[e-News] Padre levanta polêmica ao dizer que Maria não tem poder para salvar

Padre diz que Maria não tem poder para levar ninguém para o céu
e católicos pedem sua exclusão.

Em uma cerimônia de casamento realizada pelo padre Anderson Alves dos Santos que é popularmente conhecido como o padre da galera, na Paróquia Bom Jesus da Serra, ele levou uma mensagem que foi considerada por muitas pessoas presentes como mensagem sábia, mas que levantou grande polêmica e revolta entre os Católicos.

Muitos disseram que tudo o que o padre falou em sua mensagem é a mais pura verdade, mas outros católicos fiéis ficaram indignados com a mensagem do padre durante a realização do casamento. No vídeo ele elogiou os evangélicos e contou que seu pai não gostava deles, até que Deus usou uma jovem da Assembleia de Deus, com a qual o padre Anderson namorou na época, para que ele e seu pai pudessem respeitar os evangélicos.

Ele afirmou que Maria não tem poder de levar ninguém para o céu e que é o Testemunho dela que deve ser seguido, sua vida de oração e a humildade. Ela foi serva do Filho e ele sim é o salvador que tem poder para levar o homem para o céu.

Ele disse que respeita a mãe de Jesus porque ela ensina a ser humilde, o caminho do céu, a chegar até Jesus, porque ele é o caminho, a verdade e a vida. Maria aponta para jesus, o Cristo Salvador. “Quando quiseram adorar Maria, lembre-se que ela mesma disse: Fazei tudo o que Jesus vos mandar”, afirmou o padre Anderson.

Porém o conteúdo da mensagem do padre causou tanta revolta que alguns Católicos usaram as redes sociais para pedir a expulsão do padre. Essa não é a primeira vez que o padre Anderson se envolve em polêmicas ao ir  diretamente contra os princípios ensinados pela igreja católica.

Em 2013 ele quase foi transferido de cidade por dizer verdades, como essas que estão no vídeo, que você pode assistir (logo abaixo), no altar da igreja católica. No entanto as pessoas da cidade fizeram muitas manifestações em favor dele e o Arcebispo resolveu atender a população, deixando o padre Anderson na cidade.

Fonte

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[Estudo Bíblico] Mariolatria – É bíblica a veneração à Maria? Ela é mesmo a Rainha do Céu e a Mãe de Deus?

Mariolatria


LEITURA BÍBLICA

“E, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré,

A uma virgem desposada com um homem, cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria.

E, entrando o anjo aonde ela estava, disse: Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres.

E, vendo-o ela, turbou-se muito com aquelas palavras, e considerava que saudação seria esta.

Disse-lhe, então, o anjo: Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus.

E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e por-lhe-ás o nome de Jesus.

E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum?

E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.

Porque para Deus nada é impossível.

Disse então Maria: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se dela.” Lucas 1:26-31,34-35, 37-38

ORIGEM

As primeiras ornamentações e pinturas nos templos cristãos sur­giram a partir do século III, a fim de representar o cenário e os fatos do texto bíblico. Já no século V, as imagens foram inseridas no contex­to das gravuras existentes e come­çaram a ser usadas como meio de instrução aos analfabetos, uma vez que muitos frequentadores dos cul­tos não tinham acesso a educação formal.

Entretanto, no Concílio de Nicéia (787 d.C.) foi oficializado a veneração às imagens e relíquias sagradas. Quase cem anos depois, em 880, a igreja estabeleceu a canonização dos santos. Desde en­tão, a Igreja Católica Romana ensi­na que para cada ocasião e dia da semana há um “santo protetor”. Em 1125, surgiram os primeiros ven­tos doutrinários concernentes a imaculada conceição de Maria – dogma definido em 1854(Vide Quadro 1). Em 1311, estabeleceu-se a oração da Ave-Maria e, somente em 1950, a assunção de Maria é transformada em artigo de fé.

INTRODUÇÃO

O culto a Maria é o divisor de águas entre católicos romanos e evangélicos. O clero romano con­fere a Maria a honra e a glória que pertencem exclusivamente ao Se­nhor Jesus. Essa substituição é con­denada nas Escrituras Sagradas e, como resultado, conduz o povo à idolatria. Reconhecemos o honro­so papel de Maria na Bíblia, como mãe de nosso Salvador, mas a Pa­lavra de Deus deixa claro que ela não é co-autora da salvação e mui­to menos divina. É, portanto, peca­do orar em seu nome, colocá-la como mediadora, dirigir a ela cânticos de louvor.

I.  O QUE É MARIOLATRIA? 

1. Idolatria.

O termo vem de duas palavras gregas: eidõlon, “ído­lo, imagem de uma divindade, di­vindade pagã” e latreia, “serviço sagrado, culto”. A idolatria é a for­nia pagã de adoração. Adorar e ser­vir a outros deuses são práticas condenadas pela Bíblia, no Decálo­go (Êx 20.3-5), e, também nas pá­ginas do Novo Testamento: “por­tanto, meus amados, fugi da idola­tria” (l Co 10.14).

 2. Adoração.

Os dois principais verbos gregos para “adorar”, no Novo Testamento, são proskynêo, que sig­nifica “adorar” no sentido de pros­trar-se; e latreuõ, que significa “ser­vir” a Deus. À luz da Bíblia, podemos definir adoração como serviço sagra­do, culto ou reverência a Deus por suas obras. Os principais elementos de um culto são: oração (Gn 12.8), louvor (SI 66.4), leitura bíblica (Lc 4.16,17), pregação ou testemunho (At 20.9) e oferta (Dt 26.10).

 3. O culto a Maria.

O termo “mariolatria” vem de Maria, forma grega do nome hebraico Miriã, e de latreia. A mariolatria é o culto ou a adoração a Maria estabelecidos pelo Catolicismo Romano ao longo dos séculos(Vide Quadro 1).

Quadro 1

A Bíblia ensina que é so­mente a Deus que devemos adorar (Mt 4.10; Ap 19.10; 22.8,9). Maria foi salva porque creu em Jesus e não meramente por ser a mãe do Messi­as (Lc 11.27,28). Somente a Deus devemos cultuar. “Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás cul­to” (Mt 4. l O – Almeida Atualizada). Os romanistas ajoelham-se diante da imagem de Maria e dirigem a ela orações e cânticos.

 II. AS GLÓRIAS DE MARIA

 1. Maria no Catolicismo Romano.

O clero romano vai além do que está escrito em relação à Virgem Maria. No livro As Glórias de Maria, de Alfonso Liguori, cano­nizado pelo papa, Jesus ficou pequenino diante de Maria. Segun­do Liguori:Nossa salvação será mais rápida, se chamarmos por Maria, do que se chamarmos por Jesus … A Santa Igreja ordena um culto peculiar à Maria. Essas são algumas declarações de suas cren­ças mariolátricas. O que se vê, hoje, é a manifestação ostensiva e orgu­lhosa da mariolatria nos adesivos usados nos automóveis. Para os romanistas, Maria é mais importan­te do que o próprio Jesus(apesar de muitos não o perceberem ou admitirem).

 2. A posição oficial do Vaticano.

O clero romano nega terminantemente que os católicos adoram a Maria, o que é oficialmen­te confirmado pelo Vaticano. Todavia, é muito comum o tradicional trocadilho católico: adoração e ve­neração. Mas, as declarações de Liguori e as práticas dos católicos não ajudam a corroborar a afirmação dos romanistas. Uma análise honesta do correto conceito da pa­lavra adoração, conferindo com o marianismo dos católicos romanos, prova de maneira irrefutável que se trata de adoração.

III. MARIA NA LITURGIA DO CATOLICISMO

 1. As contradições de Roma.

O Catolicismo Romano ja­mais admitirá que prega a divinda­de de Maria, da mesma forma que nega a adoração a ela. Entretanto, os fatos falam por si só e provam o contrário. Ela é também chamada de Rainha do Céu, o mesmo nome de uma divindade pagã da Assíria (Jr 7.18; 44.17-25); é parte de sua liturgia a reza Salve-rainha.

2. Orações a Maria.

A Bíblia expressa ser somente Deus onipotente, onipresente e onisciente (Jr 10.6; 23.23,24; l Rs 8.39). Se Maria pode ouvir os católicos, que hoje são mais de um bilhão em toda a Terra, como pode responder às orações de todos eles ao mesmo tempo? Ou ela é deusa, ou os católicos estão numa fila interminável, aguardando a vez de suas orações serem atendidas.

3. Distorção litúrgica.

A oração litúrgica dedicada a Maria e desenvolvida pela Igreja Católica Romana evoca: “Ave-maria cheia de graça, o Senhor é contigo, bendita és tu entre as mulheres e bendito o fruto de seu ventre. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, os pe­cadores, agora e na hora de nossa morte. Amém”. Essas palavras são tiradas de Lucas 1.28, 42, mas a parte final não é bíblica, foi acres­centada em 1508. Essa oração é uma abominação aos olhos de Deus, pois não é dirigida a quem de direito (l Tm 2.5).

4. Mãe de Deus?

A palavra gre­ga usada para “mãe de Deus” originalmente significa “portadora de Deus”. A expressão “mãe de Deus” foi usada em razão das controvér­sias cristológicas da época para dar ênfase à divindade de Jesus. A Bíblia diz que Deus é eterno (Sl 90.2, Is 40.28), e, como tal, não tem co­meço. Como pode Deus ter mãe?

Há contra-senso teológico nessa decla­ração. A mãe é antes do filho, isso pressupõe a divindade de Maria, que seria antes de Deus, mas Ele existe por si mesmo (Êx 3.14). O Concílio de Calcedônia, em 351, declarou o termo “como mãe do Jesus humano”. A Bíblia es­clarece que Maria é mãe do Jesus ho­mem e nunca mãe de Deus (At 1.14).

IV. OUTRAS TENTATIVAS DE DIVINIZAR MARIA

1. “Cheia de graça” ou “agraciada” (v.28)?

A forma gre­ga da expressão “cheia de graça” procede de um verbo grego que sig­nifica “outorgar ou mostrar graça”. Sua tradução correta é “agraciada, favorecida”, e não “cheia de graça”, como aparece nas versões católicas da Bíblia. A tradução “cheia de gra­ça” não resiste à exegese séria da Bí­blia sendo contrária ao contexto bí­blico e teológico. Mais uma vez, re­vela-se a tentativa de divinizar Ma­ria. Há diferença abissal entre Jesus e Maria. Dele afirma a Bíblia: “e vi­mos a sua glória, como a glória do Unigénito do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1.14), pois Jesus é Deus (Jo 1.1).

 2. O Dogma da Imaculada Conceição.

Essa é outra tentativa de endeusar Maria, propondo que ela, por um milagre especial de Deus, nasceu isenta do pecado original. Essa declaração foi proferida pelo papa Pio IX, em 8 de dezembro de 1854, portanto, é antibíblica. A teo­logia cristã afirma que “todos peca­ram” (Rm 3.23; 5.12). A Bíblia mos­tra o reconhecimento da própria Maria em relação a isso (Lc 1.46,47). O milagre especial de Deus aconte­ceu na concepção virginal de Jesus, que foi gerado por obra e graça do Espírito Santo (Lc 1.34,35). Jesus nasceu e viveu sem pecado, embora tentado, nunca pecou (Hb 4.15).

 3. O Dogma da Perpétua Virgindade de Maria.

O clero romano defende a doutrina da per­pétua virgindade de Maria, pois conclui que ela não gerou mais fi­lhos além de Jesus. Sua preocupa­ção é com a deificação de Maria, visto que não há desonra alguma em uma mulher casada ser mãe de filhos, antes, o contrário, à luz da Bíblia, isso lhe é honroso (Gn 24.60; Sl 113.9).

 4. A família de Jesus.

A Bí­blia declara com todas as letras que José não a conheceu até o nasci­mento de Jesus (Mt 1.25). Os ir­mãos e irmãs de Jesus são mencio­nados nos evangelhos, alguns são chamados por seus nomes: Tiago, José, Símão e Judas (Mt 13.55; Mc 6.3). Veja, ainda, Mateus 12.47 e João 7.3-5. Afirmar que “irmãos”, aqui, significa “primos” é uma exegese ruim e contraria todo o pensamento bíblico.

SUPLEMENTO

 “Mariolatria.”

O teólogo católico romano Ludwig Ott, defendendo a doutri­na espúria da veneração a Maria, mãe de Jesus, em sua obra Funda­mentals of Catholic Dogma (Funda­mentos do Dogma Católico), afir­ma: ‘À Maria, a mãe de Deus, con­fere-se o direito de receber o culto de hiperdulia‘. Em outras palavras, segundo o catolicismo romano, ‘Maria deve ser venerada e honra­da em um nível muito mais alto do que o de outras criaturas, sejam anjos ou santos. Contudo, essa ve­neração a Maria é substancialmen­te menor do que a cultus latriae (adoração) que é devida somente a Deus, no entanto, maior do que a cultus diliae (veneração) devida a anjos e aos outros santos’.

Essa doutrina católica romana é uma das mais frágeis em argumen­tação, uma vez que cria uma con­fusão terminológica em torno dos termos adoração e veneração, além de defender pontos sem respaldo bíblico. Veneração significa ‘render culto‘, ‘adoração‘, sendo condena­da pela Bíblia, seja em relação a anjos ou a santos (Ap 22.9), exceto a Deus. Além disso, em nenhum momento a Bíblia fala que Maria é superior a qualquer outra criatura e que deva receber orações ou mes­mo veneração.

Outra amostra do subterfúgio sem nexo do catolicismo romano está no fato de que a adoração a Maria (que por si só já é absurda) não está acima da adoração a Deus. Todavia, em suas orações, como na Novena de orações em honra a Nos­sa Mãe do Perpétuo Auxílio, decla­ra-se, sem censura, que Maria é su­perior a Jesus: ‘Porque se me protegeres, querida Mãe, nada temerei daquilo que me possa sobrevir: nem mesmo dos meus pecados pois obterás para mim o perdão dos mesmos (a Bíblia diz que só há perdão através de Jesus At 4.12; l Tm 2.5; l Jo 1.7); nem mesmo da parte dos demónios, porque és mais poderosa do que o inferno junto ( Bíblia diz que somente Jesus despojou os principados e potestade: e só podemos expulsar demônio: por Jesus – Cl 2.15; Mc 16.17); nem mesmo de Jesus, o meu juiz, pois através de uma oração tua Ele será apaziguado (Maria seria a advoga­da e Jesus, o juiz, mas a Bíblia diz que hoje Jesus é o nosso advogado – l Jo 2.1).”

(MARIOLATRIA. Revis­ta Resposta Fiel, Rio de Janeiro, Ano 4, n° 12, p. 6, jun.-ago.2004.)

CONCLUSÃO

As tentativas inglórias de fun­damentar o marianismo na Bíblia fracassaram. As expressões: “O Se­nhor é contigo”; “bendita és tu en­tre as mulheres” (v. 28) e “bendito o fruto do teu ventre” (v. 42), não são a mesma coisa que: “bendita és tu acima das mulheres“. Devemos esclarecer esses pontos aos católi­cos, com respeito e amor, mas dis­cordando de suas crenças, com base na Palavra de Deus. Muitos são sinceros e pensam estar fazendo a vontade de Deus, mas infelizmnte não conhecem a Bíblia e, portanto, respeitam mais a Tradição da Igreja. Está escrito:

“O meu povo foi destruído porque lhe faltou conhecimento…” Os 4:6

Ao católico que porventura tenha conseguido ler todo esse estudo bíblico (pois não o é fácil, já que a Palavra é como espada de dois gumes. Ela corta, onde há erro a ser consertado), peço que examine a Bíblia, pois Jesus mesmo ordenou:

“Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;”  Jo 5:39

SUPLEMENTO

Veja a opinião do Padre Fabio de Melo sobre esse assunto! Ele foi bíblico!