[e-News] Ministro ataca religiosos e abraça ideologia de gênero na ADO 26: “Não se nasce mulher, torna-se”

O segundo dia de julgamento da ADO 26, que visa equiparar a homofobia ao crime de racismo, contou com manifestações contundentes de simpatia ao progressismo do ministro Celso de Mello, relator da ação proposta pelo PPS. Em seu voto, o decano do Supremo Tribunal Federal (STF) de uma taca só, defendeu a ideologia de gênero e debochou da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, pastora Damares Alves.

Mello reproduziu um conceito que serviu para construir o que atualmente se chama ideologia de gênero, afirmando que “não se nasce mulher, torna-se mulher”. A frase do ministro, sinalizou desde o início, seu voto alinhado com o pedido da ação em julgamento.

Uma das principais queixas dos que se opõem à ADO 26 é que a pregação cristã contra a prática da homossexualidade poderá ser censurada, já que a mensagem bíblica a define como um pecado e reprova uniões entre pessoas do mesmo sexo. Além do fato de que o papel do Poder Judiciário não é criar leis, mas fazê-las serem cumpridas.

Em seguida, o ministro Celso de Mello fez uma defesa mais enfática da ideologia de gênero, classificando-a como algo necessário para a sociedade: “Reconhecimento da identidade de gênero pelo Estado é de vital importância para reconhecimento dos direitos humanos das pessoas transgêneros”, disse.

O tom, semelhante ao de um militante progressista, subiria um tom quando o ministro fez uma referência aos grupos que se opõem a esses conceitos: “Determinados grupos políticos e sociais, inclusive confessionais, motivados por profundo preconceito vêm estimulando o desprezo, promovendo o repúdio e disseminando o ódio contra a comunidade LGBT. Esses grupos estão buscando embaraçar, quando não impedir, o debate público em torno da transexualidade e homossexualidade por meio da arbitrária desqualificação dos estudos e da inconcebível negação da consciência de gênero, reduzindo-os à condição subalterna de mera teoria social”, afirmou Celso de Mello, expressando desprezo pelas convicções que não foram dobradas pela propaganda midiática em defesa do progressismo.

Como não bastasse, o ministro se prestou a uma “lacração” para expressar sua simpatia à ideologia de gênero, debochando da declaração de Damares Alves: “Essa visão de mundo, fundada na ideia artificialmente construída de que as diferenças biológicas entre o homem e a mulher devem determinar os seus papéis sociais – meninos vestem azul e meninas vestem rosa – essa concepção de mundo impõe, notadamente em face dos integrantes da comunidade LGBT, uma inaceitável restrição às suas liberdades fundamentais, submetendo tais pessoas a um padrão existencial heteronormativo incompatível com a diversidade e o pluralismo que caracterizam uma sociedade democrática”, atacou, sem citar nominalmente a ministra.

Por fim, o relator da ADO 26 deixou margem, em seu voto, para uma interpretação ainda mais perturbadora: a de que a liberdade religiosa está abaixo, em conceito, da agenda progressista pregada sob a fachada dos Direitos Humanos: “Versões tóxicas da masculinidade e feminilidade acabam gerando agressões a quem ousa delas se distanciar no seu exercício de direito fundamental e humano ao livre desenvolvimento da personalidade, sob o espantalho moral criado por fundamentalistas religiosos e reacionários morais com referência à chamada ideologia de gênero”, disse.

Os ataques de Celso de Mello à firme convicção religiosa foram comentados pelo sociólogo Thiago Cortês no Facebook, que definiu o posicionamento do ministro como um sinal: “Em seu voto pela criminalização da homofobia, Celso de Mello afirmou, com todas as letras, que certos grupos confessionais ‘motivados por profundo preconceito veem estimulando o ódio contra a comunidade LGBT’. Não há dúvidas: o alvo no STF hoje é a liberdade religiosa”.

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Primeiro ‘gênero neutro’ dos EUA volta a ser homem: “A ideologia de gênero é uma fraude”

A primeira pessoa a ser legalmente reconhecida como gênero não-binário nos Estados Unidos voltou a ser do sexo masculino. Jamie Shupe conquistou em 2016 o direito de ser parte do “terceiro gênero”, que não se identifica como homem nem mulher.
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Em um anúncio feito em seu blog, no entanto, Shupe falou sobre seu arrependimento. “A ideologia de gênero é uma fraude perpetrada pela psiquiatria, algo que os EUA e outras nações não experimentaram desde a era da lobotomia. Como resultado, voltei ao meu sexo de nascimento masculino”, afirmou.
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Junto com a declaração, Shupe publicou uma foto de sua nova carteira de motorista mostrando seu gênero como masculino.
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Em 2016, a juíza Amy Holmes Hehn, do condado de Multnomah, em Oregon, concedeu sua petição para ser reconhecido como não-binário e assumir o pronome “they”, que na língua inglesa é neutro e não identifica o gênero.
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Mas com o passar dos anos, Shupe entrou em conflito com sua verdadeira identidade. “Minha mudança histórica de mudança de sexo para não-binário foi uma fraude baseada na pseudociência da ideologia de gênero. Eu sou e sempre fui homem”, destacou.
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“No meu casamento de mais de trinta anos, sou o marido. Para minha filha, eu sou o pai dela. Não me identifico mais como uma pessoa transgênero ou não-binária e renuncio a todos os vínculos com o transgenerismo”, acrescentou, se referindo a sua esposa, Sandy Shupe.
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Ele ainda deixou claro que não fará parte do movimento que promove “ideologias de gênero prejudiciais que estão arruinando vidas, causando mortes e contribuindo para a esterilização e mutilação de crianças confusas por causa do gênero”.
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Shupe também expressou apoio à atuação do presidente dos EUA, Donald Trump, em relação às questões de gênero. Em janeiro, entrou em vigor a lei que proíbe pessoas transgênero a trabalhar no Exército americano.
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Trump ainda afirmou, em outubro de 2018, que pretende restringir a definição de gênero para uma condição biológica e imutável determinada pelos genitais no nascimento.
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Shupe disse que, nos próximos dias, irá tomar novas medidas formais para restaurar seu sexo de nascimento para masculino.
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Fonte: Guiame.com

[e-News] STF pode proibir pastores de pregarem contra homossexualidade nos cultos

O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar a chamada pauta de costumes, que inclui no “pacote” a criminalização da homofobia. A discussão sobre o tema está marcada para a próxima quarta-feira (13) e se antecipa à pauta do tema no Congresso Nacional, onde a proposta sofre resistência das bancadas evangélica e do PSL – partido de Jair Bolsonaro.

As bancadas veem na medida uma forma de proibir pastores de pregarem contra a homossexualidade em templos religiosos.

O presidente do STF, ministro Dias Toffoli foi quem definiu o início das discussões da “pauta de costumes”, a partir do julgamento de ações do PPS e da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT) sobre a discriminação contra homossexuais e transexuais. A discriminação contra homossexuais e transexuais terá prioridade.

O partido PPS e a ABGLT querem que o Supremo não apenas declare o Congresso omisso por não ter votado projeto de lei que criminaliza a homofobia, mas também dê um prazo final para que os parlamentares aprovem uma legislação criminal que puna especificamente violência física, discursos de ódio e homicídios por causa da orientação sexual da vítima.

Como justificativa para as discussões das ações sobre a discriminação contra homossexuais e transexuais, os ministros da Corte afirmam que o Supremo não pode deixar de cumprir o seu papel de defender minorias e zelar pelo cumprimento da Constituição.

“São (temas) de interesse da sociedade. O que nós precisamos no País é de mais segurança jurídica, saber o que pode e o que não pode ocorrer no dia a dia da vida gregária”, disse ao Estado o ministro Marco Aurélio Mello. “Não há colisão com o Planalto. O Planalto respeita a atuação do Judiciário e o Judiciário, tanto quanto possível, desde que não seja provocado e não caiba atuar de forma diversa, respeita a atuação (do Planalto).”

Para a psicólogoa Marisa Lobo, há confusão quando se fala em acabar com o preconceito contra as “minorias sexuais” (gêneros e LGBTT’s) para promover “a igualdade entre os seres humanos”.

“Seria aceitável se não usassem como estratégia a relativização moral, religiosa, impondo ideologias, pensamentos subversivos, tentando convencer com falácias apelativas e emocionais que, o gênero Binário (titulo que dão à heterossexualidade, que tem apenas dois gêneros-masculino e feminino) só é considerado normal dentro de uma sociedade heteronormativa, porque segundo, esses doutrinadores, “uma sociedade religiosa e proselitista normatizou este modelo e proíbe os outros gêneros [não binários] de existirem”.

A psicóloga cristã também diz que “uma mentira dita centenas de vezes acaba sendo aceita como “verdade”. E é dessa forma que se doutrina alunos e a sociedade, com apelos, políticos, midiáticos e até falácias ‘jurídicas’, ameaçando, alienando e manipulando, de forma repetitiva, fazendo uma lavagem cerebral em todos de mente fraca que se inclinarem a ouvi-los, sem um mínimo de censo crítico”.

Além da criminalização da homofobia, a pauta de costumes inclui ainda descriminalização da maconha para uso pessoal e aborto de grávidas com zika.

PAUTA DE COSTUMES – O QUE SERÁ JULGADO

– Criminalização da homofobia

Relatores: Celso de Mello e Edson Fachin.

Quem entrou com os processos: Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos

(ABGLT) e PPS, que apontam “omissão” do Congresso ao não tornar crime a homofobia.

Quando os processos chegaram ao STF: Maio de 2012 e dezembro de 2013, respectivamente.

Julgamento: nesta quarta-feira, 13.

– Punição a jovens infratores

Relator: Gilmar Mendes.

Quem entrou com o processo: Partido Social Liberal (PSL), que questiona dispositivos do Estatuto da Criança e do Adolescente

(ECA) – entre eles o que veda a detenção de crianças e adolescentes para averiguação ou por motivo de perambulação.

Quando o processo chegou ao STF: Março de 2005.

Julgamento: 13 de março.

– Aborto de grávidas com zika

Relatora: Cármen Lúcia.

Quem entrou com o processo: Associação Nacional dos Defensores Públicos, que questiona lei de combate a doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

Quando o processo chegou ao STF: Agosto de 2016.

Julgamento: 22 de maio.

– Descriminalização da maconha para uso pessoal

Relator: Gilmar Mendes.

Quem entrou com o processo: Defensoria Pública da União, que contesta lei que classifica como crime o uso de drogas para consumo próprio.

Quando o processo chegou ao STF: Fevereiro de 2011.

Julgamento: 5 de junho.

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[e-News] “Diversidade de religião” é vontade de Deus, garante papa Francisco

O papa Francisco e o grande imã de Al-Azhar, o sheik Ahmed al-Tayeb, assinaram, nesta segunda-feira (4), um documento chamado “Fraternidade em prol da paz mundial e da convivência comum“. Durante a segundo dia de sua visita aos Emirados Árabes Unidos, o líder da Igreja Católica participou de uma conferência inter-religiosa na grande Mesquita Zayed, uma das mais importantes do Islã sunita.

Ao fim do encontro, Francisco e o imã Ahmed assinaram a declaração conjunta, na qual comprometeram os esforços das duas religiões para “lutar contra o extremismo”. Sem mencionar a perseguição historicamente imposta aos cristãos pelos muçulmanos, o texto faz uma declaração genérica, pedindo “o diálogo, a compreensão, a difusão da cultura da tolerância, da aceitação do outro”.

Ambos argumentaram em prol da não violência, da paz e do desarmamento, “expressando firme oposição à utilização da religião para fins que não sejam pacíficos”, dizendo que “usar o nome de Deus para justificar o ódio e a violência contra o irmão é uma grave profanação”.
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Contudo, o trecho mais polêmico do documento é o que afirma que “o pluralismo e as diversidades de religião, de cor, de sexo, de raça e de língua fazem parte daquele sábio desígnio divino com que Deus criou os seres humanos”.

Diferenças teológicas

O uso de “desígnio divino” gerou divisão entre teólogos católicos. Em um artigo na revista online Catholic Herald, o Dr. Chad Pecknold, professor de teologia sistemática na Universidade Católica da América, em Washington, tentou minimizar a controvérsia, dizendo que a frase deveria ser lida “em seu contexto apropriado”.
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Embora admita que a passagem “é intrigante e potencialmente problemática”, defendeu que “o Santo Padre claramente não estava se referindo ao mal de muitas falsas religiões, mas positivamente se refere à diversidade de religiões somente no sentido de que eles são evidência de nosso desejo natural de conhecer a Deus”.
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Contudo, ao site conservador LifeSite, um teólogo dominicano que preferiu permanecer anônimo disse que o texto controversa “em seu sentido óbvio é falso e, de fato, herético”.
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“As diferentes religiões dizem coisas incompatíveis sobre quem é Deus e como Ele quer ser adorado. Portanto, elas não podem ser todas verdadeiras. Portanto, Deus, que é a verdade, não pode querer todas as religiões”, explicou.
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“Mesmo a diversidade de línguas, embora originalmente fosse uma punição, foi desejada e causada por Deus”, observou o teólogo. “Mas a diversidade das religiões é devida ao pecado e, portanto, não é desejada e causada por Deus”, encerrou.

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TERAPEUTA AFIRMA QUE AS CRIANÇAS ESTÃO PRECISANDO DE PALMADAS: A FALTA DE LIMITES GERA DELINQUENTES.

Terapeuta afirma que as crianças estão precisando de palmadas: a falta de limites gera delinquentes.
 
Quando nos voltamos para nossa infância, é provável que nos lembremos daquelas frases tão típicas de nossas mães: “Você vai ver só quando seu pai chegar”, “espere para chegar em casa e você verá”.
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Estas simples frases eram a antessala que muitas vezes levava a uma punição, a mais recorrente, palmada. Agora que nos tornamos pais, é hora de nos perguntarmos: faz bem dar umas palmadinhas nos filhos?
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Educação e disciplina não têm nada a ver com a aplicação da violência; De fato, a violência física e doméstica é um ato que repudiamos. Mas uma palmada, pode ser considerada uma atitude violenta de um pai em relação a um filho? Até que ponto isso é bom ou ruim?
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Quer saber o que a terapeuta Denise Dias pensa sobre a educação das crianças? É um assunto que tem diferentes pontos de vista. Quando se trata de educar nossos filhos, cada pai tem o poder de fazer do seu jeito.
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Esta terapeuta nos diz que as crianças precisam levar palmadas para serem educadas. Preste muita atenção ao que Denise nos diz.
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Como explicar a uma criança a maneira correta de agir? A dúvida, comum a muitas mães, divide especialistas.
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Mas há um ponto em que todos parecem concordar agora: bater para educar seria pouco eficaz e traumático para a criança. Poucos seguem outra linha de raciocínio.
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É o caso da terapeuta infantil Denise Dias, autora do polêmico livro “Palmada na Bunda – Como impor limites e estabelecer um relacionamento saudável com as crianças em tempos politicamente corretos”
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Desde 1998, o Conselho da União Européia vem fazendo campanha contra a palmada. No total, 22 países europeus, como a Suécia, a Áustria e a Alemanha, criminalizaram sanções físicas.
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Em uma pesquisa realizada com crianças entre três e cinco anos de idade por cientistas da Universidade de Tulane, nos Estados Unidos, verificou-se que os pais que costumavam disciplinar com palmadas tinham 50% mais chance de desenvolver agressividade.
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No Brasil, em vigor desde junho de 2014, a Lei da Palmada foi alvo de muitos argumentos positivos e negativos, principalmente dos indivíduos que defendem um modo de “educação tradicional”, alegando que castigos físicos leves ou moderados sempre foram usados como métodos de correção comportamental e nunca provocaram distúrbios nas pessoas.
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A Lei da Palmada não proíbe a tradicional “palmadinha” nas crianças desobedientes, mas sim, qualquer outro tipo de castigo que provoque sofrimento físico e lesões na criança.

Denise Dias, Terapeuta.

Com mais de dez anos antedendo crianças e adolescentes, incluindo instituições nos Estados Unidos, Denise, no entanto, não vê problemas na adoção de palmadas educacionais.
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“As crianças precisam de algumas palmadas”, diz a terapeuta.
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Eu vejo que as palmadas que os pais dão nos filhos, de vez em quando, não têm mal nenhum. “Monstrualizaram” a educação doméstica. Não se pode mais falar em tapa ou castigo. Não se pode mais falar que os pais mandam nos filhos. Virou uma bagunça tão grande que hoje nós temos uma geração de delinquentes adolescentes. Podemos até falar que é uma geração drogada e prostituída também. A quantidade de jovens usuários de drogas só cresce ano após ano, isso não é falta de informação, é falta de limite. O que é, muitas vezes, imposto com um tapa na bunda.
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Denise acredita que os pais têm autoridade indiscutível sobre seus filhos e isso é uma questão de hierarquia.
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Ela também critica os pais que montam um jogo de palavras a fim de educar a criança, mas esse método, segundo ela, é totalmente ineficiente, já que a criança não recebe a mensagem como deveria e, com isso, os pais acabam “criando monstros”.
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O livro escrito por Denise causou polêmica e algumas pessoas, defensoras da “lei da palmada”, estão fazendo campanha contra o livro, acreditando que ele defende a agressão contra as crianças.
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Para Denise Dias, autora do livro em favor da adoção de formas físicas de punição, diz que a falta de limites cria “geração de criminosos”.
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[e-News] Grupo evangélico cria bloco de carnaval “para quebrar religiosidade”

Um grupo de evangélicos criou um bloco de carnaval intitulado IDE, com o propósito de “quebrar a religiosidade” enquanto evangeliza durante a folia dedicada ao rei momo.

“O evangélico é um povo muito festeiro. Hoje somos reconhecidos como um movimento cultural, e é preciso driblar os preconceitos vivenciados”, declarou Silvia Fagá, uma das organizadoras do grupo ao lado de Aline Kasai.

Em entrevista ao portal Uol, Silvia Fagá explicou que o grupo não tem vínculos com nenhuma igreja: “O bloco surge para quebrar com o espírito de religiosidade e restaurar a arte genuína brasileira com princípios. Não temos placa e não impomos condições, somos livres para servir em amor a todos que acreditam ou não em nossa mensagem, queremos dividir essa alegria!”, declarou.

O IDE replicará o formato de um bloco de carnaval comum, percorrendo as ruas do bairro do Ipiranga, em São Paulo, no dia 02 de março, a partir das 12h00. O repertório da folia será feito de músicas gospel, em ritmo de carnaval.

Um evento nos moldes de um “esquenta” será feito para lançar o bloco IDE no dia 16 de fevereiro. A festa, intitulada Pra Careta, será realizada a partir das 17h00 com a revelação da marchinha oficial dos foliões gospel, no espaço de eventos Villa+.

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