[Fim dos Tempos] Não foi dessa vez! O Teto da Dívida Americana será elevado! A Economia Mundial está “segura”!

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Presidente Obama fez uma breve declaração momentos depois que o Senado aprovou um projeto de lei para elevar o teto da dívida e acabar com a paralisação do governo . Ele agradeceu os líderes de ambos os partidos por se unirem num acordo. A Câmara deverá aprovar o projeto hoje à noite .

O presidente disse que uma vez que ele assine o projeto de lei, eles vão começar a reabrir o governo imediatamente. “Há um monte de trabalho pela frente , inclusive a nossa necessidade de ganhar de volta a confiança do povo americano que foi perdida ao longo das últimas semanas . “

O presidente Obama expressou que ele está disposto e ansioso para trabalhar com democratas e republicanos sobre ” qualquer ideia de que faça crescer nossa economia , criar novos empregos , fortalecer a classe média e começar a colocar nossa casa fiscal em ordem por um longo prazo . “

Apesar das diferenças partidárias , ele disse, “Eu nunca acreditei que os democratas têm um monopólio das boas idéias. “

O presidente manteve a esperança de que o Congresso pode trabalhar em aprovar a reforma da imigração e uma lei agrícola , antes do final do ano.

Ele disse que o governo precisa sair do hábito de governar pela crise . “Isso é o que eu acredito que o povo americano está procurando. Não é um foco na política . Não é um foco em eleições, mas um foco sobre os passos concretos que podem melhorar suas vidas. “

Quando ele estava saindo da sala, um repórter gritou: “Sr. Presidente, isso vai acontecer mais uma vez em poucos meses ?

Presidente Obama virou-se e respondeu: “Não.

Assista ao momento “sincero” abaixo.

Fonte: http://foxnewsinsider.com/2013/10/16/president-obama-gives-statement-after-senate-passes-bill-end-shutdown-raise-debt-ceiling

[Fim dos Tempos] Em 7 dias, os EUA podem decretar a Lei Marcial devido ao Colapso Financeiro!

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Relatos dão conta de que o Departamento de Segurança Interna (DHS) está empenhado na preparação de uma operação militar massiva e secreta.

Um artigo da Associated Press em fevereiro confirmou a compra de U$ 1,6 bilhão em munição por parte do Departamento de Segurança Interna.

De acordo com um artigo publicado na Forbes, essa quantidade é suficiente para sustentar uma guerra do tamanho da guerra do Iraque por um período de vinte anos.

O DHS também comprou tanques fortemente armados que foram vistos circulando nas ruas. Evidentemente, alguém no governo está prevendo distúrbios civis sérios. A pergunta é: por que?

Declarações do primeiro ministro britânico Gordon Brown no auge da crise bancária de 2008, reveladas recentemente, oferecem esclarecimentos sobre essa questão.

Um artigo na BBC News, no dia 21 de setembro de 2013, baseado na autobiografia explosiva “Power Trip”, de Damian McBride, o marqueteiro do Brown, diz que o primeiro ministro estava preocupado que a lei e a ordem poderiam desmoronar durante a crise financeira. McBride cita Brown:

– Se os bancos fecharem as portas e os caixas não estiverem funcionando, e as pessoas forem ao Tesco (uma cadeia de mercadinhos) e os cartões delas não forem aceitos, vai tudo explodir. Se não for possível comprar comida ou gasolina, ou remédio para os filhos, as pessoas vão começar a quebrar as janelas para se servir. E assim que as pessoas virem isso na TV será o fim porque todo mundo vai pensar que agora isso é o que todos devem fazer. Será a anarquia. É o que pode acontecer amanhã.

Como lidar com essa ameaça? Brown disse: “Nós teremos que pensar: recorremos ao toque de recolher, colocamos o exército nas ruas, como restauramos a ordem?”.

McBride escreveu no livro “Power Trip”:

– Foi incrível ver Gordon totalmente tomado pelo perigo do que estava prestes a fazer, mas igualmente convencido de que era preciso tomar uma atitude decisiva imediatamente.

Ele comparou a ameaça à crise dos mísseis em Cuba.

O medo dessa ameaça foi ecoado em setembro de 2008 pelo secretário do Tesouro norte-americano Hank Paulson, que supostamente alertou que o governo norte-americano poderia ter de recorrer à lei marcial se Wall Street não recebesse socorro para o colapso do crédito.

Nos dois países o uso da lei marcial foi evitado quando os políticos se dobraram à pressão e salvaram os bancos. Mas muitos arautos estão dizendo que um novo colapso é iminente; e dessa vez muitos governos podem não estar dispostos a oferecer socorro.

Da próxima vez será diferente

O que detonou a crise de 2008 foi uma corrida, não a tradicional ao sistema bancário, mas no chamado sistema financeiro “das sombras”, uma coletânea de intermediários financeiros não-bancários que fornecem serviços semelhantes aos dos bancos comerciais tradicionais, mas não são regulamentados.

Entre eles, fundos hedge, fundos money market, fundos de investimento em crédito, fundos de exchange-trade, fundos de private equity, corretores de securities, empresas de securitização e finanças. Bancos de investimento e bancos comerciais também podem conduzir boa parte de seus negócios neste sistema das sombras, não regulamentado.

O casino financeiro das sombras só cresceu desde 2008, e no próximo colapso do estilo Lehman, os socorros financeiros do governo talvez não estejam disponíveis.

De acordo com as declarações do presidente Obama na assinatura da Lei Dodd-Frank, no dia 15 de julho de 2010, “por causa dessa reforma… não haverá outro socorro com dinheiro do contribuinte – ponto”.

Governos na Europa também estão se distanciando desses socorros financeiros. O Conselho de Estabilidade Financeira (FSB) na Suíça exigiu dos bancos mais expostos ao risco que criem “testamentos em vida”, esclarecendo o que farão em caso de insolvência.

O modelo estabelecido pelo FSB exige que eles socorram seus credores, e os depositantes, ao fim e ao cabo, formam o maior grupo de credores de um banco.

Quando os depositantes não conseguirem ter acesso a suas contas bancárias para tirar dinheiro e comprar comida para seus filhos, podem muito bem começar a quebrar as janelas para se servir.

Pior ainda, eles podem tramar a derrubada do governo controlado pelos financistas. Observem a Grécia, onde a desilusão crescente com a habilidade governamental de socorrer os cidadãos na maior depressão desde 1929 precipitou protestos e ameaças violentas de derrubada do governo.

O medo de um resultado semelhante pode explicar a espionagem massiva dos cidadãos norte-americanos autorizada pelo governo, o uso domésticos de drones e a eliminação do direito ao processo e ao “posse comitatus” (lei federal que proíbe as forças armadas de imporem a lei e a ordem em propriedades que não são do governo federal). As proteções constitucionais estão sendo jogadas pela janela em favor da proteção à elite no poder.

A crise do teto da dívida se aproxima

A crise do momento parece ser o prazo de 17 de outubro para um acordo sobre o orçamento federal ou o risco de calote nas dívidas do governo. Pode ser apenas coincidência, mas dois exercícios de larga escala foram marcados para este mesmo dia, o “Exercício para o grande terremoto” e o “Exercício para a aurora quântica do ataque cibernético aos bancos”.

De acordo com uma coletânea de artigos da Bloomberg sobre o exercício bancário, os preparativos são para ataques de hackers, espionagem patrocinada por governos e crime organizado (fraude financeira).

Uma entrevista começa: “seu banco online pode ficar fora do ar… Você pode se dar conta que não consegue acessar o sistema”. Soa como um ensaio para o Grande Socorro Bancário Americano.

Nefasto como é, isso tem um lado positivo. Socorro bancário e lei marcial podem ser vistos como os espamos finais de um dinossauro.

O golpe financeiro e explorador, que deixou milhões de pessoas sem emprego e sem moradia, chegou ao fundo do poço.

Crises na situação corrente significam oportunidades para soluções mais sustentáveis, que aguardam nos bastidores.
Outros países que enfrentaram o colapso de suas dívidas baseadas em moedas emprestadas sobreviveram imprimindo a própria moeda.

Quando a moeda equiparada ao dólar despencou na Argentina, em 2001, o governo voltou a imprimir seus próprios pesos; governos municipais pagaram compromissos com “títulos de cancelamento de dívida” que circularam como moeda; e vizinhos fizeram trocas com moedas comunitárias.

Depois do colapso da moeda alemã nos anos 20, o governo recuperou a economia nos anos 30 com o lançamento dos “MEFO”, títulos que circulavam como moeda.

Quando a Inglaterra ficou sem ouro, em 1914, o governo lançou os “Bradbury pounds”, similares aos Greenbacks lançados por Abraham Lincoln durante a Guerra Civil norte-americana.

Hoje nosso governo poderia evitar a crise do teto da dívida fazendo algo semelhante: poderia simplesmente imprimir uns trilhões de dólares e depositar em uma conta.

Essa alternativa poderia ser perseguida pelo governo imediatamente, sem pedir autorização do Congresso ou mudar a lei, como discuti em artigo anterior. Não seria uma medida necessariamente inflacionária, já que o Congresso poderia autorizar o gasto apenas do que já estava previsto no orçamento.

E se o Congresso expandisse o orçamento para investir em infraestrutura e na criação de empregos, isso seria na verdade bom para a economia, já que acumular dinheiro vivo e pagar dívidas reduz significativamente a oferta de dinheiro em circulação.

Trocas diretas entre pessoas e bancos públicos

Em nível local, precisamos estabelecer sistemas alternativos que ofereçam segurança aos correntistas, financiem pequenos e médios negócios e atendam às necessidades da comunidade.

Já houve muito progresso nessa área das trocas diretas na economia.

Em um artigo do dia 27 de setembro, intitulado “A economia direta floresce enquanto os ativistas esvaziam o sistema”, Eric Blair contou que o movimento Occupy está engajado em uma revolução pacífica na qual as pessoas estão abandonando o sistema estabelecido em favor de uma “economia compartilhada”.

As trocas acontecem entre indivíduos, sem impostos, regras ou licenças, e em alguns casos, sem dinheiro impresso pelo governo.

As trocas diretas acontecem em grande parte na internet, onde a vigilância dos clientes mantém a honestidade dos vendedores — não os regulamentos.

Isso começou com o eBay e o Craigslist e desde então cresceu exponencialmente.

O Bitcoin é a moeda privada que vive longe dos olhos predadores das autoridades. Alguns programas de computador estão sendo desenvolvidos para escapar da espionagem da NSA.

Os empréstimos bancários estão sendo evitados em favor do crowdfundig. Cooperativas locais de comida também são uma forma de ficar fora do sistema corporação-governo.

Trocas diretas funcionam localmente, mas nós também precisamos proteger nossos dólares, tanto públicos quanto particulares.

Precisamos de dólares para pagar ao menos parte de nossas contas, e as empresas precisam deles para adquirir matéria-prima. Também precisamos de uma forma de proteger a receita pública que atualmente está depositada e investida nos bancos de Wall Street, que têm uma forte exposição aos derivativos.

Para atender a estas necessidades podemos criar bancos estatais seguindo o modelo do Banco de Dakota do Norte (BND), atualmente nosso único banco estatal.

O BND é obrigado, por lei, a receber todos os depósitos do estado e servir aos interesses do público.

Idealmente, todo estado deveria ter um desses “mini-Feds”. Condados e cidades poderiam ter seus bancos também. Para maiores informações, veja http://PublicBankingInstitute.org.

Os preparativos para a lei marcial tem sido mencionados há décadas, mas ainda não aconteceram. Talvez possamos evitar esse perigo adotando um sistema mais são e sustentável, que torne desnecessária a ação militar contra os cidadãos norte-americanos.

*Ellen Brown é advogada, presidente do Public Banking Institute, autora de 12 livros, entre eles os best-seller Web of Debt. Em The Public Bank Solution, seu último livro, ela explora modelos de bancos estatais bem sucedidos histórica e globalmente.

Tradução Heloisa Villela
Fonte: Counterpunch
Leia mais: http://www.libertar.in/2013/10/confirmado-eua-preparam-lei-marcial.html#ixzz2hJJVjxHj

[Nova Ordem Mundial] Governo dos EUA FECHOU e pode FALIR em 17 de outubro!

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Quais serão os reflexos econômicos e políticos para o mundo?

A paralisação de quase 1 milhão de funcionários de órgãos estatais dos Estados Unidos decorrente do impasse sobre a lei orçamentária americana começou oficialmente à meia-noite desta terça-feira, quando expirou o prazo para que o Congresso chegasse a um acordo sobre o financiamento das contas do governo.

Esta é a primeira paralisação parcial do governo desde a administração de Bill Clinton, que suspendeu pagamentos por um total de 28 dias entre o fim de 1995 e o início de 1996, quando duas crises orçamentárias seguidas custaram 1,4 bilhão de dólares aos contribuintes, segundo dados oficiais. Entre alguns efeitos da paralisação estão a suspensão do pagamento dos salários de cerca de 800 000 funcionários, o fechamento de Parques Nacionais e tribunais federais, e o atraso na emissão de passaportes. Segundo a Casa Branca, o governo só tem recursos em caixa para as áreas afetadas até 17 de outubro.

O mais recente capítulo da batalha entre democratas e a oposição republicana ocorreu na noite desta segunda, quando a Câmara dos Representantes, liderada por deputados republicanos, enviou ao Senado outra proposta de financiamento emergencial do estado americano. Como continha uma cláusula que postergava a entrada em vigor do Obamacare, a lei de reforma da saúde promovida pelo presidente Barack Obama e já aprovada pelo Congresso, o Senado voltou a rejeitar um plano orçamentário por 56 votos contra 54. Até agora, a maioria dos senadores rejeitou todas as ações da Câmara que modificam a legislação de saúde criando vínculos com a lei sobre gastos federais — e a Câmara rejeitou todas as propostas do Senado associando o financiamento federal à entrada em vigor do Obamacare.

Contexto – Diversos setores do governo americano precisam de financiamento anual para continuar operando. Por essa razão, a cada ano, o Congresso deve votar um projeto de orçamento estabelecendo prioridades e o valor de financiamento a ser liberado. Contudo, com o Senado e a Câmara dos Representantes dominados por partidos opostos, um impasse tem se tornado constante na hora de definir o orçamento.

Mecanismos foram criados para permitir, de forma automática, que o orçamento para financiar tais setores fosse ampliado ao longo do ano. Contudo, o último mecanismo possível termina em 30 de setembro. Assim, se democratas e republicanos não chegarem a um acordo, não haverá recursos para financiar o governo até o final de 2013.

A grande moeda de troca é o Obamacare, o plano de saúde criado pelo governo de Barack Obama. O plano foi aprovado há cerca de três anos e sua entrada em vigor está prevista para outubro. Contudo, os republicanos, em troca da aprovação do financiamento emergencial do estado, querem vetar determinados pontos do Obamacare, por meio de emendas ao plano orçamentário. Tais mudanças não são admitidas pelo Senado, de maioria democrata. E aí se dá o impasse: republicanos da ala mais conservadora, o chamado Tea Party, querem usar a paralisação do estado como artifício para pressionar os democratas a postergarem ainda mais a implantação do Obamacare.

Teto da dívida – O Congresso deve votar, além disso, um aumento do limite legal do endividamento do país, atualmente em 16,7 trilhões de dólares, sem o qual os EUA se arriscam à primeira moratória de sua história a partir de 17 de outubro.

No momento, o governo federal funcionou graças a “medidas extraordinárias” adotadas pelo Departamento do Tesouro, mas o titular da pasta, Jacob Lew, advertiu que em meados de outubro os fundos acabarão.

Militares – Mesmo com a paralisação dos pagamentos federais, o presidente Barack Obama assinou nesta segunda-feira uma lei que permitirá que todos os militares continuem recebendo seus salários durante o “fechamento” do governo. A lei foi aprovada unanimemente no domingo pela Câmara dos Representantes e confirmada na segunda-feira pelo Senado.

A medida garante o pagamento dos militares ativos, da Guarda Litorânea e os civis e prestadores de serviço que dão apoio aos departamentos de Defesa e Segurança Nacional, durante o período que durar a paralisação temporária do governo. No entanto, se estima que 50% dos 800 mil funcionários civis do Pentágono serão enviados para casa, muitos deles sem receber, enquanto durar a crise.

(Com Reuters) e http://veja.abril.com.br

Outras fontes:

[Assunto Polêmico] Governo dos EUA pode ser “desligado” nos próximos dias. “Moratória”!!

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Governo americano será fechado justamente antes de 1º de Outubro

Qual seria o verdadeiro motivo disso?

O governo dos Estados Unidos pode ser “desligado” em uma semana – alertou a Casa dos Representantes, casa baixa do Congresso norte-americano. Caso os deputados e senadores não encontrem um consenso sobre orçamento até o final da segunda-feira (30), o governo perderá funções básicas.

EUA podem entrar em falência em 17 de outubro

Os Estados Unidos poderão ficar à beira da falência já em 17 de outubro, caso não aprovem urgentemente uma lei para elevar o teto da dívida nacional, afirmou o secretário do Tesouro dos EUA, Jacob Lew, em uma carta destinada aos líderes do Congresso dos EUA.

Segundo ele, desta vez, as consequências para os Estados Unidos serão mais graves do que em 2011, quando uma situação similar causou a queda de seu rating de crédito.

Lew especificou que, daí a três semanas, o Tesouro do Estado terá apenas $30 bilhões, enquanto as obrigações financeiras dos Estados Unidos durante este período podem dobrar este montante.

Fontes: http://www.infomoney.com.br/http://politicalticker.blogs.cnn.com e Voz da Rússia

Veja também:

SUPLEMENTO

Há alguns anos os EUA tem, de forma estrategicamente planejada, endividado-se, afim de levar o País à ruína e junto com ele o Sistema Econômico Monetário! Essas constantes Crises no cenário econômico mundial não estão ocorrendo de forma aleatória e sem finalidade! Existe um plano orquestrado, afim de que o atual Sistema Geopolítico(baseado em Estados Nacionais) venha a ruína e seja implemento a NOVA ORDEM MUNDIAL. Caso não acredite, assista ao vídeo abaixo apenas para aguçar a sua curiosidade, depois veja todos os vídeos da seção “A Agenda Global”.

[Fim dos Tempos] Putin: Rússia ajudará a Síria em caso de ataque militar!

“Ataque químico foi uma provocação para intervenção estrangeira”

Пресс-конференция В. Путина по итогам встречи лидеров "Группы двадцати"
Irã, China, Itália movimentando navios em torno da Síria…

Putin declarando apoio à Bashar e confrontando os globalistas ocidentais… a coisa vai tomando forma…

A Rússia ajudará a Síria em caso de um ataque militar externa contra o país, declarou o presidente russo, Vladimir Putin.

“Quer saber se vamos ajudar a Síria? Vamos!”, disse ele em uma coletiva de imprensa após a cúpula do G20, respondendo a uma pergunta. “Ajudamos agora, fornecemos armas, cooperamos na esfera econômica, espero que a cooperação na esfera humanitária seja mais ampla”, disse o presidente.

De acordo com Putin, lançando uma operação militar contra a Síria, os Estados Unidos e outras nações se colocarão fora da lei, visto que tais ações são possíveis apenas após a autorização do Conselho de Segurança da ONU. (Voz da Rússia)

Putin ainda afirma que as supostas armas químicas usadas na Síria foram uma provocação realizada pelos rebeldes para atrair uma intervenção liderada por estrangeiros, disse o presidente russo Vladimir Putin, na cúpula do G20. (RT)

E ele está certo… apenas trocaríamos a palavra ‘estrangeiros’ por ‘globalistas‘… Mas é nítida a encenação mundial que a elite tem orquestrado.

QUER SABER MAIS SOBRE OS GLOBALISTAS?? ACESSE O LINK ABAIXO:

[Fim dos Tempos] É oficial: Ataques de gás na Síria são obra de aliados dos EUA.

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Confira as evidências deste ataque, onde já estávamos convictos que era de falsa bandeira. Mesmo assim os globalistas (vulgo Estados Unidos), mantêm a mentira, e pretendem atacar a Síria, promovendo um caos ainda maior.

Enquanto os EUA consideram uma resposta ao que chamam de um ataque de armas químicas efetuado pelo regime sírio de Bashar al-Assad que matou milhares de civis, fontes confiáveis do Oriente Médio dizem ter provas de que os culpados são na verdade forças rebeldes tentando dominar o governo.

O Secretário de Estado John Kerry acusou o governo de Assad nessa segunda-feira de cobertar o uso de armas químicas. Kerry alega que o governo Obama tem provas “inegáveis” de que “o governo Assad é culpado pelo uso de armas químicas contra civis” no ataque de 21 de agosto no subúrbio de Damasco.

Notícias de que Obama considera um ataque militar contra o governo de Assad continuaram a circular na segunda-feira. Enquanto isso, inspetores da ONU na Síria foram atacados por franco-atiradores enquanto tentavam investigar a cena do ataque de 21 de agosto.

Assad nega que as forças de seu governo utilizaram armas químicas, classificando as acusações de “absurdas” e “completamente politizadas”, segundo reportagem do jornal Los Angeles Times.

Ele alega que havia forças sírias na área visada.

“Como é possível que qualquer país pudesse usar armas químicas, ou qualquer outra arma de destruição em massa, em um local onde estão localizadas suas próprias forças?” Perguntou Assad em entrevista ao jornal russo Izvestia, de acordo com tradução fornecida por uma agência de notícias oficial da Síria e publicada no Los Angeles Times.

“Isso é absurdo! Essas acusações são completamente politizadas e surgiram logo após avanços feitos pelo exército sírio contra os rebeldes”.

Ataque Rebelde?

Com a ajuda do ex-membro da Organização pela Libertação da Palestina e falante nativo de árabe Walid Shoebat, o WND juntou provas de várias fontes do Oriente Médio que lançaram dúvidas sobre as acusações do governo Obama de que o regime de Assad seria responsável pelos ataques da semana passada.

Um vídeo postado no YouTube, logo abaixo, mostra as rebeldes da Exército Livre da Síria lançando um ataque de gás sarin em uma vila síria.

Outro video postado no YouTube mostra o que parece ser rebeldes sírios carregando um foguete com um tambor de gás nervoso aparentemente para lançá-lo contra civis e possivelmente forças do governo.

Como pode ser visto, uma captura de imagem do vídeo mostra forças civis rebeldes colocando um barril azul suspeito na ponta de um lançador de foguetes.

Outro vídeo do YouTube da televisão síria mostra um arsenal capturado pelo governo que parece ser de armas de gás nervoso confiscadas da fortaleza rebelde em Jobar, na Síria.

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A imagem abaixo mostra barris no arsenal capturado em Jobar que se parecem com o barril lançado pelas forças rebeldes na primeira imagem acima.

syrian-rebels-2Notícia do telejornal sírio sobre as armas capturadas em Jobar, Síria

Uma imagem aproximada da reportagem televisiva, vista abaixo, mostra um agente químico identificado com fabricado em uma “fábrica saudita”.

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Telejornal sírio mostra agentes químicos identificados como de fabricação saudita
Uma reportagem do canal russo em língua árabe RT Arabic mostra arsenais confiscados dos rebeldes aparentemente com agentes químicos fabricados na Arábia Saudita e máscaras de gás, o que sustenta a alegação da Rússia de que são os rebeldes os culpados pelos supostos ataques químicos.
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Em 23 de agosto, o site LiveLeak.com disponibilizou uma gravação em áudio de uma ligação telefônica divulgada na TV síria entre um terrorista aliado à milícia civil rebelde “Batalhão Shuhada al-Bayada” localizada em Homs, na Síria, e seu chefe saudita, identificado como “Abuldasit”. A conversa telefônica indica que terroristas aliados aos rebeldes na Síria, e não o governo sírio, lançaram ataques químicos em Deir Ballba na zona rural de Homs.
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O terrorista afirma que seu grupo, formado por 200 terroristas que escaparam de al-Bayadah para al-Daar al-Kabera por meio de um túnel, precisavam comprar armas para atacar Homs.
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O patrocinador saudita, que estava no Cairo, pediu aos terroristas sírios que dessem detalhes sobre seu grupo e sobre como ele receberia o dinheiro. Os sauditas admitiram apoiar terroristas em Daraa e na zona rural de Damasco. O terrorista sírio lhe disse que um dos feitos de seu “batalhão” foi o uso de armas químicas em Deir Ballba.

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A gravação revelou a colaboração entre dois grupos terroristas na Síria para trazer duas garrafas de gás sarin da zona de Barzeh, em Damasco.
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As agências de notícias russas vêm noticiando constantemente que o exército sírio descobriu depósitos rebeldes contendo substâncias para armas químicas e documentaram ataques de armas químicas contra civis e militares.
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Fonte: http://www.juliosevero.com

SUPLEMENTO

Não é a primeira vez que algo do tipo acontece para JUSTIFICAR o início de uma GUERRA. Os EUA destruíram as Torres Gêmeas, afim de Justificar a Guerra contra o IRAQUE e o Terrorismo Internacional! Assista ao vídeo abaixo, onde é exposto, por ARQUITETOS & ENGENHEIROS, que as Torres Gêmeas foram IMPLODIDAS  através de DEMOLIÇÃO CONTROLADA. Isso só poderia ter sido feito por pessoas que tivessem livre acesso aos prédios! Confira:

O Documentário citado no vídeo acima encontra-se no link abaixo!! Clique na imagem:

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