[Testemunho] Casal restaurado por Cristo, após adultério.

 

Oi, estou lendo “Feminilidade Radical: Fé Feminina em um Mundo Feminista” de Carolyn McCulley e quis compartilhar esta citação com vocês.

Stephanie ligou para o seu esposo a fim de dizer boa noite — algo rotineiro quando ela passava a noite longe dele. Bill não a acompanhou nesta visita aos pais dela desta vez, alegando ter um horário pesado de trabalho e demandas do curso de pós-graduação.

Durante a conversa, ele pareceu distraído e um pouco frio para ela. Incerta sobre o comportamento de Bill, Stephanie decidiu terminar a conversa. “Bem, está certo, boa noite. Amo você.” “Eu também”, ele respondeu. Deitada na mesma cama de quando era criança, Stephanie repassou a conversa muitas vezes em sua mente. Eu também. Parecia um alarme de um sino. Por que ele não disse as palavras reais, como sempre dizia? Inquieta, ela estendeu a mão ao telefone de novo. O relógio dizia que já passava das 2h da manhã.

Nenhuma resposta. Ela discou novamente. Ainda assim, nenhuma resposta.

O medo se juntou às suas suspeitas. Stephanie acordou sua irmã, pedindo para que cuidasse de suas duas filhas. Ela iria fazer o longo trajeto de volta à sua casa para ver como estava o seu marido.

Na estrada, suas emoções transbordaram. Stephanie se perguntou o que ela encontraria quando chegasse. Estava Bill mortalmente doente e incapaz de responder ao telefone? Estava ele machucado e no hospital? Ou… Estava ele passando a noite com outra pessoa?

Fragmentos das conversas e interações ao longo do último ano invadiram sua mente. O quanto Bill parecia distante durante a festa de aniversário de seis anos da filha. Quanto tempo ele estava dedicando ao trabalho. A forma elogiosa com que ele falava de suas colegas. O jeito com que ele disse à Stephanie sobre quão atraente uma colega estava com o novo vestido vermelho. O tanto de apoio emocional que ele deu a essa mulher depois do fim do namoro dela. O quanto ele criticava Stephanie quando ele estava em casa.

Num ato de reflexo, ela começou a orar. Deus, ajude-me. Ajude meu casamento. Dê-me um sinal do que fazer.

Stephanie só conseguiu pensar em uma forma de saber que Deus estava respondendo à sua oração. Ela ligou o rádio, dizendo a si mesma que qualquer música que ela ouvisse seria seu sinal. Depois de um assustador momento de silêncio, ela ouviu a simples melodia de uma música que foi cantada em sua festa de casamento.

Um homem deixará sua mãe, e uma mulher deixará sua casa.
E eles viajarão para onde os dois serão como um.
Como foi no início, assim é agora e até o fim,
A mulher obtém vida do homem e a retribui novamente.
E há amor, há amor.

Stephanie olhou assustada para o rádio. Deus está realmente ouvindo, ela pensou. Chegando à sua rua, ela pôde ver que o carro de Bill não estava na garagem. Ela saiu do seu carro no frio da madrugada, caminhou até a porta de sua casa vazia e subiu as escadas para o seu quarto.

Vendo a cama vazia, ela começou a chorar novamente. Perguntas giravam ao seu redor. Quem é meu esposo? Acaso eu ainda o conheço? Ele tem outra vida separada? Como ele pôde fazer isso? Será que, pelo menos, ele ainda me ama? E quanto às crianças? O que acontecerá conosco?

Stephanie ficou acordada a noite toda, incapaz de dormir. Na manhã seguinte, ela telefonou para Bill no trabalho dele e perguntou se poderia ir vê-lo. Ele a encontrou no estacionamento e entrou no carro. Ela pegou a mão dele, colocou-a sobre o coração dela, olhou em seus olhos e fez a temida pergunta.

“Onde você estava ontem à noite?”

Imediatamente consciente do quanto a verdade machucaria Stephanie, Bill mentiu. “Eu estava em casa.”

“Não, você não estava”, Stephanie respondeu em voz baixa. “Eu fui para casa, e você não estava lá.”

Atordoado, Bill sentiu uma onda de emoções quebrar sobre ele — alívio, porque a verdade já era conhecida; tristeza por machucar sua esposa; e arrependimento e vergonha por suas ações. Ele não conseguiu falar coisa alguma.

Stephanie desabou em lágrimas. Depois de um momento tenso, ela desviou o olhar e fez uma série de perguntas ásperas: “Por que você não me ama? Você a ama? Você quer se divorciar?”

“Eu amo você, e não, não quero o divórcio — eu realmente não quero”, ele finalmente respondeu.

“Então por que você fez isso?”

“Eu não sei…”, ele respondeu. “Eu realmente sinto muito.”

Nos meses seguintes, Stephanie e Bill continuaram a conversar e a reconstruir o relacionamento. Stephanie queria derrubar o muro da desconfiança entre eles, mas se sentia impotente para fazer algo a respeito. Ao mesmo tempo, Bill estava lidando com a sua vergonha.

Pouco depois de sua traição ser descoberta, Bill mudou de emprego. Seu novo patrão era um cristão assumido, não reticente sobre enfatizar o temor de Deus. Ele também era grande e intimidador. Bill foi tentado a se afastar dele, mas Deus o usou para apresentar Bill à ideia de que seu casamento precisava de algo mais do que aquilo que ele ou Stephanie tinham para oferecer.

Um dia, Bill entrou na cozinha e anunciou o diagnóstico: “Você sabe o que está faltando em nosso casamento? Está faltando Cristo.”

Stephanie concordou imediatamente. Então ela lhe contou sobre duas famílias que ela tinha conhecido na sua rua que iam para a mesma igreja e pareciam realmente gostar. Então aquela foi a igreja que eles foram visitar no domingo seguinte.

Embora tenha sido ideia dele ir, quando o domingo chegou, Bill tinha sentimentos mistos. Em primeiro lugar, em sua mente estava o como desfazer o que ele tinha feito e ser perdoado. Ele se sentiu manchado em uma igreja onde todo mundo parecia tão feliz e estava cantando com entusiasmo. No final da reunião, o pastor apresentou o evangelho, descreveu como as pessoas poderiam ser perdoadas de seus pecados e então pediu àqueles que queriam aceitar a oferta da livre graça de Cristo que levantassem suas mãos.

Bill levantou a mão. Stephanie também.

Então o pastor pediu que aqueles que levantaram suas mãos viessem à frente para oração. De mãos dadas, Bill e Stephanie caminharam para frente. Um dos outros pastores se aproximou e os parou. Ele olhou para Bill, depois para Stephanie, e depois novamente para Bill.

“Eu vi você vindo até aqui e quero que você saiba que Deus tem um plano para você”, ele disse para Bill. Então, olhando para Stephanie, ele gentilmente acrescentou: “Siga este homem”.

Dezessete anos depois, os Ketterings estão sentados na sala, recontando o quanto mudaram desde aquele dia. Bill está sentado no chão, perto de Stephanie, que está no sofá. À medida que eles recontam os detalhes dolorosos, Bill estende a mão para sua esposa, mantendo um contato tranquilizador.

“O que mais me lembro daquele dia na igreja foi que eu, de repente, percebi que meu foco tinha sido, durante todo aquele tempo, o pecado do meu esposo”, Stephanie recorda. “Eu tinha certeza de que Bill levantaria a mão. Mas no momento exato, vi meus pecados e percebi que precisava de um Salvador também. Até então, eu tinha vivido mais ciente de como eu havia sido ofendida.”

Refletindo sobre o que o pastor disse a eles no dia em que se tornaram cristãos, Bill elogia sua esposa.

“Ela não tinha uma categoria para descrever o que ‘seguir’ significava naquele tempo, pelo menos não em termos de ensino bíblico”, ele diz. “Mas ela sabia que aquilo vinha do Senhor. Então ela fez. Ela realmente lutou para entender o que significava me perdoar e me seguir.”

Pausando por um momento, Bill se esforça para manter sua compostura. As lágrimas derramam sobre seu rosto mesmo assim.

“Eu acho que um dos exemplos mais claros do desejo dela de me seguir foi que — além da irmã e do cunhado dela — ela não contou a mais ninguém o que eu fiz”, ele conta com uma voz sufocada. “Ela deixou que eu contasse aos outros. O pensamento dela era de não me desonrar. Incrível, não é?”

Depois da visita inicial, os Ketterings logo se juntaram à igreja e começaram a frequentar um grupo pequeno que se encontrava no bairro deles. Eles foram abertos quanto às dificuldades de seu casamento, mas não compartilharam os detalhes imediatamente. Assim, Stephanie buscava ajuda em Bill quando sofria com as memórias da infidelidade dele.

“Ao longo daquele primeiro difícil ano, Bill me ajudou”, Stephanie recorda. “Ele me ajudou com o processo de cura. Houve vezes quando não queria sair da cama, mas eu sabia que tinha que fazer isso por causa das minhas filhas. Eu sempre sabia que a amargura estava se avivando em minha mente quando imaginava as cenas dele com essa outra mulher. Nesses momentos, eu fazia orações bem simples, dizendo coisas como: ‘Ajude-me, Senhor. Não deixe que eu pense desse jeito’. Então eu telefonava para Bill e contava que estava tendo pensamentos ruins sobre ele. Ele dizia: ‘Desculpe-me, eu não sei como mudar isso, mas quero que saiba que realmente amo você’. Então depois de nos tornarmos cristãos, eu dizia para ele: ‘Por favor, diga que nunca mais vai fazer isso de novo’. Eu me lembro de ele dizer: ‘Eu gostaria de prometer isso, mas não posso garantir porque sou pecador. Mas eu posso prometer que Deus é fiel e ele é capaz de manter nosso casamento firme’”.

Como nova cristã, as dificuldades forçaram Stephanie a desenvolver um entendimento do perdão na prática. Um dia, ela leu um versículo em que Jesus estava instruindo seus discípulos sobre o perdão. Marcos 11.25 diz: “E, quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas”.

“Eu vi que havia uma nota de rodapé para esse versículo e fui até embaixo para ver que alguns manuscritos tinham um versículo adicional que diz: ‘Mas, se não perdoardes, também vosso Pai celestial não vos perdoará as vossas ofensas’”, ela relembra. “Era um claro mandamento para perdoar. Mas ele era um mandamento baseado em quanto perdão eu havia recebido de Deus. A misericórdia que eu tinha recebido pelos meus pecados era a razão por que eu poderia perdoar Bill pelos pecados dele.”

Mesmo com aquele entendimento e novo apreço por seu próprio perdão, Stephanie descobriu que a amargura era uma tentação ocasional. Então ela temeu não estar cumprindo o mandamento correlato em Mateus 18.21-22 de perdoar setenta vezes sete. Mas mesmo essa preocupação tinha um benefício não planejado — ela destacava sua contínua necessidade de um Salvador.

“Eu descobri que facilmente me inclinava para minha própria atuação em busca de confiança”, ela diz. “Finalmente aprendi que era somente através do evangelho que eu poderia reconciliar minha experiência com os mandamentos bíblicos de amar e honrar meu esposo. Quando eu entendi claramente que Cristo sofreu na cruz com muita dor para que eu pudesse ser perdoada, isso se tornou a minha motivação. Foi assim que pude amar meu esposo — Cristo fez isso por mim, e eu queria viver a minha vida para agradar a Deus.”

Logo depois de os Ketterings terem se tornado cristãos, uma mulher em seu grupo pequeno lhes deu duas bolsas cheias de sermões gravados. Bill começou a ouvir esses sermões enquanto dirigia, desenterrando dezenas deles todo mês.

“Ele vinha para casa e me dizia sobre o que estava aprendendo”, Stephanie relembra. “Um dia, ele entrou em casa e disse: ‘Sabe o que aprendi hoje? Eu sou encarregado de ser a cabeça. Sou responsável por liderar a nossa família’. Quando ele me disse isso, senti um peso saindo dos meus ombros. Sempre senti que eu é quem devia estar fazendo isso. Mas perguntei a ele: ‘Bem, quem é a sua cabeça?’. Ele respondeu: ‘Cristo é a minha cabeça’”.

Bill sorri para sua esposa enquanto ela reconta essa conversa, e então acrescenta: “Ela nunca me fez sentir estranho porque ela tinha assumido essa postura de querer agradar a Deus, de querer fazer o que Deus a tinha chamado para fazer em termos de me amar. Ela nunca disse: ‘Você não merece liderar esta família’”.

Antes de se tornarem cristãos, eles tinham um casamento bem típico. Bill trabalhava fora, em jornada integral, e fazia cursos de graduação de meio período para que pudesse melhorar as oportunidades de sua carreira. Stephanie primariamente ficava em casa com as filhas, mas ela também trabalhava nos fins de semana no comércio de varejo. Mesmo estando casados, eles frequentemente conduziam vidas paralelas, porém separadas.

“Naquela época, nunca pensei que Stephanie precisava de mim. As coisas funcionavam bem sem mim”, Bill afirma. “Depois, eu soube que era para eu me envolver e não deixar que ela lidasse com tudo sozinha. Não que ela não fosse capaz — ela certamente era —, mas agora nós entendíamos que eu precisava arcar com as responsabilidades às quais fui chamado.”

À medida que eles aprendiam sobre o plano bíblico para o casamento, houve uma sutil, mas profunda, mudança na vida deles. Eles sempre tinham funcionado bem juntos em termos de realizar tarefas, mas agora eles desfrutam do benefício adicional da paz que advém da clareza.

“Quando está bem claro quem é responsável pelo que — quando nós conhecemos a nossa parte do relacionamento — é mais pacífico”, Bill diz. “Não tínhamos papéis definidos antes. Estávamos apenas fazendo as coisas juntos. Agora nós sabemos como deve ser”, ele diz. “E estamos trabalhando juntos para fazermos assim”.

Certamente, quando ela veio para casa naquela noite difícil e descobriu que seu esposo não estava lá, Stephanie nunca poderia imaginar que eles seriam tão felizes agora. Nem teria imaginado que Deus poderia usá-los para ajudar outros casais. Os Ketterings são hoje parte da equipe de aconselhamento bíblico da igreja onde congregam, por meio do qual eles têm ajudado centenas de casais com seus próprios conflitos conjugais.

Sentada em sua sala de estar, com suas filhas adultas indo e vindo, Stephanie segura a mão de seu esposo e oferece sua perspectiva obtida da forma mais difícil.

“A maioria das pessoas pensaria que o divórcio seria a primeira alternativa numa situação como essa. Mas Deus é mais glorificado quando você não faz isso, mas, ao contrário, confia que ele será fiel à sua Palavra para dar-lhe sabedoria, perdão e graça para a mudança de que precisa.””

 

 

 

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[Apostasia] Assembleia de Deus muda estatuto para permitir divórcio de pastores

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A denominação mais rígida em sua doutrina dentre as igrejas evangélicas parece que não é mais tão rígida assim: a Assembleia de Deus decidiu mudar seu estatuto para permitir que pastores e demais líderes possam se casar novamente, liberando o divórcio.

A decisão foi ratificada em julho deste ano no CONAMAD (Convenção Nacional das Assembleias de Deus Ministério Madureira), que ocorreu no mês de julho em Brasília e contou com a participação dos líderes da denominação, mas seu teor só agora foi divulgado na internet.

Pelo documento divulgado, a resolução diz que “O ideal divino para o casamento é que ele seja uma união para a vida toda”, mas pondera que devido a violência, adultério, abusos físicos e psicológicos bem como abandono emocional ou espiritual podem fazer com que seja “imperiosa a dissolução do matrimônio”.

Para tanto, caso sejam esgotadas as tentativas de reconciliação, a igreja “admite o divórcio e nova núpcia”. Ou seja: caso o pastor não consiga se reconciliar, poderá se separar de sua esposa e contrair novo casamento, sem que sofra qualquer sanção da igreja. A decisão, no entanto, não é válida para membros, mas apenas para pastores.

A Assembleia de Deus tenta conter os escândalos de separação enfrentados nos últimos tempos, onde diversos líderes de renome deixaram suas esposas por outras mais jovens, o que foi motivo de revolta por parte dos cristãos, principalmente na internet.

O documento redigido e sancionado na convenção foi assinado por um grande número de pastores, e está disponível na íntegra abaixo(obs: para uma melhor resolução, clique ma imagem):

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E aí, pode separar?

Seguindo literalmente os evangelhos, o divórcio não é bem quisto por Deus, e nem pela maioria dos cristãos, que interpretam de forma literal as palavras de Jesus sobre estar em adultério quem casa-se de novo estando seu antigo cônjuge vivo.

Fonte: portaldotrono

[Apostasia] Casal cria site de swing para troca de parceiros cristãos e versículos da Bíblia

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Um casal da Flórida vem mudando a maneira que as pessoas, especialmente as mais religiosas, praticam sua fé. Eles criaram um site de swing, a troca de parceiros sexuais, voltado para os cristãos adeptos da prática.

Cristy Parave e seu marido, Dean, afirmam não ter nenhum receio de encontrar outros casais e apresentá-los ao estilo de vida dos dois, basicamente trocando parceiros e versículos da Bíblia, segundo o “New York Post”.

Os dois, que são fisiculturistas, disseram estar cansados de procurar casais pela internet que não atendiam às expectativas de ambos e resolveram criar seu próprio site, o FitnessSwingers.com. Desde então, têm viajado pelos Estados Unidos, encontrando outros casais que querem compartilhar de sua sagrada liberdade sexual.

O casal, que se conheceu durante uma competição de fisiculturismo, diz não se importar com o que os outros pensam sobre eles e acreditam que Deus também não acha que eles estejam maculando sua fé.
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“Não acho que Deus está condenando o que estamos fazendo”, diz Cristy. “No início, eu tive um conflito, mas quanto mais cremos nele, mas faz sentido para a gente.” A fisiculturista de 44 anos afirma sentir que a humanidade foi criada para se divertir e se relacionar sexualmente um com o outro.
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Sinto que Deus está sempre comigo e ele nos colocou aqui por algum motivo, completa. Os dois pesos-pesados cristãos estão juntos há 20 anos e começaram a dar suas escapadas na relação após terem conhecido outro casal amante dos halteres que, sem pestanejar, os convidou para um swing.
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Eu era tão ingênua, pensei que eles estavam falando sobre a dança”, conta Cristy. “Depois, quando chegamos em casa e procuramos pelo termo na internet pareceu excitante.”
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[Apostasia] Suingue Gospel? Site de relacionamento reúne casais “cristãos” que desejam fazer sexo grupal

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Um site de relacionamentos está causando uma enorme polêmica no Brasil e nos Estados Unidos por ser focado apenas em casais cristãos que querem fazer “suingue” com outros casais cristãos, ou seja, sexo grupal entre eles.

O Swingers Christians é como qualquer outro site de relacionamento para cristãos, com a diferença de que ao invés de encontrar uma pessoa para se relacionar, ele facilita através da internet o “troca-troca” de casais.

O serviço estampa em sua primeira página a foto de um suposto casal cristão que realiza suingue, e um texto afirmando que o Swingers Christians foi feito para “casais cristãos devotos que ainda querem ter uma vida amorosa ativa e compartilhá-la com outros, de boa fé!”. Parece piada, mas não é. O site, já prevendo a grande quantidade de críticas que receberia, cita ainda o Livro Sagrado para defender a si e seus usuários:a Bíblia nos ensina: não julgueis para que não sejais julgados. E há o verso sobre a primeira pedra.

O site possui cadastro gratuito, mas cobra para que o usuário realize uma série de atividades consideradas “premium”. Apesar do serviço ser em inglês, diversos casais do mundo inteiro já se registraram, geralmente em anonimato. Segundo a página de “quem somos” do serviço, o “Swingers Christians é a mais crescente cooperativa de sites de encontros on-line do mundo”.

Diferente do informado por uma notícia no site Yahoo, o Swingers Christians não foi criado por cristãos. O registro do domínio foi feito pela empresa Infinite Connections Inc, especializada na criação de sites de relacionamentos adultos voltados para pessoas que praticam fetiches e/ou homossexualismo.

Revolta

O site vem sendo recebido como piada por cristãos e até por pessoas não ligadas ao cristianismo. A proposta, que claramente fere a doutrina pregada nas igrejas e na Bíblia, é vista como “anti-bíblica e pecaminosa”, segundo o Louise Nielsen, profissional de saúde mental do ministério At The Crossroads Inc, nos Estados Unidos.

Em entrevista ao site americano Christian Post, Nielsen afirmou que o comportamento dos swingers não é “de maneira nenhuma apropriado para os cristãos ou para qualquer outra pessoa”, e completou, “sinto-me triste pelas pessoas que estão envolvidas nisso. Nunca vi isso resultar em outra coisa a não ser dor no casamento”, enfatiza.

Na página do serviço no Facebook é possível encontrar diversos cristãos indignados com a proposta do Swingers Christians, a maioria cita o versículo 1 Corintios 6:9-10 que diz que os “adulteros não herdarão o reino dos céus”.

Por Renato Cavallera, para o Gospel+

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SUPLEMENTO

[Exortação] Como se livrar do vício da PORNOGRAFIA!

Começo este post com duas observações. Primeiro, este texto foi especialmente escrito para aqueles que entendem a pornografia como algo prejudicial para sua vida e da sua família, e gostariam de se ver livres dela. Segundo, não sei se você é crente, ateu, judeu, muçulmano, espírita, umbandista ou de qualquer outra denomiação. Se você é um ser humano normal assim como eu, com falhas e imperfeições, invista nesta leitura! Como creio em Deus e tenho a Bíblia como meu grande “manual de instruções para viver aqui na terra“, foi nela (e em Deus) que busquei informações para escrever o post. Não gosto de enrolar muito, por isso, vou direto ao ponto, sem meias palavras.

Gostaria primeiro de definir a palavrapornografia“: é a representação, por quaisquer meios, de cenas ou objetos obscenos destinados a serem apresentados a um público e também expor práticas sexuais diversas, com o intuito de despertar desejo sexual no observador. Quase sempre a pornografia assume caráter de atividade comercial, seja para os próprios modelos, seja para os empresários do setor. As mídias mais comuns para exibição de pornografia são o cinema, as  revistas (fotografias ou ilustrações), e, mais raramente, pinturas e esculturas. Recentemente a internet deu novo fôlego à indústria pornografica, que fatura hoje pelo menos vinte vezes mais do que nas décadas de 1980  de 1990.

A grande maioria das pessoas, têm receio de tratar de assuntos delicados como este. Receio do que vão achar, do que vão falar ou medo de serem julgados ou acusados. Desculpem-me, mas vejo a pornografia como qualquer outro vício, assim como o álcool, cigarro, a irritabilidade, a raiva, arrogância, murmuração ou legalismo. E Deus pensa da mesma forma. Ele sabe que somos humanos, limitados e pecadores. Mas acredito que para conseguirmos viver num relacionamento profundo e cheio de intimidade com nosso cônjuge, noivo, namorado e principalmente com Deus, precisamos nos ver livres de algumas coisas… E como se ver livre da pornografia se não falarmos nela? É por isso que estou aqui mais uma vez, tratando de um assunto polêmico. Assunto este que atormenta a vida muitos homens e mulheres. Não sou a “dona sabe tudo”, mas gostaria (com a orientação de Deus), de ajudar de alguma forma.

Você pode estar se perguntando: “Mas qual o problema com a pornografia?” Se você não se incomoda e não acredita no que Jesus nos ensina a respeito deste assunto, desconsidere o texto. Agora, se você costuma dizer que tem fé em Deus, independente de religião, vale a pena saber o que Ele tem a dizer sobre o assunto:

“Mas eu lhes digo: qualquer que olhar para uma mulher (que não seja a sua) para desejá-la, já cometeu adultério com ela no seu coração.” Mt 5:28 

“Pois tudo o que há no mundo — a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens — não provém do Pai, mas do mundo” 1 Jo 2:16

“Assim, façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena de vocês: imoralidade sexual, impureza, paixão, desejos maus e a ganância, que é idolatria.” Col 3:5

“mas, por causa da imoralidade sexual, cada um deve ter sua esposa, e cada mulher o seu próprio marido” 1Cor 7:2

O sexo foi criado por Deus para a procriação e demonstração de amor entre um homem e uma mulher. O problema acontece quando o ser humano deturpa essa forma linda de expressão de amor. E a Bíblia fala claramente quais são as formas erradas de se praticar o sexo: fornicação (sexo fora do casamento), prostituição, adultério, incesto (sexo entre parentes muito próximos), pornografia, bestialismo (sexo com animais), pedofilia, swing, homossexualismo, entre outros.

Conheço alguns homens (casados), que levam isso como a coisa mais natural do mundo! E além de verem pornografia diariamente, sentem prazer em enviar a outros homens, induzindo-os ao vício. Pra mim, o nome disso é DESRESPEITO. Desrespeito com sua família e principalmente com sua esposa. Para uma mulher, essa atitude é extremamente humilhante. Faz com que ela não se sinta suficientemente boa para satisfazer os desejos de seu marido. Ser “macho” com “m” maiúsculo, não significa querer mostrar ao mundo (e a si mesmo) o potencial do seu pênis e seu ávido desejo por sexo, mas sim ter coragem suficiente para sentar com sua esposa, contar o que está acontecendo, pedir perdão e solicitar que ela o ajude a suprir suas necessidades sexuais. Mulheres, se querem ver seus esposos livres da pornografia, estejam abertas a coisas novas! Se você só costuma fornecer a ele o tradicional “papai e mamãe” apenas 1 vez por semana (e olhe lá!), também tem uma parcela de culpa nisso. Que tal tentar novas posições? Carinhos diferentes? Aumentar a frequência sexual? Agora falo aos maridos: para que isso aconteça naturalmente, você também precisa contribuir com sua esposa, sendo mais carinhoso e ajudando nos serviços de casa. Falo mais sobre estes assuntos nos textos: Sexo é pecado? e Ele não me ajuda em nada!

Bom, mas é importante lembrar que você não é pior ou melhor do que ninguém por não conseguir resistir ao vício da pornografia. Assim como você, eu e toda a humanidade, temos áreas na vida em que precisamos lutar diariamente. Eu particularmente, não tenho o vício da pornografia, mas certamente tenho fraquezas em outras áreas. Todos nós temos!

“Como está escrito, não há nenhum justo, nem um sequer… Não há distinção, todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus.” Rm 3:10 e 23

Mas tenho uma boa notícia pra você: Deus não pede que tenhamos ausência de pecado, mas sim que saibamos o que fazer quando pecamos! O grande problema está em ser escravo do pecado, ou seja, ter sua vida presa a ele. Em 1 João 2.1, a Bíblia diz:

“não pequem, se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo”

Não precisamos de mais nada para sermos perdoados! Deus já nos deu Jesus, e você pode falar com Ele a qualquer momento, seja em voz alta ou pensamento, e Ele vai te perdoar se encontrar um coração sincero!

Vai levar um tempo para você se ver livre da pornografia, assim como é difícil para alguém se livrar do cigarro ou álcool, mas existe um segredo. Quando peco, devo estar pronto a confessar rapidamente. E, quando confesso, acabo com o poder de Satanás, que é enganador, e deseja me fazer acreditar em mentiras como: “eu não fiz nada errado”, ou “meu pecado é tão horrível que não posso me achegar a Deus”. Pela confissão sincera, minha força para lutar contra a próxima tentação aumenta muito, pois sei que o inimigo não tem nada que possa usar como acusação contra mim. Cristo é meu defensor diante do Pai, Ele afirma que fui perdoado. Satanás não tem mais nada a dizer.

Diante disso, muita gente pensa: Ah, agora posso fazer o que quiser! Depois é só confessar meu pecado que tudo estará resolvido! Desculpe dizer, mas o negócio não é tão fácil assim… O amor de Deus não é uma licença para pecarmos. Graça*, sem disciplina, pode levar à desgraça. Deus conhece seu coração e suas intenções. Você pode enganar a mim, mas não a Ele.

Quando você for tentado a ver pornografia, seja sozinho ou com a sua esposa, o ideal é que resistam a essa tentação:

“Se o seu olho o fizer tropeçar, arranque-o! É melhor entrar no Reino de Deus com um só olho do que tendo dois olhos ser lançado no inferno.” Mc 9:47

Calma, não estou dizendo que você deve arrancar seus olhos para se ver livre da pornografia! Este versículo é apenas uma “figura de linguagem”. Ele quer dizer que se você costuma ficar sozinho a noite vendo TV depois que sua esposa dorme, evite fazer isso. Vá ler um livro! Não fique sozinho no computador quando seus colegas saem para almoçar, saia junto com eles! Se você costuma comprar revistas pornográficas, não compre mais. Se você fez um cadastro em algum site pornográfico, descadastre-se! Se você só consegue fazer sexo com sua esposa assistindo pornografia, converse com ela, orem e lutem juntos contra isso. Ou seja, arranque da sua vida todos os caminhos que te levam a pornografia.

Pra muitos isso vai parecer absurdo, mas contar para sua esposa sobre o seu vício, vai ajuda-lo a se livrar dele! Sugiro que leiam juntos este texto. Uma vez ouvi o depoimento de um homem que tinha problema com pornografia, vejam o que ele disse:

“Passei a prestar contas à minha esposa sobre a área da lascívia, e ela tem sido uma imensa fonte de afirmação para mim. Ora por mim, ouve quando conto as lutas ocasionais e jamais me condena. Lembro que contei a ela, hoje já mais velho, que uma olhadela rápida em pornografia havia causado um grande impulso físico em mim. “Bem,” disse ela, “pelo menos isso prova que você ainda tem alguma coisa”. Posso ser sincero com minha esposa, e ela comigo.” (George Werwer – diretor internacional de Operação Mobilização, organização missionária mundial com sede em Londres, na Inglaterra.).

E por fim, assim como qualquer outra pessoa que combate um vício, sua luta será diária. Terão dias mais fáceis e outros mais difíceis, mas o importante é saber que sempre que der uma passo para trás, Deus estará disposto a ajudá-lo a dar dois para frente. Esposa, lembre-se, você é peça fundamental nesta luta! A sua disposição de ajudar (e não de criticar), fará toda a diferença!

Bom, por hoje é só, espero ter te ajudado de alguma forma. Esse é meu sincero desejo!

*Graça: dom gratuito, imerecido e sobrenatural dado por Deus para conceder à humanidade todos os bens necessários à sua existência e à sua salvação. Esta dádiva é motivada unicamente pela misericórdia e amor de Deus à humanidade, movida por Sua iniciativa própria, ainda que seja em resposta a algum pedido a Ele dirigido.

Fonte: http://salvemeucasamento.blogspot.com.br

[Alerta] A Infidelidade Conjugal

A INFIDELIDADE CONJUGAL


Pr. Elinaldo Renovato de Lima

O lar cristão deve ser a continuação da igreja, porque, num sentido mais profundo, é a igreja também. O relacionamento entre os membros da família deve ser tão santo em casa, quanto na igreja. Dentre as características de um bom relacionamento familiar, destacamos a fidelidade. Esta é indispensável para que se mantenham inabaláveis os alicerces do lar. Os pais precisam ser fiéis entre si e aos filhos e estes aos pais, todos fiéis uns aos outros.

João, evangelista e presbítero, dirigindo sua terceira epístola a Gaio, diz: “Amado, procedes fielmente em tudo o que fazes para com os irmãos, e para com os estranhos“. Proceder fielmente em tudo é uma característica marcante dos verdadeiros cristãos. O oposto disso, ou seja, a infidelidade, é um terrível inimigo, que tem destruído inteiramente muitos lares e famílias. Neste aspecto, avulta com maior gravidade, a conjugal: o esposo, o pai de família, sendo infiel à esposa e vice-versa.

A infidelidade é um mal que não é de hoje, mas que, nos tempos atuais, tem-se tornado muito comum nos lares sem Cristo, e também tem atingido muitos lares cristãos. A infidelidade conjugal não passa de um instrumento diabólico para a destruição e desagregação da família. A Bíblia diz que o marido deve amar a sua esposa da mesma forma que Cristo ama a Igreja. Ora, o Senhor ama a Igreja com sinceridade, e sobretudo, com fidelidade. Esta fidelidade é tão grande, que “se formos infiéis, Ele permanece fiel: não pode negar-se a si mesmo(2 Tm 2.13).

Mas Satanás diz ao esposo: “ora, não é nada demais; procura unir-te a outra mulher: a tua já não te agrada. No fim, tudo dará certo. – Os teus amigos não possuem outras mulheres?”. Com isso, o inimigo procura desfazer o plano de Deus para a vida conjugal. E muitos homens, mesmo cristãos, têm cedido a essa tentação diabólica, cometendo adultério e prostituição, e desprezando o lar, a esposa, os filhos e seu próprio nome e, o que é pior: desprezando a Deus. A infidelidade, inimigo cruel, não acontece de repente.

É necessário estar alerta para as ciladas do Inimigo. Muitas vezes, a causa do adultério, ou melhor, dos fatores que contribuem para a infidelidade, está sendo fomentada dentro do próprio lar: Com o passar dos anos, o esposo e a esposa deixam de cultivar o amor verdadeiro. Aquelas expressões de carinho dos primeiros tempos ficam esquecidas. O afeto vai desaparecendo entre os dois. No entanto, a necessidade de afeto continua a existir em cada um. É a chamada carência afetiva, que leva muitos a se decepcionarem com o casamento.

As lutas do dia-a-dia também tendem a desfazer o clima amoroso entre o casal, se não forem adotadas providências para cultivá-lo. O lar, em muitos casos, passa a ser uma espécie de pensão, na qual o marido é o hóspede número um, a esposa é a dona da pensão, e os filhos, os outros hóspedes costumeiros. Não mais existe o ambiente acolhedor e amigo no qual se respira amor, paz e harmonia. Enquanto isso, fora do lar, os cônjuges, no trabalho, no círculo de amizades, encontram sempre alguém que lhes atenção e se interesse (ou finge se interessar) pelos seus problemas.

Então Satanás, que não dorme, entra em ação. Começa a falar ao coração que é hora de experimentar um caso de amor, um romance, mesmo passageiro. O cônjuge, mesmo sendo cristão, diante de tal sedução, entra em conflito consigo mesmo. A mente começa a estampar a crise de afeto que existe no lar, a falta de carinho, a indiferença do outro cônjuge. A consciência bate forte, lembrando a condição de cristão, lavado e remido no sangue de Jesus. Nas primeiras investidas, o servo de Deus pensa, recua, vence. Mas, dia após dia, as coisas se agravam. A voz do Inimigo soa mais forte e sedutora; a concupiscência se aquece. Vem a queda, o ato, o pecado, a morte espiritual.

Depois, entre desespero e reações evidentes, o coração explode. O lar, que antes estava ruim, fica pior. A culpa não dá paz. Os conflitos aumentam. Só há dois caminhos: abandonar o lar, a esposa, os filhos e viver na nova “pensão” ou continuar enganando a todos (mas não a Deus). Em qualquer caso, todos sofrem. O cônjuge infiel, o cônjuge fiel, os filhos, a família, a igreja. Para evitar esse tipo de contribuição à infidelidade, é necessário que o casal se mantenha debaixo da orientação da Palavra de Deus. O esposo, amando sua esposa de todo o coração, como Cristo à Igreja. A esposa, amando o esposo da mesma forma e lhe sendo submissa pelo amor, como é a Igreja, a Cristo.

Em termos práticos, é necessário cultivar, tratar, regar e cuidar da planta do amor, para que as ervas daninhas da infidelidade não germinem no coração de um dos cônjuges. É bom, que os cristãos casados saibam que a santidade do cristianismo não faz ninguém deixar de ser humano. Nesta vida, precisamos de amor, de alegria, de paz, de carinho, de afeto. O leito conjugal precisa ser bem aproveitado, e a união sexual, legítima entre os casados, deve continuar sendo fator de integração, não apenas física, afetiva, mas também espiritual.

Deus se agrada da união entre os casados, especialmente entre cristãos: “Seja por todos venerado o matrimônio, e o leito sem mácula” (Hb 13.4), diz a Palavra. Reconhecemos que há muita infidelidade que começa por mera tentação, onde o outro cônjuge, às vezes, em nada contribui. Mas havemos de reconhecer que o casal bem unido em torno do Senhor Jesus terá condições de vencer o Inimigo. (Amém)

O Senhor Deus, repreendendo Israel, dizia que não aceitava mais suas ofertas. – Por quê? – “Porque o Senhor foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu FOSTE DESLEAL, sendo ela a tua companheira e a mulher do teu concerto” (Ml 2.14). Esse trecho nos mostra que Deus rejeita aquele que é infiel à sua esposa, e o rejeita não aceitando suas ofertas, seus sacrifícios. Até as orações não são recebidas por Deus, quando o marido não coabita com sua mulher com entendimento, e vice-versa.

Aqui desejamos relembrar algumas recomendações da Bíblia quanto à infidelidade. Paulo doutrinou bastante sobre o assunto. A igreja em Corinto disse: “Não sabeis vós que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá: porque o templo de Deus, que sois vós, é santo” (1 Co .3.16,17). O homem, ou a mulher cristã, deve tomar em consideração esta advertência solene e grave da Bíblia: Se alguém destruir o seu próprio corpo, pelo pecado, Deus o destruirá. Mais clara, ainda, é a exortação, quando lemos o trecho de 1 Coríntios 6.18-20: “Fugi da prostituição. Todo pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo. Ou não sabeis que O NOSSO CORPO É TEMPLO DO ESPIRITO SANTO, que habita em vós, proveniente de Deus e que não sois de vos mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai pois a Deus NO VOSSO CORPO, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus”.

Vemos, então, que a infidelidade conjugal, geralmente tornada em adultério, é considerada o maior pecado contra o corpo. Isto porque o corpo é “templo de Deus“, “templo do Espírito Santo. Havendo o verdadeiro amor, não haverá frieza sexual. Haverá interesse, atração de um pelo outro; haverá prazer no ato sexual. É necessário evitar a infidelidade sob qualquer forma ou pretexto.

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