[Fim dos Tempos] Feminismo, Parada Gay e a Nova Ordem Mundial!(Fonte: Site Ateu!) Surpreendente!

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Todos os anos é realizada a “Parada Gay” na Av. Paulista, o centro comercial da capital paulistana. Em todas as suas edições são observadas um grande suporte da mídia e das nossas autoridades públicas, de olho no lucrativo negócio no qual milhares de pederastas do mundo inteiro vêm anualmente para cultivarem o uranismo na metrópole.
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O “espetáculo” é o mesmo de sempre: ao som da música eletrônica emanada de carros de som, somando-se com uma maior parte de curiosos, reúne-se uma multidão de pessoas drogadas, embriagadas e, conforme diversos relatos, parte delas entregando-se a orgias e degradando-se na rua em plena luz do dia para qualquer um que estiver passando pelo evento ver. Numa de suas edições (2007), foram distribuídos milhares de panfletos incentivando (falava em orientações) o uso da cocaína, fora os habituais, falando sobre o “sexo seguro”, que ainda pode ser encontrado no portal da Folha de São Paulo, em matéria de Daniel Bergamasco.
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É uma verdadeira Sodoma nas ruas da capital com o apoio tácito dos nossos governantes. Por outro lado, a maior parte da população, evidentemente, na remanescência dos princípios legados pelos seus pais e avós, tende a condenar o evento, mas não tem força política, voz ativa ou não se interessa por tentar obstaculizar a realização do mesmo.
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Os próprios políticos em geral – e salvo raras exceções -, ou se omitem pelo cálculo, ou dão suporte em busca da simpatia das “minorias” e do lucro financeiro. Os religiosos fazem vista grossa, mas também deixam escapar a chance de organizar uma coalizão política efetiva para pressionar as autoridades a tomarem uma postura mais decente e digna em uma nação que, embora sob a égide de um Estado laico, ainda se diz cristã.  Façamos notar que a realização desses eventos vem sempre acompanhada da pressão dos grupos homossexuais contra o “preconceito” e para criminalizar o que eles chamam de “homofobia” – que se traduz, mais propriamente, em não aprovar tal comportamento e não o querer para seus amigos, filhos e família. Mas as questões que queremos abordar aqui vão além da “Parada Gay” em si e ao que há de subjacente à mesma. Nosso objetivo é alertar e esclarecer a verdadeira natureza da situação, tanto para os aliados e simpatizantes da UNAC [União Nacionalista], como para a população em geral.  Como é possível que um tipo de comportamento que até cerca de três décadas era ferrenhamente condenado como um grave desvio, passe a ser nos dias de hoje não só aceito, mas até incentivado?
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Como presenciamos hoje a realização de um tipo de evento que, até bem pouco tempo, seria absolutamente impensável e agora, além de tudo, é proclamado como um grande “avanço”? Como chegamos a tal inversão de valores e quais as forças que atuaram e atuam nos bastidores para que tal estado de coisas fosse possível?
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Não é possível falar sobre esse atual propagandismo da pederastia sem observarmos outra ideologia: o feminismo. Embora a maioria das pessoas pense tratar-se de dois fenômenos diversos, a verdade é que tanto o feminismo, como o apoio à pederastia e ao homossexualismo em geral, são duas ideologias que surgiram com o mesmo propósito e encaixam-se perfeitamente como a mão e a luva. Na verdade, uma acompanha e até reforça a outra a ponto de podermos afirmar que quando uma é fortalecida, esta favorece automaticamente a segunda de forma recíproca. Em meados da década de quarenta, Plínio Salgado, em sua obra A Mulher do Século XX, advertia sobre aqueles que já àquela altura queriam transformar a mulher numa concorrente do homem sendo envenenada e iludida a acreditar que seus instintos e vocações naturais, na verdade, eram moldados por uma sociedade cristã patriarcal e “machista” para oprimi-la.
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Observando os perigosos venenos que começavam a serem destilados no Ocidente do pós-guerra – e mais tarde se cristalizariam na contra-cultura, nos ensinava o pensador que na sociedade capitalista sem alma, orientada pelo liberalismo econômico, o ser humano é reduzido a um mero recurso e que, desta forma, a mulher passara a ser explorada, tendo também seu trabalho visto como mercadoria sujeita à lei da oferta e da procura.
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Notamos que os maiores sintomas dessa confusão geral se deram em diversos pontos, sendo os principais: a diminuição dos salários dos homens com a crescente enxurrada, geração após geração, de mulheres no mercado de trabalho; o afastamento da mulher do lar (deixando a educação das crianças a cargo das chamadas “rainhas dos baixinhos”), dos filhos e até da maternidade, no sentido de privilegiar uma carreira profissional em detrimento da sua família. Uma convicção que fez com que a maioria dos homens passasse a acreditar que não precisava mais da mulher em casa levando, evidentemente, a um afastamento cada vez maior entre os casais tendo como conseqüência uma vida conjugal e familiar cada vez mais secundária em relação às atividades profissionais. Tal fenômeno, de maneira óbvia, tem levado mais e mais casais à separação e destruído lares.  No plano econômico, o que presenciamos hoje nas grandes cidades e em todas as periferias é o efeito mais perverso: mesmo que não queira, a mulher se vê obrigada a sair ao mercado de trabalho para completar o salário de fome do marido que, na maioria das vezes, sozinho, é incapaz de prover o sustento do lar. Porém há conseqüências ainda mais graves e extremadas hoje de forma doentia.
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Desabituada do caráter e da missão que lhe são próprios, a mulher deixa de considerar o lar como o centro de sua atividade principal e ambiente de seu domínio afetivo; passa a viver mais na rua do que em casa […] Casando-se, a sua convivência com o marido limita-se aos encontros efêmeros de um amor sem raízes, esse falso amor sobre o qual se constroem os castelos de cartas dos casamentos desgraçados.
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A mulher desvaloriza-se na indistinção dos sexos e, em conseqüência, o homem rebaixa-se, perdendo o teor viril, porque nos países onde a mulher masculiniza-se, o homem também se torna efeminado. Efeminado e passivo, mesmo que não seja homossexual, o homem deixa de ser o portador das mudanças que a sociedade necessita e não tem forças para lutar contra esse modelo corrompido, se entregando então ao hedonismo como todo objetivo de sua existência. Burguês, acomodado, dócil como uma ovelha, covarde, marica, ridículo e mesquinho, o homem perde totalmente sua honra, sua virilidade e sua dignidade.
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Eis porque, já naquele tempo, se afirmava que certos desvios começam por uma moderna forma de romantismo que se batizou com o nome de “feminismo” e que antes deveria chamar-se “masculinismo”, e termina – após todos os cânticos à liberdade – com a anulação dessa mesma liberdade e a queda vertical até os extremos da escravidão e da degradação.  Em recente trabalho, intitulado Cruel Hoax – Feminism & New World Order (Farsa Cruel – Feminismo e Nova Ordem Mundial em tradução livre), Henry Makow desvelou o elo existente entre os movimentos de dissolução familiar e o banqueirismo internacional originado na Inglaterra e nos EUA, tendo amplos setores representados no sionismo internacional (Rothschild et caterva).
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Além do feminismo e da revolução homossexual, são componentes importantes nesse contexto: o controle de natalidade, programas de adoção para “casais” homossexuais, o desenvolvimento e o incentivo do uso da pílula anticoncepcional e outros meios contraceptivos, as campanhas pró-aborto e a vulgarização total do sexo, desde a pré-adolescência. A família e o casamento são tidos como instituições “superadas” e “arcaicas” e os filhos passam a serem vistos como algo “indesejado”, que deve ser evitado. O individualismo é entronizado como “virtude”, e o apego ao cônjuge e aos filhos como “fraqueza”. Por sua vez, o heterossexualismo é colocado como mera “opção”, sendo igualado ao homossexualismo (ou, como muitos preferem, “homossexualidade”).
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Heterossexualismo não é opção. Como bem ressalta Makow, ele simplesmente faz parte do ciclo reprodutivo e biológico. Já a relação homossexual é estéril, e representa um comportamento culminado por sérios distúrbios de ordem genética, psicológica ou espiritual.
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O objetivo final de tudo isso, porém, faz parte de uma agenda pré-definida por banqueiros que pensam poder substituir Deus e alterar a ordem natural das coisas em benefício próprio. A concentração cada vez maior da riqueza nas mãos de poucos magnatas que manipulam a maior parte da humanidade através de programas eugênicos, engenharia social e controle mental pela a mídia de massa e de entretenimento. Afinal, são os mesmos promotores da globalização que querem destruir o Estado nacional soberano, as culturas e religiões dos povos e bestializar o ser humano a ponto deste esquecer sua finalidade neste mundo.
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Cabe a nós iniciarmos imediatamente uma contrarrevolução.
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Se não formos capazes de encarar o problema de frente, conhecendo sua verdadeira essência, não poderemos sequer pensar em qualquer mudança.  Nos dias de hoje, lutar pelo que é justo e certo parece ser cada vez mais difícil, mas para aquele que não consegue enxergar a existência apenas na finitude terrena e material, é justamente a certeza de estar no caminho certo que provê a disposição para continuar na luta.
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Por Marcelo Silveira
Boletim Nacionalista, volume I, edição 2, julho/agosto/setembro de 2010, pp. 4 e 5
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Reportagem sobre a Parada Gay:
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Amados, caso vocês tenham lido todo o texto e ficaram confusos, ou acham que isso tudo é loucura, peço, encarecidamente, que assistam a Palestra abaixo dada na OAB-SP por um Filósofo, onde ele aborda o mesmo Tema do artigo acima!
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A mesma Política de Roma, a do “Pão e Circo”, tem sido feita e ninguém tem percibo que estamos perdendo nossa liberdade, nossos valores e a família tem sido destruída em prol da Implementação da Nova Ordem Mundial!
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