[Assunto Polêmico] O que importa numa música cristã é apenas a ‘Letra’? Todos os ritmos musicais realmente edificam?

ritmos

Estamos vivendo dias difíceis no meio evangélico!! Com a popularização da música gospel, aliada à secularização da Igreja, vários estilos musicais começaram a ser usados, afim de facilitar uma aproximação com os que se encontram perdidos!! [Dar uma ajudinha ao Espírito Santo né? Já que oração e pregação da Palavra num é suficiente!! aiai…*estou sendo irônico]

Desde então, conflitos têm surgido à respeito dessa atitude que, para alguns poucos[como eu], seria considerada profana!! Uma maculação do verdadeiro Louvor!!

Desde que o Louvor foi “profanado” percebemos que o “crente” tem perdido a sua distinção, sua separação, ou seja, sua santificação, ou melhor, sua identidade cristã!

Atualmente quase não se vê diferença entre um cantor cristão e um não cristão! Eles se vestem do mesmo jeito, falam do mesmo jeito, usam as mesmas técnicas, possuem as mesmas gravadoras, usam os mesmo estilos, pulam do mesmo jeito… mas graças a Deus um deles ainda usa o nome de Jesus “nalgumas letras mal feitas” que mais atrapalham do que promovem o discernimento espiritual!! Triste!!

Será que citar o nome de Jesus santifica o estilo musical?? Será que todo estilo musical edifica?? Essas perguntas são bem respondidas e com evidências científicas , na Palestra abaixo!!

Se você é um cristão que tem percebido algo de errado nesse movimento gospel e deseja possuir melhores argumentos, afim de esclarecer a verdade aos incautos irmãos que estão “embriagados”, assista, compartilhe, faça download e distribua a Palestra abaixo, em nome de Jesus!

Paz….

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Os que amam a Deus!

Leitura do dia: 1 João 2: 12-17

O mundo passa, com tudo aquilo que as trevas cobiçam; porém aquele que faz  a vontade de Deus vive para sempre (v. 17).

 A vida eterna não pertence aos que amam o mundo, mas aos que amam a Deus.

Os que amam o mundo não creem que há um Deus acima deles, nem esperam uma vida eterna, além deste vale de lágrimas mas limitam sua esperança às coisas desta vida (1 Coríntios 15.19).

 Buscam a paz que o mundo dá, não a que Cristo oferece (João 14.27). Não têm consciência da troca infeliz que fazem, como Esaú, que trocou a herança futura por um prato de lentilhas (Gênesis 25.27-34).

Os que amam o mundo buscam paz, bem-estar e felicidade neste mundo. A vida eterna é herança dos que amam a Deus e esperam sua recompensa para quando terminar a vida terrena. Conforme a letra de um hino sacro, somente “os que amam a Deus serão iguais ao brilho do sol ao amanhecer”.

Os que amam a Deus não amam o mundo, nem os que amam o mundo podem amar a Deus. Por isso, a obediência aos mandamen­tos do Senhor separa os que amam a ele dos que amam o mundo. Os que amam a Deus procuram viver neste mundo de acordo com a von­tade divina. Em contrapartida, os que amam o mundo seguem sua própria vontade. Os que amam a Deus rendem ações de graças sem­pre e por tudo. Os que amam o mundo apenas vangloriam-se a si próprios. Os que amam a Deus preferem a comunhão com o Pai à felicidade do mundo (Filipenses 2.5-11). Os que amam o mundo vi­vem sem Deus (Efésios 2.12). Os que amam a Deus buscam, em primeiro lugar, o seu Reino e aquilo que ele quer, sabendo que ele lhes dará todas as coisas (Mateus 6.33).

 Oremos:

 Querido Deus e Senhor, de ti recebemos todas as boas dádivas nesta vida. Por isso te rendemos graças. Guarda-nos no teu amor, para que não amemos as coisas passageiras, esquecendo-nos das que são eternas. Amém.

Fonte: Castelo Forte

Silêncio: melhor atitude na injustiça!

“Jesus, porém, não respondeu palavra…” Mc 15:5

Não há na Bíblia um quadro mais tocante que o do Salvador em silêncio, sem responder palavra alguma aos que o injuriavam, os quais ele poderia ter feito cair prostrados a seus pés com apenas um  olhar ou uma só palavra de repreensão. Mas ele os deixou falar e fazer o pior, e ali ficou no poder do silêncio de Deus – o mudo Cordeiro de Deus.

Há um silêncio que deixa Deus operar por nós; o silêncio que pára com os próprios planos e a auto-reivindicação, com os próprios recursos de sabedoria e com suas previsões, e deixa que Deus proveja e responda ao golpe cruel, segundo o seu amor fiel e infalível.

Quantas vezes perdemos a intervenção de Deus porque tomamos nas mãos a nossa própria causa e avançamos em nossa defesa. Que Deus nos dê este poder de guardarmos silêncio; e também nos dê este espírito manso! – A. B. Simpson

 

Tomaram o Salvador, e amarrado o levaram

Como o banco dos réus, e, vis, o interrogaram;

E com astúcia mordaz, torpemente o acusaram.

Jesus, porém, não respondeu palavra.

 

De púrpura o vestiram e o coroaram de espinhos;

“Salve, Rei dos judeus!’: lhe exclamaram escarninhos;

Maltrataram-no ali segundo os seus caminhos

Jesus, porém, não lhes falou palavra.

 

De Deus a ovelha muda, em mão dos tosquiadores,

O Justo do Senhor, em mão dos malfeitores,

O Cordeiro de Deus, que salva os pecadores

Jesus, ali, não respondeu palavra.

 

Olha pois a Jesus, amigo, se és tentado

A tomar a defesa e agir, se mal julgado

Deixa o assunto com o Pai, se és sem culpa acusado

Teu Salvador não respondeu palavra!

Fonte: Manaciais no Deserto