[Fim dos Tempos] Não foi dessa vez! O Teto da Dívida Americana será elevado! A Economia Mundial está “segura”!

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Presidente Obama fez uma breve declaração momentos depois que o Senado aprovou um projeto de lei para elevar o teto da dívida e acabar com a paralisação do governo . Ele agradeceu os líderes de ambos os partidos por se unirem num acordo. A Câmara deverá aprovar o projeto hoje à noite .

O presidente disse que uma vez que ele assine o projeto de lei, eles vão começar a reabrir o governo imediatamente. “Há um monte de trabalho pela frente , inclusive a nossa necessidade de ganhar de volta a confiança do povo americano que foi perdida ao longo das últimas semanas . “

O presidente Obama expressou que ele está disposto e ansioso para trabalhar com democratas e republicanos sobre ” qualquer ideia de que faça crescer nossa economia , criar novos empregos , fortalecer a classe média e começar a colocar nossa casa fiscal em ordem por um longo prazo . “

Apesar das diferenças partidárias , ele disse, “Eu nunca acreditei que os democratas têm um monopólio das boas idéias. “

O presidente manteve a esperança de que o Congresso pode trabalhar em aprovar a reforma da imigração e uma lei agrícola , antes do final do ano.

Ele disse que o governo precisa sair do hábito de governar pela crise . “Isso é o que eu acredito que o povo americano está procurando. Não é um foco na política . Não é um foco em eleições, mas um foco sobre os passos concretos que podem melhorar suas vidas. “

Quando ele estava saindo da sala, um repórter gritou: “Sr. Presidente, isso vai acontecer mais uma vez em poucos meses ?

Presidente Obama virou-se e respondeu: “Não.

Assista ao momento “sincero” abaixo.

Fonte: http://foxnewsinsider.com/2013/10/16/president-obama-gives-statement-after-senate-passes-bill-end-shutdown-raise-debt-ceiling

[Fim dos Tempos] Em 7 dias, os EUA podem decretar a Lei Marcial devido ao Colapso Financeiro!

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Relatos dão conta de que o Departamento de Segurança Interna (DHS) está empenhado na preparação de uma operação militar massiva e secreta.

Um artigo da Associated Press em fevereiro confirmou a compra de U$ 1,6 bilhão em munição por parte do Departamento de Segurança Interna.

De acordo com um artigo publicado na Forbes, essa quantidade é suficiente para sustentar uma guerra do tamanho da guerra do Iraque por um período de vinte anos.

O DHS também comprou tanques fortemente armados que foram vistos circulando nas ruas. Evidentemente, alguém no governo está prevendo distúrbios civis sérios. A pergunta é: por que?

Declarações do primeiro ministro britânico Gordon Brown no auge da crise bancária de 2008, reveladas recentemente, oferecem esclarecimentos sobre essa questão.

Um artigo na BBC News, no dia 21 de setembro de 2013, baseado na autobiografia explosiva “Power Trip”, de Damian McBride, o marqueteiro do Brown, diz que o primeiro ministro estava preocupado que a lei e a ordem poderiam desmoronar durante a crise financeira. McBride cita Brown:

– Se os bancos fecharem as portas e os caixas não estiverem funcionando, e as pessoas forem ao Tesco (uma cadeia de mercadinhos) e os cartões delas não forem aceitos, vai tudo explodir. Se não for possível comprar comida ou gasolina, ou remédio para os filhos, as pessoas vão começar a quebrar as janelas para se servir. E assim que as pessoas virem isso na TV será o fim porque todo mundo vai pensar que agora isso é o que todos devem fazer. Será a anarquia. É o que pode acontecer amanhã.

Como lidar com essa ameaça? Brown disse: “Nós teremos que pensar: recorremos ao toque de recolher, colocamos o exército nas ruas, como restauramos a ordem?”.

McBride escreveu no livro “Power Trip”:

– Foi incrível ver Gordon totalmente tomado pelo perigo do que estava prestes a fazer, mas igualmente convencido de que era preciso tomar uma atitude decisiva imediatamente.

Ele comparou a ameaça à crise dos mísseis em Cuba.

O medo dessa ameaça foi ecoado em setembro de 2008 pelo secretário do Tesouro norte-americano Hank Paulson, que supostamente alertou que o governo norte-americano poderia ter de recorrer à lei marcial se Wall Street não recebesse socorro para o colapso do crédito.

Nos dois países o uso da lei marcial foi evitado quando os políticos se dobraram à pressão e salvaram os bancos. Mas muitos arautos estão dizendo que um novo colapso é iminente; e dessa vez muitos governos podem não estar dispostos a oferecer socorro.

Da próxima vez será diferente

O que detonou a crise de 2008 foi uma corrida, não a tradicional ao sistema bancário, mas no chamado sistema financeiro “das sombras”, uma coletânea de intermediários financeiros não-bancários que fornecem serviços semelhantes aos dos bancos comerciais tradicionais, mas não são regulamentados.

Entre eles, fundos hedge, fundos money market, fundos de investimento em crédito, fundos de exchange-trade, fundos de private equity, corretores de securities, empresas de securitização e finanças. Bancos de investimento e bancos comerciais também podem conduzir boa parte de seus negócios neste sistema das sombras, não regulamentado.

O casino financeiro das sombras só cresceu desde 2008, e no próximo colapso do estilo Lehman, os socorros financeiros do governo talvez não estejam disponíveis.

De acordo com as declarações do presidente Obama na assinatura da Lei Dodd-Frank, no dia 15 de julho de 2010, “por causa dessa reforma… não haverá outro socorro com dinheiro do contribuinte – ponto”.

Governos na Europa também estão se distanciando desses socorros financeiros. O Conselho de Estabilidade Financeira (FSB) na Suíça exigiu dos bancos mais expostos ao risco que criem “testamentos em vida”, esclarecendo o que farão em caso de insolvência.

O modelo estabelecido pelo FSB exige que eles socorram seus credores, e os depositantes, ao fim e ao cabo, formam o maior grupo de credores de um banco.

Quando os depositantes não conseguirem ter acesso a suas contas bancárias para tirar dinheiro e comprar comida para seus filhos, podem muito bem começar a quebrar as janelas para se servir.

Pior ainda, eles podem tramar a derrubada do governo controlado pelos financistas. Observem a Grécia, onde a desilusão crescente com a habilidade governamental de socorrer os cidadãos na maior depressão desde 1929 precipitou protestos e ameaças violentas de derrubada do governo.

O medo de um resultado semelhante pode explicar a espionagem massiva dos cidadãos norte-americanos autorizada pelo governo, o uso domésticos de drones e a eliminação do direito ao processo e ao “posse comitatus” (lei federal que proíbe as forças armadas de imporem a lei e a ordem em propriedades que não são do governo federal). As proteções constitucionais estão sendo jogadas pela janela em favor da proteção à elite no poder.

A crise do teto da dívida se aproxima

A crise do momento parece ser o prazo de 17 de outubro para um acordo sobre o orçamento federal ou o risco de calote nas dívidas do governo. Pode ser apenas coincidência, mas dois exercícios de larga escala foram marcados para este mesmo dia, o “Exercício para o grande terremoto” e o “Exercício para a aurora quântica do ataque cibernético aos bancos”.

De acordo com uma coletânea de artigos da Bloomberg sobre o exercício bancário, os preparativos são para ataques de hackers, espionagem patrocinada por governos e crime organizado (fraude financeira).

Uma entrevista começa: “seu banco online pode ficar fora do ar… Você pode se dar conta que não consegue acessar o sistema”. Soa como um ensaio para o Grande Socorro Bancário Americano.

Nefasto como é, isso tem um lado positivo. Socorro bancário e lei marcial podem ser vistos como os espamos finais de um dinossauro.

O golpe financeiro e explorador, que deixou milhões de pessoas sem emprego e sem moradia, chegou ao fundo do poço.

Crises na situação corrente significam oportunidades para soluções mais sustentáveis, que aguardam nos bastidores.
Outros países que enfrentaram o colapso de suas dívidas baseadas em moedas emprestadas sobreviveram imprimindo a própria moeda.

Quando a moeda equiparada ao dólar despencou na Argentina, em 2001, o governo voltou a imprimir seus próprios pesos; governos municipais pagaram compromissos com “títulos de cancelamento de dívida” que circularam como moeda; e vizinhos fizeram trocas com moedas comunitárias.

Depois do colapso da moeda alemã nos anos 20, o governo recuperou a economia nos anos 30 com o lançamento dos “MEFO”, títulos que circulavam como moeda.

Quando a Inglaterra ficou sem ouro, em 1914, o governo lançou os “Bradbury pounds”, similares aos Greenbacks lançados por Abraham Lincoln durante a Guerra Civil norte-americana.

Hoje nosso governo poderia evitar a crise do teto da dívida fazendo algo semelhante: poderia simplesmente imprimir uns trilhões de dólares e depositar em uma conta.

Essa alternativa poderia ser perseguida pelo governo imediatamente, sem pedir autorização do Congresso ou mudar a lei, como discuti em artigo anterior. Não seria uma medida necessariamente inflacionária, já que o Congresso poderia autorizar o gasto apenas do que já estava previsto no orçamento.

E se o Congresso expandisse o orçamento para investir em infraestrutura e na criação de empregos, isso seria na verdade bom para a economia, já que acumular dinheiro vivo e pagar dívidas reduz significativamente a oferta de dinheiro em circulação.

Trocas diretas entre pessoas e bancos públicos

Em nível local, precisamos estabelecer sistemas alternativos que ofereçam segurança aos correntistas, financiem pequenos e médios negócios e atendam às necessidades da comunidade.

Já houve muito progresso nessa área das trocas diretas na economia.

Em um artigo do dia 27 de setembro, intitulado “A economia direta floresce enquanto os ativistas esvaziam o sistema”, Eric Blair contou que o movimento Occupy está engajado em uma revolução pacífica na qual as pessoas estão abandonando o sistema estabelecido em favor de uma “economia compartilhada”.

As trocas acontecem entre indivíduos, sem impostos, regras ou licenças, e em alguns casos, sem dinheiro impresso pelo governo.

As trocas diretas acontecem em grande parte na internet, onde a vigilância dos clientes mantém a honestidade dos vendedores — não os regulamentos.

Isso começou com o eBay e o Craigslist e desde então cresceu exponencialmente.

O Bitcoin é a moeda privada que vive longe dos olhos predadores das autoridades. Alguns programas de computador estão sendo desenvolvidos para escapar da espionagem da NSA.

Os empréstimos bancários estão sendo evitados em favor do crowdfundig. Cooperativas locais de comida também são uma forma de ficar fora do sistema corporação-governo.

Trocas diretas funcionam localmente, mas nós também precisamos proteger nossos dólares, tanto públicos quanto particulares.

Precisamos de dólares para pagar ao menos parte de nossas contas, e as empresas precisam deles para adquirir matéria-prima. Também precisamos de uma forma de proteger a receita pública que atualmente está depositada e investida nos bancos de Wall Street, que têm uma forte exposição aos derivativos.

Para atender a estas necessidades podemos criar bancos estatais seguindo o modelo do Banco de Dakota do Norte (BND), atualmente nosso único banco estatal.

O BND é obrigado, por lei, a receber todos os depósitos do estado e servir aos interesses do público.

Idealmente, todo estado deveria ter um desses “mini-Feds”. Condados e cidades poderiam ter seus bancos também. Para maiores informações, veja http://PublicBankingInstitute.org.

Os preparativos para a lei marcial tem sido mencionados há décadas, mas ainda não aconteceram. Talvez possamos evitar esse perigo adotando um sistema mais são e sustentável, que torne desnecessária a ação militar contra os cidadãos norte-americanos.

*Ellen Brown é advogada, presidente do Public Banking Institute, autora de 12 livros, entre eles os best-seller Web of Debt. Em The Public Bank Solution, seu último livro, ela explora modelos de bancos estatais bem sucedidos histórica e globalmente.

Tradução Heloisa Villela
Fonte: Counterpunch
Leia mais: http://www.libertar.in/2013/10/confirmado-eua-preparam-lei-marcial.html#ixzz2hJJVjxHj

[Nova Ordem Mundial] Governo dos EUA FECHOU e pode FALIR em 17 de outubro!

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Quais serão os reflexos econômicos e políticos para o mundo?

A paralisação de quase 1 milhão de funcionários de órgãos estatais dos Estados Unidos decorrente do impasse sobre a lei orçamentária americana começou oficialmente à meia-noite desta terça-feira, quando expirou o prazo para que o Congresso chegasse a um acordo sobre o financiamento das contas do governo.

Esta é a primeira paralisação parcial do governo desde a administração de Bill Clinton, que suspendeu pagamentos por um total de 28 dias entre o fim de 1995 e o início de 1996, quando duas crises orçamentárias seguidas custaram 1,4 bilhão de dólares aos contribuintes, segundo dados oficiais. Entre alguns efeitos da paralisação estão a suspensão do pagamento dos salários de cerca de 800 000 funcionários, o fechamento de Parques Nacionais e tribunais federais, e o atraso na emissão de passaportes. Segundo a Casa Branca, o governo só tem recursos em caixa para as áreas afetadas até 17 de outubro.

O mais recente capítulo da batalha entre democratas e a oposição republicana ocorreu na noite desta segunda, quando a Câmara dos Representantes, liderada por deputados republicanos, enviou ao Senado outra proposta de financiamento emergencial do estado americano. Como continha uma cláusula que postergava a entrada em vigor do Obamacare, a lei de reforma da saúde promovida pelo presidente Barack Obama e já aprovada pelo Congresso, o Senado voltou a rejeitar um plano orçamentário por 56 votos contra 54. Até agora, a maioria dos senadores rejeitou todas as ações da Câmara que modificam a legislação de saúde criando vínculos com a lei sobre gastos federais — e a Câmara rejeitou todas as propostas do Senado associando o financiamento federal à entrada em vigor do Obamacare.

Contexto – Diversos setores do governo americano precisam de financiamento anual para continuar operando. Por essa razão, a cada ano, o Congresso deve votar um projeto de orçamento estabelecendo prioridades e o valor de financiamento a ser liberado. Contudo, com o Senado e a Câmara dos Representantes dominados por partidos opostos, um impasse tem se tornado constante na hora de definir o orçamento.

Mecanismos foram criados para permitir, de forma automática, que o orçamento para financiar tais setores fosse ampliado ao longo do ano. Contudo, o último mecanismo possível termina em 30 de setembro. Assim, se democratas e republicanos não chegarem a um acordo, não haverá recursos para financiar o governo até o final de 2013.

A grande moeda de troca é o Obamacare, o plano de saúde criado pelo governo de Barack Obama. O plano foi aprovado há cerca de três anos e sua entrada em vigor está prevista para outubro. Contudo, os republicanos, em troca da aprovação do financiamento emergencial do estado, querem vetar determinados pontos do Obamacare, por meio de emendas ao plano orçamentário. Tais mudanças não são admitidas pelo Senado, de maioria democrata. E aí se dá o impasse: republicanos da ala mais conservadora, o chamado Tea Party, querem usar a paralisação do estado como artifício para pressionar os democratas a postergarem ainda mais a implantação do Obamacare.

Teto da dívida – O Congresso deve votar, além disso, um aumento do limite legal do endividamento do país, atualmente em 16,7 trilhões de dólares, sem o qual os EUA se arriscam à primeira moratória de sua história a partir de 17 de outubro.

No momento, o governo federal funcionou graças a “medidas extraordinárias” adotadas pelo Departamento do Tesouro, mas o titular da pasta, Jacob Lew, advertiu que em meados de outubro os fundos acabarão.

Militares – Mesmo com a paralisação dos pagamentos federais, o presidente Barack Obama assinou nesta segunda-feira uma lei que permitirá que todos os militares continuem recebendo seus salários durante o “fechamento” do governo. A lei foi aprovada unanimemente no domingo pela Câmara dos Representantes e confirmada na segunda-feira pelo Senado.

A medida garante o pagamento dos militares ativos, da Guarda Litorânea e os civis e prestadores de serviço que dão apoio aos departamentos de Defesa e Segurança Nacional, durante o período que durar a paralisação temporária do governo. No entanto, se estima que 50% dos 800 mil funcionários civis do Pentágono serão enviados para casa, muitos deles sem receber, enquanto durar a crise.

(Com Reuters) e http://veja.abril.com.br

Outras fontes:

[Assunto Polêmico] Governo dos EUA pode ser “desligado” nos próximos dias. “Moratória”!!

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Governo americano será fechado justamente antes de 1º de Outubro

Qual seria o verdadeiro motivo disso?

O governo dos Estados Unidos pode ser “desligado” em uma semana – alertou a Casa dos Representantes, casa baixa do Congresso norte-americano. Caso os deputados e senadores não encontrem um consenso sobre orçamento até o final da segunda-feira (30), o governo perderá funções básicas.

EUA podem entrar em falência em 17 de outubro

Os Estados Unidos poderão ficar à beira da falência já em 17 de outubro, caso não aprovem urgentemente uma lei para elevar o teto da dívida nacional, afirmou o secretário do Tesouro dos EUA, Jacob Lew, em uma carta destinada aos líderes do Congresso dos EUA.

Segundo ele, desta vez, as consequências para os Estados Unidos serão mais graves do que em 2011, quando uma situação similar causou a queda de seu rating de crédito.

Lew especificou que, daí a três semanas, o Tesouro do Estado terá apenas $30 bilhões, enquanto as obrigações financeiras dos Estados Unidos durante este período podem dobrar este montante.

Fontes: http://www.infomoney.com.br/http://politicalticker.blogs.cnn.com e Voz da Rússia

Veja também:

SUPLEMENTO

Há alguns anos os EUA tem, de forma estrategicamente planejada, endividado-se, afim de levar o País à ruína e junto com ele o Sistema Econômico Monetário! Essas constantes Crises no cenário econômico mundial não estão ocorrendo de forma aleatória e sem finalidade! Existe um plano orquestrado, afim de que o atual Sistema Geopolítico(baseado em Estados Nacionais) venha a ruína e seja implemento a NOVA ORDEM MUNDIAL. Caso não acredite, assista ao vídeo abaixo apenas para aguçar a sua curiosidade, depois veja todos os vídeos da seção “A Agenda Global”.

[Assunto Polêmico] Cedo ou tarde, bolha imobiliária no Brasil caminha para o estouro!

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Não é a primeira vez que alertamos sobre o risco de uma bolha imobiliária no Brasil em nossa coluna.

Cedo ou tarde, o mercado se conscientizará do estrondoso e irracional aumento dos preços dos imóveis e, como em um efeito dominó, irá corrigir os preços rapidamente, como sempre vemos no estouro das bolhas. Vale lembrar que esses mesmos preços levaram anos para subir.

Essa semana o assunto veio novamente à tona, quando o economista Robert Shiller, professor da Universidade de Yale, alertou a população sobre a chamada “crise pontocom” e a bolha imobiliária nos Estados Unidos, e colocou o Brasil em seus discursos com preocupação.

Segundo Shiller, “os preços dos imóveis vêm dobrando nos últimos anos. As pessoas agora estão tomando empréstimos para comprar imóveis. Se os preços entrarem em colapso, vai incorrer no mesmo tipo de problema que tivemos nos Estados Unidos”.

Toda essa especulação excessiva pode ser resumida em quatro pontos:

  • O governo já despejou mais de R$ 1 bilhão em crédito no mercado com o programa Minha Casa Minha Vida. E pretende liberar mais R$ 1 bilhão para o programa Minha Casa Melhor – um excelente programa no ponto de vista social, mas que possui efeitos colaterais.
  • Há um incentivo forte ao crédito. Em relatório, o Fundo Monetário Internacional (FMI) sugeriu que o governo brasileiro diminuísse a velocidade das concessões de crédito. O governo se preocupa em incentivar a demanda, porém esquece da oferta, que por sinal não acompanha esse movimento.
  • Em janeiro desse ano, na tentativa de conter a alta excessiva do dólar, governo retirou o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de estrangeiros em aplicações de fundos imobiliários. Se por um lado isso atrai capital para o país, por outro, facilita a formação de uma bolha à medida que é mais fácil para o estrangeiro não só investir mas também especular no país.
  • Há um fator cultural e psicológico em que a maior parte dos brasileiros entende a compra de imóvel como um investimento seguro e de ganho infinito, ou seja, grande parte da população acredito que imóveis nunca podem se desvalorizar.

Portanto, se você está pensando em comprar um imóvel como investimento, pense nos milhões de pessoas que tiveram exatamente a mesma lógica nos Estados Unidos até 2008.

Fonte: UOL

[Assunto Polêmico] A verdade: Super-inflação é acobertada pelo governo e pela mídia!

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NÃO É O DÓLAR QUE ESTÁ EM ALTA. É O REAL QUE ESTÁ DESPENCANDO, e o governo nega que isso esteja acontecendo.

Ao invés de ficar mostrando a cotação do Dólar, como faz a mídia de massa, vamos fazer o procedimento inverso.

Ver quanto custa o Real para qualquer estrangeiro comprar, e ver a evolução disto, nos últimos 3 meses.

Comparação dos últimos 3 meses, das cotações:

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  • Real em Dólar Americano
  • Real em Libra Esterlina
  • Real em Euro
  • Real em Franco Suíço
  • Real em Yen Japonês
  • Real em Dólar Canadense

Veja que em qualquer moeda, é são os mesmos contornos que aparecem. Embora cada moeda flutue livremente, a flutuação principal é do próprio Real, e pode ser visto que os diferentes gráficos fazem o mesmo desenho.

Alguém pode alegar que essas são as maiores moedas, que estão em alta, que houve manipulação na escolha das mesmas, ou outro tipo qualquer de manipulação.

Então, para tirar a prova, resolvi escolher outras moedas aleatoriamente:

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  • Real em Taka de Bangladesh 
  • Real em Lev da Bulgária
  • Real em Dinar da Algéria
  • Real em Shekel de Israel
  • Real em Wow da Coréia do Sul
  • Real em Colón de El Salvador

Novamente, o mesmo contorno.

CONCLUSÕES

A inflação acumulada no período é de 15% à 20%, perfazendo uma média de 17,5% nos último trimestre.

Por exemplo, você é uma fábrica, e somando a mão de obra e matéria prima, você gasta R$ 85,00 para produzir um produto, que vende por R$ 100,00.

Você continua vendendo seu produto por R$ 100,00 mas, o problema é que esses R$ 100 de agora, na verdade equivalem a R$ 83,50 de três meses atrás, quando você gastou R$ 85,00 para produzir.

Portanto, se você não aumentar os preços, você irá a falência, e provavelmente terá de aumentar seu produto para R$ 120,00 para isso não acontecer.
Isso se chama inflação.

Estamos ficando mais pobres.

E não adianta culpar o livre mercado pelo desejo de lucrar.
Se o Real está desvalorizando, é por que o Governo está imprimindo dinheiro 24hrs por dia, para pagar os estádios da copa do mundo.

Não sei se você percebeu, mas todas as coisas estão aumentando de preço, e o seu salário não aumentou, e a poupança não tem dado nada disto para ninguém – por que o Governo nega que tal inflação exista e que seja tão grande – um procedimento que também foi feito pela Argentina, durante a crise.

Provavelmente governo está fazendo isso por motivos eleitorais.

Seria “muito ruim” se a população descobrisse, que o atual partido governante, pegou uma economia perfeita do Real (sem nenhuma inflação), deixada por um partido opositor, e após 8 anos sem fazer nada, apenas “desfrutar da sorte”, resolveu fazer desvios de dinheiro com obras da copa do mundo, e que foram tão violentos, que a economia do país entrou em colapso.

Fonte: http://www.libertar.in/2013/08/a-verdade-super-inflacao-e-acobertada.html#ixzz2dJBSBVho

SUPLEMENTO

Assista à palestra sobre Economia abaixo e perceba que estamos muito próximo de uma VIOLENTA CRISE ECONÔMICA no Brasil!

– Como eu faço o download dos vídeos? Siga os passos abaixo!

1) Inicialmente, clique no vídeo para dar incício.

2) Você verá, no canto superior esquerdo, a palavra “Share“. Clique nela.

3) Surgirá uma pequena Janela com 4 Botões. Clique em “Download Vídeo“.

4) Outra janela surgirá com as opções “Abrir com” e “Download“. Selecione “Download“, caso já não o esteja. E clique em “Ok“. Pronto! Agora é só esperar!

Links relacionados(entenda que essas crises são produzidas intencionalmente… SIGA A SEQUÊNCIA):

  1. EndGame – A Queda da República
  2. The Obama Decection
  3. O Plano da Elite Global Exposto