[Maná] A celebração

“Diga o seguinte aos israelitas: Estas são as minhas festas, as festas fixas do Senhor, que vocês proclamarão como reuniões sagradas” (Levítico 23:2).

No Antigo Testamento, festas marcavam a mudança das estações, a chegada da colheita, a tosquia das ovelhas e assim por diante. Para a nação israelita, esses dias de festa constituíam símbolos espirituais.

A festa mais básica era o sábado, um dia separado para descansar, como Deus fizera na Criação. Outra festa regular era a da lua nova, quando se comemorava a aliança de Deus com os ancestrais e a fidelidade dEle.

Vinham a seguir as festas anuais. A festa das trombetas comemorava a chegada do novo ano. A Páscoa comemorava a libertação da escravidão do Egito. A festa das cabanas era um memorial da viagem para a terra prometida.

Alguns de nossos feriados comemoram eventos espirituais, como Páscoa e Natal, em que costumamos nos reunir e recordar o que Deus fez em nós e entre nós.

Podemos estabelecer nossos momentos de celebração. Parte das festas do Antigo Testamento incluía visitar velhos amigos e voltar a velhos lugares. Há pessoas com as quais você possa encontrar-se para encorajamento espiritual mútuo? Existe alguém que o tenha conduzido a Jesus ou que tenha causado um impacto em seu caminhar com Deus? Peça ao Senhor que lhe mostre como celebrar esses eventos especiais e demonstrar sua apreciação aos envolvidos. Orar por essas pessoas seria um meio excelente de celebrar. Enviar um bilhete de agradecimento também.

Faça isso no dia de hoje e ore comigo agora:

Querido Senhor, celebro o momento em que Te conheci. Alegro-me pelas situações em que me curaste e me abençoaste. Regozijo-me diante das Tuas respostas às minhas orações. Alegro-me pelas pessoas maravilhosas que colocaste em minha vida – especialmente aquelas que me levaram a Ti e me ensinaram a viver de acordo com os Teus caminhos. Em nome de Jesus, amém!

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[Maná] Não se canse de fazer o bem


“Quanto a vocês, irmãos, nunca se cansem de fazer o bem” (II Tessalonicenses 3:13).

Ler sobre oração é bom. Falar sobre oração é ótimo. Mas nada acontecerá se não orarmos. Precisamos orar todos os dias sobre todos os assuntos. E, uma vez que a fonte de nosso poder em oração é o Senhor, se não passamos tempo com Ele em oração, perdemos o poder.

Deixe suas orações serem impelidas por seu amor a Deus e por sua prontidão para servi-Lo. Responda ao chamado para ser um intercessor, a fim de ver a vontade do Senhor realizada na terra. O Espírito Santo o conduzirá, por isso mantenha-se em contato com Ele. Convide-O a guiar seu coração, sua mente e seu espírito a respeito de quando orar, como orar e sobre o que orar.

Há tremendo poder na oração, e Paulo nos instrui a nunca nos cansarmos de fazer o bem (2Ts 3:13). Orar por alguém sempre é sinônimo de fazer o bem a essa pessoa. Aliás, muitas vezes a melhor coisa que você pode fazer é continuar a interceder por ela, mesmo se não enxergar respostas imediatas.

Você não precisa saber como cada oração é respondida; precisa somente acreditar que Deus ouviu e responderá de acordo com o tempo e a vontade dEle. Enquanto isso, continue a fazer o bem.

Oremos? Que imenso privilégio, Senhor, é interceder por outras pessoas. Peço que Teu Espírito me mantenha firme nas orações. Confio que Tu responderás no devido tempo, conforme Tua vontade perfeita. Em nome de Jesus, amém.

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[Maná] Quem é Jesus?

“Indo Jesus para os lados de Cesaréia de Filipe, perguntou a Seus discípulos: Quem diz o povo ser o Filho do Homem?” (Mateus 16:13).

Jesus é, sem dúvida, a figura mais controversa da História. Se perguntássemos ao povo, hoje, “quem foi Jesus?”, obteríamos uma variedade de respostas: “Um celibatário”, “um pacifista”, “um líder guerrilheiro”, “um político ingênuo”, “um líder carismático”, “um mágico”, “um grande mestre”.

Ele realmente deve ter sido um homem notável, para ser visto de tantas maneiras diferentes. Mesmo em Seu tempo, as opiniões a Seu respeito divergiam muito. Quando Cristo perguntou aos discípulos:

“Quem diz o povo ser o Filho do Homem”, eles responderam: “Uns dizem: João Batista; outros: Elias; e outros: Jeremias ou algum dos profetas” (Mt 16:14).

O próprio Cristo disse que alguns O consideravam “um glutão e bebedor de vinho” (Lc 7:34).

Jesus abriu a discussão a Seu respeito porque o Seu tempo estava se esgotando. Logo Ele deveria “seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia” (Mt 16:21). Será que eles haviam entendido quem Ele era e qual Sua missão? Estavam os doze preparados para continuar a obra após Sua morte? Se ninguém houvesse entendido essas questões, a fé cristã não sobreviveria à Sua ausência.

Se Ele fosse considerado apenas um “Mestre vindo da parte de Deus” (Jo 3:2), ou um dos profetas ressuscitado dos mortos, Sua morte não teria maior significado do que a de qualquer outro grande homem.

Para que alguém encontrasse salvação na cruz do Calvário seria preciso, primeiramente, reconhecer que Aquele que estava pendurado na cruz não era outro senão o Filho de Deus, o Salvador do mundo, o Messias, o Cristo.

Jesus, obviamente, sabia muito bem o que o povo pensava dEle. A razão dessa pergunta feita aos discípulos foi a de preparar-lhes a mente para a pergunta seguinte: o que eles próprios pensavam dEle.

O que pensa você de Jesus? A resposta é essencial, porque dela depende seu destino eterno. Amanhã retomaremos este tema.

Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora:

Pai, Tu és o meu Salvador – o Filho de Deus. A oportunidade que teu tenho do perdão, da restauração e da vida eterna. Eu Te louvo, em Teu nome, amém.

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[Maná] O poder da graça

“Mas ide, dizei a Seus discípulos e a Pedro, que Ele vai adiante de vós para a Galiléia. Lá o vereis, como Ele vos disse” (Marcos 16:7).

Pedro vira a Jesus muitas outras vezes, em diferentes circunstâncias. Ele O tinha visto Se levantar e acalmar a tempestade com uma única palavra. Ele próprio fora resgatado quando afundava nas águas da noite tempestuosa. Pedro tinha visto Jesus estender as mãos e, num toque, curar leprosos. Pedro testemunhara a cena em que Jesus tinha ressuscitado um morto, enterrado havia quatro dias. Estivera com Jesus no monte da transfiguração e vira Sua glória. Havia pessoalmente visto Jesus submetendo e expulsando demônios. Mas nada disso o havia convertido.

Agora, em imenso contraste, Aquele que repreendera os ventos, curara os leprosos, ressuscitara mortos e fora glorificado no monte está ali, à sua frente, sozinho, sofrendo o abuso dos homens, acusado e desprezado. Na providência divina, o cantar de um galo chama a atenção de Pedro para Cristo, e os olhares se cruzam. Jesus tentara antes chamar a atenção de Pedro para conduzi-lo a uma compreensão realista de si, de sua autossuficiência e arrogância. Mas a tentativa não surtia qualquer efeito. Agora, é o olhar de Jesus que o toca e comove. Não há nenhuma repreensão ou acusação naquele olhar. Isso faz o que nada tivera poder de realizar. Esse é o poder inexplicável da graça. Mais bela e poderosa do que qualquer outro recurso, a graça nos constrange, subjuga, persuade e transforma.

Certamente o olhar de Cristo alcançara Pedro, mas ele tinha que ser restaurado diante dos outros do grupo. Pedro ainda sente-se curvado sob um enorme fardo de vergonha e remorso. As mulheres vão ao sepulcro. “Ele não está aqui”, diz um anjo (Mc 16:6). No verso seguinte, Pedro é nominalmente mencionado. Jesus queria encontrar-Se com ele. Como você acha que Pedro teria se sentido ao ouvir isso? Jesus, o líder extraordinário, estava erguendo Seu discípulo. Em I Coríntios 15:4 e 5, Paulo sugere que, antes de Jesus aparecer a qualquer outro, Ele teve uma audiência a sós com Pedro. Na privacidade desse encontro, Pedro teve a oportunidade de dobrar-se perante Cristo e pedir perdão por todos os anos de cegueira. E lá, só eles dois, Jesus restaura Pedro completamente. “Pedro, Eu o perdoo. Eu havia orado por você. Agora, vá e testemunhe de Mim”.

Esse perdão e também esse desafio são colocados diante nós hoje.

Vamos orar? Assim, Pai, como Tua graça maravilhosa alcançou e transformou a vida de Pedro, por favor, que ela me alcance e alcance cada um de meus ouvintes. Em nome de Jesus, amém!

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[Maná] Do que mais você precisa?

“O Senhor é misericordioso e compassivo, paciente e transbordante de amor” (Salmo 145:8).

Da próxima vez em que seu dia der errado, veja o que fazer. Mergulhe na graça de Deus. Sature seu dia com amor. Marine sua mente na misericórdia do Senhor. Ele fechou o seu balancete, pagou sua dívida. Cristo “levou em Seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro” (1Pe 2:24).

Quando você perde a paciência com seu filho, Cristo intervém: “Eu paguei por isso”. Quando você conta uma mentira e o céu inteiro geme, seu Salvador fala, ao você se arrepender: “Minha morte cobriu esse pecado”. Quando você cobiça, vê pornografia, tripudia, inveja ou julga, Jesus se coloca diante do tribunal do Céu e aponta para a cruz manchada de sangue: “Eu já tomei as providências para isso. Já levei os pecados do mundo”.

Que presente o Pai lhe deu, amigo ouvinte. Você ganhou na maior loteria da história da humanidade e nem sequer pagou pelo bilhete premiado! Sua vida está segura, sua salvação está garantida. Seu nome está escrito no único livro que interessa. Você está a apenas alguns grãos de areia na sua ampulheta de uma existência sem lágrimas, sem sepultura e sem dor. Do que mais você precisa?

Por que ter medo de reconhecer o pecado e confessar? Por que deixar para depois a volta que pode acontecer agora? O Pai espera por você de braços abertos. O perdão continua à sua disposição. Não resista mais, por favor. Do que mais você precisa?

Podemos orar juntos? Neste momento, Pai, quero entregar, agora, este meu ouvinte, minha ouvinte, que está no vale decisão, que tem relutado em aceitar o perdão e a graça maravilhosa que brota da cruz. Que ele(ela) sinta agora o Teu abraço, o Teu perdão. Dê forças, Pai, aquele que está fraco, desanimado ou pensando em desistir. Por favor. Em nome de Jesus, amém!

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[Maná] Tornando-se santo

“Diga o seguinte a toda a comunidade de Israel: Sejam santos porque Eu, o Senhor, o Deus de vocês, sou santo” (Levítico 19:2).

O que lhe vem à mente quando você reflete sobre santidade? Pensa em alguém perfeito e inatingível? Você se pergunta como pode ser santo?

Em toda a história de Israel, a santidade foi crucial. Conforme era a santidade do povo, assim também era o estado da nação. A força espiritual e a força política pareciam andar de mãos dadas. Nos dias do rei Josafá, Judá venceu uma batalha porque o povo marchou cantando e louvando a Deus “pelo esplendor de Sua santidade” (2Cr 20:1-27).

Ao pensar em como ser santo como Deus, considere esta boa notícia: Deus quer compartilhar Sua santidade. Ele não assume ares superiores, dizendo: “Seja santo imediatamente!”. Em vez disso, Ele oferece a própria santidade, pedindo-lhe que participe dela.

No Salmo 29, Davi nos encorajou a oferecer louvores a Deus pela força, glória e santidade do Senhor. Quanto mais elevarmos a cabeça e o coração para Deus em louvor, tanto mais Ele se refletirá em nosso rosto e comportamento.

Você lembra de como o rosto de Moisés resplandecia após ter estado na presença de Deus (Êx 34:29-35)? Ao adorar a Deus, você entra em contato com a beleza de Sua santidade, o que lhe permite tornar-se santo e íntegro. Separado, conforme o significado da palavra “santo”.

Por isso, seu tempo de oração não deve ficar espremido em meio ao corre-corre. Você precisa de tempo com Deus para envolver-se em Sua presença, permitindo que Ele o remodele. Cada vez que agir assim, você se tornará mais santo, mais semelhante a Ele.

Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Querido Deus, eu Te adoro por Tua grandeza e bondade. Ajuda-me a revestir-me da beleza da Tua santidade enquanto passo um tempo na Tua presença. Capacita-me a me tornar mais semelhante a Ti de modo que a Tua santidade me complete. Em nome de Jesus, amém!”

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