[Maná] Nosso lar não é aqui

“Às margens dos rios da Babilônia, nós nos assentávamos e chorávamos, lembrando-nos de Sião” (Salmo 137:1).

Um dia, os assírios dirigidos por Nabucodonosor chegaram a Jerusalém. Destruíram tudo e levaram prisioneiros os filhos de Israel.

Os anos do exílio foram tristes. Longe de casa, da família e dos amigos, os exilados só tinham duas opções: esquecer definitivamente Israel ou viver em Babilônia, com os olhos fixos em Sião, abrigando o sonho de retornar um dia para o lar.

Um dia, também, o inimigo de Deus chegou até a raça humana, destruiu seus sonhos, valores e princípios e a levou escrava ao seu reino, para servir no seu palácio.

A história de Israel é um símbolo da história humana. Como os israelitas, hoje estamos longe do verdadeiro lar. Este mundo cheio de tristeza e angústia – consequências naturais da entrada do pecado – não é a nossa casa. Somos estrangeiros e peregrinos vivendo num mundo ao qual Jesus Se referiu assim: “O Meu reino não é deste mundo.

O salmista disse que enquanto os filhos de Israel viviam em Babilônia, com frequência sentavam-se às margens dos rios e choravam de saudade, lembrando-se de Sião, o santo monte, símbolo do governo de Deus.

O perigo que corremos hoje é esquecer que este mundo não é o nosso lar definitivo. Estamos aqui apenas peregrinando, por força das circunstâncias, rumo à casa do Pai. Somos estrangeiros vivendo num país alheio.

O fato de vivermos neste mundo pode levar-nos a contemplar as coisas da Terra por mais tempo do que o necessário. Deitar raízes profundas é um risco. Lembrar quem somos e de onde viemos determina as nossas escolhas e prioridades.

É verdade que precisamos sobreviver. Trabalhar, estudar, construir uma casa para morar e educar os filhos é parte da nossa existência. Não podemos omitir-nos dessas responsabilidades. Mas até que ponto isso tudo está nos fazendo esquecer de Sião?

Cumpra as suas atividades hoje pensando na experiência de Israel, expressada pelo salmista: “Às margens dos rios da Babilônia, nós nos assentávamos e chorávamos, lembrando-nos de Sião.”

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Seja inadequado, porque não se adequar a uma sociedade doente é uma virtude!

A vida contemporânea cheia de regras e adestramento fez com que houvesse uma padronização completa das pessoas, de tal maneira que todos se comportam do mesmo modo, falam das mesmas coisas, se vestem mais ou menos do mesmo jeito, possuem as mesmas ambições, compartilham dos mesmos sonhos, etc. Ou seja, as particularidades, as idiossincrasias, aquilo que os indivíduos possuem de único, inexistem diante de um mundo tão pragmático e controlado.

Vivemos engaiolados, tendo sempre que seguir o padrão, que se encaixar em normas pré-determinadas, como se fôssemos todos iguais. Sendo assim, a vida acaba se transformando em uma grande linha de produção, em que todos têm que fazer as mesmas coisas, ao mesmo tempo e no mesmo ritmo, de modo a tornar todos iguais, sem qualquer peculiaridade que possa definir um indivíduo de outro e, por conseguinte, torná-lo especial em relação aos demais.

Somos enjaulados em vidas superficiais e nos tornamos seres superficiais, totalmente desinteressantes, inclusive, para nós mesmos. Sempre conversamos sobre as mesmas coisas com quer que seja, ouvindo respostas programadas pelo padrão, o qual nos torna seres adequados à vida em sociedade.

Entretanto, para que serve uma adequação que transforma todos em um exército de pessoas completamente iguais e chatas, que procuram sucesso econômico, enquanto suas vidas mergulham em depressões?

Qual o sentido de adequar-se a uma sociedade que mata sonhos, porque eles simplesmente não se encaixam no padrão? Uma sociedade que prefere teatralizar a felicidade a permitir que cada um encontre as suas próprias felicidades. Uma sociedade que possui a obrigação de sorrir o tempo inteiro, porque não se pode jamais demonstrar fraqueza. Uma sociedade que retira a inteligência das perguntas, para que nos contentemos com respostas rasas. Então, por que se adequar?

Os nossos cobertores já estão ensopados com os nossos choros durante a madrugada. O choro silencioso para que ninguém saiba o quanto estamos sofrendo. Para manter a farsa de que estamos felizes. Para fazer com que mentiras soem como verdade, enquanto, na verdade, não temos sequer vontade de levantar das nossas camas.

O pior de tudo isso é que preferimos vidas de silencioso desespero a romper com as amarras que nos aprisionam e nos distanciam daquilo que grita dentro de nós, esperando aflitamente que o escutemos, a fim de que sejamos nós mesmos pelo menos uma vez na vida sem a preocupação de agradar aos outros.

Somos uma geração com medo de assumir as rédeas das próprias vidas. E, assim, temos permitido que outros sejam protagonistas destas. É preciso coragem para retomá-las e viver segundo aquilo que arde dentro de nós, mesmo que sejamos vistos como loucos, pois só assim conseguiremos sair das depressões que nos encontramos. É preciso sacudir as gaiolas, já que, como diz Alain de Botton: “As pessoas só ficam realmente interessantes quando começam a sacudir as grades de suas gaiolas”. E, sobretudo, é preciso ser inadequado, porque não se adequar a uma sociedade doente é uma virtude.

Erick Morais

Maturidade significa buscar soluções e não o culpado

“Não há nenhum problema tão terrível que você não pode adicionar um pouco de culpa e torná-lo ainda pior.”  (Bill Watterson)

Lembra quando você era criança? A infância é um momento maravilhoso, e é por isso que sempre queremos voltar e sempre sentimos nostalgia por essa fase. É o momento em que descobrimos o mundo e, ao mesmo tempo, nos sentimos protegidos pelos adultos.

Na infância e adolescência, são os nossos pais ou responsáveis que têm o dever de nos proteger, satisfazer nossas necessidades e, mais importante, tomar decisões por nós. É por isso que crescer é uma experiência agridoce; perdemos conforto e segurança, mas ganhamos algo extremamente importante: a liberdade.

Com o passar dos anos, gradualmente assumimos as rédeas de nossas vidas. A primeira coisa que fazemos é trabalhar para nos encarregar de nossas necessidades básicas; mas há outros aspectos dos quais devemos assumir a responsabilidade: nossos laços emocionais, por exemplo, ou nossa saúde mental.

É a maneira como administramos essa responsabilidade que marca a diferença entre crescer e amadurecer. O tempo passa inexoravelmente e todos crescemos, mas a maneira pela qual assumimos a responsabilidade por nossas emoções nos permitirá afirmar que, além de crescer, amadurecemos.

Amadurecer é aprender a encontrar a solução e não o culpado

Tomar decisões envolve experimentar emoções relacionadas ao medo de cometer erros e incertezas. Tanto é assim que às vezes ficamos presos e é muito difícil escolher uma estrada em vez de outra.

O que é certo é que todos cometemos erros, isso é parte do processo de aprendizagem. Lembra quando você estava aprendendo a contar na escola? Inicialmente foi complicado e você cometeu muitos erros, mas com a prática isso se torna uma habilidade básica.

Assumir a responsabilidade de estar errado envolve um processo complexo de reflexão e análise dos fatos e, por esse motivo, às vezes é mais fácil procurar motivações externas que justifiquem nossos erros . É precisamente aqui que a culpa entra em jogo. Quando temos um problema, nossa mente está se aquecendo na busca por um culpado.

Às vezes, por exemplo, quando batemos contra qualquer objeto, culpamos por estar no trajeto de nossos pés. Isso nunca aconteceu com você? Caminhe distraidamente pelo corredor e de repente bata em um objeto que não estava lá, machucando seu pé. Sem pensar, você dirá “objeto maldito”, não deveria estar aí.

É natural, a frustração precisa de um culpado.

No entanto, o que acontece com os obstáculos que encontramos em nosso caminho, quando eles são algo muito mais importante do que um objeto esquecido por engano no corredor? Pode ser um exame que você se preparou para fazer, mas não fez, ou que não tenha renovado seu contrato de trabalho, que tem problemas para se comunicar com seu parceiro ou que seu pai fica zangado com você quando expressa sua opinião.

Se não refletimos, se nos deixamos levar pelas emoções, a culpa é uma espécie de neon, que de repente se acende em nossa mente.

Quando culpamos alguém ou a nós mesmos pelo que acontece, estamos nos concentrando em nossas emoções e atitudes negativas: somos invadidos pela raiva e pela frustração, sentimos tristeza ou rancor, e não avançamos. Em suma, somos infelizes.

No entanto, se superarmos essas emoções negativas e seguirmos em frente, perceberemos que, em vez de procurar um culpado, há algo muito mais útil: tomar medidas que nos ajudem a mudar a situação. Se procurarmos soluções, enviaremos a nós mesmos uma mensagem de que, se algo der errado, poderemos tentar remediar e trabalhar para resolver a situação.

“Vamos nos preocupar mais em ser pais do nosso futuro do que filhos do nosso passado.” – (Miguel de Unamuno)

É natural se responsabilizar por um resultado que não foi bem o que esperávamos que fosse, detectar onde falhamos e tentar corrigir para obter o resultado planejado na próxima vez. O que não se deve é se martirizar por isso. Se você não passou num exame por não ter se preparado o suficiente, reconhecer onde falhou é o jeito mais fácil de não repetir o fracasso, mas nutrir um sentimento de culpa é dar a si uma punição psicológica que não vai ajudar em nada.

Culpar-se é uma forma de se punir, atribuir a culpa a terceiros é uma forma de se isentar do resultado negativo e, tanto uma quanto a outra é um meio de nutrir sentimentos negativos que, enquanto perdurarem, não permitirão que se conserte o que deu errado.

No entanto, se você mudar sua sintonia e aceitar que erros acontecem, que toda e qualquer ação está sujeita a falhas, suas emoções também mudarão e você não mais vai se culpar e tampouco apontar culpados. Ao invés disso, vai se concentrar em reparar o erro.

As emoções negativas são inevitáveis, mas se procurarmos soluções em vez de culpados, perceberemos que elas são coisas passadas e que devemos continuar avançando para alcançar nossos objetivos.

Traduzido e adaptado de lamenteemeravigliosa

Resiliência: ser forte apesar da tempestade

Existem pessoas caracterizadas pela sua grande capacidade de resistência. Elas têm a capacidade de permanecer em pé apesar das adversidades e o princípio no qual elas se baseiam é a ideia de dificuldades como ensinamentos.

Elas sabem que é impossível estar imune ao sofrimento e entendem que as tempestades que escurecem sua vida cotidiana também são oportunidades a serem afirmadas. Armam-se, portanto, com coragem e vão em frente, seu mantra é “continuar a crescer, apesar das adversidades”.

Resiliência na vida cotidiana

A resiliência é um conceito que adquiriu grande importância nos últimos anos. Especialmente em correntes, como a psicologia positiva, interessada em entender as características que permitem superar as adversidades; essas correntes dão menos peso a fatores que aumentam a probabilidade de desconforto mental.

Na psicologia, ser resiliente significa ser capaz de enfrentar a adversidade e sair mais forte.

Quando falamos em resiliência, tendemos a pensar em fatos traumáticos, como a perda de um ente querido, a sobrevivência em um acidente ou maus tratos; na realidade, mesmo em nossa vida diária, há situações complexas que temos que enfrentar. Não é necessário ter uma catástrofe: mesmo superando as dificuldades diárias, como enfrentar as críticas, melhorar ou começar o dia com um sorriso durante um período triste significa ser resiliente.

Características de pessoas resilientes

Há pessoas resilientes porque elas tiveram um exemplo de resiliência a ser seguido pelos pais ou irmãos. Há outras que tiveram que lutar sozinhas com as pedras de sua jornada: elas aprenderam através do método da “tentativa e erro”, e se tornaram fortes graças às suas cicatrizes.

Isso nos mostra que a resiliência é uma habilidade que todos podem desenvolver e, portanto, treinar. Para isso, é necessário gerenciar adequadamente os próprios pensamentos e emoções: é essencial inseri-los no canal correto para controlá-los.

Agora vamos falar sobre as principais características das pessoas resilientes; Desta forma, você pode começar a treinar.

Elas sabem como se adaptar às mudanças

Pessoas resilientes são como juncos: elas são flexíveis quando o vento bate forte nelas. Elas sabem que ir contra as circunstâncias fará com que percam sua energia e preferem manter a mente aberta diante de diferentes opiniões e situações.

Distancia-se das crenças, preconceitos e inseguranças do passado, vestem-se com roupas novas que os acompanham em momentos de mudança. Não servem para resignação, mas porque sabem que existem outros mundos distintos, que não se confundem apenas com sua diversidade.

Elas giram em torno de seus pontos fortes

Pessoas resilientes se conhecem. Elas sabem o que dói e incomoda e entendem que seu bem-estar depende de quanto elas cuidam de si mesmas.

Pessoas resilientes podem identificar suas fraquezas e pontos fortes e usá-las quando necessário.

Elas usam seu desejo de lutar, sua motivação, suas habilidades e seu esforço como um motor para seguir em frente. Mas acima de tudo elas se respeitam e cuidam de si mesmas, porque sabem que o conhecimento mútuo é o passo fundamental para crescer e construir relacionamentos saudáveis com os outros.

Elas sabem que é necessário aceitar seguir em frente

Pessoas resilientes sabem que aceitar é sinônimo de progresso e mudança. Porque somente quando aceitamos o que acontece conosco podemos começar a trabalhar para melhorá-lo; se, por outro lado, nós a negarmos, não fazemos nada além de dar mais vigor.

Pessoas resilientes sabem que aceitar significa entender, encarar e não desistir.

Elas acreditam que ninguém é imune ao sofrimento

Ser resiliente não significa não ter feridas, significa que, apesar de sua presença na alma, a situação adversa tem sido um tanto instrutiva. A pessoa resiliente é capaz de aceitar a dor e, em vez de se sentir oprimida por ela, opta por aprender.

Essas pessoas sabem que construir um escudo e proteger-se da dor nem sempre funciona, porque fugir os tiraria da possibilidade de entender o que está acontecendo e de crescer.

Como você pode ver, a resiliência é uma qualidade que pode ser aprendida e treinada. Na verdade, deveria ser um assunto oficial nas escolas. Vale sempre a pena aprender novas estratégias para melhorar e continuar a crescer, e resiliência é a capacidade que nos permite ser fortes apesar da violência com que o vento nos bate, de se adaptar melhor às lacunas causadas por perdas, decepções, traumas e falhas.

Você também é resiliente, não se esqueça disso, ou acha que não superou nenhuma dificuldade em sua vida? Reflita e tente lembrar daquela época em que você foi corajoso e, apesar do medo, mergulhou no mar …

Originalmente publicada em lamenteemeravigliosa

Humilhar os outros não te faz forte, te faz infeliz

Como é de esperar, na vida nos deparamos com tudo, vivenciamos de tudo e aprendemos constantemente, isso é viver. Nas nossas relações durante a vida, nós iremos interagir com pessoas amáveis, generosas, que nos farão evoluir como seres humanos, mas, em contrapartida, nos depararemos também com pessoas amargas que, por se sentirem inseguras, ferem os outros.

Geralmente essas pessoas têm um complexo de inferioridade, consciente ou inconsciente, e por isso abusam de alguma posição entendida como privilegiada para descontar sua frustração em cima das outras, principalmente quando a vítima está em posição vulnerável.

Quando uma pessoa tenta humilhar outra de propósito, significa que:

1 – Ela tem um complexo de inferioridade em relação a quem ela tenta humilhar.

2 – Ela mesma é totalmente insegura sobre si mesma e em relação as realizações de quem ela tenta humilhar. Constranger e humilhar a outra pessoa é uma forma dela satisfazer seu complexo, criando uma falsa sensação de que seja superior.

3 – Sente-se ameaçada perante o potencial da suposta vítima e agir assim é uma forma de “botar o outro no seu devido lugar”.

Submeter outra pessoa a uma situação de humilhação não é um indicador de superioridade, mas o contrário é válido. A imagem que você vai conseguir passar de si mesmo é apenas a de uma pessoa fraca, frustrada e talvez com muito medo da outra pessoa a qual você esteja destratando.

Avalie-se e veja se o desdém, o descaso e o nojo que você coloca no seu tratamento em relação a uma pessoa de posição hierarquica inferior, não é apenas um modo de “marcar territótio”, um modo de mostrar quem manda, quando na verdade só está incoscientemente procurando se auto-afirmar perante si mesmo.

Humilhar outra pessoa não vai te blindar, não vai criar uma armadura impenetrável onde você possa se proteger de seus prórpios demônios. Fazendo isso você apenas estará escancarando sua personalidade frágil, mostrando aos outros o quanto é infeliz e que precisa pisar em alguém para se sentir um pouco melhor.

O certo é que você jamais terá o respeito daqueles a quem você constrange; talvez, no máximo, consiga despertar medo e, com certeza, muito ódio e desprezo daqueles a quem você humilha. Mas, se causar esse tipo de sentimento dos outros em relação a você é o que te apraz, deve ser porque, com certeza, você é uma pessoa com sérios problemas e deveria procurar ajuda.

Quem já esteve em situação de ser humilhado sabe que a “vítima” nunca enxerga aquele a quem lhe humilha como superior, portanto, tentar se impor por essas vias com o propósito de se afirmar sobre a outra, é apenas uma forma de mostrar sua fraqueza diante dela, que não reage por outros motivos que implicam em perdas e prejuízos a si ou a outrem a quem queira preservar e proteger, jamais pelo respeito que, evidentemente, não tem mesmo pelo humilhador.

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[e-News] Grupo evangélico cria bloco de carnaval “para quebrar religiosidade”

Um grupo de evangélicos criou um bloco de carnaval intitulado IDE, com o propósito de “quebrar a religiosidade” enquanto evangeliza durante a folia dedicada ao rei momo.

“O evangélico é um povo muito festeiro. Hoje somos reconhecidos como um movimento cultural, e é preciso driblar os preconceitos vivenciados”, declarou Silvia Fagá, uma das organizadoras do grupo ao lado de Aline Kasai.

Em entrevista ao portal Uol, Silvia Fagá explicou que o grupo não tem vínculos com nenhuma igreja: “O bloco surge para quebrar com o espírito de religiosidade e restaurar a arte genuína brasileira com princípios. Não temos placa e não impomos condições, somos livres para servir em amor a todos que acreditam ou não em nossa mensagem, queremos dividir essa alegria!”, declarou.

O IDE replicará o formato de um bloco de carnaval comum, percorrendo as ruas do bairro do Ipiranga, em São Paulo, no dia 02 de março, a partir das 12h00. O repertório da folia será feito de músicas gospel, em ritmo de carnaval.

Um evento nos moldes de um “esquenta” será feito para lançar o bloco IDE no dia 16 de fevereiro. A festa, intitulada Pra Careta, será realizada a partir das 17h00 com a revelação da marchinha oficial dos foliões gospel, no espaço de eventos Villa+.

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