[e-News] “Eu estou chocado que existam cristãos celebrando o Halloween”, diz ex-bruxo

No mês de outubro, as celebrações de Halloween (“Dia das Bruxas”) começam a encher escolas, empresas, lares e até mesmo algumas igrejas e isto tem sido motivo de alegria para líderes satanistas, como é o caso do fundador da ‘Igreja de Satanás’, Anton LaVey.

“Estou feliz que os pais cristãos deixem seus filhos adorarem ao diabo pelo menos uma noite no ano. Bem-vindo ao Halloween”, declarou o satanista em certa ocasião.

“Estamos empenhados em nos apressar para honrar o diabo de muitas maneiras. Não vemos nenhum mal no Halloween, porque pensamos que é divertido. Nós pintamos nossos rostos, usamos nossos fantasias inocentes – até mesmo as igrejas ficam decoradas com abóboras para Halloween. Essas ações são como dar a licença do demônio, dizendo: ‘Aqui está minha igreja. Você pode ter isso”, acrescentou o líder satanista.

A declaração de Lavey foi citada pelo evangelista e ex-bruxo John Ramirez em um artigo para o site ‘Charisma News’, com o objetivo de alertar os cristãos de que o Halloween não é uma festividade tão inocente como muitos imaginam.

“[Quando celebramos o Halloween] Pensamos que como ‘não estamos realizando rituais demoníacos’ ou ‘sacrifícios humanos’, ainda estamos em condições seguras, mas você sabia que assim que você se vestir com uma fantasia de ‘Dia das Bruxas’ ou se pintar para isso, está fazendo um convite ao diabo? Porque ao fazê-lo, você e sua família estão se dedicando a comemorar o feriado do diabo. Você acabou de fazer um pacto com o inimigo, e você já está sacrificando seus filhos espiritualmente e mudando suas identidade, quando os veste daquele jeito”, alertou Ramirez.

Pastor John ainda se lembra da época que atuava como bruxo e afirma que naqueles tempos sempre valorizou o Halloween.

“Quando éramos adoradores do diabo, o Dia das Bruxas foi muito especial para nós e esperávamos celebrá-lo porque conhecíamos as implicações e o poder das trevas por trás daquela noite. É muito diferente de todas as outras noites no mundo da feitiçaria. Perguntar a importância do Halloween para satanistas é como perguntar a um cristão: ‘O quão importante é a sexta-feira santa e o domingo da ressurreição para você?’. Halloween tem muito peso e importância para aqueles que habitam no lado da escuridão”, contou.

“Lembro-me dos dias que antecediam o Dia das Bruxas. Nós, adoradores do diabo recebíamos nossas instruções do mundo demoníaco sobre o que devia ser feito e sabíamos que aquela seria uma longa noite. Eu dormia o dia todo para descansar e estar pronto para a meia-noite, para que eu pudesse liberar o inferno no mundo até as primeiras horas da manhã seguinte”, acrescentou.

Ramirez explicou que muitas igrejas que celebram o Halloween mudam o nome da festividade na tentativa de “amenizar” o escândalo que ela poderia causar entre as pessoas, mas alertou que isto não tem validade se a intenção continua a mesma.

“Algumas igrejas removem a palavra ‘Halloween’ e em vez disso a chamam de ‘colheita’, mas seus membros continuam se vestindo com fantasias, dando doces e balançando maçãs. Isto entristece o meu coração. Esta tentativa de ‘afastar’ este ‘feriado’ não está adiantando em nada”, explicou.

Ramirez ainda rebateu a justificativa de igrejas que alegam celebrar a ‘colheita’ (Halloween disfarçado) com uma finalidade “evangelística”.

“Se estas igrejas estão tentando usar certas celebrações seculares para fins evangelísticos, para ganhar almas, aqui está a minha proposta como pastor: eu promoveria uma noite de cinema bíblico com pipoca e refrigerantes para crianças e adultos e convidaria amigos e familiares não cristãos”, disse.

“Minha intenção com este evento seria expor a origem e os perigos do Dia das Bruxas, depois transformá-la em uma ótima noite de cinema, com um pequeno ensinamento da Palavra de Deus sobre Seu amor e a obra acabada da cruz, depois do filme. Finalmente, eu faria apelo para quem quisesse se entregar a Jesus e tornaria aquela noite ainda mais especial para que todos se lembrassem dela”, afirmou. “A única colheita que devemos celebrar é a colheita de almas”.

Para muitos que celebram o Dia das Bruxas, essa celebração acontece até o primeiro dia de novembro, que também é conhecido como o Dia de Todos os Santos, que antecede o Dia de Finados, mas segundo Ramirez “não há nada de santo nisso – é demoníaco”.

“Estou surpreso com a forma como o mundo abraça este feriado, porque o Dia de Todos os Santos é enganador. Nós temos uma imagem em nossas mentes que parece sagrado, mas não há nada de inocente sobre isso. Este feriado é praticado em toda a América do Sul e Central e partes distantes do mundo, e até mesmo nos Estados Unidos”, contou.

“Para a cultura espanhola, é chamado de ‘Dia de Muertos’, e eles celebram os mortos através de rituais e cerimônias e até visitas aos cemitérios. No YouTube mesmo podemos ver mais informações sobre do que se trata este dia. Este feriado não tem nada de santo, nem nada a ver com os santos”.

Mas como é possível combater essa escuridão como mensageitos das boas novas de Jesus? A pergunta contundente foi respondida por Ramirez ao final de seu artigo.

“Na Bíblia, quando o Senhor chama aqueles fiéis a Ele de ‘santos’, este termo significa que fomos santificados pelo sangue de Jesus Cristo e pela obra da cruz. Estamos separados para as boas obras e para glorificar a Deus”, lembrou o pastor.

“Como ministro, eu usaria o Dia de Todos os Santos para virar a mesa sobre o diabo e para celebrar a minha salvação e a salvação da minha família e entes queridos. Eu usaria isso como uma oportunidade evangelística na minha igreja para trazer pessoas não salvas para ouvir testemunhos da bondade de Deus e como Ele pode transformar suas vidas também. E naquela noite, eu daria ao diabo uma grande derrota em nome de Jesus, porque muitas almas seriam salvas”, finalizou.

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Bruna Marquezine diz que funkeira Ludmilla canta em seu PG e tem uma “Unção”

A funkeira Ludmilla é uma das celebridades que Bruna Marquezine costuma receber em sua casa durante as reuniões de célula que realiza. Segundo a atriz, a cantora tem “unção”.

É fato que, no segmento evangélico pentecostal e neopentecostal, o termo “unção” se tornou uma hipérbole usada para se referir à capacidade de emocionar com o talento vocal. Nesse contexto, Bruna Marquezine se disse impressionada com a “unção” da funkeira.

“Ela sempre vai na (célula) lá de casa. Na última, ela cantou um pouquinho e eu quase desmaiei. Pensa em uma unção!“, escreveu Bruna Marquezine no Twitter, ao responder um internauta que havia sugerido que a atriz convidasse a cantora para os cultos domésticos que realiza.

Ao ser citada por Bruna Marquezine, Ludmilla prontamente confirmou o relato, convidando o internauta: “Só faltou você, na próxima não pode faltar”.

Em outras ocasiões, a atriz compartilhou experiências semelhantes com a presença da cantora Priscilla Alcantara, de quem se tornou amiga pessoal. Elas realizaram uma viagem a Angola, onde visitaram um projeto social da Cia de Artes Nissi.

Homossexualidade

Ludmilla recentemente assumiu um relacionamento com a bailarina Brunna Gonçalves, que integra sua equipe de dança.

No canal de Brunna no YouTube, ela e Ludmilla compartilharam um vídeo falando sobre o relacionamento delas com Deus.

“Ela tem um coração muito bom, quer fazer o bem pra todo mundo e não espera retorno. E uma coisa muito importante: depois que a gente começou a namorar, a gente ficou muito mais próxima de Deus. Ela me ensina muito. Ela é tudo pra mim“, declarou Brunna.

“Quando estou num lugar e ela não e perguntam dela, eu falo: ‘não fala desse nome, esse nome é santo’. Ela está num santuário, é minha ‘deusona’. É felicidade, meu parâmetro de conforto, minha paz, minha tranquilidade, meu porto seguro“, retribuiu Ludmilla, segundo informações do portal RD1.

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[Apostasia] Pastor é expulso de convenção após realizar união homossexual em sua igreja

Uma denominação que teve a sua primeira igreja fundada em 1874, nos Estados Unidos, precisou tomar uma decisão radical ao expulsar da sua convenção um pastor e a sua congregação, por defenderem a união homossexual.

A Igreja do Pacto Evangélico (ECC) votou e 77% das denominações filiadas decidiram expulsar o pastor Dan Collison, de Minneapoli, EUA, durante a sua convenção anual em Omaha, Nebraska (EUA).

O pastor e a sua congregação permanecerão juntos, mas oficialmente desfiliados da Convenção da Igreja do Pacto Evangélico, ou seja, sem o reconhecimento doutrinário das suas práticas.

O pastor Collison, no entanto, que defende o chamado “casamento homossexual”, seguiu discordando da decisão. “Tenho certeza do caminho que escolhemos. Sinto-me grato pelos pastores e igrejas que nos defenderam”, disse ele, frisando em seguida que sente “compaixão” pelas demais igrejas irmãs que votaram por sua expulsão da convenção.

A “inclusão”

A igreja do pastor Collison passou a adotar o mesmo discurso das chamadas “igrejas inclusivas”, às quais em busca de maior aceitação social e política, abandonam o ensino correto da Bíblia Sagrada sobre a natureza da sexualidade humana, a necessidade de arrependimento e transformação.

Em 2014 a igreja do pastor Collison, por exemplo, celebrou uma união homossexual entre duas mulheres. Além disso, o líder religioso também chegou a emitir uma declaração dizendo que sua denominação acolhia o público LGBT, mas não no sentido tradicional do termo, e sim no da aceitação do estilo de vida homossexual.

“A CEC está ciente da complexidade, sensibilidade e dor que as questões da sexualidade humana podem trazer”, disse Michelle Sanchez, ministra executiva da ECC, explicando que apesar da igreja do pastor Collison ter identidade própria, ela não poderia adotar uma doutrina incompatível com a defendida pela convenção, que no total possui 280 mil membros no país.

“Nós falamos do desejo de liberdade e responsabilidade como denominação. Essas duas coisas estavam entrando em tensão neste caso”, disse Sanchez, segundo informações da emissora CBN News.

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[Apostasia] Pastor da Assembleia de Deus se “converte” ao catolicismo e leva fiéis junto

 

Um pastor pentecostal, acompanhado de sua família e um grupo de fiéis desligaram-se da Igreja Assembleia de Deus de Tucson, no Arizona, Estados Unidos, e se converteram ao catolicismo, passando a seguir o rito bizantino.

As igrejas desse rito pertencem a um antigo ramo do catolicismo, embora sejam autônomas em relação ao rito e disciplina. De modo geral, estão igualmente submetidas ao papa e ao Vaticano.

A revista National Catholic Register divulgou recentemente a história do pastor Joshua Mangels, que renunciou ao seu cargo na Assembleia de Deus no final do ano passado. Ao anunciar seu desligamento, afirmou que quem assim desejasse, poderia ir com ele.

Surpreendentemente, vários membros tomaram essa decisão. Cerca de um mês depois do anúncio, foram batizados em uma igreja católica de Tucson.

O pastor comentou que, embora o seu ministério na igreja pentecostal lhe desse prazer, nos últimos anos começou a se sentir “frustrado pelos vaivéns da doutrina, as modas e pressões da comercialização da igreja”.

Ao voltar para casa depois de uma conferência de pastores sentia-se decepcionado e começou a escutar as homilias de um padre que um amigo lhe tinha indicado. O conteúdo das pregações, segundo Mangels, era impressionante. “Era como um gole de água fresca. Escutei durante horas”.

Ele afirma que recebeu informações sobre os Padres de Igreja e parte de sua história que não conhecia. Decidiu fazer sua própria pesquisa. “Quando li os pais da Igreja, os sacramentos começaram a ter significado e comecei a ver como a Eucaristia era central para a Igreja primitiva. Se a Eucaristia foi ordenada por Cristo, quero receber isso do Senhor”, relata.

Conta que ele e a esposa começaram a ler constantemente sobre a história do catolicismo e começou a ensinar os fiéis de sua igreja sobre tudo que aprendera. “Adorava pastorear, adorava pregar. Eu falava em reuniões de todo tipo, mas descobri que agora eu era católico no meu coração”, lembra Mangels.

Quando ele conheceu o padre Bob Rankin, da Igreja Católica Bizantina de Tucson, começou a ouvir mais sobre a teologia dogmática e a eclesiologia católica, até que se convenceu que precisava tomar essa decisão, mesma sabendo que seria rejeitado pelos membros da sua igreja.

Para sua surpresa, mais de uma dezena decidiu juntar-se a ele, enquanto a maioria continuou fazendo parte da Assembleia de Deus e procurou outro pastor para a congregação. Com informações ACI Prensa

[e-News] Bianca Toledo anuncia separação de Felipe Heiderich por caso pedofilia

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A missionária Bianca Toledo, famosa pela sua experiência de ressurreição, anunciou pelas redes sociais que está se separando do marido, o pastor Felipe Heiderich. Num vídeo em que explica o caso, ela desabafa, afirmando que ele está envolvido com homossexualidade e com pedofilia.

Segundo ela, Felipe fez uma tentativa de suicídio após confessar tudo. Ela levou o caso à justiça e ele agora se encontra acautelado em uma clínica psiquiátrica, diagnosticado com psicose maníaco depressiva, neurose grave e síndrome de múltiplas personalidades. Nos últimos dias, a missionária postou três vídeos, onde relata tudo o que aconteceu com o casal.

No mais recente, postado nesta terça-feira (5), esclarece que está aguardando “a justiça do Céu e a justiça dos homens”. Afirma que, como mãe de filho pequeno, está passando por um dos piores momentos de sua vida. Bianca explica que está sofrendo muito e que o senador Magno Malta, que acompanha a situação iria se pronunciar.

“Eu fui enganada”, afirmou ela, visivelmente emocionada. Explicou aos seus seguidores que continuará levando a palavra de Deus e pediu orações.

Embora não tenha dado maiores detalhes sobre a separação, na descrição do vídeo afirma: “A anulação do casamento foi aceita como legitima diante das provas apresentadas ao juiz e o pedido de prisão foi feito mediante comprovação suficiente”.

Assista ao seu desabafo:

Fonte: GospelPrime

Minha opinião:

Há algum anos, quando conheci a história do ex-casal, fiquei chocado ao ouvir Felipe dizendo que Bianca era resposta de Deus às suas orações feita por anos, enquanto esperava por ela. Por que o espanto? O problema está em que a Bianca estava casada enquanto o Felipe orava por sua futura esposa. Percebem o contrassenso?

Em outras palavras, Deus destruiu o primeiro casamento de Bianca Toledo, afim de liberá-la a se casar novamente com o Felipe. Isso é um absurdo.

Veja o vídeo desse testemunho à partir de 4 minutos:

Está escrito:

Eu odeio o divórcio“, diz o Senhor, o Deus de Israel, e “o homem que se cobre de violência como se cobre de roupas”, diz o Senhor dos Exércitos.” Malaquias 2:16

Deus não age contra a sua Palavra. Guardei essa situação para mim. Descansei no Senhor. E hoje quando vou ler as notícias no Facebook me deparo com a separação do casal “unido por Deus”. Creio que ficou bem claro o equívoco à respeito da vontade de Deus nesse relacionamento.

Infelizmente tudo isso aconteceu e, com muita dor e muito sofrimento, estamos aprendendo mais uma lição através da vida de nossa irmã Bianca. Oremos pelo ex-casal, afim de que Deus venha gerar arrependimento e conversão em Felipe e console o coração de Bianca.

[Apostasia] Igreja Batista decide em assembléia aceitar homossexuais no rol de membros

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Vejam a carta do Pastor abaixo:

E assim caminhamos para o fim. Até que ponto chegamos?
Esse não é ainda o ponto final da história.
“Um Caminho ainda mais excelente. ”
I Coríntios 12:28

No último dia 28 de fevereiro do ano em curso, a Igreja Batista do Pinheiro reunida em assembleia extraordinária, aprovou por maioria absoluta de votos (129 favoráveis, 3 contrários e 15 abstenções) o parecer da diretoria executiva 2015 e 2016, que sugeria a aceitação de pessoas homoafetivas como membros da igreja por batismo, carta de transferência e aclamação. Desta forma, corajosamente os membros presentes na assembleia decidiram de forma histórica que qualquer pessoa que confesse Jesus de Nazaré como Senhor e Salvador da sua vida, independente da sua condição social, econômica e sexual será recebida formalmente no rol de membros da igreja.

Celebro esta decisão histórica com muito temor no coração, uma vez que a mesma encerra um debate de 10 anos, onde estudos bíblicos, encontros, mesas redondas, embates, debates e é obvio alguns arranhões (não teria como ser diferente) aconteceram no desenrolar deste período. Durante estes 10 anos fizemos questão de não abrir mão da Bíblia, pois, a mesma continua sendo nossa regra de fé e prática; mergulhamos o mais profundo que pudemos nos estudos exegéticos e hermenêuticos em busca de um consenso que trouxesse paz ao coração na hora de decidir.

Também, não abrimos mão do respeito às opiniões divergentes, exercitando a paciência e crendo que no tempo determinado pelo Espírito Santo de Deus (Eclesiastes 3:1) as ideias, os olhos e os corações seriam abertos para enxergar o real sentido do debate, que constituía em aceitar e amar as pessoas nas suas particularidades, como o próprio Deus nos amou (Efésios 1:18 e 2:4,5).

Nestes quase 46 anos de organização como igreja, nossa comunidade de fé sempre procurou estar atenta e sensível às vozes daqueles que não conseguem ter voz, nem ser ouvidos pela maioria, principalmente do mundo religioso formal. Lamentavelmente, constato numa rápida análise que com o passar dos tempos, o cristianismo e na maioria das suas igrejas se apegaram apaixonadamente muito mais por suas doutrinas, estruturas e estatutos do que pelas vidas/pessoas pelas quais Jesus de Nazaré derramou seu sangue. Tijolos, estatutos, estruturas e tantas outras coisas que geram disputas infindáveis em nosso meio, precisam dar espaço urgente ao grito silencioso do Espírito de Deus que tenta nos lembrar que não fomos chamados para ser régua do mundo, e sim, braços aconchegantes para todos e todas que estão cansados à beira do caminho (Mateus 11:28-30).

Depois de 10 anos discutindo, conversando, orando, chorando e não se deixando vencer pela força coercitiva do fundamentalismo machista e excludente que sempre predominou em nossas leituras e interpretações da Bíblia, recebo esta decisão como uma boa nova do Espírito de Deus que nos mostrou, nas palavras de Helcias Pereira (Coordenador Nacional das APNs), que nos visitava na manhã da decisão: “que nem sempre a arrogância, a ignorância e a estupidez humana prevalecem em relação aos desafios de aceitação ao que é diferente ou mesmo inusitado.” Como diria na mesma manhã da decisão, o irmão Jorge Firemam: “Agradeço a Deus por estar aqui neste dia. Pois para mim era uma questão de honra me fazer presente. O resultado da votação não é apenas pelos “meninos” ou pelas “meninas”, o resultado representa a verdadeira importância do amor e do respeito ao próximo” (Mateus 22:34-40; I João 4: 7-21).

10 anos não são 10 dias ou meses, durante este longo tempo muita gente deu sua preciosa contribuição, costurando com oração, amor e lágrimas a decisão do último domingo. Louvo a Deus pela vida do irmão Júlio Daniel que corajosamente há 10 anos, de forma pura e até inocente declarou sua condição sexual publicamente na igreja, gerando na ocasião, desconforto para alguns e desafio para outros que a partir daquele momento começaram a considerar o tema de forma mais didática e pedagógica em oração. Louvo a Deus por aqueles que não concordando com os debates e os encaminhamentos sobre a temática deixaram a igreja de forma respeitosa e pacífica sem provocar dissenções e dificuldades para comunidade de fé. Louvo a Deus pela vida dos nossos líderes eleitos da gestão 2015 e 2016 que de forma discreta, corajosa e temente ao Senhor Deus produziram um parecer equilibrado e robusto que levou a comunidade a aprová-lo com paz no coração. Louvo a Deus pela nossa pastora e teóloga Odja Barros, que sempre esteve disposta a escrever, pregar e apresentar seminários sobre a temática, sempre a convite da diretoria da igreja, demonstrando equilíbrio, respeito, imparcialidade e um temor ao Senhor Deus que arrebatou nosso povo em vários momentos com a Bíblia aberta e regada de lágrimas. Louvo a Deus por aqueles e aquelas que nestes 10 anos não arredaram o pé da igreja, em detrimento dos debates sobre a temática, sustentando a igreja em oração, recursos e acima de tudo protegendo a comunidade dos ataques e acusações covardes que muitos tentaram colar em nossa história. Parabéns para todos e todas que que fizeram e fazem a história recente da Igreja Batista do Pinheiro por mais esta decisão corajosa, que se soma à prateleira de decisões históricas importantes para a Igreja Evangélica Nordestina e Brasileira.

Mais que uma decisão histórica, nos alegramos como comunidade de fé em darmos mais um passo rumo ao exercício do que acreditamos ser a proposta de Reino de Deus apresentada por Jesus de Nazaré como sendo um espaço de amor, respeito e acolhimento a todos e todas que desejem fazer parte e vivenciar o evangelho. Nas palavras do pastor e teólogo Marcos Monteiro, todo tipo de preconceito, exclusão, racismo, sexismo, machismo, desrespeito ao diferente e ganância precisam ser denunciados como um “desangelho” (não evangelho).

No final do capítulo 12 do livro de I Coríntios, o apóstolo Paulo, após versar sobre os dons espirituais e comparar a igreja com um corpo e seus membros, utiliza as seguintes palavras para introduzir a temática do capítulo 13 que trata do amor: “Passo agora a mostrar-lhes um caminho ainda mais excelente ” (verso 31b). Creio que a decisão do último domingo aponta a direção que a comunidade de fé chamada Igreja Batista do Pinheiro, pretende continuar seguindo que é tentar se manter de forma radical no caminho ainda mais excelente, que é o caminho do amor. Podemos errar, e vamos errar, somos humanos e imperfeitos. Entretanto, minha oração é que nossos erros sejam sempre numa tentativa insistente de se parecer cada vez mais com a proposta de graça e vida inaugurada e vivenciada em todo ministério do Senhor Jesus de Nazaré. Que possamos vir a errar, mais que nossos erros sejam por defender a vida acima de toda e qualquer injustiça, que nossa obsessão seja a mesma de Jesus de Nazaré que em vários momentos da sua breve vida, colocando-se ao lado dos excluídos do seu tempo trocou de lugar com os mesmos, sendo expulso do convívio social (Marcos 5: 14-17). O caminho do amor não é romântico, é duro muitas vezes, mas para quem crer e não abre mão de amar, qualquer preço a pagar é pequeno diante do que o poder do mesmo pode produzir na vida daqueles e daquelas que são alvo deste maravilhoso amor de Deus.

Maceió, 04 de março de 2016
Pr. Wellington Santos

Fonte: Veja Tudo

Minha opinião

Desde a Igreja Primitiva, sempre existiram homossexuais no Rol de Membro das Igrejas. Como Paulo mesmo deixa claro. Está escrito:

“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos,
nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus.
Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus.” 1 Coríntios 6:9-11

No entanto, como Paulo deixa claro, eles abriram mão da pratica condenada pelo Senhor e, assim, foram batizados e recebidos no Reino!

Por mais que tentem conciliar o politicamente correto com as Sagradas Escrituras, não há salvação sem arrependimento de pecado! Isso implica mudança, renuncia, abnegação, afim de que com o corpo possamos também glorificar a Deus!

A atitude dessa Igreja demonstra que realmente estamos perto do fim, pois a Apostasia é um dos últimos sinais antes do retorno de Jesus!

Maranata, ora vem Senhor Jesus!