possivel que a coisa mais difícil que elas se propuseram a fazer não requeira estudo ou preparação intencional? Por quê não se oferecem graduações em como cuidar de um lar? Há muito material para estudar aqui!

Como é a submissão? Se meu marido faz algo com o qual não concordo, como reagir? Que sistema devo usar para não me deixar sucumbir no meio da roupa suja? Como decido qual o melhor método de educação para meus filhos? Meu marido ama bife e batata, mas eu nunca grelhei nada antes. Como sei que a carne está pronta?

Nossa cultura diz às nossas meninas que elas precisam ter uma graduação para que elas possam ser independentes e capazes de prover para si (nenhum desses conceitos são bíblicos). “Nem todas vão casar”, eles alertam, “e nem todas podem ter filhos”.

Nós as encorajamos a investirem sua energia em uma carreira ao invés de recomendar que elas estudem todas.  Nós as preparamos para a solteirice ao invés do plano normativo de Deus para as mulheres: serem esposas (amarem seus maridos), mães (amarem seus filhos) e donas de casa (“boas donas de casa… para que a palavra de Deus não seja difamada.” Tito 2:5)

Depois, elas casam. Elas querem ser esposas piedosas, mas depois de anos e anos sendo treinadas para pensar de forma independente ao invés de uma co-dependente, elas não sabem como. Elas têm filhos, mas não têm ideia de como criá-los. Elas têm uma casa para governar, mas estão perdidas na logística disso tudo.

Cuidar de uma casa rapidamente se torna um fardo e uma frustração. Esta simples ocupação que não demanda nenhuma inteligência e da qual o feminismo tentou protegê-las é mais desafiadora do que elas pensaram. Ao contrário da ideologia popular, é necessária muita inteligência e bom senso para ser uma dona de casa gloriosa

Quantos casamentos infelizes, lares despedaçados, esposas tristes e desesperadas e crianças rebeldes serão necessárias até que venhamos a admitir que  preparar nossas filhas de forma intencional para cuidarem de seus lares não é somente “uma boa ideia”, mas algo necessário? Harvey Bluedorn em Teaching the Trivium (Ensinando o Trivial) escreve:

“Não podemos prepará-las para todas as possibilidades do futuro. O dia tem apenas 24 horas. Como uma jovem pode investir o seu tempo da melhor forma? Deveríamos passar tanto tempo preparando-as para a possibilidade de morrerem num acidente de carro? Claro que não… A carreira independente de uma mulher não deveria ser o ideal ou a norma. Emergências podem requerer que uma mulher assuma tarefas que comumente deveriam ser atribuídas ao chamado do homem, mas uma boa educação e treinamento em todas as habilidades de uma família normal irão preparar uma mulher para quase toda emergência. Por outro lado, se preparamos nossas filhas para casarem – para ter um espírito submisso, a se importarem com os outros e governarem suas casas – então seremos surpreendidas se elas se tornarem esposas amorosas e mães com lares organizados e tranquilos? Se nossas filhas nunca casarem, que mal virá de aprenderem a ter um espírito submisso, a se importarem com os outros e a governarem seus lares?Antes, que melhor virá disso!” (cap. 15, p. 438) (grifo da autora)

Será que uma menina deveria ter um alto grau de instrução?

Sim, sim, SIM!

Deixe-a estudar a arte culinária para que ela possa grelhar uma boa carne e fazer pão caseiro para sua família.

Deixe-a ler, escrever e praticar a oratória para que ela possa ensinar seus filhos com confiança e excelência.

Deixe-a aprender tudo que ela puder sobre medicina, ervas e vacinas para que ela possa tomar decisões acertadas sobre a saúde de sua família.

Deixe-a estudar desenvolvimento infantil e técnicas sobre a maternidade.

Deixe-a explorar sobre planejamento familiar e obstetricía para que ela possa dar a luz aos seus filhos sem medo.

Deixe-a aprender contabilidade para que ela possa gerir os livros e controlar o orçamento.

Se ela aprender bem todas essas coisas, ela ingressará na maternidade bem preparada e se ela nunca casar, ela terá mais ferramentas do que o necessário para “dar conta de si”.

Uma dona de casa piedosa é vital para uma família saudável, que é o fundamento de toda a sociedade. Sem famílias fortes, tudo desmorona. Se queremos realmente começar a reformar nossa cultura, temos que:

  • Parar de dizer às nossas meninas que o propósito de sua educação é sua futura carreira;
  • Parar de supor que elas serão a exceção do chamado normativo de Deus para as mulheres (Tito 2:3-5; Provérbios 31; Gênesis 3:16);
  • Parar de insistir que elas deveriam ser capazes de prover para si (I Pe 3:7; I Tm 2:13; Ef 5:23; I Tm 5:1-16);
  • Parar de encorajá-las a estudarem de forma e em lugares que a desviam do alvo final;
  • Parar de menosprezar meninas que escolhem investir na sua educação domiciliar sob a proteção de seus pais;
  • Parar de ter tanta fé em graduações ao invés de habilidades da vida real e experiência;
  • Parar de dizer coisas como:

“Desculpe, mas… O que é isso, querida? Você quer ser mãe quando crescer? Bom, você não precisa ter filhos, sabia? Você pode ser o que quiser, como uma médica importante ou mesmo uma astronauta!”

“É adorável que você queira ser mãe, mas não é realista. Hoje em dia, você precisa de uma graduação se você quiser ser capaz de prover para si (o que não é necessariamente verdade).”

“É tão fofo que ela queira ser mãe. Isso mudará logo que ela perceber o trabalho que dá!”

Imagine se esposas virtuosas não fossem tão difíceis de encontrar! Meninos teriam que ser homens e nossa cultura, pela graça de Deus, deixaria de ser uma terra inculta onde o feminismo governa para se transformar em um cenário de belos casamentos e lares saudáveis que retratam o amor entre Cristo e Sua Noiva.

Nunca é tarde para preparar nossas filhas para o glorioso futuro que Deus tem reservado para elas!

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Jacinda Vandenberg

* Este post foi publicado originalmente no blog  “Growing Home” , traduzido e re-publicado com permissão da autora.
** Jacinda Vandenberg é casada com Brad há 5 anos com quem tem 3 filhos,  Charity Sofia, de 4 anos, Judah Paul, de 2 anos e Anna Grace de 8 meses. Eles moram no Canadá onde frequentam a Maranatha Free Reformed Church em Hamilton, Ontário. Ela já escreveu dois livros: “How to Design Your own Blog for FREE (Como fazer o design de seu blog de Graça)” e “How To Grow Your Blog and Manage Your Home (Como fazer o seu blog crescer e Adminstrar o seu Lar)“. Ela também é co-autora de Homeschooling Day by Day (Educação no Lar no Dia a Dia)”. Jacinda bloga no “Growing Home” onde escreve com uma abordagem holística sobre a economia doméstica centrada no Evangelho.

*** Tradução: Vivian Junqueira Viviani

Fonte: http://www.mulherespiedosas.com.br/garotas-nao-deveriam-estudar/

SUPLEMENTO

[Fim dos Tempos] Feminismo, Parada Gay e a Nova Ordem Mundial!(Fonte: Site Ateu!) Surpreendente!

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Todos os anos é realizada a “Parada Gay” na Av. Paulista, o centro comercial da capital paulistana. Em todas as suas edições são observadas um grande suporte da mídia e das nossas autoridades públicas, de olho no lucrativo negócio no qual milhares de pederastas do mundo inteiro vêm anualmente para cultivarem o uranismo na metrópole.
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O “espetáculo” é o mesmo de sempre: ao som da música eletrônica emanada de carros de som, somando-se com uma maior parte de curiosos, reúne-se uma multidão de pessoas drogadas, embriagadas e, conforme diversos relatos, parte delas entregando-se a orgias e degradando-se na rua em plena luz do dia para qualquer um que estiver passando pelo evento ver. Numa de suas edições (2007), foram distribuídos milhares de panfletos incentivando (falava em orientações) o uso da cocaína, fora os habituais, falando sobre o “sexo seguro”, que ainda pode ser encontrado no portal da Folha de São Paulo, em matéria de Daniel Bergamasco.
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É uma verdadeira Sodoma nas ruas da capital com o apoio tácito dos nossos governantes. Por outro lado, a maior parte da população, evidentemente, na remanescência dos princípios legados pelos seus pais e avós, tende a condenar o evento, mas não tem força política, voz ativa ou não se interessa por tentar obstaculizar a realização do mesmo.
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Os próprios políticos em geral – e salvo raras exceções -, ou se omitem pelo cálculo, ou dão suporte em busca da simpatia das “minorias” e do lucro financeiro. Os religiosos fazem vista grossa, mas também deixam escapar a chance de organizar uma coalizão política efetiva para pressionar as autoridades a tomarem uma postura mais decente e digna em uma nação que, embora sob a égide de um Estado laico, ainda se diz cristã.  Façamos notar que a realização desses eventos vem sempre acompanhada da pressão dos grupos homossexuais contra o “preconceito” e para criminalizar o que eles chamam de “homofobia” – que se traduz, mais propriamente, em não aprovar tal comportamento e não o querer para seus amigos, filhos e família. Mas as questões que queremos abordar aqui vão além da “Parada Gay” em si e ao que há de subjacente à mesma. Nosso objetivo é alertar e esclarecer a verdadeira natureza da situação, tanto para os aliados e simpatizantes da UNAC [União Nacionalista], como para a população em geral.  Como é possível que um tipo de comportamento que até cerca de três décadas era ferrenhamente condenado como um grave desvio, passe a ser nos dias de hoje não só aceito, mas até incentivado?
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Como presenciamos hoje a realização de um tipo de evento que, até bem pouco tempo, seria absolutamente impensável e agora, além de tudo, é proclamado como um grande “avanço”? Como chegamos a tal inversão de valores e quais as forças que atuaram e atuam nos bastidores para que tal estado de coisas fosse possível?
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Não é possível falar sobre esse atual propagandismo da pederastia sem observarmos outra ideologia: o feminismo. Embora a maioria das pessoas pense tratar-se de dois fenômenos diversos, a verdade é que tanto o feminismo, como o apoio à pederastia e ao homossexualismo em geral, são duas ideologias que surgiram com o mesmo propósito e encaixam-se perfeitamente como a mão e a luva. Na verdade, uma acompanha e até reforça a outra a ponto de podermos afirmar que quando uma é fortalecida, esta favorece automaticamente a segunda de forma recíproca. Em meados da década de quarenta, Plínio Salgado, em sua obra A Mulher do Século XX, advertia sobre aqueles que já àquela altura queriam transformar a mulher numa concorrente do homem sendo envenenada e iludida a acreditar que seus instintos e vocações naturais, na verdade, eram moldados por uma sociedade cristã patriarcal e “machista” para oprimi-la.
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Observando os perigosos venenos que começavam a serem destilados no Ocidente do pós-guerra – e mais tarde se cristalizariam na contra-cultura, nos ensinava o pensador que na sociedade capitalista sem alma, orientada pelo liberalismo econômico, o ser humano é reduzido a um mero recurso e que, desta forma, a mulher passara a ser explorada, tendo também seu trabalho visto como mercadoria sujeita à lei da oferta e da procura.
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Notamos que os maiores sintomas dessa confusão geral se deram em diversos pontos, sendo os principais: a diminuição dos salários dos homens com a crescente enxurrada, geração após geração, de mulheres no mercado de trabalho; o afastamento da mulher do lar (deixando a educação das crianças a cargo das chamadas “rainhas dos baixinhos”), dos filhos e até da maternidade, no sentido de privilegiar uma carreira profissional em detrimento da sua família. Uma convicção que fez com que a maioria dos homens passasse a acreditar que não precisava mais da mulher em casa levando, evidentemente, a um afastamento cada vez maior entre os casais tendo como conseqüência uma vida conjugal e familiar cada vez mais secundária em relação às atividades profissionais. Tal fenômeno, de maneira óbvia, tem levado mais e mais casais à separação e destruído lares.  No plano econômico, o que presenciamos hoje nas grandes cidades e em todas as periferias é o efeito mais perverso: mesmo que não queira, a mulher se vê obrigada a sair ao mercado de trabalho para completar o salário de fome do marido que, na maioria das vezes, sozinho, é incapaz de prover o sustento do lar. Porém há conseqüências ainda mais graves e extremadas hoje de forma doentia.
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Desabituada do caráter e da missão que lhe são próprios, a mulher deixa de considerar o lar como o centro de sua atividade principal e ambiente de seu domínio afetivo; passa a viver mais na rua do que em casa […] Casando-se, a sua convivência com o marido limita-se aos encontros efêmeros de um amor sem raízes, esse falso amor sobre o qual se constroem os castelos de cartas dos casamentos desgraçados.
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A mulher desvaloriza-se na indistinção dos sexos e, em conseqüência, o homem rebaixa-se, perdendo o teor viril, porque nos países onde a mulher masculiniza-se, o homem também se torna efeminado. Efeminado e passivo, mesmo que não seja homossexual, o homem deixa de ser o portador das mudanças que a sociedade necessita e não tem forças para lutar contra esse modelo corrompido, se entregando então ao hedonismo como todo objetivo de sua existência. Burguês, acomodado, dócil como uma ovelha, covarde, marica, ridículo e mesquinho, o homem perde totalmente sua honra, sua virilidade e sua dignidade.
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Eis porque, já naquele tempo, se afirmava que certos desvios começam por uma moderna forma de romantismo que se batizou com o nome de “feminismo” e que antes deveria chamar-se “masculinismo”, e termina – após todos os cânticos à liberdade – com a anulação dessa mesma liberdade e a queda vertical até os extremos da escravidão e da degradação.  Em recente trabalho, intitulado Cruel Hoax – Feminism & New World Order (Farsa Cruel – Feminismo e Nova Ordem Mundial em tradução livre), Henry Makow desvelou o elo existente entre os movimentos de dissolução familiar e o banqueirismo internacional originado na Inglaterra e nos EUA, tendo amplos setores representados no sionismo internacional (Rothschild et caterva).
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Além do feminismo e da revolução homossexual, são componentes importantes nesse contexto: o controle de natalidade, programas de adoção para “casais” homossexuais, o desenvolvimento e o incentivo do uso da pílula anticoncepcional e outros meios contraceptivos, as campanhas pró-aborto e a vulgarização total do sexo, desde a pré-adolescência. A família e o casamento são tidos como instituições “superadas” e “arcaicas” e os filhos passam a serem vistos como algo “indesejado”, que deve ser evitado. O individualismo é entronizado como “virtude”, e o apego ao cônjuge e aos filhos como “fraqueza”. Por sua vez, o heterossexualismo é colocado como mera “opção”, sendo igualado ao homossexualismo (ou, como muitos preferem, “homossexualidade”).
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Heterossexualismo não é opção. Como bem ressalta Makow, ele simplesmente faz parte do ciclo reprodutivo e biológico. Já a relação homossexual é estéril, e representa um comportamento culminado por sérios distúrbios de ordem genética, psicológica ou espiritual.
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O objetivo final de tudo isso, porém, faz parte de uma agenda pré-definida por banqueiros que pensam poder substituir Deus e alterar a ordem natural das coisas em benefício próprio. A concentração cada vez maior da riqueza nas mãos de poucos magnatas que manipulam a maior parte da humanidade através de programas eugênicos, engenharia social e controle mental pela a mídia de massa e de entretenimento. Afinal, são os mesmos promotores da globalização que querem destruir o Estado nacional soberano, as culturas e religiões dos povos e bestializar o ser humano a ponto deste esquecer sua finalidade neste mundo.
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Cabe a nós iniciarmos imediatamente uma contrarrevolução.
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Se não formos capazes de encarar o problema de frente, conhecendo sua verdadeira essência, não poderemos sequer pensar em qualquer mudança.  Nos dias de hoje, lutar pelo que é justo e certo parece ser cada vez mais difícil, mas para aquele que não consegue enxergar a existência apenas na finitude terrena e material, é justamente a certeza de estar no caminho certo que provê a disposição para continuar na luta.
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Por Marcelo Silveira
Boletim Nacionalista, volume I, edição 2, julho/agosto/setembro de 2010, pp. 4 e 5
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Reportagem sobre a Parada Gay:
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Amados, caso vocês tenham lido todo o texto e ficaram confusos, ou acham que isso tudo é loucura, peço, encarecidamente, que assistam a Palestra abaixo dada na OAB-SP por um Filósofo, onde ele aborda o mesmo Tema do artigo acima!
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A mesma Política de Roma, a do “Pão e Circo”, tem sido feita e ninguém tem percibo que estamos perdendo nossa liberdade, nossos valores e a família tem sido destruída em prol da Implementação da Nova Ordem Mundial!
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