[Maná] A memória de Deus

“Sou Eu, Eu mesmo, Aquele que apaga suas transgressões, por amor de Mim, e que não Se lembra mais de seus pecados” (Isaías 43:25).

Uma viúva e um viúvo, entre 80 e 85 anos de idade, participaram de um almoço promovido pela comunidade. Na ocasião, houve troca de olhares, uma rápida conversa e uma amizade começou. Pouco tempo depois, ele decidiu pedir a mulher em casamento. Preparou-se, perfumou-se e foi visitá-la. Voltou para casa nas nuvens. Ela havia dito “sim”. Mas, naquela noite, o homem acordou e se perguntou: “Ela disse sim ou não?” Procurava conciliar o sono, mas não conseguia.

Logo de manhã cedo, chamou pelo telefone: “Ontem alguém lhe pediu em casamento, não é verdade?” E do outro lado da linha: “Ai, que bom que você está chamando. Sim, é verdade, alguém me pediu em casamento.” “E… você disse sim ou não?”, perguntou o idoso. “Eu disse sim, só que não me lembro para quem.”

Uma das coisas mais fantásticas é a capacidade da memória humana. A palavra memória chama para si muitos contrastes: algumas vezes nos ajuda a dormir, noutras nos mantém acordados. Num dia nos censura e noutro nos aplaude; algumas vezes é doce lembrança, noutras, amargas recordações.

Você já pensou em que confusão mergulharíamos se não fosse a memória? “Onde estão as chaves?” “Onde estacionei o carro?” “Onde deixei os óculos?”

Há pessoas que têm habilidade fantástica de memorizar fórmulas, códigos, senhas e nomes de pessoas, mas, por ironia, se esquecem do aniversário de casamento ou do compromisso que tinham para jantar com um amigo.

Deus diz: Eu não Me lembro mais dos seus pecados, e num contrassenso nós nos lembramos dos nossos pecados. É o que um professor da Andrews University, procurou esclarecer, perguntando para onde fora a cegueira do cego de nascença, a paralisia do paralítico de Betesda e a lepra do leproso. “Para a terra do esquecimento”, respondia ele. E qual era o sentimento de cada um desses curados ao se lembrar do que tinham sido e de que agora estavam curados? Claro: gratidão e alegria!

No entanto, qual é o nosso sentimento quando nos lembramos de nossa vida passada? Mágoa, remorso, tristeza? Sim, a menos que nos deixemos banhar pela graça de Jesus.

Deus diz: Eu, Eu mesmo, aquele… Três vezes Ele Se identifica para não deixar dúvidas de Sua autoridade. Como o Deus da graça, Ele completa: …que não Se lembra mais de seus pecados.

NT

[e-News] Especialista em educação nos EUA afirma que Bíblia beneficia formação de crianças

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Um especialista em educação argumentou que “a educação nos EUA pode se beneficiar ao usar a Bíblia para aulas de literatura e oração”.

Experiente pesquisador acadêmico, William Jeynes defendeu o papel da Bíblia nas escolas públicas, em um evento do Conselho de Pesquisa da Família dos EUA.

A conferência debateu o retorno da Bíblia nos programas de ensino, levantando as desvantagens de quando o ensino pela Bíblia foi retirado das aulas no país, desde a década de 1960.

Em 1963, a Suprema Corte dos EUA decidiu que era inconstitucional manter as aulas bíblicas sectárias dentro das escolas públicas.

A decisão na época, conhecida como o caso Abingdon v. Schempp, determinou que o ensaio da Bíblia podia ser feito desde que fosse de maneira neutra e objetiva.

Dentro das circunstâncias, Jeynes acredita que a retirada da Bíblia teve um reflexo significativamente nocivo, o que leva trazer a discussão à tona.

O pesquisador acredita que é possível resgatar bons valores, com esforços para lançar a Bíblia em aulas de literatura de todo o país.

Além do poder de desenvolvimento moral, ele ressalta a capacidade que a Bíblia tem como instrumento de ensino, ao ajudar os alunos com uma melhor compreensão da literatura ocidental.

Quanto à presença de livros de outras religiões, Jeynes explica que não teria o mesmo peso, pela influência que a Bíblia possui na história dos Estados Unidos.

“Goste ou não, é verdade. Ela (a Bíblia) tem um lugar especial em nossa sociedade. Ela deve ter um lugar especial em nosso currículo”, pondera.

Jeynes espera levar o movimento adiante, com o apoio de cerca de 440 distritos escolares pelo país, que querem implementar cursos sobre a Bíblia.

Antes, a inclusão do livro sagrado terá que encarar o fogo cruzado de grupos de vigilância da igreja e do estado. Muitos deles acreditam que a Bíblia no ensino público dos EUA promoveria a doutrinação cristã involuntariamente nas escolas.

Fonte: CPADNews

SUPLEMENTO

A filha de Billy Graham (grande escritor desta geração) estava sendo entrevistada no Early Show, e Jane Clayson perguntou a ela:

‘Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?’

Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:

‘Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?’

À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc… Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O’hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas…A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.

Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:

‘Um perito nesse assunto deve saber o que está falando’.

E então concordamos com ele.

Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal. Então foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos…(há diferença entre disciplinar e tocar).

Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem.E nós aceitamos sem ao menos questionar.Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.E nós dissemos:

‘Está bem!’

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino. Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet.E nós dissemos:

‘Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso’.

Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado; porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios… Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender que nós colhemos só aquilo que semeamos!!!”

Triste fato!!

[Maná Celestial] Todo cristão é Templo do Espírito Santo de Deus!!

Templo

“Respondeu Jesus: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada.” João 14.23

Aqui o Senhor fala do maior e mais profundo mistério: através do Espírito Santo, o Pai e o Filho fazem “morada” numa pessoa que ama a Deus. Você abre a porta do seu coração, e de repente encontra o próprio Senhor morando nele! Certamente é isso que quer dizer Provérbios 8.17“Eu amo os que me amam; e os que de madrugada me buscam me acharão” (ERC). Esse “buscar de madrugada” nos diz que Deus quer ser o primeiro em nossa vida, que buscar o Senhor deve ter a maior prioridade em nosso coração. “Buscar de madrugada” também fala dos que buscam o Senhor de manhã cedo, na primeira hora da manhã. Imagine isso: o Deus triuno, o Pai e o Filho através do Espírito Santo querem fazer “morada” num homem mortal! Se você ama a Deus e guarda a Sua Palavra, podendo assim ser uma morada para o Senhor, a questão mais importante agora é a seguinte: o Senhor realmente mora em sua vida? O Senhor se alegra quando pode falar aos que O procuram: “Vinde e vede! Aqui eu moro!” Deus pode apontar para você e dizer que tem morada em sua vida? Ele se sente em casa em seu coração?

Fonte: Dirley Volcov

[Ciência & Fé] O universo como evidência para a existência do Criador

O universo como evidência para a existência do Criador

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Por Dennis Prager

Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Salmos 19:1

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Durante a semana passada, em Nice (França) tive o privilégio de participar juntamente com 30 estudiosos, maioritariamente cientistas e matemáticos, numa conferência em torno da questão do universo ter sido criado, ou pelo menos afinado, para a vida (em especial para a vida inteligente). Os  participantes – de Yale, Princeton, Harvard, Berkeley, e Columbia, bem como de outras universidades Americanas e Europeias – incluíam pessoas que  acreditavam em Deus, agnósticos e ateus.

Ficou mais ou menos claro que o consenso científico afirma que o universo se encontra calibrado de um modo minucioso de modo a permitir a  possibilidade da vida. Parece que vivemos num universo especial, um onde tanto a configuração da matéria ao nível do início cósmico bem como os valores dos vários parâmetros físicos – tais como a velocidade da luz, a força da atracção gravitacional, e a taxa de expansão do universo – encontram-se certos para a vida. E a menos que alguém se assuste com o termo, parece que o universo foi criado especialmente para a biogénese e para a vida  humana.

Em relação à calibração afinada (inglês: “fine tuning”) do universo, poderia-se escrever um livro só citando os argumentos em favor dela feitos pelos cientistas mais distintos do mundo. Eis aqui só uma pequena amostra, recolhida pelo físico Gerald Schroeder, (Ph.D. pela MIT, lugar onde  mais tarde ensinou a Física).

Michael Turner, astrofísico na Universidade de Chicago e Fermilab disse:

O nível de precisão é semelhante a alguém atirar um dardo duma ponta do universo para o outro, e atingir o centro dum alvo com o diâmetro de um milímetro.

Paul Davies, professor de Física Teorética na Universidade de Adelaide diz:

O que é realmente espantoso não é o facto da vida na Terra encontrar-se equilibrada na aresta duma faca, mas sim o facto do universo inteiro  estar equilibrado do mesmo modo; ele estaria um caos total se alguma das “constantes” fosse ligeiramente diferente.

Roger Penrose, professor de Matemática na Universidade de Oxford, escreve que a probabilidade do universo ter energia usável (baixa entropia) no  momento da sua criação é “uma parte de dez à potência de dez à potência de 123.” Isto é, “um milhão de biliões de biliões de biliões de biliões de  biliões de biliões de biliões de biliões de biliões de biliões de biliões de biliões de biliões de zeros.”

Steven Weinberg, recipiente do Prémio Nobel da Física e um agnóstico anti-religioso, nota que “a existência de vida de qualquer tipo parece requerer  o cancelamento entre diferentes contribuições para a energia do vácuo, com uma precisão de cerca de 120 casas decimais.” Como explica o site, “Isto  significa que se a energia do Big Bang fosse, em unidades arbitrárias, não:

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Mas no seu lugar:

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……….. não haveria vida de qualquer tipo no universo inteiro.”

A menos que alguém seja um ateu com a mente fechada (existem ateus com a mente aberta), numa base puramente científica, não é válido negar que o universo encontra-se calibrado minuciosamente duma forma improvável de modo a gerar a vida, e muito menos negar que o mesmo está feito para a  existência de vida inteligente.

Para além disso, é um dogma ateísta (e não algo científico) classificar a noção da criação como “não-científica”. A alegação de que a ciência não pode sugerir que a inteligência vem de outra inteligência ou que o design vem dum designer é simplesmente uma tautologia e um dogma mascarado de ciência. No entanto, muitos cientistas inadvertidamente disponibilizaram evidências em favor disto.

Como forma de resposta ao argumento do design cósmico, foi avançada a noção do multiverso – a ideia de que existem muitos, provavelmente em número infinito, de universos. Esta ideia esvazia por completo a ideia da calibração minuciosa do nosso universo e, obviamente, esvazia o argumento do design. Afinal, num número infinito de universos, um universo com os parâmetros certos para a vida é mais provável de surgir por acaso.

CABEÇA NA AREIA 01

O problema (para os multiversistas) é que não existe qualquer tipo de evidência que suporte a tese da existência de outros universos – nem poderia  existir uma vez que o contacto com outros universos é impossível). Devido a isso, só se pode chegar a uma conclusão: o facto dos ateus terem  recorrido ao argumento do multiverso é uma admissão tácita de que eles perderam a discussão em torno do design neste universo. As evidências em  favor do design neste universo são tão convincentes que a única forma de evitar a conclusão óbvia (que o universo é obra de Design Inteligente) é  sugerir que o nosso universo é apenas mais um numa linha infinita de universos.

Os ateus mais honestos – cientistas e não-cientistas – têm que aceitar que a própria ciência argumenta de forma sobrepujante em favor dUm Criador Inteligente. (…) Alegar a existência do Criador requer apenas o uso da razão. Alegar que o Criador é Omnibenevolente requer o uso da fé.

Fonte

SUPLEMENTO

[Estudo Bíblico] A Origem do Universo

LEITURA BÍBLICA

Salmos 19
1- Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.
2- Um dia faz declaração ao outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite.
3- Sem linguagem, sem fala, ouvem-se as suas vozes.
4- em toda a extensão da terra, e as suas palavras, até ao fim do mundo. Neles pôs uma tenda para o sol,
5- que é qual noivo que sai do seu tálamo e se alegra como um herói a correr o seu caminho.
6- A sua saída é desde uma extremidade dos céus, e o seu curso, até à outra extremidade deles; e nada se furta ao seu calor.

Salmos 136
3- Louvai ao Senhor dos senhores; porque a sua benignidade é para sempre.
5 – Àquele que com entendimento fez os céus; porque a sua benignidade é para sempre.
6- Àquele que estendeu a terra sobre as águas; porque a sua benignidade é para sempre.
7- Àquele que fez os grandes luminares; porque a sua benignidade é para sempre.
8- O sol para governar de dia; porque a sua benignidade é para sempre.
9- A lua e as estrelas para presidirem a noite; porque a sua benignidade é para sempre.

Hebreus 11
3- Pela fé, entendemos que os mundos, pela palavra de Deus, foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente.

INTRODUÇÃO

Ao meditarmos sobre a grandeza do Universo, vemos quão magnífico é Deus sobre todas as coisas criadas. A Igreja de Cristo tem por obrigação mostrar a verdade sobre a criação dos céus e da terra através das Sagradas Escrituras. O assunto é de especial importância para todos os crentes, pois visa capacitá-los a combater os argumentos e hipóteses materialistas que se opõem à fé cristã.

I. A GRANDEZA DO UNIVERSO

l. A grandeza do Universo revela o Criador.

“Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Sl 19.1). O Universo, onde está situado o pequeníssimo planeta Terra, possui cerca de 100 bilhões de estrelas, além do Sol; sendo apenas um entre um bilhão de outros universos conhecidos! Todavia, Deus a todos conhece, pois todos eles foram criados e são mantidos por Ele.

REFLEXÃO
“Se a existência do cosmos na sua totalidade precisa ser explicada e se não puder ser explicada por causas naturais, então elevemos esperar explicá-la pela existência e acão de uma causa sobrenatural.”
(Mortmer Adler)

2. A diminuta dimensão da Terra em relação ao Universo.

A Terra faz parte do sistema solar, que inclui o Sol e os planetas que, por sua vez, fazem parte de uma galáxia situada num conjunto de 200 bilhões de estrelas. A Terra se desloca nesse sistema à velocidade de 218 quilômetros por segundo!

O Sol é l.500.000 vezes maior do que a Terra, sendo considerado uma estrela de quinta grandeza. A Bíblia afirma: “… não se pode contar o exército dos céus, nem medir-se a areia do mar…” (Jr 33.22).

O Universo é tão grande que Deus considera as nações “como a gota de um balde e como pó miúdo das balanças” … “São “como nada perante ele” (Is 40.1 5,17)

3. A origem do Universo, segundo a falsa ciência.

A falsa ciência ensina, nas escolas seculares, que o Universo “surgiu por acaso” há cerca de 20 bilhões de anos.

Para os materialistas, o Universo não foi feito por um Criador onipotente e soberano. Crianças, adolescentes e jovens são enganados com esse tipo de ensino anticristão.

Todavia, a falsa ciência não consegue explicar o que existiu antes do aparecimento do Universo. Nós, porém, sabemos que somente um eterno Criador infinitamente sábio e poderoso é capaz de explicar a grandeza, a ordem e o funcionamento do macrocosmo (Gn l. l; Jó 38).

II. O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE A ORIGEM DO UNIVERSO

l. Deus criou o Universo.

As Escrituras Sagradas mostram claramente a origem do Universo do seguinte modo:

“No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1).

“E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus… e fez as estrelas” (Gn 1.14,16).

Esta é a verdade sobre a origem do mundo de acordo com a Palavra de Deus. As teorias cosmológicas alheias à Bíblia são fraudulentas e enganosas. Do Génesis a Apocalipse a Bíblia reafirma que Deus, de fato, criou o Universo (Ap 4.11; 10.6; 14.7).

2. O Universo foi criado de modo organizado, e não caótico.

a) No primeiro dia, Deus criou a luz cósmica; fez separação entre a luz e as trevas, e criou o “Dia” e a “Noite” (Gn 1.1-5); não era ainda a luz solar, mas a luz cósmica, que está presente em todo o espaço sideral. Terra, os mares e a vegetação (Gn 1.9-13);

b) No segundo dia, Deus fez “uma expansão no meio das águas”, provavelmente águas em estado gasoso, acima e abaixo da “expansão”, e criou os “céus” (Gn 1. 6-8);

c) No teceiro dia, Deus criou a Terra, os mares e a vegetação (Gn 1. 9-13);

d) No quarto dia, Deus criou sol, a lua e as estrelas (Gn 1. 14-19);

e) No quinto dia, Deus determinou que as águas produzissem “répteis”, “aves” e “grandes animais aquáticos” (Gn 1.20-23);

f) No sexto dia, Deus criou os animais terrestres e o homem (Gn 1.24,26). O ser humano não “evoluiu” dos seres irracionais, como a falsa ciência ensina (l Tm 6.20), mas é um ser especial, criado por Deus, como afirma a Bíblia (Gn 1.26-29; 2.7-22; 5.1,2).

3. Deus fez todas as coisas.

João, em seu evangelho, afirma a respeito de Jesus na criação do Universo:

“No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez” (Jo 1.1-3; Sl 33.6).

Por outro lado, a Bíblia registra que os escarnecedores ignoram que os céus e a terra foram criados pela Palavra de Deus (2 Pe 3.5).

III. O QUE DIZ A VERDADEIRA CIÊNCIA

l. A verdadeira ciência confirma a Bíblia.

A ciência constata que o Universo veio a existir exatamente como a Bíblia no-lo descreve(… do NADA). Embora não tenhamos suficiente espaço para explorar exaustivamente o assunto, basta citarmos o que escreveu o autor da Epístola aos Hebreus:

“Pela fé, entendemos que os mundos, pela palavra de Deus, foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente” (Hb 11 .3).

2. O “deus” dos materialistas.

Eles acreditam no “deus” acaso. Crê em que o Universo, com bilhões de corpos celestes, incluindo a Terra, surgiu mediante uma “grande explosão”.

Essa “fé” no acaso é cega, privada de reflexão e equivale a um fanatismo religioso radical. A Bíblia prevê esse tipo de mentalidade e, por isso, assegura que Deus tornou louca a sabedoria deste mundo (l Co 3.19).

Exaltemos a Deus por conhecermos a origem do Universo, por meio das Escrituras, que assevera com segurança e certeza:

“No princípio, criou Deus os céus e a terra”(Gn 1.1).

CONCLUSÃO

Somente as Escrituras, a inerrante e completa Palavra de Deus, têm a única e mais lógica explicação para a origem do Universo.

Negar a existência de um plano elaborado e executado por um Criador onisciente, onipotente e onipresente é negar a própria lógica do Universo, estudada pela Astronomia, pela Física, pela Química e por outras ciências correlatas.

Cumpre-se o que assegura, de modo eloquente, a Palavra de Deus:

“Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Sl 19.1). Ver também Pv 3.19; Is 42.5; 45.12,1 8.

Os que amam a Deus!

Leitura do dia: 1 João 2: 12-17

O mundo passa, com tudo aquilo que as trevas cobiçam; porém aquele que faz  a vontade de Deus vive para sempre (v. 17).

 A vida eterna não pertence aos que amam o mundo, mas aos que amam a Deus.

Os que amam o mundo não creem que há um Deus acima deles, nem esperam uma vida eterna, além deste vale de lágrimas mas limitam sua esperança às coisas desta vida (1 Coríntios 15.19).

 Buscam a paz que o mundo dá, não a que Cristo oferece (João 14.27). Não têm consciência da troca infeliz que fazem, como Esaú, que trocou a herança futura por um prato de lentilhas (Gênesis 25.27-34).

Os que amam o mundo buscam paz, bem-estar e felicidade neste mundo. A vida eterna é herança dos que amam a Deus e esperam sua recompensa para quando terminar a vida terrena. Conforme a letra de um hino sacro, somente “os que amam a Deus serão iguais ao brilho do sol ao amanhecer”.

Os que amam a Deus não amam o mundo, nem os que amam o mundo podem amar a Deus. Por isso, a obediência aos mandamen­tos do Senhor separa os que amam a ele dos que amam o mundo. Os que amam a Deus procuram viver neste mundo de acordo com a von­tade divina. Em contrapartida, os que amam o mundo seguem sua própria vontade. Os que amam a Deus rendem ações de graças sem­pre e por tudo. Os que amam o mundo apenas vangloriam-se a si próprios. Os que amam a Deus preferem a comunhão com o Pai à felicidade do mundo (Filipenses 2.5-11). Os que amam o mundo vi­vem sem Deus (Efésios 2.12). Os que amam a Deus buscam, em primeiro lugar, o seu Reino e aquilo que ele quer, sabendo que ele lhes dará todas as coisas (Mateus 6.33).

 Oremos:

 Querido Deus e Senhor, de ti recebemos todas as boas dádivas nesta vida. Por isso te rendemos graças. Guarda-nos no teu amor, para que não amemos as coisas passageiras, esquecendo-nos das que são eternas. Amém.

Fonte: Castelo Forte