[e-News] Grupos de estudo da Bíblia crescem enquanto clubes satânicos fecham nas escolas dos EUA

Enquanto os ‘clubes satânicos‘ estão fechando nas escolas dos EUA, os grupos de estudo da Bíblia estão crescendo e ganhando cada vez mais adesão das crianças no país.

O ministério de instalação de grupo de estudos bíblicos optativos nas escolas, conhecido como ‘Good News Club’ (‘Clube Boas Novas‘), patrocinado pela ‘Child Evangelism Fellowship’ (‘Comunnhão de Evangelismo Infantil‘), planeja aumentar o número de clubes que eles têm nas escolas públicas em todo o país.

“Estamos tentando inaugurar cerca de 4.500 clubes em escolas públicas em todo o país”, disse Rachel Hamel, Gerente de Comunicações Corporativas da Child Evangelism Fellowship, à CBN News.

Mais de 180 mil crianças serão matriculadas nos clubes que incluem histórias bíblicas, músicas e jogos.

O aumento ocorre ao mesmo tempo que o chamado ‘After School Satan Club’ (‘Clube Satânico Extracurricular’) se encerrou recentemente, na Escola Elementar ‘Point Defiance’ em Tacoma, Washington.

O Templo Satânico de Seattle, que primeiro havia proposto a instalação do clube nas escolas em dezembro, teria encerrado o grupo, depois de receber a inscrição de apenas um membro.

Similares a outros grupos extracurriculares, os clubes satânicos foram propostos pelo Templo Satânico de Seattle em escolas de todo o país, como uma forma de oposição ao ministério ‘Clube Boas Novas’.

No início deste ano, milhares de pais chocados se reuniram contra a instalação dos clubes satânicos, assinando uma petição lançada por cristãos.

Mais de 87.000 pessoas assinaram o documento, pedindo às autoridades da escola que não permitissem a instalação dos clubes satânicos.

Rachel Hamel disse que as notícias recentes sobre esses clubes satânicos, surpreendentemente beneficiaram a imagem do ministério de estudos bíblicos nas escolas.

“O fato de terem almejado as mesmas escolas nas quais nós buscávamos adesão não nos afetou negativamente. Se surtiu isso algum efeito, foi que a imprensa acabou nos ajudando”, afirmou.

O ‘Clube Boas Novas’ fazem uma apresentação clara do Evangelho às crianças, especialmente àquelas que não frequentam a igreja.

Em um vídeo em sua página do Facebook(aqui), a CEF destaca o testemunho de uma garota de 7 anos, chamada Olivia.

“O ‘Clube Boas Novas’ é muito divertido e você começa a aprender sobre Deus”, diz a garota.

Denise Cox, diretora de um dos clubes, explicou que Olivia, como muitas outras crianças, chegam aos grupos de estudo com um conhecimento limitado da Bíblia.

“Eu não sabia muito sobre Deus, não sabia que Jesus é o filho de Deus. Eu pensei que estavam divididos”, compartilhou Olivia.

“Foi tão incrível ver como Olivia e outras crianças estão ganhando vida quando ouvem a verdade da Palavra de Deus. Isto é poderoso e está mudando seus corações e vidas”, diz Cox.

Olivia comentou alegremente o que está aprendendo no Clube Boas Novas.

“Jesus desceu aqui e tirou todos os pecados, então ele morreu por nós para que Ele possa tirar todos os pecados, a maldade, o mal que nós tínhamos”, explicou.

Hamel disse que a boa reputação dos clubes bíblicos levou a abrir portas em muitas escolas públicas.

“Os clubes ‘Boas Novas’ são uma experiência positiva real para as escolas, porque os resultados são as notas dos alunos aumentando e as suspensões e advertências diminuindo. Muitas vezes somos procurados pelos distritos escolares, que nos convidam para ajudá-los com problemas de comportamento dos alunos”, explicou.

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[e-News] Teólogos católicos acusam papa Francisco de heresia


Um grande grupo de teólogos, sacerdotes e acadêmicos católicos conservadores acusam o Papa Francisco de ensinar heresia.

 

O argumento central da acusação é a exortação apostólica sobre a família, anunciada em 2016, onde o pontífice defende que os divorciados que voltaram a se casar não deveriam “se sentir excomungados, como também podem viver e evoluir como membros ativos da Igreja”, e que “não se pode dizer que todos os que se encontram em uma situação dita irregular vivem em pecado mortal”.

Em uma carta de 25 páginas entregue a Francisco no mês passado e tornada pública neste sábado (23) pela agência Associated Press(leia aqui), os 62 signatários pedem “correção filial” do Papa, medida que não é posta em prática desde o século 14.

O atual líder da Igreja Católica é acusado de propagar sete posições heréticas sobre o casamento, a vida moral e os sacramentos com a exortação denominada “Amoris Laetitia” e subsequentes “atos, palavras e omissões”. O  documento papal traz diretrizes para o tratamento de separados na Igreja Católica, que contrariam a postura histórica da Igreja Católica.

O Cardeal Gerhard Müller, ex-prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, alega que falta competência teológica a Francisco, acusando-o de não basear sua “autoridade magisterial” numa teologia sólida.

Já em 2016, quatro cardeais conservadores escreveram formalmente a Francisco pedindo esclarecimentos( leia aqui) sobre “Amoris Laetitia” expressos na suas dubia, mas que nunca foi respondida pelo Vaticano.

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[e-News] “Enquanto líderes visam crescer, viúvas estão sendo esquecidas”, diz cristã após luto

Depois de perder seu marido para o câncer, em fevereiro deste ano, a educadora Kimberli Lira passou a olhar a vida com outros olhos e chegou a uma conclusão: no momento da dificuldade não é a estrutura da igreja que faz a diferença, mas sim Jesus.

“Eu tenho visto muitas igrejas se gabando de suas iniciativas modernas. Eu vi fotos de cafés que se assemelham ao Starbucks. Eu vi iluminações que se assemelham à Broadway. Em muitos lugares, vejo tudo o que as igrejas estão fazendo para atrair novos membros, mas eu não tenho ouvido elas falando sobre o poder de Jesus”, disse ela em seu blog.

Seu marido, Melchor, lutou dois anos contra o câncer. Nesse período, ele foi hospitalizado 18 vezes, levado para a sala de emergência 8 vezes e passou cerca de 500 dias separado de seus dois filhos. Sua esposa observa que em meio a toda essa luta, não foram os artifícios da igreja que ele procurou.

“Ele nunca disse o quanto ele desejava que a nossa igreja construísse uma área de café. Nunca disse que desejava ostentar uma boa iluminação. Nunca disse que era legal ter bons sofás no palco. Ele falou sobre Jesus. Ele citou a Bíblia. Me lembrou das pregações que ouviu. Nenhuma estratégia da igreja para trazer membros ajuda na hora da tempestade. É somente Jesus”, disse Kimberli.

“Quando os líderes da igreja sentam e discutem como eles podem alcançar mais pessoas, eu não acho que eles têm a viúva em mente. Eu não acho que eles têm o paciente com câncer em mente. Eu não acho que eles têm as crianças que estão crescendo sem um pai em mente. Eu não estou prestando atenção na decoração da igreja quando eu entro na porta. Eu não quero sentir o cheiro de café fresco no lobby. Eu não quero ver um pastor moderno ali na frente”, disse a viúva. “Quando eu vou à igreja, eu quero desesperadamente ouvir a Palavra de Deus”.

Kimberly ao lado de seu marido, Melchior e os dois filhos do casal. (Foto: Reprodução/Facebook)

Kimberli esclarece que não está criticando igrejas que possuem uma grande estrutura, mas acredita que tudo deve ser feito com o foco de manter Jesus no centro.

“Há pessoas feridas sentadas em sua congregação. Há pessoas cujos casamentos estão desmoronando, finanças estão se deteriorando, filhos estão se rebelando ou cujo marido faleceu. Essas pessoas não estão impressionados com a iluminação de palco. Elas estão desesperadas por Jesus. E elas estão desconectadas de tudo o que eles consideram truques para levar as pessoas à igreja”, avalia.

“Nas redes sociais eu vejo igrejas postando fotos de seus cafés, shows, seus gráficos e outras coisas que não me atraem. Eu quero ver como Jesus mudou a vida de uma pessoa. Eu quero ver o poder da oração. Quero ver como a Palavra de Deus pode ser aplicada na vida de alguém. Eu quero ver como Jesus pode ajudar os feridos. Eu quero ver como Jesus pode curar os doentes. Quero ver como o coração partido foi restaurado. Eu quero ver como os enlutados foram consolados”, disse Kimberli.

“Ao invés de postar fotos de cafés eu preferiria ver testemunhos do poder de Deus. Eu sou grata por frequentar uma igreja que se concentra na oração e na palavra de Deus”, disse a viúva, que faz parte da Primeira Igreja Unida Pentecostal em San Antonio, no Texas.

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[Maná] Deus nos serviu primeiro

Ouça e/ou leia o texto abaixo!

“Que é que vocês têm que Deus não lhes tenha dado? E, se tudo quanto vocês têm vem de Deus, por que proceder como se fossem tão grandes e como se tivessem realizado algo por si mesmos?”         (I Coríntios 4:7, NBV).

O maior exemplo de humildade não é outro senão Jesus Cristo. Quem tinha mais razão para se gloriar do que Ele? Contudo, Ele nunca fez isso. Ele andou sobre a água, mas nunca se exibiu na praia. Ele transformou uma cesta num bufê, mas nunca exigiu aplausos. Um libertador e um profeta vieram visita-Lo, mas Ele nunca citou tais nomes em seu sermão. Ele poderia tê-lo feito. “Um dia desses, conversei com Moisés e Elias”. Mas Jesus nunca bateu em Seu peito. Ele se recusou até mesmo a receber crédito. “Por Mim mesmo, nada posso fazer?” (Jo 5:30). Ele era totalmente dependente de Seu Pai e do Espírito Santo. “Tudo por Mim mesmo?” Jesus nunca disse tais palavras. Se Ele não disse, como poderíamos ousar fazê-lo?

Podemos subir bastante, mas nunca podemos descer tão baixo. Que presente você está dando para Ele que já não tenha dado primeiro? Que verdade você está ensinando que Ele não tenha ensinado antes? Você ama. Mas quem amou você primeiro? Você serve. Mas quem serviu mais? O que você está fazendo para Deus que Ele não possa fazer sozinho?

Que bondade da parte dEle nos usar. E que sábio de nossa parte nos lembrarmos disso.

Ore comigo, agora: “Deus poderoso, humildemente curvo meu coração diante de Ti em gratidão por tudo o que tens feito por mim e tudo o que tens me dado. Quando eu servir, que possa fazê-lo para Tua glória. Quando amar os outros, que eu os ame somente para a Tua glória. Em nome de Jesus, amém!”

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[Maná] Ele amou os inimigos

Ouça o audio e/ou leia o texto!

“Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. … Porque, … nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do Seu Filho” (Romanos 5:6-10).

Você enviaria seu filho jovem e inocente a um covil de assassinos e ladrões? Enviaria seu filho para que contasse a eles que você é realmente uma pessoa maravilhosa? Seria capaz de fazer isso, mesmo sabendo que eles zombariam dele, o rejeitariam e tendo oportunidade o matariam, embora ele estivesse tentando ajudá-los?

Felizmente não precisamos fazer essa escolha. Mas Deus a fez. Ele amou tanto o mundo que deu Seu único Filho para vir e morrer por nós, para que pudéssemos ter a vida eterna. Assim é o Deus a quem servimos. Essa é a qualidade de amor que Ele tem. Conforme o texto bíblico de hoje apresenta, Jesus morreu por nós enquanto ainda éramos Seus inimigos. Jesus falava sério quando disse que, se quisermos ser como nosso Pai celeste, precisamos amar até os nossos inimigos e desejar-lhes o melhor.

Deus não só demonstrou o que significa amar um inimigo (Mt 5:44) quando enviou Jesus para morrer por nós; Ele demonstra também Seu amor pelos Seus inimigos diariamente fazendo “nascer o Seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos” (verso 45). O amor e cuidado de Deus são uma constante em nossa vida.

A natureza humana não renovada não pode agir como Deus age. Ela pensaria em fidelidade e chegaria à conclusão de que as pessoas más não merecem chuva e sol. Essa conclusão estaria correta.

Mas o interessante em tudo isso é que Deus não nos dá o que merecemos. Ele nos dá o que precisamos.
Como cristãos, somos chamados a amar. Somos convidados a imitar o Pai, Aquele que ama até mesmo Seus inimigos.

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[Maná] O significado de “próximo”

Ouça o audio e/ou leia o texto!

“Não aborrecerás teu irmão no teu íntimo; mas repreenderás o teu próximo e, por causa dele, não levarás sobre ti pecado. Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor” (Levítico 19:17 e 18).

O próximo, para os judeus do tempo de Cristo, significava seu “próprio povo”. Próximos eram os outros judeus. Não é difícil compreender essa definição quando pensamos na sua história. Eles foram levados para o cativeiro porque adoraram os deuses de seus vizinhos, os cananeus. Como resultado, depois de retornarem, nos dias de Esdras e Neemias, eles decidiram ficar afastados de toda possível contaminação, para evitar os não judeus. Eles estavam constrangidos e determinados a permanecer puros. Os fariseus se tornaram líderes da separação judaica. Outras nações eram consideradas inimigas e com as quais não deviam se associar.

É nesse contexto que a parábola do bom samaritano assume significado especial. Essa parábola é a mais exata definição de quem é nosso próximo. Jesus está respondendo particularmente à pergunta: “Quem é o meu próximo?” (Lc 10:29.) Sua resposta abalou as classes farisaicas.

É importante que Jesus respondeu à pergunta ilustrando a boa ação do samaritano. Os judeus desprezavam os samaritanos porque estes eram vistos como apóstatas da religião verdadeira – eram uma mistura da religião verdadeira e da falsa.

Em Sua parábola, Jesus conta a respeito de um judeu que foi atacado por salteadores na estrada para Jericó. Vários judeus passaram por ali, mas não ajudaram seu compatriota. O samaritano, porém, um inimigo, atravessou a estrada para cuidar daquele judeu da melhor maneira possível. O judeu não teria feito o mesmo se o samaritano estivesse em problema. Assim, a parábola ilustra o amor aos inimigos. Ilustra o verdadeiro amor ao próximo.

Quem é meu próximo? Qualquer pessoa que está oprimida por causa do pecado, enfermidade ou qualquer outra dificuldade. O próximo do cristão é toda e qualquer pessoa.

Assim, Jesus continua a expandir nossa compreensão a respeito do significado e da profundidade da lei. Não há fim nem limite para o dever de amar.

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