[Apostasia] Pastor da Assembleia de Deus se “converte” ao catolicismo e leva fiéis junto

 

Um pastor pentecostal, acompanhado de sua família e um grupo de fiéis desligaram-se da Igreja Assembleia de Deus de Tucson, no Arizona, Estados Unidos, e se converteram ao catolicismo, passando a seguir o rito bizantino.

As igrejas desse rito pertencem a um antigo ramo do catolicismo, embora sejam autônomas em relação ao rito e disciplina. De modo geral, estão igualmente submetidas ao papa e ao Vaticano.

A revista National Catholic Register divulgou recentemente a história do pastor Joshua Mangels, que renunciou ao seu cargo na Assembleia de Deus no final do ano passado. Ao anunciar seu desligamento, afirmou que quem assim desejasse, poderia ir com ele.

Surpreendentemente, vários membros tomaram essa decisão. Cerca de um mês depois do anúncio, foram batizados em uma igreja católica de Tucson.

O pastor comentou que, embora o seu ministério na igreja pentecostal lhe desse prazer, nos últimos anos começou a se sentir “frustrado pelos vaivéns da doutrina, as modas e pressões da comercialização da igreja”.

Ao voltar para casa depois de uma conferência de pastores sentia-se decepcionado e começou a escutar as homilias de um padre que um amigo lhe tinha indicado. O conteúdo das pregações, segundo Mangels, era impressionante. “Era como um gole de água fresca. Escutei durante horas”.

Ele afirma que recebeu informações sobre os Padres de Igreja e parte de sua história que não conhecia. Decidiu fazer sua própria pesquisa. “Quando li os pais da Igreja, os sacramentos começaram a ter significado e comecei a ver como a Eucaristia era central para a Igreja primitiva. Se a Eucaristia foi ordenada por Cristo, quero receber isso do Senhor”, relata.

Conta que ele e a esposa começaram a ler constantemente sobre a história do catolicismo e começou a ensinar os fiéis de sua igreja sobre tudo que aprendera. “Adorava pastorear, adorava pregar. Eu falava em reuniões de todo tipo, mas descobri que agora eu era católico no meu coração”, lembra Mangels.

Quando ele conheceu o padre Bob Rankin, da Igreja Católica Bizantina de Tucson, começou a ouvir mais sobre a teologia dogmática e a eclesiologia católica, até que se convenceu que precisava tomar essa decisão, mesma sabendo que seria rejeitado pelos membros da sua igreja.

Para sua surpresa, mais de uma dezena decidiu juntar-se a ele, enquanto a maioria continuou fazendo parte da Assembleia de Deus e procurou outro pastor para a congregação. Com informações ACI Prensa

Anúncios

[e-News] Feminista lança “versão inclusiva” da Bíblia, que usa “termos neutros” para Deus

A questão de como melhor traduzir termos bíblicos do original em hebraico e grego divide especialistas há séculos. Contudo, versões das Escrituras que mudam substancialmente seus ensinamentos são geralmente tratadas como “heréticas”, como é o caso da Tradução do Novo Mundo, usada pelas Testemunhas de Jeová.

Agora, uma ativista lésbica anunciou o lançamento de um aplicativo da Bíblia que se refere a Deus somente em “termos neutros”, num esforço para torna-la “acessível” para aqueles que se sentem “marginalizados” pelos cristãos, particularmente a comunidade LGBT.

Este é o discurso de Crystal Cheatham, idealizadora do aplicativo Our Bible [Nossa Bíblia]. Ela foi criada em uma Igreja Adventista do Sétimo Dia, mas entrou em “crise de fé” quando ouviu de seus líderes que o cristianismo e a homossexualidade não eram compatíveis.

Na página de financiamento coletivo onde explica suas propostas, ela justifica que deseja fazer com que a Bíblia seja “acessível a todos”.

“No seu núcleo, o texto sagrado foi escrito para incluir toda a criação de Deus, especialmente aqueles que são marginalizados. O nosso aplicativo incluirá traduções que se referem a Deus em termos neutros de gênero e oferece uma biblioteca de devocionais progressivos, além de outros recursos”.

Cheatham, que afirma ser uma ativista gay e feminista, reclama: “Eu não conseguia encontrar nenhum livro de devocionais que me representasse. Criei o nosso aplicativo da Bíblia porque todos merecem ser nutridos espiritualmente”.

Segundo ela, além da versão bíblica “inclusiva”, há mais de 300 devocionais e também artigos especiais, podcasts e textos de meditação para usuários. A previsão de lançamento nos EUA é para o final de junho, mas o preço do aplicativo não foi divulgado.

“Há tantos cristãos lá fora que querem aceitar as pessoas LGBT, mas não sabem como e por que se não receberam as informações”, disse Cheatham no vídeo que gravou para divulgação de seu projeto.

Esta não é a primeira vez que a Bíblia foi modificada de alguma maneira para “incluir” a comunidade gay.

Conforme amplamente divulgado, desde a década de 1970 existem movimentos que procuram criar igrejas onde a homossexualidade é vista como normal, as chamadas inclusivas.

Já existem algumas versões que preferem trocar o nome de Deus por “divindade”, que seria “neutro”. Nelas, termos como “Senhor”, “Pai”, “Filho” e termos masculinos para se referir a Deus são evitados ou substituídos por outros como “Força divina”, “Pai/Mãe”.

Algumas delas também reescrevem os trechos bíblicos onde a prática homossexual é condenada.

GospelPrime

[Fim dos Tempos] Líderes de todas as religiões do mundo fazem campanha por “união”

Alguns dos principais líderes religiosos do mundo se uniram para uma campanha promovida pelo Instituto Elijah Interfé.

 Um vídeo que compila apelos de cristãos, judeus, muçulmanos, hindus, budistas e sikhs pretende popularizar a ideia de união das pessoas de fé, em especial diante dos ataques terroristas que se multiplicam pelo planeta.

No vídeo, o aiatolá muçulmano Sayyid Fadhel Al-Milani disse: “Nosso conselho é ser amigos de todas as pessoas, independentemente da religião”, enquanto Papa Francisco disse que sua experiência religiosa foi “enriquecida” pela sua convivência com pessoas de outras confissões, que ofereciam outras “explicações” sobre a vida.

A arcebispo anglicano Justin Welby, disse no vídeo que “amizades através da fé são a chave para fortalecer-se o trabalho contra a discriminação”.

O rabino Alon Goshen-Gottstein Doctor, diretor do Instituto Elijah e um dos idealizadores da campanha, afirma que essa é “uma inovação teológica” e que “quando os principais líderes religiosos do mundo pregam unidade e amizade, estão consolidando uma nova forma de praticar a religião e rejeitando a velha”.

Essas declarações visam encorajar que, independentemente de sua religião, todos deveriam se unir, pois “amizade e conhecimento mútuo” seriam os “antídotos para a negatividade e as divisões na sociedade”.

 Eles também pedem que todos façam orações para que “essa mensagem e o exemplo de unidade dos líderes” possa influenciar as pessoas a iniciar conversas com pessoas de credos diferentes e todos possam aprender uns com os outros, portanto sugerem o uso hashtag #FazAmigos.
.
Segundo o Instituto Elijah – versão em inglês para Elias – o objetivo é mostrar que não há alguém “certo” enquanto os demais estão “errados”. Inclusive, o nome da organização, sediada em Israel e parcialmente financiada pela ONU e pela Fundação Rockfeller, é inspirado na figura do profeta bíblico e pretender ser um “porta-voz” no debate sobre uma “compreensão mais profunda sobre Deus”. Com informações CBN

Assista:

[e-News] No Canadá, pais que não aceitarem a Identidade de Gênero podem perder a guarda de seus filhos

 

A província de Ontário, no Canadá aprovou uma nova lei que permite ao governo retirar as crianças de famílias que se recusam a aceitar a opção dos filhos por determinada “identidade de gênero” ou “expressão de gênero”.

O que foi chamado de “Ato de Apoio a Crianças, Jovens e Famílias”, ou Lei 89/2017, acabou aprovada em votação de 63 favoráveis a 23 contrários, registra o The Christian Times.

Ele exige que os serviços de proteção a crianças, serviços de adoção e juízes levem em consideração e respeitem a “raça, ancestralidade, local de nascimento, cor, origem étnica, cidadania, diversidade familiar, deficiência, crença religiosa, sexo, orientação sexual, Identidade de gênero e expressão de gênero”.

“Eu acredito ser uma forma de abuso, quando uma criança se identifica de um jeito e um cuidador diz a ela que não, que ela precisa fazer as coisas de uma maneira diferente”, explicou Michael Coteau, ministro dos Serviços para Crianças e Famílias, que apresentou o projeto de lei.

“Se é abuso, e estiver dentro dessa definição, uma criança pode ser removida desse ambiente e colocada em um local protegido, onde o abuso não tem vez”.

O projeto de lei substitui a Lei de Serviços à Criança e à Família, ou Lei 28, que determinava até recentemente como seriam os serviços de proteção à criança, serviços de acolhimento e adoção.

A Lei 28 garantia que o pai ou mãe da criança possuía o direito de “direcionar a educação e a formação religiosa da criança”. Já a nova lei diz que isso pode ser feito “desde que siga a crença da criança ou do jovem, sua identidade comunitária e identidade cultural”.

Ou seja, não são mais os pais que determinam como a criança será criada e sim ela mesma.

Irwin Elman, advogada provincial dos direitos de crianças e jovens de Ontario, afirmou em um comunicado: “Acredito que este novo Ato, em seus princípios, representa uma mudança de paradigma para a província, mostrando seu compromisso com a participação de crianças e jovens em todas as decisões que as afetam, a criação de um sistema de serviço centrado na criança e o compromisso com o antirracismo e as escolhas das crianças”.

Jack Fonseca, estrategista político da Campaign Life Coalition, discorda e desabafou: “Com a passagem da Lei 89, adentramos em uma era de poder totalitário do Estado, algo nunca antes testemunhado no Canadá. Não se engane, a Lei 89 é uma grave ameaça para os cristãos e todas as pessoas religiosas que têm filhos ou que desejam criar uma família através da adoção”.

Em abril, um casal cristão apresentou uma ação judicial contra Hamilton Children’s Aid Society por ter retirado de sua casa duas crianças adotivas porque eles se recusaram a mentir para as meninas, dizendo que o coelhinho da Páscoa era real.

“Nós temos uma política de não mentir”, justificou Derek Baars, um dos pais adotivos, denunciando que uma pessoa que trabalhava no serviço de apoio à criança insistiu que ele e sua esposa, Frances Baars, dissessem para as meninas, de 3 e 4 anos, que o coelhinho da Páscoa era de verdade.

“Nós explicamos à agência que não estamos preparados para dizer às crianças uma mentira. Se as crianças pedissem, não mentiríamos para elas, mas nós não a levantaríamos”.

Os Baars, que são membros da Igreja Presbiteriana Reformada, perderam a guarda das crianças. O argumento da agência governamental de cuidado infantil é que o coelhinho da Páscoa era uma “parte importante da cultura canadense” e por isso os pais tinham de admitir sua existência.

 

Com informações Christian Post
Imagem: Reuters/Ben Nelms

[Estudo Bíblico] Os Dons Espirituais

DONS ESPIRITUAIS

 

LEITURA BÍBLICA

Romanos 12. 3-8

3- Porque, pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vos que não saiba mais do que convém saber, mas que saiba com temperança, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um.

4- Porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação,

5- assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros.

6- De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada: se é profecia, seja ela segundo a medida da fé;

7- se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino;

8- ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria.

Coríntios 12. 4-7

4- Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo.

5- E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo.

6- E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.

7- Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil.

INTRODUÇÃO

A Bíblia de Estudo Pentecostal define “dons” como “manifestações sobrenaturais concedidas da parte do Espírito Santo, e que operam através dos crentes, para o seu bem comum”.

Neste estudo analisaremos os dons de Deus dispensados à Igreja para que, com graça e poder, ela proclame o Evangelho de Jesus a toda criatura. Além de auxiliar o Corpo de Cristo no exercício da Grande Comissão, os dons divinos subsidiam os santos para que cheguem à unidade da fé (Ef 4. 12, 13).

I – OS DONS NA BÍBLIA

1. No Antigo Testamento.

O Dicionário Bíblico Wycliffe mostra que há várias palavras hebraicas que significam “dádiva”. A origem dessas palavras está na raiz hebraica nathan, que significa “dar”. Por isso, podemos afirmar que no Antigo Testamento há vislumbres dos dons divinos concedidos a pessoas peculiares como reis, sacerdotes, profetas e outros. Todavia, os dons divinos não estavam acessíveis ao povo de Deus da Antiga Aliança como observamos no regime da Nova Aliança.

2. No Novo Testamento.

O mesmo dicionário informa ainda que ao longo do Novo Testamento a palavra “dom” aparece com diferentes significados, que se relacionam ao verbo grego didomi. Este verbo representa o sentido ativo da palavra “dar” em Filipenses 4. 15. Na Nova Aliança, os dons de Deus estão disponíveis para que a Igreja, em nome de jesus, promova a libertação dos cativos, ministre a cura aos doentes e proclame a salvação do homem para a glória de Deus. O Novo Testamento também deixa claro que todos os crentes têm acesso direto a Deus através de Cristo Jesus e, por isso, podem receber os dons do Espirito.

3. Uma dádiva para a Igreja.

A fim de sermos mais didáticos e eficientes no estudo a respeito dos dons, dividiremos este assunto em três categorias principais: Dons de Serviço, Dons Espirituais e Dons Ministeriais. Esta divisão acompanha a classificação dos dons conforme se encontra nas epístolas paulinas aos Romanos, Coríntios e Efésios, respectivamente. Insistimos, porém, que esta classificação é apenas um recurso didático, pois quando o apóstolo expõe o assunto em suas cartas, ele não parece querer exaurir os dons em uma lista, antes, preocupa-se em exortar os irmãos a buscá-los e usá-los para encorajar, confortar e edificar a Igreja de Cristo, bem como glorificar a Deus e evangelizar o mundo.

II-OS DONS DE SERVIÇO, ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS

1. Dons relacionados ao serviço cristão.

Em Romanos 12 o apóstolo Paulo admoesta a igreja, lembrando-a de que o membro do Corpo de Cristo não pode se achar autossuficiente. Assim como um membro do corpo humano depende dos outros para exercer a sua função, na igreja necessitamos uns dos outros para o fortalecimento da nossa vida espiritual e comunhão em Cristo.

Por isso, a categoria de dons apresentada em Romanos 12 traz a ideia da manutenção dessa comunhão dos santos, pois ao falarmos de serviços, subentende-se que quem serve está prestando um serviço para alguém. Observe os dons de serviço listados por Paulo em Romanos: Ministério (ofício diaconal), exortação (encorajamento), repartir, presidir e exercer misericórdia. Note que esses dons estão relacionados com uma ação em prol do outro, do próximo. Portanto, se você tem um dom, deve usá-lo em benefício da Igreja de Cristo na Terra.

2. Conhecendo os dons espirituais.

“Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes”(1 Co 12. 1).

Os dons listados em 1 Coríntios 12 são: palavra da sabedoria; palavra da ciência; ; curas; operação de maravilhas; profecia; discernimento de espíritos; variedades de línguas; interpretação de línguas.

Apesar de as manifestações sobrenaturais pertencerem ao mundo espiritual, isto é, a uma categoria particular da experiência religiosa do crente, o apóstolo Paulo desejava que as igrejas, e em especial a de Corinto, conhecessem algumas considerações importantes sobre os dons espirituais. Uma característica predominante em Corinto, segundo o Comentário Bíblico Beacon (CPAD), era a vida pregressa dos membros envolvidos com idolatria. Muitas manifestações espirituais na Igreja lembravam a experiência mística das religiões de mistérios. Os coríntios precisavam ser ensinados de forma correta sobre a existência dos dons e de sua utilização dentro do culto e fora dele. Por isso, à luz da Palavra de Deus, devemos ensinar a respeito dos dons espirituais para que a igreja seja edificada. A Bíblia traz os ensinos corretos sobre o uso dos dons, e se há distorções nessa esfera, estas acontecem por algumas igrejas não ensinarem de forma correta o que a Bíblia diz, e isso contribui para o surgimento do fanatismo religioso, da corrupção doutrinária dos movimentos estranhos e de muitas heresias. Portanto, o ensino correto das Escrituras nos orienta sobre a forma adequada da utilização dos dons e previne o surgimento de práticas condenáveis no culto.

3. Acerca dos dons ministeriais.

A Epístola de Paulo aos Efésios classifica os dons ministeriais assim: Apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e doutores (4. 11). Os propósitos de o Senhor concedê-los à Igreja, segundo a Bíblia de Estudo Pentecostal, são, em primeiro lugar, capacitar o povo de Deus para o serviço cristão; em segundo, promover o crescimento da igreja local: terceiro, desenvolver a vida espiritual dos discípulos de Jesus (4. 12-16). O Senhor deu a sua Igreja ministros para servi-la com zelo e amor (1 Pe 5. 2, 3). O ensino do Novo Testamento acerca do exercício ministerial está ligado a concepção evangélica de serviço (Mt 20. 20-28; Jo 13. 1-11), jamais à perspectiva centralizadora e sacerdotal do Antigo Testamento.

REFLEXÃO

Nenhum membro do corpo de Cristo é autossuficiente, dependemos de Cristo, assim como dependemos uns dos outros. Para que a Igreja, o corpo de Cristo, seja edificada pelos dons ministeriais é necessário que eles sejam utilizados para o benefício de todos.

III-CORINTO : UMA IGREJA PROBLEMÁTICA NA ADMINISTRAÇÃO DOS DONS ESPIRITUAIS (1 Co 12. 1-II)

1. Os dons são importantes.

Um argumento utilizado pelos cessacionistas (pessoas que defendem a errônea ideia de que os dons espirituais cessaram no primeiro século), é que os crentes pentecostais tendem a se achar superiores uns aos outros por terem algum dom. Lamentavelmente, isto é verdade em muitos lugares. Entretanto, o apóstolo Paulo faz questão de tratar desse assunto com os crentes de Corinto que estavam supervalorizando alguns dons em detrimento de outros. Precisamos resgatar a noção de serviço que Jesus Cristo ensinou nos Evangelhos, pois todos os dons vêm diretamente de Deus para melhor servirmos à igreja de Cristo.

2. Diversidade dos dons.

O que mais nos chama a atenção na lista de dons apresentada por Paulo em 1 Coríntios 12 não são os nove dons, mas a diversidade deles. Isto denota a unidade da Igreja de Cristo, mas simultaneamente a sua multiplicidade. O Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento tem razão quando fala que “talvez Paulo tenha selecionado estes noves dons por serem adequados à situação que havia em Corinto”, pois se compararmos a lista de Coríntios com Romanos e também Efésios, veremos que outros dons são relacionados de acordo com as necessidades de cada igreja local.

3. Autossuficiência e humildade.

Os dons espirituais são concedidos aos crentes pela graça de Deus, e não por méritos pessoais (Rm 12. 6; 1 Pe 4. 10). Não podemos orgulhar-nos e portar-nos de modo arrogante e autoritário no exercício dos dons, mas com humildade e temor a Deus.

Portanto, não use o dom que Deu lhe deu com orgulho, visando exaltação pessoal. Isto é pecado contra o Senhor e contra a Igreja!

Use-o com um coração sincero e transbordante de amor pelo próximo (1 Co 13). Não foi por acaso que o capítulo 13 (Amor) de Coríntios foi colocado entre o 12 (Dons) e o 14 (Línguas e Profecia).

CONCLUSÃO

O estudo dos dons de Deus aos homens é amplo e nos apresenta recursos pelos quais podemos servir ao Senhor e à sua Igreja. Esses dons são para os nossos dias, pois não há na Bíblia nenhum versículo que diga que os dons espirituais deixaram de existir com a morte do último apóstolo. Portanto, busquemos os dons do Espírito Santo, pois estão à nossa disposição. Eles são um exemplo da multiforme graça de Deus em dispensar instrumentos espirituais para a Igreja na história.

SUPLEMENTO 1

Subsidio Teológico [Dons espirituais]

Os dons espirituais, que são pela graça, mediante a fé, encontra-se na palavra grega mais usada para descrevê-los: charismata, ‘dons livre e graciosamente concedidos’, palavra esta que se deriva de charis, graça, o imerecido favor divino. Os carismas são dons que merecemos sem os merecermos. Dão testemunho da bondade de Deus, e não da virtude de quem os receberam.

Uma das falácias que frequentemente engana as pessoas é a ideia de como Deus abençoa ou usa alguém; isso significa que Ele aprova tudo o que a pessoa faz ou ensina. Mesmo quando parece haver uma ‘unção’, não há garantia disso. Quando Apolo chegou a Efeso pela primeira vez, não somente era eloquente em sua pregação: era também ‘fervoroso de espírito’. Tinha o fogo. Mas Priscila e Áquila perceberam que faltava algo. Logo, o levaram (provavelmente, para casa, afim de participar de uma refeição), e lhe explicaram com mais exatidão o caminho de Deus (At 18. 25, 26).

Era, pois o caminho de Deus a respeito dos dons espirituais, que Paulo, como um pai, desejava explicar com mais exatidão aos coríntios.

A esses dons ele dá o nome de ‘espirituais’ em 1 Coríntios 12. 1 (a palavra dom não se encontra no grego). A palavra, por si mesma, inclui algo dirigido pelo Espírito Santo [… ]”

(HORTON, Stanley M. A Doutrina do Espirito Santo no Amigo e Novo Testamento. 12. Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, P. 225).

SUPLEMENTO 2

Subsidio Teológico

“Os dons são dados, de fato, com a intenção divina de que todos recebam proveito deles (1 Co 12. 7). Isso não significa que todos têm um dom específico, mas há dons (manifestações, revelações, meios pelos quais o Espírito se torna conhecido) que são dados (continuamente) para o que for útil (proveitoso, para crescimento).

‘Útil’ significa algo que ajuda, especialmente na edificação da Igreja, tanto espiritualmente como em número de membros. (0 Livro de Atos tem um tema de crescimento numérico e geográfico. Deus quer que o Evangelho seja divulgado em todo o mundo). Pode ser ilustrado pelo mandamento do Senhor: ‘Negociai até que eu venha’ (Lc 19. 13). Ao partirmos para o ministério dos seus dons, Ele nos ajuda a crescer na eficiência e na eficácia, assim como fizeram os que usaram devidamente o que o Senhor lhes deu, na Parábola das Dez Minas (Lc 19. 1 5-19)” (HORTON, Stanley M. A Doutrina do Espirito Santo no Antigo e Novo Testamento. 12. Ed. Rio de Janeiro : CPAD, 2012, PP. 229, 30).

Fonte: CPAD

[e-News] Série de TV mostra o surgimento do Anticristo

trailer

Em 2015 estreou a primeira temporada do seriado “The Messengers”, que mostrava um grupo de humanos transformados sobrenaturalmente em anjos que deveriam impedir o surgimento do Anticristo (que no caso era uma menina de 8 anos).

Não por coincidência, no início de 2016 a TV aberta americana passou a exibir o seriado “Lucifer”, que mostra como o demônio cansou do inferno e decidiu morar em Los Angeles. Embora Deus não tenha gostado da ideia, não é capaz de fazer nada.

Na mesma época, um seriado produzido na Inglaterra chamado You, Me and the Apocalypse [Você, eu e o Apocalipse] foi ao ar pela NBC, emissora com as maiores audiência nos Estados Unidos.

A história mostra uma versão cômica do que seria o Apocalipse nos dias de hoje, com o mundo todo se preparando para morrer enquanto o Vaticano se esforça por achar o novo Messias. Para muitos teólogos o apoio de grupos religiosos será uma das marcas do Anticristo.

Esta semana, estrou no canal A&E a série “Demien”, que deveria ser uma espécie de continuação de A Profecia, filme de terror lançado em 1976. O roteiro, 40 anos depois, mostra um fotógrafo que descobre quem é o Anticristo. A partir daí, ele começar a lembrar de coisas terríveis do seu passado e a perspectiva de ter de cumprir um destino que ele não sabe se deseja.

Ele acaba de completar 30 anos e descobre sobre sua nova condição enquanto cobre a guerra na Síria. De repente, uma mulher que aparenta estar endemoninhada o pega pelo rosto e diz a frase mais famosa do filme original: “É tudo por você!”.

Damien (interpretado por Bradley James) acaba encontrando Ann (Barbara Hersey), uma aliada misteriosa, e um detetive (David Meunier) que começa a conectar todas as mortes e problemas que aconteceram das pessoas que se aproximarem desse homem aparentemente comum. Uma exorcista do Vaticano (Robin Weigert) recebe ordens de apenas coletar dados sobre ele, mostrando a complacência da igreja.

Curiosamente, ele parece não desejar iniciar o apocalipse sobre a terra. Não faz deliberadamente coisas terríveis, mas elas acontecem mesmo assim. Ele parece mais uma vítima de uma força maligna que alguém com poderes sobre ela. Em determinado momento, entra em uma igreja, se ajoelha diante de uma imagem de Jesus e questiona: “O que eu fiz para isso me acontecer?”.

Embora esteja cedo para saber que tipo de sucesso o programa terá, a campanha de lançamento chamou atenção da mídia. Na sua página oficial, os espectadores são convidados a enviar selfies. Elas recebem um tratamento fotográfico instantânea, que lhes confere a imagem de um demônio. Essas imagens são chamadas de #Hellfies (selfies do inferno).

Filmes de terror tem seu público e continuam sendo lançados com frequência. Contudo, chama atenção que a popularização da imagem do Anticristo e de Satanás parece ser algo crescente e não causa nenhum estranhamento.

Fonte: GospelPrime

SUPLEMENTO

Quer saber a verdade bíblica sobre o AntiCristo? Veja a Palestra abaixo feita por mim!