DEVOCIONAL: UM MÊS PARA VIVER! DIA 2 – Montanha Russa

DIA 2 – Montanha Russa

“A vida não é medida pelo número de vezes que respiramos, mas pelos momentos que tiram nosso fôlego” (Anônimo)

Assim como o passeio na montanha russa é rápido como um raio, nossa vida nesta Terra é temporal e finita.

Trata-se de uma parte natural da experiência do ser humano: nascemos e, no final de tudo, nosso corpo vai morrer.

Em vez de achar isso depressivo ou desestimulante, você pode ser verdadeiramente livre se estiver disposto a enfrentar e assimilar essa verdade sobre a vida: ela vai acabar, pelo menos na forma como a conhecemos aqui.

Em vez de nos limitar, nossa mortalidade pode servir para nos lembrar de ser tudo o que fomos criados para ser.

É comum sermos tentados a ficar na zona de segurança e nos acomodar com menos do que fomos criados para ser.

Um número incalculável de pessoas, independentemente do estágio de vida em que se encontra, costuma dizer:

– “Algum dia vou buscar o que a vida tem a oferecer”.

– “Quando me aposentar, então vou aproveitar a vida”.

– “Algum dia vou realmente viver para Deus, serei mais organizado e passarei a amar mais minha família”.

– “Quando ganhar dinheiro suficiente, então passarei mais tempo com meus filhos”.

– “Quando tiver mais tempo, vou tentar ser mais espiritual”.

Algum dia. Um dia. Quando. Se. Então, tudo acaba.

Quando vamos acordar e perceber que esta é a vida?

Sempre seremos tentados a nos valer da síndrome do algum dia, mas essa mentalidade rouba algo de nós.

Deus não planejou que ficássemos simplesmente à margem de tudo, assistindo a vida passar enquanto imaginamos a razão de não estarmos mais satisfeitos.

Deus nos criou para assumir riscos pela fé e para vencer os gigantes que nos paralisam de medo.

A vida é imprevisível; você nunca sabe o que virá a seguir.

Às vezes você faz curvas muito fechadas e acha que as rodas se soltarão, mas Deus é um motorista experiente. Ele sabe exatamente onde está indo e tem o controle total quando você sente medo.

Se você soubesse que tem apenas um mês para viver, você não deixaria a zona de segurança para trás e iniciaria o passeio que acelera seu coração?

Você não gostaria de participar de um passeio que trouxesse satisfação – com alegria, com medo, com um nível de envolvimento que lhe permitiria saborear cada momento?

Se você soubesse que tem apenas algumas semanas de vida, não creio que seria capaz de cultivar a síndrome de algum dia.

Quero desafiar você hoje a enfrentar seus medos com fé e, assim, realizar o passeio de sua vida, vivendo apaixonadamente!

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