[Estudo Bíblico] Vencendo a Ansiedade

LEITURA BÍBLICA

Mateus 6.25-30, 33,34.

25 – Por isso, vos digo: não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo, mais do que a vestimenta?

26 – Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem segam, nem ajun­tam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?

27 – E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um cavado à sua estatura?

28 – E, quanto ao vestuário, porque andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham, nem fiam.

29 – E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.

30 – Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pequena fé?

33 – Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas.

34 – Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.

INTRODUÇÃO

A ansiedade está no topo da lista dos grandes males que afligem a sociedade dos nossos dias. Acon­tecimentos veementes e pavorosos por toda parte, têm levado inúmeras pessoas a se preocuparem demasia­damente com a segurança e o futuro. Mesmo entre os crentes em Jesus, há os que se deixam dominar pela ânsia, agitação e medo, anulando a fé em suas vidas. O Senhor Jesus, em seus ensinos, revelou-nos o ca­minho para vencermos a ansiedade, demonstrando que o Deus que cuida das aves e dos lírios do campo, é o mesmo que cuida de nós com seu imenso amor. Para tanto, basta tão somente confiarmos nEle e buscar­mos seu reino e justiça em primeiro lugar.

l – CAUSAS DA ANSIEDADE

A psicologia define a ansiedade como um estado emocional doloro­so, marcado por inquietude, medo e acompanhado por certo grau de perturbação do sistema nervoso. Algumas de suas principais causas são:

1. Fé vacilante.

A fé vacilante em Deus é a principal causa da an­siedade (vv.30-34). Uma fé fraca e inconstante pode resultar em uma série de “medos”. São sentimentos de grande inquietação ante um perigo real ou imaginário: medo do insucesso, de enfermidades, de rejeição, de perder o emprego, de falência, do futuro, e até da morte (Sl 39.6; Ec 4.6; Lc 10.41; 12.29; 21.34).

2. Cuidados excessivos com a vida. Vejamos os principais:

a) Cuidados com a ascensão so­cial.

Querendo ou não, em algumas situações, somos forçados a compe­tir o tempo todo. Na vida profissio­nal, por exemplo, muitos disputam promoções, nem sempre de forma leal. O esforço para se manter em constante ascensão social e profis­sional é uma das principais causas de ansiedade no mundo moderno.

A inquietação ansiosa de Saul, em razão do sucesso de Davi, trouxe ao rei intensas perturbações e sérios problemas de ordem física, mental e espiritual (1  Sm 18.7-16).

b) Cuidados com o acúmulo de bens materiais.

Muitos compram uma f casa pequena hoje, desejam outra j maior amanhã, depois uma mansão, I e mais tarde um castelo (Pv 15.16; 30. 15). Segundo a Bíblia, “não há fim” para o trabalho dos homens e “nem os seus olhos se fartam de riquezas” (Ec 4.8). Contudo, somos admoesta­dos pelo Senhor a vivermos uma vida piedosa e cheia de contentamento (Lc 3.14; Fp4.11; 1 Tm 6.6-8).

II – O ESTRESSE COMO CON­SEQUÊNCIAS DA ANSIEDADE

1. A ansiedade conduz ao estresse.

Estresse é o resultado de um conjunto de reações orgânicas e psíquicas do organismo humano quando exposto a estímulos como provocação, irritação, medo etc. Esta doença afeta milhares de pes­soas em todo o mundo, inclusive os crentes e seus líderes. Moisés, Elias e Paulo, experimentaram certo nível de estresse em seus ministérios (Êx 18.18; 1 Rs 19.3,4; 2 Co 1.8), mas, pela graça de Deus, em tudo foram vencedores (Rm 8.37).

a) Causadores de estresse.

Entre as causas mais comuns des­tacam-se: excesso de trabalho, mu­danças drásticas na vida (divórcio, perda de emprego, morte de um ente querido), tensões prolongadas decorrentes de problemas familia­res, hábito constante de estar se culpando e achando-se indigno pe­rante o Senhor (Sl 73; Pv 24.19-21; Ec2.22,23).

b) Sintomas do estresse.

Os sin­tomas mais frequentes são: estafa, fraqueza, dificuldade para raciocinar e memorizar, desânimo, enfermi­dades, perda da libido, depressão, alteração do apetite, desânimo, inclusive para orar e ler a Palavra de Deus. Contra esses males leia: Sl 37.5; 90.17; 91; Mt 11.29,30; Fp 4.6,7,11-13. Além das debilidades físicas, a ansiedade e o estresse alimentam pensamentos negativos, drenam a energia da pessoa, redu­zindo sua produtividade e capaci­dade de tomar decisões sensatas. O crente, entretanto, é admoestado a pensar no que é verdadeiro, a crer e a viver a paz de Deus (Jo 14.1,27; Fp 4.7,8).

III – COMO EVITAR A ANSIEDADE

A ansiedade não terá lugar em nossas vidas quando dermos prio­ridade a Deus, especialmente nas seguintes situações:

1. Diante das finanças.

A Bíblia afirma que Deus deve estar em primei­ro lugar também em nossas finanças (Mt 6.19-34). Portanto, devemos evitar a avareza e a busca desesperada pêlos recursos deste mundo (1 Tm 6.6-11). As riquezas que acumulamos nesta vida são perecíveis e passageiras, mas as que ajuntamos no céu são perenes (Mt 6.19,20; Lc 12.16-21). Por isso Je­sus nos alertou: “onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Mt 6.21). Os bens materiais e a prosperidade são dádivas divinas (Ec 5.19 cf. 3.13;1 Tm 6.1 7). O que a Palavra de Deus condena é o materia­lismo avaro que cativa suas vítimas a este mundo, fazendo-as desprezar o Reino de Deus (Mt 13.21,22; 2 Tm 4.10).

2. Diante das necessida­des cotidianas.

Segundo Mateus 6.25-32, não precisamos nos pre­ocupar sobre o que iremos comer, beber ou vestir. Tal inquietação é infrutífera (v.27), inadequada para o crente e sinónimo de incredulidade (vv.31,32). O Senhor se apraz em suprir todas as nossas necessidades (2 Co 8.9; Ef 1.3; Fp4.19).

3. Diante do trabalho para o Senhor.

Deus deve estar acima do trabalho que realizamos para Ele mesmo. A Palavra afirma: “Buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça” (v.33), isto é, as realidades celestiais deverão vir à frente das terrenas. Aqui temos uma verdadeira escala de valores: o corpo vale mais do que seu vestuário, a vida vale mais do que a comida que a sustenta (vv.25-32), e acima das coisas terre­nas, está o Senhor, Todo-Poderoso. Entregue a Cristo a direção e o con­trole total de sua vida, e desfrutarás do seu onipotente e eterno cuidado (Rm8.32; 2 Co 9.8-11).

IV – COMO VENCER A ANSIEDADE

O que fazer quando estamos ansiosos? Em suma, devemos pedir a Deus que nos dê sua paz (Jo 16.33; Fp 4.6,7; 1 Pe 5.7) e nos conceda sabedoria para fazermos o que é certo ao resolvermos os problemas que nos afligem (Tg 1 .5,6). Ademais disso:

1. Seja fiel a Deus e não co­biçoso.

As riquezas deste mundo, sem a bênção e a sabedoria divina, contaminam nossa vida com a cobi­ça (Mt 6.22,23; Lc 11.34-36; 1 Tm 6.6-11; Hb 13.5), inquietações e incertezas (Ec 5.12; Lc 18.25; 1 Tm 6.17). Todavia, a fidelidade a Deus enriquece o justo em todos os seus caminhos (Pv 10.6; 28.20). Creia que Deus é suficientemente poderoso para fazê-lo prosperar em todas as coisas (Ef 3.20,21; 2 Co 9.8-11).

2. Confie na provisão divina (Mt 6. 30-34).

Deus não apenas co­nhece nossas necessidades primárias (Mt 6.11,25), mas nos socorre nas an­gústias e tribulações (Sl 107.28-30; 2 Co 1 .3,4). Ele é poderoso “para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos” (Ef 3.20 – ARA). Creia que o Senhor “é galardoador dos que o buscam” (Hb 11.6), e “não é injusto para se esque­cer da vossa obra e do trabalho de caridade que, para com o seu nome, mostrastes, enquanto servistes aos santos e ainda servis” (Hb 6.10). O Senhor jamais se esquece dos seus filhos (Is 49.1 5; Hb 13.5). Seus olhos e ouvidos não estão cerrados à nossa oração (Is 59.1; 65.24).

CONCLUSÃO

Nosso maior anseio dtve ser a presença de Deus e a busca de seu Reino (Sl 42.1; 130.6). Não se preocupe com as demais coisas! Descanse no Senhor! Coloque um fim a toda ansiedade que procura tirar sua paz e prejudicar sua comunhão ;com Deus (Sl 37.7). Saia imediatamente do labirinto da escuridão e do medo! Liberte-se das correntes que o prendem a esse mal! Permaneça em Cristo pela fé (Sl 55.22; l Pe 5.7) e aceite o amoroso convite de Jesus (Mt 11.28-30).

[Estudo Bíblico] Os Males do Consumismo

LEITURA BÍBLICA

Eclesiastes 2.4-11.

4 – Fiz para mim obras magníficas; edifiquei para mim casas; plantei para mim vinhas.

5- Fiz para mim hortas e jardins e plantei neles árvores de toda espécie de fruto.

6- Fiz para mim tanques de águas, para regar com eles o bosque em que ; reverdeciam as árvores.

7-Adquiri servos e servas e tive ser­vos nascidos em casa; também tive grande possessão de vacas e ovelhas, mais do que todos os que houve antes de mim, em Jerusalém.

8 – Amontoei também para mim prata, e ouro, e jóias de reis e das províncias; provi-me de cantores, e de cantoras, e das delícias dos filhos dos homens, e de instrumentos de música de toda sorte.

9-E engrandeci-me e aumentei mais do que todos os que houve antes de mim, em Jerusalém; perseverou tam­bém comigo a minha sabedoria.

10- E tudo quanto desejaram os meus olhos não lhos neguei, nem privei o meu coração de alegria alguma; mas o meu coração se alegrou por todo o meu trabalho, e esta foi a minha porção de todo o meu trabalho.

11 – E olhei eu para todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também para o trabalho que eu, trabalhando, tinha feito; e eis que tudo era vaidade e aflição de espí­rito e que proveito nenhum havia debaixo do sol.

INTRODUÇÃO

A riqueza, a fama, o poder, os prazeres e o consumo desenfrea­do são ineficazes para satisfazer as necessidades da alma (Ec 6). Infelizmente, por essas coisas vãs, muitos têm empenhado tudo o que possuem, inclusive a própria vida (Mt 16.26). A Palavra de Deus nos adverte taxativamente sobre o gasto abusivo e desnecessário (Pv 21.20; Is 55.2). Nesta lição, aprenderemos sobre como nos livrar desta enfer­midade.

l – OS MALES DO CONSUMISMO

1. O apelo consumista nos meios de comunicação.

Muitos são impelidos, especialmente, pela propaganda difundida nas mídias eletrônicas (Rádio, TV, Internet), a comprarem aquilo de que realmente não necessitam. Os profissionais do marketing aproveitam-se das datas comemorativas tais como, Natal, Páscoa, Dia das mães, dos pais, dos namorados, das crianças, etc., para incitar as pessoas ao consumo. O pior do consumismo é que muitos acabam valorizando mais as coisas materiais que as espirituais (Pv 30.15; Mt 6.1-9-21).

O crente em Jesus deve resistir ao consumo inútil e à tentação do crédito fácil, propalados pela mí­dia. Lembre-se: “Crédito imediato é também dívida imediata!”. Façamos, pois, a oração de Agur: “Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada” (Pv 30.8,9).

2. O supérfluo em detrimen­to do essencial.

Essencial para o consumo é aquilo que, sem o qual, a vida exaure: comida, roupa, mo­radia e, na medida certa, o lazer. Até mesmo no que é indispensável devemos confiar mais em Deus que em nossos próprios esforços (Mt 6.25-34). O supérfluo é tudo aquilo que não é essencial à manutenção da vida. Sob a influência dos meios de comunicação, há os que suprimem itens prioritários à sobrevivência, para comprar produtos de griffe, por mero capricho. A Bíblia é enfática em seu ensino contra o desperdício (Is 55.2; 2 Tm 4.5).

3. A Compulsão pelas com­pras.

A vontade compulsiva de comprar pode estar associada a um distúrbio psicológico conheci­do como oneomania. Essa doença está associada a diversos fatores tais como: ansiedade, frustração, depressão, transtornos de humor e um desejo reprimido de possuir as coisas. Por isso há tantas pessoas endividadas, especialmente, pelo mau uso do cartão de crédito e de cheques especiais. É uma enfermi­dade que precisa ser tratada com seriedade e urgência (Pv 15.27; Ec 5.10;Jr 17.11; l Tm 6.10).

Obreiros, líderes e crentes em geral, portadores dessa doença, precisam de cura imediata para exercerem o ministério cristão sem impedimento, e glorificarem o santo nome de nosso Senhor Jesus Cristo (Rm 12.16; l 3.8,14; Cl 5.22).

II – COMÉRCIO E CONSUMO NO AMBIENTE CRISTÃO

1. O comércio no templo em Jerusalém (Jo 2.13-17; Mt 21.12,13).

Era no átrio dos gen­tios que os comerciantes vendiam animais para serem sacrificados, e os cambistas trocavam as moedas estrangeiras pela moeda do Templo, a fim de que os judeus pagassem o imposto sagrado (Mt 21.12). Essas atividades eram controladas pêlos sacerdotes e levitas, inclusive pela família de Anás, o sumo sacerdote. O problema é que eles majoravam o preço dos animais e cobravam exces­sivas taxas cambiais. Era a prática da corrupção e exploração do povo no recinto sagrado. O culto tornava-se apenas uma desculpa para o comér­cio fraudulento. Todavia, Jesus, na função de Filho de Davi, condenou os abusos e a corrupção (Mt 21.5-1 1).

2. Mercantilismo na Igreja.

Não podemos ignorar esta infame realidade: muitos exercem ativida­des entre o povo de Deus alegando um “ministério” que não existe. Há cantores evangélicos, pregadores, “ensinadores”, “missionários” e vende­dores itinerantes cuja vida particular desmente os padrões de santidade que eles fingem ser portadores no púlpito (Cl 2.23; 2 Tm 3.4,5). São artistas, exploradores do povo e das igrejas, que só vêem o promissor mercado evangélico à sua frente.

3. Comércio ou serviço cris­tão?

Há quem questione a compra e venda de produtos necessários ao desenvolvimento do serviço Cristão na igreja. A igreja, de fato, precisa de Bíblias, livros, folhetos e outros aparatos. Se tal atividade comercial é honesta e normal no mundo secular, por que seria condenável no âmbito cristão, se é feito com transparência e sem “torpe ganância”? (Tt l .7).

III – PROVISÃO DIVINA DAS NECESSIDADES DIÁRIAS

1. Pedindo a Deus a provi­são necessária (Pv 30.7,8).

Agur fizera apenas dois pedidos a Deus. Primeiro que Ele o resguardasse da mentira e da falsidade, porque desejava manter-se verdadeiro e íntegro. Segundo que o Senhor lhe concedesse o suficiente para satisfa­zer suas necessidades diárias. Agur não queria os excessos da riqueza, nem as privações da pobreza, mas, uma vida prudente e financeiramen­te equilibrada (Lc 12.29-31).

Na Oração Dominical, Jesus en­sinou o mesmo princípio (Mt 6.9-1 3, 25-34). Devemos buscar primeiro o Reino de Deus (v.33), mas o Pai também quer que oremos por nossas necessidades materiais – o “pão” (Mt 6.11).

Em Filipenses4.11-13, Paulo re­força o ensino de Jesus quando diz aos Filipenses: “aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido e sei também ter abundância” […] “estou instruído tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. Posso todas as naquele que me fortalece”.

2. Deus nos supre em todos os momentos (Fp 4.11-13,19).

Deus supriu todas as necessidades do profeta Elias (l Rs 17.2-7, 8-24). O rei Davi, quando idoso, pôde testificar sobre a provisão divina durante toda a sua vida (Sl 37.25; 23.1). Estamos diante do mesmo Deus que pode fazer isso agora, aí mesmo onde você se encontra. Ele não mudou, “é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente” (Hb 13.8; Dt 8.15-18; Lc 12.15; l Tm 6.17).

IV -COMO FUGIR DO CONSUMISMO

1. Evite o desperdício e o su­pérfluo.

Em João 6.1 2 Jesus ordenou que seus discípulos recolhessem os alimentos que sobrara para que nada se perdesse. Algumas vezes o orça­mento acaba porque gastamos com insensatez, onde não se deve ou não se pode (Is 55.2; Lc 15.13,14).

2. Economize, poupe e fuja das dívidas!

Economize compran­do no estabelecimento que é mais em conta. Racionalize os gastos com água, luz, telefone, etc. (Gn 41.35,36; Pv 21.20). Abra uma conta-poupança e guarde um pouco de dinheiro, por menor que seja a quantia. Fuja das dívidas!

3. Invista no Reino de Deus.

O dinheiro não é um mal em si mes­mo (l Tm 6.10), pelo contrário, pode e deve ser uma bênção para a obra do Senhor. Seja fiel nos dízimos e você verá a bênção de Deus sobre sua vida financeira (Ml 3. 1 0, 11).

CONCLUSÃO

Pobreza não é maldição (Dt 15.11; Mc 14.7), mas pode resultar de fatores diversos: guerra, catás­trofes, vícios, alcoolismo, jogos de azar, má administração dos bens e dos recursos econômicos.

Neste particular, a Palavra de Deus adverte que o beberrão e o comilão cairão em pobreza (Pv 23.20,21). Não compre fiado! Não peça emprestado! Liberte-se do consumo irresponsável! Jesus quer libertá-lo das garras do Consumismo. “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Se, pois, O Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.32,36).