Os que amam a Deus!

Leitura do dia: 1 João 2: 12-17

O mundo passa, com tudo aquilo que as trevas cobiçam; porém aquele que faz  a vontade de Deus vive para sempre (v. 17).

 A vida eterna não pertence aos que amam o mundo, mas aos que amam a Deus.

Os que amam o mundo não creem que há um Deus acima deles, nem esperam uma vida eterna, além deste vale de lágrimas mas limitam sua esperança às coisas desta vida (1 Coríntios 15.19).

 Buscam a paz que o mundo dá, não a que Cristo oferece (João 14.27). Não têm consciência da troca infeliz que fazem, como Esaú, que trocou a herança futura por um prato de lentilhas (Gênesis 25.27-34).

Os que amam o mundo buscam paz, bem-estar e felicidade neste mundo. A vida eterna é herança dos que amam a Deus e esperam sua recompensa para quando terminar a vida terrena. Conforme a letra de um hino sacro, somente “os que amam a Deus serão iguais ao brilho do sol ao amanhecer”.

Os que amam a Deus não amam o mundo, nem os que amam o mundo podem amar a Deus. Por isso, a obediência aos mandamen­tos do Senhor separa os que amam a ele dos que amam o mundo. Os que amam a Deus procuram viver neste mundo de acordo com a von­tade divina. Em contrapartida, os que amam o mundo seguem sua própria vontade. Os que amam a Deus rendem ações de graças sem­pre e por tudo. Os que amam o mundo apenas vangloriam-se a si próprios. Os que amam a Deus preferem a comunhão com o Pai à felicidade do mundo (Filipenses 2.5-11). Os que amam o mundo vi­vem sem Deus (Efésios 2.12). Os que amam a Deus buscam, em primeiro lugar, o seu Reino e aquilo que ele quer, sabendo que ele lhes dará todas as coisas (Mateus 6.33).

 Oremos:

 Querido Deus e Senhor, de ti recebemos todas as boas dádivas nesta vida. Por isso te rendemos graças. Guarda-nos no teu amor, para que não amemos as coisas passageiras, esquecendo-nos das que são eternas. Amém.

Fonte: Castelo Forte

Anúncios

Silêncio: melhor atitude na injustiça!

“Jesus, porém, não respondeu palavra…” Mc 15:5

Não há na Bíblia um quadro mais tocante que o do Salvador em silêncio, sem responder palavra alguma aos que o injuriavam, os quais ele poderia ter feito cair prostrados a seus pés com apenas um  olhar ou uma só palavra de repreensão. Mas ele os deixou falar e fazer o pior, e ali ficou no poder do silêncio de Deus – o mudo Cordeiro de Deus.

Há um silêncio que deixa Deus operar por nós; o silêncio que pára com os próprios planos e a auto-reivindicação, com os próprios recursos de sabedoria e com suas previsões, e deixa que Deus proveja e responda ao golpe cruel, segundo o seu amor fiel e infalível.

Quantas vezes perdemos a intervenção de Deus porque tomamos nas mãos a nossa própria causa e avançamos em nossa defesa. Que Deus nos dê este poder de guardarmos silêncio; e também nos dê este espírito manso! – A. B. Simpson

 

Tomaram o Salvador, e amarrado o levaram

Como o banco dos réus, e, vis, o interrogaram;

E com astúcia mordaz, torpemente o acusaram.

Jesus, porém, não respondeu palavra.

 

De púrpura o vestiram e o coroaram de espinhos;

“Salve, Rei dos judeus!’: lhe exclamaram escarninhos;

Maltrataram-no ali segundo os seus caminhos

Jesus, porém, não lhes falou palavra.

 

De Deus a ovelha muda, em mão dos tosquiadores,

O Justo do Senhor, em mão dos malfeitores,

O Cordeiro de Deus, que salva os pecadores

Jesus, ali, não respondeu palavra.

 

Olha pois a Jesus, amigo, se és tentado

A tomar a defesa e agir, se mal julgado

Deixa o assunto com o Pai, se és sem culpa acusado

Teu Salvador não respondeu palavra!

Fonte: Manaciais no Deserto

Fé Verdadeira!

Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo! Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça … ” (Lc 22.31,32.)

 

Nossa fé é o centro do alvo a que Deus atira quando nos prova; e se alguma outra graça passa sem ser testada, com a fé isso não acon­tece. Não há melhor maneira de ferir a fé no seu próprio cerne, do que cravar-lhe a seta do desamparo. Isto revela logo se ela é ou não a fé dos imortais. Despoje a fé do gozo que a envolve como uma armadura e deixe que venham contra ela os terrores do Senhor; e será fé real, a que escapar ilesa do ataque. A fé precisa ser provada, e o desamparo aparente é a forna­lha aquecida sete vezes, na qual ela precisa ser lançada. Bem-aventurado o homem que pode suportar a provação. C. H. Spurgeon

 

Paulo disse: “Guardei a fé”, mas ficou sem a cabeça! Cortaram-lhe a cabeça, mas não tocaram em sua fé. Aquele grande apóstolo dos gentios se alegrava por três coisas: havia combatido o bom combate, acabado a carreira e; guardado a fé. Que lhe importava o resto? Paulo ganhou a corrida: ele ga­nhou o prêmio; e hoje tem a admiração não só da terra, mas do Céu. Por que não agimos como se valesse a pena perder tudo para ganhar a Cristo? Por que não somos leais à verdade, como ele foi? Ah, nós não temos a sua aritmética. Ele contava de maneira diferente da nossa. Nós contamos como Iucro o que ele contava como perda. É mister que tenhamos a sua fé e a guardemos, se queremos receber a mesma coroa.

 

Fonte: Manaciais no Deserto