A Bíblia Sagrada Parte 2

5)Como posso ter a certeza de que a Biblia nas minhas mãos é a mesma de 2 mil anos atrás??

Meus amados, a Bíblia como a encontramos HOJE é a mensagem de amor de Deus para humanidade, onde Ele expõe o seu Eterno Projeto de tornar trazer todas as coisas em Cristo Jesus e revela o signifcado da CRUZ!Será que Deus não tem poder para conservar sua Palavra??? De forma a permitir a todas as gerações o conhecimento da Verdade por meio dela??Jesus disse:

“Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;” Jo 5:39

Jesus daria a ordem de buscarmos o conhecimento sobre Ele nas Escrituras se as mesmas não fossem conservadas até os nossos dias???Há algo impossível para Deus?? Ele disse:

“Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?” Is 43:13

Noutro lugar está escrito:

“Uma voz diz: Clama; e alguém disse: Que hei de clamar? Toda a carne é erva e toda a sua beleza como a flor do campo.

 Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do SENHOR. Na verdade o povo é erva.

 Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamenteIs 40:6-8

O Homem vem ao mundo e morre… quantas gerações já passaram?? E a Palavra de Deus permanece aí!!! É mais fácil o MUNDO acabar do que a Palavra ser mudada, pois Jesus prometeu:

      “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar.” Lc 21:33

Caso os argumentos citados acima não sejam suficientes, por favor, leia outros a seguir:

I) Provas da Inspiração da Bíblia

Além de unir numa só linha de pensamento escritores de diversas épocas, lugares e culturas, a inspi­ração divina das Escrituras é atestada sobretudo pelo próprio testemunho da história, através do cumprimento de suas profecias.

1. Sua inerrância.

São 39 li­vros produzidos num período de aproximadamente mil anos, escri­tos por cerca de 30 autores, cada um deles vivendo em lugares e épocas diferentes. O Antigo Testa­mento passou por rigorosas inves­tigações e escrutínios. Entretanto, ninguém jamais conseguiu encon­trar nele erro ou neutralizar a sua autoridade. Isso porque o Antigo Testamento é inspirado por Deus (2 Tm 3.16), e é o livro de Deus (Is 34.16). Nem mesmo as mais re­centes descobertas científicas con­tradizem o que nele está escrito. Vamos expor algumas delas a seguir:

a) Ciclo hidrológico (exposto na Bíblia: 3000 a.c.; confirmado na ciência, nos anos 1700).

O ciclo hidrológico foi escrito primeiramente no livro de Jó, cerca de 3000 a.c. Ele afirma:

“Porque reúne as gotas das águas que derrama em chuva do seu vapor, a qual as nuvens destilam e gotejam sobre o homem abundantemente.” (Jó 36.27,28)

Além disso, Salomão descreveu o ciclo hidrológico cerca de 935 a.c., dizendo:

“Todos os ribeiros vão para o mar, e, contudo, o mar não se enche; para o lugar para onde os ribeiros vão, para aí tornam eles a ir.” (Ec 1. 7)

Entretanto, a ciência não havia entendido o ciclo hidrológico até esse processo ser corretamente identificado por Perrault e Marriotte em1700.

b) A Terra está suspensa num espaço vazio (exposta na Bíblia: 3000 a.c.; confirmada na ciência: 1543).

As antigas culturas acreditavam em muitas coisas, no entanto todas elas pensavam que a terra era um tipo de objeto chato e imóvel. Muitos mitos estavam associados a várias crenças. Mas a Bíblia indicou corretamente que a terra estava suspensa no espaço:

  “Ele estende o [céu do] norte sobre o vazio e faz pairar a terra sobre o nada.” (Jó 26.7, ARA)

A ciência não havia descoberto isso até a declaração de Copérnico em 1543.

c) o ar é pesado (exposto na Bíblia: 3000 a.c.; confirmado na ciência: 1643).

Embora os povos da antiguidade acreditassem plenamente que o ar fosse desti­tuído de peso, o livro de Jó indicava que, de fato, ele era pesado:

 “Quando deu peso ao vento e tomou a medida das águas.” (Jó 28.25)

 Torricelli, um cientista italiano, descobriu a pressão barométrica em 1643.

d) O tempo, o espaço e a matéria tiveram um começo (exposto na Bíblia: 1450 a.c.; confirmado na ciência: 1916).

As primeiras palavras da Bíblia são “no princípio”. E em outras passagens, inclusive no Novo Testamento, existem referências ao começo do tempo (2 Tm 1.9; Tt 1.2; 1 Co 2.7). Em 1915 as equações da relatividade de Einstein sugeriam o começo do tempo, da matéria e do espaço. Mais tarde, essas equações foram confirmadas por meio de repetidas experiências.

IMPORTANTE 

A confirmação, feita pela ciência, de que o tempo teve um começo representa uma das consistências mais im­portantes da Bíblia. Essa confirmação oferece não só uma dramática mudança no conceito existente, ao atestar o relacionamento da Bíblia com a revelação geral, como também é fundamental para desmentir a evolução. Uma vez tenha sido colocado um limite no tempo, seja ele de 10 mil ou 100 trilhões de anos – ela torna a evolução impossível!

e)A primeira lei da termodinâmica (exposta na Bíblia: 1450 a. c.; confirmada na ciên­cia: 1842).

A lei da conservação da energia indica que a matéria e a energia não podem ser criadas, nem destruídas (apenas convertidas). Existem muitas referências bíblicas à conclusão de Deus (isto é, de que a criação estava terminada) desde o Gênesis (2.2,3) e também em vários outros livros (Sl 148.6; 1s 40.26; 2 Pe 3.3-7; Hb 4.3,4,10). Joule e Mayer, independentemente um do outro, fizeram essa desco­berta no mesmo ano (1842) e ela ficou conhecida hoje como a pri­meira lei da termodinâmica.

f) A segunda lei da termodinâmica (exposta na Bíblia: 1000 a.c.; confirmada na ciência: 1850).

Geralmente conhecida com o nome de entropia, essa lei afirma que todas as coisas passam de um estado de ordem para um estado de desordem (dentro de um sistema fechado) sem que haja um input de energia intencional. Exemplos comuns: as coisas se estragam, as molas desenrolam, as estrelas desaparecem, o calor se dissipa, e as matérias se tornam impuras com o passar do tempo. Existem muitas referências ao princípio da entropia na Bíblia, por exemplo:

“Desde a antiguidade fundaste a terra; e os céus são obras das tuas mãos. Eles perecerão, mas tu permanecerás; todos eles, como uma veste, envelhecerão.” (Sl 102.25,26)

Outras referências semelhantes incluem Isaías 51.6; Mateus 24.:35; Romanos 8.20-22; 1 João 2.17; e Hebreus 12.27. Em 1850, essa segunda lei da termodinâmica foi descoberta por Clausius.

g) A Terra é uma esfera (exposta na Bíblia: 700 a.c.; confirmada na ciência: 1543).

Até a afirmação de Copérnico, a maior parte dos habitantes da terra pensava que ela fosse chata. Entretanto, a Bíblia dizia que a terra tinha a forma de um “círculo” (ou sugeria que fosse uma esfera usando uma definição mais abrangente da palavra original hebraica, khug):

“Ele é o que está assentado sobre o globo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos.” (Is 40.22)

h) O universo está em expansão (exposto na Bíblia: 1000 a.c.; confirmado na ciência: 1916).

A deslocação dos céus foi prevista nas equações gerais da relatividade propostas por Albert Einstein e, desde então, confirmada várias vezes. Físicos, como Edwin Hubble, fizeram experiências e verificaram, no início de 1900 que, como havia sido previsto, o uni­verso estava em expansão. Entretanto, muito antes a Bíblia já havia mencionado esta expansão. Aproximadamente no ano 1000 a.c., o autor do Salmo 104 escreveu:

 “Ele cobre-se de luz como de uma veste, estende os céus como uma cortina” (v. 2)

Muitos outros versículos indicam que os céus estavam (e ainda estão) sendo expandidos por Deus (Jó 9.8; Is 40.22; 42.5; 44.24; 45.12; 48.13; 51.13; Jr 10.12; 51.13; Zc 12.1).

i) As estrelas são incontáveis (exposto na Bíblia: 600 a.c.; confirmado na ciência, dé­cada de 1920).

Os povos da antiguidade acreditavam que podiam contar as estrelas. Na verdade, no ano 100 a.c. Ptolomeu estava ativamente catalogando as estrelas – segundo seus cálculos, naquela época elas eram 1.100. Claro está que a ciência moderna, que começou por volta da década de 1920 com telescópios extremamente potentes, percebeu que o número de estrelas alcançava a casa dos bilhões. Mais tarde, reconheceram que existe cerca de um bilhão de galáxias, com aproximadamente um bilhão de estrelas cada uma. Entretanto, isso já havia sido reconhecido pela Bíblia quando proclamou, cerca do ano 600 a.c., que as estrelas era “incontáveis”:

“Como não se pode contar o exército[estrelas] dos céus, nem me­dir-se a areia do mar, assim multiplicarei a descendência de Davi, meu servo, e os levitas que ministram diante de mim” (Jr 33.22

A precisão dessa afirmação literal da Bíblia pode ser agora fa­cilmente verificada. Se as estrelas fossem “contadas”, de acordo com um índice de dez por segundo, seriam necessários mais de 100 trilhões de anos para “contar” as estrelas, o que é claramente impossível.

j) Código genético ( exposto na Bíblia: 1450 a.c.; confirmado na ciência: 1735).

Tínha­mos pouco conhecimento sobre a classificação básica das espécies até Carolus Linnaeus desenvolver um sistema para a classificação dos organismos usados ainda hoje. O componente mais fundamental desse sistema é a reprodução básica das espécies. A Bíblia fez referência a esse sistema básico da classificação genética quando se refere às cri­aturas “conforme a sua espécie” (Gn 1.21-31; 7.14).

Creio que essas evidências científicas são suficientes, para que, pelo menos, você venha a REFLETIR à respeito de suas convicções! Muitos possuem “PRE-conceito” à respeito da Bíblia e a consideram um Livro como outro qualquer, pois não possuem informações, como as que estou expondo aqui, para que possam exercer o senso crítico com imparcialidade e perfeição. Então de posse dessas informações, recebam e aceitem o verdadeiro CONCEITO da Palavra de Deus!

2. Suas profecias.

Uma ca­racterística peculiar do Antigo Tes­tamento, que podemos usar como prova de sua inspiração, são as suas profecias cumpridas. Nem o Alcorão, nem o Livro de Mórmon, nem a Tripitaka dos budistas, nem os Vedas dos hindus, ou qualquer outro livro que reivindica autori­dade espiritual contêm profecias. Somente a Bíblia é o livro de pro­fecia (Ap 22.19).

O Antigo Testamento fala do re­torno dos judeus à terra de seus antepassados (Jr 31.17; Ez 11.17; 36.24; 37.21). Depois de mais de 18 séculos de diáspora, perseguições e ameaças de extinção, Israel revive como país soberano e membro das Nações Unidas, desafiando toda a lógica e argumento humano. Isso sem contar as inúmeras profecias referentes a Cristo, a outros povos e a diversos fatos da história.

3. Sua unidade.

Seria possí­vel chegar a tal unidade de pensamento com 10 ou 12 eruditos es­crevendo sobre um só tema? A ex­periência diz que não. Seria mais que evidente a discordância e as contradições. No entanto, há em toda a Bíblia uma unidade perfeita de pensamento, mesmo versando sobre os mais variados temas, escri­tos por diversos autores de diferen­tes gerações. Isso porque se trata do pensamento de um só autor: Deus. Essa unidade é um dos elementos que comprova sua origem divina.

II) Autenticidade das cópias dos Manuscritos

1. Os autógrafos.

Todos os autógrafos (os manuscritos origi­nais) dos livros da Bíblia perde­ram-se ao longo dos séculos. As cópias originais, provenientes di­retamente do punho dos escrito­res sagrados, desapareceram. A Bíblia chegou-nos através de cópi­as tiradas de outras cópias até o advento da imprensa, no século XV. Isso devido às perseguições que a Igreja sofreu nos três primei­ros séculos, sem contar a de Nero em 68 d.e. O imperador Décio mandou destruir todas as cópias das Escrituras em 303 d.c.

2. O método de cópia dos manuscritos.

Os copistas judeus queimavam as cópias dos manuscri­tos depois de copiá-las. Eles não davam muita importância à idade dos manuscritos. Quanto mais novo, melhor. Por essa razão, ninguém se surpreende com a escassez de manuscritos hebraicos do Antigo Testamento. Eles usavam critérios rigo­rosos ao copiar o texto sagrado, tendo em mente a proibição de acres centar-se-Ihe ou diminuir palavras (Dt 4.2; 12.32; Pv 30.5,6).

3. A credibilidade dos ma­nuscritos.

O texto mais antigo de que dispomos atualmente é um fragmento do livro de Números 6.24-27, “A Bênção Sacerdotal”, datado do século VI a.e. Antes das descobertas do mar Morto, o ma­nuscrito mais antigo não ia além do século X d.e. Entretanto, nenhum erudito ou crítico suspeitou de sua autenticidade. Isso porque as ver­sões do Antigo Testamento em ou­tras línguas, como a Septuaginta, Vulgata, Peshita e outras e os crité­rios meticulosos dos judeus para preservar a integridade do texto sagrado, eram suficientes.

III) Os Manuscritos do Mar Morto 

1. A grande descoberta.

As descobertas dos rolos do mar Mor­to foram um lenitivo para todos que amam as Escrituras, apesar da credibilidade dos textos hebraicos do Antigo Testamento, pois agora dispomos de provas textuais mais concretas. O conteúdo desses ma­nuscritos é o mesmo do nosso An­tigo Testamento; é a resposta de Deus para os muçulmanos, que afirmam que a Bíblia foi falsi­ficada, e ao mundo cético. Há um espaço de tempo de mais de mil anos entre esses rolos do mar Mor­to e o manuscrito hebraico mais antigo até então existente no mundo. Jesus disse: “A tua palavra é a verdade” (Jo 17.17). Essa desco­berta feita em 1947 foi o achado do século XX, e confirma a auten­ticidade da Bíblia. Com exceção do livro de Ester, todos os livros do Antigo Testamento estão representados nesses 800 manuscritos.

2. A data dos rolos do mar Morto.

As 11 cavernas de Qumran trouxeram à tona cerca 170 ma­nuscritos bíblicos, em sua maio­ria fragmentos descobertos entre 1947 e 1964, sem contar outros manuscritos não bíblicos. O pri­meiro grupo desses manuscritos é datado entre 250 a.C. e 68 d.C., com quantidade considerável de texto escrito no período paleo­hebraico; e o segundo grupo, en­tre 70 e 132 d.C., período entre a destruição de Jerusalém e a Revolta de Bar-Kochba, em Yavne, ou Jâmnia.

3. A origem dos manuscri­tos do mar Morto.

Os manus­critos do mar Morto não foram to­dos produzidos pelos essênios; muitos desses vieram da Babilônia e do Egito. Os essênios eram uma ordem monástica judaica, estabe­lecida antes de Cristo, próxima ao mar Morto. Trata-se, portanto, de textos produzidos manualmente, procedentes de várias épocas e de vários lugares.

Conclusão

A autoridade do Antigo Testa­mento está inseparavelmente liga­da à sua origem e propósito. Sua credibilidade surpreende o mundo até os dias atuais. Além dos manus­critos hebraicos, há milhares de tex­tos traduzidos para outras línguas e mais as descobertas do mar Mor­to. Diante de tudo isso, quem ousa­rá investir contra a autenticidade da Bíblia? A Palavra de Deus foi por Ele milagrosamente preservada, está escrito:

“E disse-me o SENHOR: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para cumpri-la.”(Jr 1.12).

Não temos os autógrafos, po­rém o tão elevado número de cópi­as existentes e harmônicas entre si garante a autenticidade dos livros das Escrituras Sagradas.

Espero que esse Estudo sirva para a edificação e compreensão de muitos que se encontram com os olhos obescurecidos, a mente cauterizada, os ouvidos surdos e o coração endurecido para a Verdade!

Caso você tenha recebido a revelação da autenticidade das Sagradas Escrituras e compreendeu, mesmo que de forma ainda superficial, a necessidade de seguir a Cristo segundo a tua Palavra, por favor, não endureça seu coração!! Peça perdão por sua vida de desobediência e entregue-se a Cristo! Depois procure por um Local onde verdadeiramente ensina-se a Palavra de Deus, para que você venha a amadurecer e se tornar um vaso de honra nas mãos do Senhor!!

Jesus os abençoem!!! A Paz… por Arauto de Cristo

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3 pensamentos sobre “A Bíblia Sagrada Parte 2

  1. Pingback: A Bíblia Sagrada Parte 1 « Arauto de Cristo – Voz Que Clama no Deserto

    • Existem muitas conjecturas à respeito disso… mas saberemos a realidade quando o Fim chegar…

      Na essência a marca da Besta é um caráter conformado com o Mundo e o Selo de Deus, o Fruto do Espírito Santo!

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