Bruna Marquezine diz que funkeira Ludmilla canta em seu PG e tem uma “Unção”

A funkeira Ludmilla é uma das celebridades que Bruna Marquezine costuma receber em sua casa durante as reuniões de célula que realiza. Segundo a atriz, a cantora tem “unção”.

É fato que, no segmento evangélico pentecostal e neopentecostal, o termo “unção” se tornou uma hipérbole usada para se referir à capacidade de emocionar com o talento vocal. Nesse contexto, Bruna Marquezine se disse impressionada com a “unção” da funkeira.

“Ela sempre vai na (célula) lá de casa. Na última, ela cantou um pouquinho e eu quase desmaiei. Pensa em uma unção!“, escreveu Bruna Marquezine no Twitter, ao responder um internauta que havia sugerido que a atriz convidasse a cantora para os cultos domésticos que realiza.

Ao ser citada por Bruna Marquezine, Ludmilla prontamente confirmou o relato, convidando o internauta: “Só faltou você, na próxima não pode faltar”.

Em outras ocasiões, a atriz compartilhou experiências semelhantes com a presença da cantora Priscilla Alcantara, de quem se tornou amiga pessoal. Elas realizaram uma viagem a Angola, onde visitaram um projeto social da Cia de Artes Nissi.

Homossexualidade

Ludmilla recentemente assumiu um relacionamento com a bailarina Brunna Gonçalves, que integra sua equipe de dança.

No canal de Brunna no YouTube, ela e Ludmilla compartilharam um vídeo falando sobre o relacionamento delas com Deus.

“Ela tem um coração muito bom, quer fazer o bem pra todo mundo e não espera retorno. E uma coisa muito importante: depois que a gente começou a namorar, a gente ficou muito mais próxima de Deus. Ela me ensina muito. Ela é tudo pra mim“, declarou Brunna.

“Quando estou num lugar e ela não e perguntam dela, eu falo: ‘não fala desse nome, esse nome é santo’. Ela está num santuário, é minha ‘deusona’. É felicidade, meu parâmetro de conforto, minha paz, minha tranquilidade, meu porto seguro“, retribuiu Ludmilla, segundo informações do portal RD1.

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Suecos estão recebendo implantes em suas mãos para substituir dinheiro, cartões de crédito

Milhares de pessoas na Suécia estão usando microchips futuristas implantados em sua pele para realizar atividades diárias e substituir cartões de crédito e dinheiro.

Mais de 4.000 pessoas já tiveram os chips sci-fi, mais ou menos do tamanho de um grão de arroz, inseridos em suas mãos – com os pioneiros prevendo que milhões em breve se juntarão a eles à medida que esperam torná-lo global.

“É muito ‘Black Mirror'”, disse o cientista sueco Ben Libberton ao The Post sobre a semelhança com a série de TV que destaca cenários futuristas.

Como os relógios inteligentes glorificados, os chips ajudam os suecos a monitorar sua saúde e até mesmo substituir os cartões-chave para permitir a entrada em escritórios e prédios.

No entanto, eles foram particularmente atraídos ao permitir que os proprietários paguem nas lojas com um simples toque da mão, um grande negócio em um país voltado para o futuro que está se movendo em direção à eliminação de dinheiro.

Os microchips foram criados pelo ex-piercer Jowan Österlund, que chama a tecnologia de “luar” – e disse à revista Fortune que tem sido financiado por investidores esperançosos ” de todos os continentes, exceto na Antártida”.

A tecnologia vai se mover para o corpo“, disse o fundador da Biohax International à revista. “Estou certo disso.”

Österlund insiste que a tecnologia é segura – mas isso não impediu que os alarmes soassem, com alguns temendo uma ligação com a duplicação do cibercrime no país na última década.

Libberton, um cientista britânico baseado na Suécia, elogiou os benefícios à saúde “definitivamente excitantes” das medidas precisas de saúde tiradas de dentro do corpo.

“Pense se o Apple Watch pudesse medir coisas como glicose no sangue”, disse ele ao The Post.

Mas ele também teme a massa de dados altamente personalizados e como ela pode ser usada.

“O problema é quem possui esses dados?”, Ele perguntou. “Recebo uma carta da minha companhia de seguros dizendo que meu plano está subindo antes que eu saiba que estou doente? Se eu usar o chip para comprar o almoço, ir ao ginásio e ir trabalhar, alguém terá todas essas informações sobre mim? Isso é armazenado e é seguro?

Libberton acrescentou: “Não é apenas sobre o chip, mas a integração com outros sistemas e compartilhamento de dados.

E ele teme que os suecos não pensem o suficiente sobre os perigos potenciais.

As pessoas mostraram que estão felizes em abrir mão da privacidade por conveniência“, disse ele. “O chip é muito conveniente, então podemos aceitar que nossos dados sejam compartilhados amplamente antes de conhecermos os riscos?”

A tendência coincide com a marcha da Suécia em direção ao não uso de dinheiro, com notas e moedas que representam apenas 1% da economia da Suécia. Ao mesmo tempo, o país tem visto uma queda dramática em alguns crimes – com apenas dois assaltos a banco no ano passado, em comparação com 110 em 2008.

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SUPLEMENTO

Se vocês pensam que essa realidade está longe de chegar ao Brasil, enganam-se. Já existe um projeto de lei feito em 2015 e pode ser votado a qualquer momento. Percebemos que estamos caminhando para uma sociedade que funcionará sem o dinheiro de papel. Não é a toa que tantas maquininhas de cartão de crédito tem sido ofertadas através dos meios de comunicação. Hoje até um mendigo pode usar uma, afim de receber umas “esmolas”.

Confira no vídeo abaixo uma breve análise de quão perto essa realidade está para começar no Brasil.

Universidade federal lança vestibular específico para transgêneros, travestis e intersexuais

Nesta terça-feira (9) a Universidade da Integração da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) lançou um vestibular específico para candidatos “transgêneros e intersexuais”. A instituição federal disponibilizará 120 vagas em 15 cursos presenciais em três campi da Unilab, dois no Ceará e um na Bahia.

A iniciativa cria uma espécie de cota para o público LGBT, algo que pode ter sido motivado pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de equiparar a homofobia e a transfobia ao crime de racismo. As inscrições começam no dia 15 de julho e vão até o dia 24.

No edital, a universidade destaca que “poderão concorrer às vagas ofertadas neste edital estudantes transexuais, travestis, pessoas não binárias e intersexuais oriundos de qualquer percurso escolar, e que tenham concluído o ensino médio.”

A prova a ser realizada no dia 21 de agosto dará acesso a cursos já em setembro deste ano, podendo cursar qualquer dos cursos oferecidos pela instituição. Luma Nogueira de Andrade, docente da instituição, afirma que não se trata de cotas, mas um “edital temático”.

“Escutamos falar em cotas raciais, indígenas e para população LGBT, mas não se trata de cotas. No nosso caso, é um edital temático. Já tínhamos a prática de fazer esse tipo de edital com quilombolas e indígenas e, devido a minha presença na Unilab como a primeira doutora professora travesti do país, me senti na obrigação de fazer um trabalho que incluísse essa população que é historicamente discriminada. Então passei dialogar internamente para que pudéssemos ter o mesmo tipo de edital para transgêneros e intersexuais. É algo inédito”, disse Luma.

Em janeiro desse ano, a Universidade Federal da Bahia (UFBA) publicou um edital para minorias onde a população LGBT concorria junto com índios, quilombolas e refugiados, e não em um processo específico. Neste caso o público LGBT será o direto beneficiado pelas vagas.

Entre os cursos disponíveis estão Administração, Agronomia, Ciências Sociais, Relações Internacionais, Enfermagem e Matemática. Apesar de ter enfrentado resistência interna, a professora afirma que conseguiu as vagas para o edital e o vestibular será aplicado.

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Grupos pró-família criticam cena de mães lésbicas em “Toy Story 4”

A representação silenciosa e passageira de mães lésbicas em uma cena de abertura de “Toy Story 4” está sendo elogiada pelos defensores do homossexualismo como um “pequeno momento de normalização”.

O filme da Disney, que acaba de estrear como mais um na agenda LGBT da empresa de entretenimento, despertou preocupação entre alguns grupos pró-família que dizem se tratar de uma “maneira sutil de dessensibilizar as crianças” para a homossexualidade.

Segundo relatos, no início do filme de animação, como Bonnie, a nova proprietária de Woody, frequenta seu primeiro dia de jardim de infância, ao fundo — entre as outras crianças que chegam para a aula —está um menino que é deixado por duas mulheres.

As mulheres, que parecem ser as “mães” da criança, também abraçam o menino quando voltam mais tarde, no final do dia letivo.

Grupos familiares disseram que, embora a representação seja passageira e talvez nem seja notada por alguns, ela ainda é “desnecessária”.

Cena ‘surpreende’ as famílias

A American Family Association (AFA) disse em um relatório que a cena “surpreende” as famílias.

“A cena é sutil a fim de dessensibilizar as crianças. Mas é óbvio que a criança tem duas mães, e elas são pais juntas”, escreveu Monica Cole, diretora do One Million Moms (Um Milhão de Mães), parte da American Family Association (AFA), em um post sobre o assunto.

Cole disse que Toy Story 4 é o “último lugar onde os pais esperam que seus filhos sejam confrontados com conteúdo relacionado à orientação sexual”. Ela diz ainda que o filme também contém uma referência passageira para não se esconder no armário.

“Esses momentos de ‘piscar e você vai perder’ foram incluídos estritamente para impulsionar uma agenda”, opinou. “Questões dessa natureza estão sendo introduzidas cedo demais. É extremamente comum, mas desnecessário”, afirmou.

Questões dessa natureza estão sendo introduzidas cedo demais e cedo demais ”.

“A Disney decidiu, mais uma vez, ser politicamente correta em vez de oferecer entretenimento familiar. A Disney deve se divertir ao invés de empurrar uma agenda e expor as crianças a tópicos controversos ”, acrescentou.

A organização Focus on the Family também alertou os pais sobre a cena em sua revisão “plugada” do filme.

“A inclusão muito breve de um casal do mesmo sexo no pano de fundo de uma cena, que observamos nesta revisão atualizada, também é uma questão importante que as famílias vão querer considerar em relação a este filme”, ​​afirmou a análise.

One Million Moms criou uma petição sobre o assunto, que recebeu mais de 12.000 assinaturas até o momento.

Agenda LGBT da Disney

O filme marca o mais recente esforço da Disney para impulsionar a normalização da homossexualidade nas crianças. Outros filmes da Disney que impulsionam a normalização da homossexualidade incluem:

O desenho animado da Disney, Doc McStuffins, apresentava uma família liderada por duas “mães” lésbicas em seu programa de 2017 sobre um aspirante a médico. É comercializado para pré-escolares.

O remake de Disney da Bela e a Fera, em 2017, contou com uma subtrama homossexual em que um dos personagens do filme foi remodelado para ser homossexual.

A Disney Channel introduziu em 2017 um personagem adolescente homossexual em “Andi Mack”. O programa foi dirigido principalmente a uma audiência de televisão pré-adolescente.

No ano passado, o roteirista e codiretor do popular filme de animação “Frozen” da Disney deu o que o Huffington Post chamou de “lampejo de esperança” em relação à personagem principal Elsa saindo do armário como lésbica.

O próximo filme da Disney, Jungle Cruise, apresentará pela primeira vez um personagem abertamente homossexual.

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[e-News] Em culto, Bolsonaro diz que seu indicado para o STF será “terrivelmente evangélico”

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) compareceu ao culto realizado pela bancada evangélica em uma sala da Câmara dos Deputados na manhã desta quarta-feira, 10 de julho, e voltou a falar sobre as vagas que serão abertas no STF. Dessa vez, afirmou que o nome que indicará será “terrivelmente evangélico”.

Bolsonaro discursou no culto, enfatizando que os Poderes da República devem ter representatividade de todos os setores da sociedade: “Muitos tentam deixar de lado os evangélicos, dizendo que o Estado é laico. O Estado é laico, mas nós somos cristãos”.

Em seguida, falou sobre o Supremo Tribunal Federal: “Nós somos terrivelmente cristãos. E esse espírito deve estar presente em todos os Poderes. Por isso meu compromisso: poderei indicar dois ministros para o Supremo Tribunal Federal. Um deles será ‘terrivelmente evangélico’”, afirmou, fazendo referência a uma frase da ministra Damares Alves.

De acordo com informações da revista Época, o culto organizado pela Frente Parlamentar Evangélica na Câmara dos Deputados “geralmente é tranquilo e conta com cerca de 15 parlamentares”.

“A maior parte do público, em uma sala de comissões da Câmara, é de servidores, que fazem orações e cantam músicas de louvor. Um deputado faz uma curta pregação, de caráter mais genérico, para contemplar todas as correntes do mundo evangélico”, escreveu o jornalista Guilherme Amado.

Nesta quarta-feira, porém, o cenário foi amplamente diferente, e a sala onde o culto aconteceu estava completamente lotada. Além do presidente Bolsonaro, o deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, e outros seis ministros, compareceram ao evento, de acordo com informações do portal O Antagonista.

Veja um trecho do discurso do presidente Jair Bolsonaro no culto realizado na Câmara dos Deputados:

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Um ex-maçom explica detalhadamente a relação entre o demônio e a maçonaria

Serge Abad-Gallardo foi membro da maçonaria durante mais de 25 anos, chegou a ser mestre de 14º grau. Depois de uma peregrinação ao Santuário de Lourdes tudo mudou e começou seu caminho de conversão, que logo o levou a escrever um livro. Na entrevista ao grupo ACI ele explica também a relação que existe entre o demônio e a organização.

“Fiz parte da maçonaria e pensei que tinha que escrevê-lo primeiro para me entender mais e depois para contar às pessoas. Cada pessoa tem a liberdade para fazer o que ela quiser, mas na maçonaria não se fala francamente”, relata o autor do livro “Por que deixei de ser maçom”, editado apenas em espanhol.

“Através do meu livro quero demonstrar que o catolicismo e a maçonaria não podem ser praticados juntos”, explica o ex-maçom.

Serge é arquiteto e entrou na loja maçônica através um amigo, tentando encontrar nela as respostas às perguntas mais profundas do homem.

“Eu não pensava deixar a maçonaria. Tive alguns problemas sérios na minha vida e me perguntava qual a resposta que a maçonaria poderia me dar a esses problemas, porém não encontrei nenhuma resposta. Entretanto no caminho com Cristo sim as encontrei”, afirmou.

Abad-Gallardo contou que o caminho para deixar a Maçonaria foi difícil: “durante um ano ou ano e meio estava convencido que tinha encontrado a fé e não sabia se deveria permanecer na maçonaria, esse podia ser um lugar onde falaria aos maçons do Evangelho. Mas conversando com um sacerdote, ele me explicou que não adianta tentar falar-lhes da Palavra de Deus, porque eles não estavam dispostos a escutar”.

Após os repetidos comentários anticlericais de vários altos graus da Maçonaria, Serge não podia ficar calado e defendia a Igreja. Além das críticas à Igreja e ao Papa descobriu que no ritual do início do ano maçônico “se dava glória a Lúcifer“. “Eles não dizem que se trata do diabo, mas usam a etimologia da palavra e dizem que é ‘o portador de luz”, explica o espanhol ao grupo ACI.

Algo parecido também ocorreu quando viu que entre os altos graus da maçonaria elogiam a serpente do livro do Gênesis, a mesma que tentou a Adão e Eva cometerem o pecado original. “Dizem que a serpente trouxe a luz e o conhecimento que Deus não queria conceder ao homem. Isto é uma perversão muito grave”, declara.

Conforme afirma Serge: “entre a maçonaria e o demônio há uma relação, mas não é tão direta. A maioria dos maçons não percebem a influência do demônio nos rituais maçônicos. Eles pensam, com a melhor das intenções, que estão trabalhando pela ‘Felicidade da Humanidade’ ou pelo ‘Progresso da Humanidade’, isto é, “não existe um culto abertamente ao diabo, mas elogiam com palavras e devemos perceber, o quanto é perigoso para um católico estar dentro de uma sociedade assim”.

O ex-maçom relata: “embora poucos maçons saibam claramente da relação que a maçonaria tem com o demônio, cumprem estes ritos sabendo perfeitamente o que estão fazendo. Mas, segundo minha experiência, a maioria deles não percebem”, “não devemos esquecer que o demônio é o ‘pai da mentira'”.

Conforme explica, esta relação indireta com o demônio se manifesta de muitas maneiras, mas todas confluem em afastar as pessoas que entram na maçonaria da fé e especialmente da Igreja Católica. “A maçonaria tenta convencer que a fé e a Igreja são superstições e obscurantismo”, recordou Serge.

Nesse sentido Serge Abad-Gallardo também explica: “o ritual maçônico influi na mente, no subconsciente e na alma das pessoas. O maçom olha para os símbolos e os rituais maçônicos como fossem verdades profundas e esotéricas”.

Apesar de que “na maçonaria não existam ritos diretamente satânicos, estas cerimônias constituem uma porta de entrada para o demônio”.

Uma das palavras secretas e sagradas dos mestres maçons, conforme explica Serge, é “Tubalcaïn”, traduzida como “descendente direto de Caim”. “Já sabemos o que ele, Caim, fez. Ele foi inspirado pelo demônio a matar o seu irmão por ciúmes e ele é o modelo para os mestres maçons”, afirma Serge.

“Os rituais não mudaram, somente tiveram pequenas mudanças. De fato, nos Altos Graus, é onde se encontra as referências mais esotéricas e ocultas, por volta do ano 1800, 70 anos depois que nasceu a Maçonaria em 1717”.

Nessa relação entre a maçonaria e o satanismo, Serge indica ao grupo ACI: “a maioria dos maçons estão iludidos por palavras altruístas e mentirosas e por isso não percebem a relação entre ambos”.

De fato, explica que numa das tábuas maçônicas, isto é, um trabalho escrito e apresentado por um maçom, é explicado que “quem fundou o satanismo moderno foi o americano Anton Szantor Lavey, um irmão (maçom) que fundou em 1966 a Igreja de Satanás que atualmente é a principal organização satânica e de modelo para as demais”.

“A maçonaria afasta de Cristo. Porque embora fale-se sobre Jesus Cristo no 18º grau dos Altos Graus maçônicos, não há nada a ver com o Jesus Cristo da Igreja Católica, pois o mencionam como um sábio ou filósofo qualquer”, insiste.

“Existem maçons que vão ainda mais longe nesta blasfêmia, pois excluem a divindade a Cristo e dizem que ele foi o primeiro maçom, um homem iniciado. Explicam que José e Jesus foram carpinteiros. E que a palavra ‘carpinteiro’ é a etimologia da palavra ‘arquiteto’ e todos os maçons, especialmente nos Altos Graus são Grandes Arquitetos”, afirmou Serge.

Fazendo menção ao tema: “na maçonaria acreditam no ‘Grande arquiteto do Universo’, querem que acreditemos que este é o mesmo Deus do catolicismo, mas não é verdade. Às vezes conseguem enganar os católicos dizendo que ser maçom e ser católico é compatível por esta referência a Cristo”.

Há dois anos Serge largou totalmente a maçonaria, mas afirma que o controle que esta organização tem sobre a sociedade francesa é crescente. “No meu primeiro trabalho o prefeito era maçom, mas ninguém sabia, o diretor do seu gabinete, o encarregado de urbanismo e eu também éramos maçons, e outros dois arquitetos da prefeitura onde trabalhava”, recorda.

“Quando tentaram aprovar a última lei sobre a eutanásia, há um parágrafo que faz menção à ‘sedação profunda’ que é a mesma expressão que aparece numa tábua maçônica de 2004, onde mencionam este tema. Quer dizer, que as leis atuais na França estão sendo feitas nas lojas maçônicas, dez ou quinze anos antes de serem votadas”, conta ao grupo ACI.

Nesse sentido afirma que “na maçonaria não existe fraternidade, nem amizade, porque tudo são redes. Todos ambicionam o poder político, social e econômico”.

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