[Maná] Deus do macro e do micro


“Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais! Bem mais valeis do que muitos pardais” (Lucas 12:7).

Nosso Deus é maravilhoso e digno de confiança, porque Ele domina o infinitamente grande e o infinitamente pequeno. Ao mesmo tempo em que gera uma gigantesca galáxia, cuida dos prótons e elétrons. O elétron é a partícula fundamental na constituição dos átomos e moléculas, portadora da menor quantidade de carga elétrica livre, que se conhece. Nada escapa ao conhecimento de Deus. Mas Ele não tem apenas uma memória infinita: Seu envolvimento em tudo o que existe é condição indispensável para a sobrevivência do Universo e de todas as criaturas. Se pudéssemos ter uma visão do Universo, veríamos em todas as coisas a frase: Deus está no controle.

Todas as coisas, desde as de dimensão colossal, até as partículas infinitesimais, estão nas mãos de nosso Deus, pois Ele é onipotente. E Sua onipotência, aliada ao amor e à misericórdia, cobre todo tipo de necessidade em qualquer ponto do Universo.

Jesus, ao falar a Seus discípulos sobre o fermento dos fariseus, disse que “nada há encoberto que não venha a ser revelado; e oculto que não venha a ser conhecido” (Lc 12:2). Na mesma ocasião, confortou os discípulos e a multidão que se aglomerou para ouvi-Lo, dizendo que nem mesmo os pardais são ignorados por Deus. O que queria o Mestre dizer com isso? Que os seres humanos têm muito valor diante de Deus. E, para dar ênfase ao cuidado divino, disse que “até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados”. Como houvesse pessoas com uma autoestima muito baixa no meio da multidão, Ele acrescentou: “Não temais! Bem mais valeis do que muitos pardais” (Lc 12:7).

Nosso valor só pode ser medido ao pé da cruz de Cristo. Ali está a maior prova de que Deus nos ama. O Calvário é o ponto mais distante do Universo, ao qual Jesus Se dirigiu para dizer que temos valor. Deus nos tem em grande conta porque somos filhos Seus filhos.

Durante este dia, erga a cabeça e enfrente a vida com alegria e otimismo, pois Aquele que sustenta o Universo, cuida de você também.

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[Maná] O que se vê em sua casa?


“O profeta perguntou: ‘O que viram em seu palácio?’ Disse Ezequias: ‘Viram tudo em meu palácio. Não há nada em meus tesouros que eu não lhes tenha mostrado’” (II Reis 20:15).

Ezequias, uma vez libertado da Assíria e curado de sua enfermidade, foi possuído por uma insensatez. Merodaque-Badalã, rei da Babilônia, ao tomar conhecimento desses acontecimentos, enviou uma embaixada à Jerusalém com uma carta de congratulações e presentes para Ezequias. Essa atenção do rei da Babilônia mexeu com a cabeça dele. Por isso, mostrou aos embaixadores todos os tesouros do templo e todos os depósitos das riquezas de Judá, além dos tesouros que havia em seu próprio palácio e todos os demais tesouros do seu domínio. Isto despertou a ganância dos babilônios. O profeta Isaías repreendeu-o por cometer essa infantilidade e lhe disse que não estaria longe o dia em que o inimigo do Norte seria a Babilônia e não a Assíria. Futuramente seriam massacrados e deportados para Babilônia.

Por que você arruma a casa para receber visitas? Para acolher bem os visitantes? Para mostrar que você tem bom gosto? Para ostentar o que possui? Para que o visitante não saia falando mal de você por algum descuido na arrumação?

Também uma pergunta vital: o que você tem de valores morais e éticos dentro de casa pode ser mostrado?

Basta uma atitude insensata para se iniciar uma ruína. Por isso, é importante cuidarmos de tudo aquilo que as pessoas estão vendo dentro de nossa casa.

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[Maná] Porque está chorando?


“Mulher, por que você está chorando?” (João 20:13).

No meio do nevoeiro da manhã, Maria se levanta da cama, pega as especiarias e o aloé e sai de casa. Passa pelo Portão dos Jardins e sobe a encosta da colina. Prevê que realizará uma tarefa lúgubre. Nesse momento, o corpo estará inchado. O rosto estará esbranquiçado. O odor da morte será intenso.

O céu cinzento dá lugar ao dourado quando Maria caminha pela trilha estreita. A pedra colocada na frente da sepultura fora removida. Ela corre para despertar Pedro e João. Eles correm para ver por si mesmos. Tenta acompanha-los, mas não consegue. Pedro sai da tumba perplexo e João sai crendo no que viu, mas Maria fica simplesmente sentada diante da entrada, chorando. Talvez tenha ouvido um barulho. Talvez um sussurro. Ou talvez tenha simplesmente escutado seu coração lhe dizer para dar uma olhada.

Seja qual tenha sido a razão, é isso o que faz. Começa a descer, estica a cabeça pela porta escavada e espera que seus olhos se ajustem à escuridão.

“Mulher, por que você está chorando?” Ela vê o que parece ser um homem, mas é todo branco; radiantemente branco. Uma pergunta incomum a se fazer num cemitério. A verdade é que a pergunta é grosseira. A não ser, porém, que o questionador saiba algo de que o questionado não tem consciência.

E você, por que está chorando? Seu Salvador vive!

Ore comigo: “Pai, que a certeza de que meu Senhor vive e reina enxugue sempre as minhas lágrimas. Amém”.

[Maná] O Poder do Perdão

“E, quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, pra que também o Pai celestial lhes perdoe os seus pecados” (Marcos 11:25).

Dentre todos os ensinamentos das Escrituras, perdoar os que nos ofendem é um dos mais difíceis de obedecer. Nossa tendência é agarrar-nos à ofensa, cuidar de nossas feridas e guardar ressentimentos. Ou, no mínimo, nos desligar para sempre do indivíduo que nos causou sofrimento.

Há ocasiões, como nos casos de abuso, em que a separação física é necessária. Quando um crime é cometido, a justiça e o perdão andam de mãos dadas. Devemos perdoar a pessoa, independentemente de seu arrependimento. Nesse texto, Jesus se refere a nossa obrigação espiritual de perdoar uns aos outros por termos sido tão graciosamente perdoados por nosso Pai. A recusa em perdoar revela que não compreendemos o nível de perdão que recebemos.

Perdoar não significa esquecer. Podemos lembrar, mas decidimos não permitir que a lembrança nos amargure. Devemos, porém, lembrar que o ato de perdoar não exime a pessoa do erro; mas liberta quem perdoa. Ao perdoar, você se livra do peso da mágoa, do sofrimento e do ressentimento. Pode deixar tudo isso para trás e continuar sua vida.

Quando decidimos não perdoar, acabamos presos no passado e andando nas trevas (1Jo 2:9-11). Por não podermos ver claramente, tropeçamos confusos. Nosso julgamento é prejudicado e nossas ações são passíveis de erro. Ficamos fracos, doentes e amargos. A falta de perdão é notória e perceptível no rosto, em palavras e atos. As pessoas percebem, mesmo que não possam identificar o fato, e não se sentem confortáveis em nossa companhia.

Ao decidirmos perdoar, não somos os únicos beneficiados; beneficiamos também os que nos rodeiam.

Ore comigo: “Senhor, peço que sempre me ajudes a perdoar os que me magoaram. Não quero inibir o perdão que tens para mim por não ter perdoado outra pessoa. Por favor, me ajude. Em nome de Jesus, amém!”

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[Maná] Não se pode enganar a Deus


“Nada, em toda a criação, está oculto aos olhos de Deus. Tudo está descoberto e exposto diante dos olhos dAquele a quem havemos de prestar contas” (Hebreus 4:13, NVI).

O bolo estava horrível. Na verdade, foi o pior bolo que já provei na minha vida [conta George Knight]. Esse era o problema. Afinal de contas, fora feito especialmente para meu aniversário pela minha noiva. E eu não podia ferir os sentimentos dela, mas com toda a certeza eu não conseguiria comer aquilo.

Felizmente, no dia seguinte a meu aniversário, ela foi para a casa da irmã dela por uns dias, deixando o resto do bolo comigo. Mas agora aqueles dias haviam terminado. Em poucas horas, ela voltaria e eu seria apanhado.

Talvez, pensava eu, eu pudesse atirar o bolo no matagal do terreno baldio em frente. Mas, com o azar que eu tenho, ela passaria por aquele terreno e iria para casa com o bolo nos sapatos. Isso não iria funcionar. Jogar no lixo, também não. Algumas migalhas delatoras grudadas no fundo do cesto seriam a minha ruína.

Finalmente tive uma ideia! Por que não pensara nisso antes?

Peguei o bolo e andei na ponta do pé até o banheiro. Com a porta fechada, quebrei rapidamente o bolo em pequenos pedaços, lancei-os no vaso sanitário, puxei a descarga e fiquei assistindo a um potencial desastre de família escoar para o esquecimento.

Finalmente livre! Que sentimento maravilhoso! Minha jovem noiva ficou encantada ao saber que eu havia “apreciado” o bolo.

A lição é simples: Você pode enganar algumas pessoas por algum tempo.

Naturalmente, o que funciona com as pessoas não funciona com Deus. Ele vê não somente a ação, mas também o motivo por trás da ação.

Ele quer tomar hoje minha vida, meu coração, e purificá-los. Ele quer ir mais fundo do que as coisas que faço, Ele quer mudar a razão por que faço as coisas, ainda que sejam coisas cristãs. Ele quer que eu O adore somente porque Ele é o Senhor da minha vida.

Senhor, ajuda-me hoje em minhas lutas íntimas. Ajuda-me não apenas a fazer as coisas certas, mas a fazê-las pelas razões certas.

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[Maná] Nada temerei


“Em Deus, cuja palavra eu exalto, neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer um mortal?”            (Salmo 56:4).

O verso de hoje apresenta uma luta estranha no coração do salmista. “Nada temerei”, declara ousadamente. Mas no verso anterior ele diz: “Em me vindo o temor”. Afinal de contas, Davi está ou não com medo? A resposta é: Está e não está. Ele era um ser humano. Sua mente via a iminência do perigo e temia. Não era tão néscio para fazer de conta que tudo estava bem, quando não estava. A autêntica fé não leva ninguém a desafiar o perigo. Se o fizesse, a pessoa cairia na presunção.

Na mente do salmista acontecia algo dramático. O medo instintivo o assaltava, mas não o dominava. “Em Deus ponho minha confiança”, declara ele. Num determinado momento, o medo e a confiança se agarravam numa luta corporal pelo controle da mente.

Todos os dias acontece o mesmo conosco. Sabemos que podemos confiar. O Senhor nos tem dado abundantes provas de Seu amor protetor. Queremos confiar, mas o temor parece mais forte do que as próprias forças.

Existe momento em que nos sentimos confusos. Respondemos de modo mais estranho aos desafios que a vida apresenta.

Por que acontece isso conosco? Talvez porque ainda não descobrimos o segredo que Davi descobriu. “Em Deus, cuja palavra eu exalto” (Sl 56:4), afirma ele. O destaque nessa frase é a Palavra de Deus. Ela é eterna. Não falha. É confiável. “Seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a Palavra de nosso Deus permanece eternamente” (Is 40:8).

Todo aquele que conhece a Palavra de Deus, confia nEle. A fé não cresce de forma mística, romântica ou filosófica. É um crescimento concreto e prático. “Vem… pela palavra de Cristo” (Rm 10:17).

O resultado final de confiar em Deus e na Sua Palavra é dizer como Davi: “Que me pode fazer um mortal?” (Sl 56:4).

Portanto, hoje, parta para a luta da vida confiando nas promessas divinas. Haverá pedras no caminho, com certeza, mas você terá a orientação oportuna de Deus para passar por cima das dificuldades. Diga: Em Deus, cuja Palavra eu exalto, ponho a minha confiança e não temerei. “Que me pode fazer um mortal?”

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