[Assunto Polêmico] Por que o Natal é uma celebração cristã e bíblica

Natal

Muitos cristãos — talvez por falta de conhecimento — têm dito que o Natal é uma festa pagã, em razão de o catolicismo romano ter oficializado o dia 25 de dezembro como data de celebração do nascimento do Senhor, a fim de agradar grupos pagãos, no século IV. Ademais, eles afirmam que não há registro nas Escrituras de que o aniversário de Jesus tenha sido celebrado após o seu nascimento. E que, por isso, devemos celebrar apenas a morte do Senhor, obedecendo ao que está escrito em 1 Coríntios 11.23-34.

Em primeiro lugar, em 1 Timóteo 3.16 está escrito: “E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Aquele que se manifestou em carne foi justificado em espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo e recebido acima, na glória”. Neste versículo se exalta a obra redentora do Senhor Jesus como um todo, mostrando que devemos glorificá-lo por seu glorioso nascimento (ou encarnação), por sua morte expiatória e por sua ressurreição para a nossa justificação.

Não há dúvida nenhuma, à luz da Bíblia, de que o Natal é uma celebração genuinamente cristã, que transcende o paganismo. Ela não foi inventada pela Igreja Católica Apostólica Romana, como muitos têm dito, erroneamente. Essa grande festa de louvor a Jesus Cristo, com ênfase ao seu glorioso nascimento, tem, sim, o abono das Escrituras. E estas nos apresentam pelo menos duas celebrações do Natal de Cristo, em momentos distintos.

Em Lucas 2.8-20 vemos a primeira celebração do Natal de Cristo, que ocorreu na noite do seu nascimento. Anjos glorificaram a Deus pela encarnação do Verbo (Jo 1.1-14), e pastores que estavam no campo, ao receberem dos anjos “novas de grande alegria”, celebraram o Natal juntamente com o Menino Jesus, que ainda estava numa manjedoura.

Quando Jesus possivelmente completou dois anos de idade — ou seja, em um momento diferente do seu nascimento —, o Natal de Cristo também foi celebrado, desta vez com a presença dos magos do Oriente. Estes, diferentemente dos pastores, não visitaram o Menino quando Ele era um recém-nascido, como vemos nos presépios feitos pelo catolicismo romano, e sim quando Ele estava em uma casa.

Em Mateus 2.11 está escrito: “E, entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, lhe ofertaram dádivas: ouro, incenso e mirra”. Ao visitarem o Menino, aqueles estudiosos dos astros sabiam que Ele já tinha em torno de dois anos de idade, pois Herodes Magno, depois de chamá-los e inquirir “exatamente deles acerca do tempo em que a estrela lhes aparecera” (v. 7), “mandou matar todos os meninos que havia em Belém e em todos os seus contornos, de dois anos para baixo, segundo o tempo que diligentemente inquirira dos magos” (v. 16).

Diante do exposto, que não nos esqueçamos de que a obra redentora realizada pelo Senhor Jesus Cristo não se restringe à sua morte. Ela, na verdade, está em um tripé: encarnação, crucificação e ressurreição. Se Cristo não tivesse nascido para revelar a glória do Pai (Jo 1.14), não teria morrido para nos resgatar de nossa vã maneira de viver (1 Pe 1.18,19). E, se não tivesse morrido, não teria ressuscitado para a nossa justificação (Rm 4.25). Preguemos o Evangelho de Cristo, celebremo-lo por seu Natal, glorfiquemos o seu nome, independemente da data! Aproveitemos, pois, esse período do ano para apresentar ao mundo o verdadeiro sentido do Natal! Lembremos de que o apóstolo Paulo, em Atenas, aproveitou-se do altar erigido ao “DEUS DESCONHECIDO” para falar do verdadeiro Deus (At 17.22-31).

Ciro Sanches Zibordi

[Apostasia] “Maconheiros de Jesus” usam droga para estudar a Bíblia

maconha

Um grupo de cristãos da cidade Centennial, Colorado (EUA), está chamando atenção por defender que a maconha os aproxima de Deus. Como o nome de “Stoner Jesus”, algo como “Maconheiros de Jesus”, convida “os estudantes da Palavra” para usar marijuana como uma maneira de lhes ajudar a entender os textos bíblicos.

Tudo começou quando Deb Button, 40 anos, casada e com dois filhos, precisou lidar com o divórcio. Ela diz que nunca havia usado drogas, mas aceitou o convite de um amigo. No Colorado, a venda do entorpecente é legalizada.

“Quando eu comecei a fumar me senti tão ligado a Deus”, conta ela. Entusiasmada, começou a divulgar os encontros do grupo na internet e rapidamente atraiu interessados. Aos poucos, a ideia foi se espalhando e hoje reúne além de evangélicos, mórmons, católicos, um ortodoxo grego e até um ateu! “Acho que essa planta é sagrada”, dispara Joye.

Os outros participantes têm suas próprias experiências. “Quando eu estou drogado, não consigo ler rápido, então olho para cada palavra”, disse Cindy Joye, uma das participantes.

“Penso no que cada uma delas significa”, explica. “Jesus não saia com os fariseus, mas com pecadores”, insiste Joye. “Se alguém lhe oferecesse um baseado, ele não diria que não.”

Já Mia Williams, que também participa dos encontros, faz uma defesa enfática.

“A Bíblia não diz que você não pode fumar maconha”, dispara. Ela afirma que foi criada em uma igreja batista conservadora, mas hoje não vê problema no consumo da droga. Cita Gênesis 1:29: “Eis que dou a vocês todas as plantas que nascem em toda a terra e produzem sementes’”, convenientemente deixado de fora a parte do versículo que explica que eram para alimento, não para fumo.

O que chama mais atenção nessa situação é o destaque que a mídia deu ao caso, celebrando como se fosse uma espécie de evolução ou tendência entre os jovens.

Nos Estados Unidos já existe até uma igreja que tem como sacramento a maconha. A Primeira Igreja dos Cannabis, no estado de Indiana é reconhecida pelo governo, mas não se define como uma igreja cristã, tendo sua própria filosofia.

Embora a Bíblia de fato não fale sobre a maconha ou outras drogas de maneira específica, existem muitas recomendações no Novo Testamento sobre a suficiência em Jesus. Ou seja, qual benefício uma droga que altera os sentidos poderia trazer a vida de uma pessoa?

A colunista Jennifer Leclaire, da revista Charisma, comentou a situação esta semana. Ela lembra que em contraponto aos frutos do Espírito Santo, as Escrituras falam sobre os frutos da carne: “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são […] feitiçaria” (Gl 5.19-20).

O termo grego que aparece como “feitiçaria” na maioria das traduções, no original grego épharmakeia e pode significa “o uso de drogas de envenenamento ou intoxicação, feitiçaria, artes mágicas”. É a mesma raiz da palavra “farmácia” também chamada de “drogaria”.

Obviamente os tempos são outros e existem muitos medicamentos benéficos, mas o uso de substâncias que alteram a consciência na busca do sagrado tem suas origens em cultos pagãos antigos.

Uma olhada rápida nas ferramentas de busca na internet mostra que existem vários sites brasileiros lidando com a questão se é permitido um evangélico fumar maconha.

Embora o foco da política atual seja a possibilidade de impeachment da presidente Dilma, o Supremo Tribunal Federal (STF) está prestes a descriminalizar o consumo de drogas no Brasil.

Assim como ocorreu com o casamento homossexual, uma eventual aprovação do STF fará com que a questão das drogas seja imposta sobre a sociedade como o “natural” e a igreja precisará lidar com isso.

Não é por acaso que a maioria dos centros de tratamento de usuários de droga é mantido por igrejas. Segundo diferentes pesquisas, o uso da maconha é geralmente um primeiro passo, que conduz ao uso de substâncias cada vez mais fortes, como cocaína ou crack.

Fonte: GospelPrime

[e-News] EM NY, PAPA FRANCISCO AFIRMA QUE JESUS “FRACASSOU” NA CRUZ

CORRECTION US Pope Francis

CORRECTION US Pope Francis

Mais uma loucura herética deste falso profeta socialista…

“E (a besta) abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu.” Apocalipse 13:6

Após se referir ao muçulmanos como “irmãos” (que adoram o mesmo Deus), Bergoglio compara as falhas humanas ao realizar esse trabalho com a Cruz de Cristo, que muitas vezes parece não dar fruto, mas que somos seguidores de Jesus Cristo, e que a vida de Jesus – humanamente falando – terminou em fracasso, o “Fracasso da Cruz”. (confira aqui na Homilia no próprio site Católico ou clique para download: NOVA IORQUE – Papa e o Fracasso da Cruz)

OOOPS…Foi isso mesmo que o Papa falou? Busquei na Internet a transcrição do seu sermão e confirmei que era isso mesmo que ele havia dito.

Fiquei pensando: “Eu não compreendo como um homem que se diz conhecedor das Escrituras possa dizer tal coisa”.

A morte de Jesus – mesmo humanamente falando – não foi um fracasso. É como se Ele tivesse tentado fazer algo e não conseguiu e acabou morrendo na cruz. A cruz era o objetivo final, Ele veio para isso. Sendo Deus encarnado, Ele pagou pelos nossos pecados nos reconciliando com o Pai, fazendo exatamente aquilo que Ele veio fazer, ou seja, morrer na cruz para se cumprir tudo o que estava escrito na Lei de Moises e dos Profetas. (Mateus 24:44)

Nenhum apóstolo, chamou a cruz de fracasso. Jesus sofreu a vergonha da cruz, (Hebreus 12:2) a maldição da cruz, (Gal 3:13) mas não o fracasso da cruz por que eles sabiam que a cruz não tinha sido um fracasso.

Não houve tempo suficiente para alguém achar que a cruz era um fracasso pois logo após a sua morte, estando Jesus ainda na cruz, o centurião e os homens que estavam ali reconheceram que Jesus era o Filho de Deus após o terremoto e tudo o que havia acontecido. (Mateus 27:54). Os discípulos estavam com medo, mas sabiam que Jesus seria morto e ressuscitaria, pois Ele mesmo os havia dito. (Marcos 10: 33)

A ideia de a cruz ser um fracasso é inexistente na história, tanto que três mil pessoas se converteram na primeira pregação de Pedro pois era sabido por todos que Jesus tinha feito milagres (Atos 2:22) e certamente as centenas de testemunhas oculares da sua ressureição eram provas suficientes para crerem Nele.

Citar a morte de Jesus na cruz como um fracasso do Jesus humano é uma heresia que menospreza seu sacrifício expiatório, não tem base Bíblica, Teológica nem Histórica e foge de todo o ponto central do evangelho. Jesus em nenhum momento na sua vida humana fracassou, sua vida foi perfeita, o plano de Deus foi perfeito.

Se Jesus não tivesse morrido na cruz, ele teria humanamente fracassado. Mas é exatamente por que Ele morreu na Cruz, que sua vida – humana – e morte não foi o “Fracasso da Cruz”, e sim, a “Vitória da Cruz”.

Texto: Joel M Stevao
Pastor, Teólogo, Apologista

Via: http://apologian.blogspot.com.br/ e http://www.acidigital.com/noticias/texto-homilia-do-papa-francisco-nas-vesperas-com-sacerdotes-e-religiosas-em-nova-iorque-15174/

SUPLEMENTO

Entenda biblicamente a relação da Igreja Católica com a Besta que sobe do Mar em Apocalipse. Veja as palestras abaixo:

[Exortação] ROMANOS 13.1-7 IMPEDE QUE CRISTÃOS PROTESTEM CONTRA O GOVERNO?

 

protesto

Romanos 13.1-7 é um texto bíblico usado e abusado para justificar o silêncio e a omissão por parte dos cristãos, mesmo diante de governos autoritários ou totalitários. Está escrito:

“Toda a alma esteja sujeita às potestades superiores; porque não há potestade que não venha de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus.
Por isso quem resiste à potestade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação.
Porque os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, não temer a potestade? Faze o bem, e terás louvor dela.
Porque ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador para castigar o que faz o mal.
Portanto é necessário que lhe estejais sujeitos, não somente pelo castigo, mas também pela consciência.
Por esta razão também pagais tributos, porque são ministros de Deus, atendendo sempre a isto mesmo.
Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra.”

Romanos 13:1-7

Mas deve-se levar em conta os seguintes pontos:

1. Na Epístola aos Romanos o poder pertence exclusivamente a Deus. As “autoridades do governo” nunca são chamadas de “poder” ou “poderes”, como se convencionou chamar na linguagem política contemporânea. Na Epístola, o único que tem poder é Deus, que vem a nós através do evangelho, que é Jesus Cristo, o único Senhor, e Senhor de todos.

2. A “autoridade” em Romanos 13.1-7 pode e deve ser interpretada como a estrutura de governo (no caso romano, o senado, que detinha as prerrogativas legislativa, judicial e eleitoral, e o imperador, o supremo comandante militar – pelo menos tecnicamente dois poderes co-iguais de governo, no século I d.C.). O apóstolo, em momento algum, personaliza a autoridade, nomeando-a: César, Augusto, etc.

3. Romanos 13.1-7 trata da autoridade legítima ideal e a define: esta é serva (a palavra usada é “diakonos”, que pode ser traduzida como ministro, administrador ou empregado) de Deus para o bem dos cidadãos; recompensa o bem que é feito pelos que estão sob o seu governo; e detém o poder da espada, sendo agente de punição contra quem pratica o mal – e por cumprir tais prerrogativas ordenadas por Deus, os cristãos se sujeitam “por causa da consciência” a tal autoridade e pagam impostos.

4. Quando as autoridades deixam de servir aos cidadãos, louvar o bem e punir o mal, DEIXAM DE SER AUTORIDADE LEGÍTIMA.

5. Logo, não são mais ordenadas por Deus. Se tornam a besta que surge do mar (Ap 13.1-10), tentando ser o idolátrico “Estado total”, que exige culto e submissão. E devem ser resistidas de toda forma legítima pelos cristãos, inclusive por meio da desobediência (como os apóstolos e cristãos mártires fizeram a partir do último quarto do século I d.C.).

Portanto, Romanos 13.1-7 não deve ser usado para justificar passividade ou omissão diante daqueles que traíram seu chamado e perderam a legitimidade de fazer parte da autoridade e ordem que vem de Deus.

Em países em que estes pontos foram compreendidos nunca houve ditaduras: Suíça, Holanda, Inglaterra, Escócia e Estados Unidos.

Por Franklin Ferreira

[Estudo Bíblico] Um Libertador para Israel

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LEITURA BÍBLICA

E apascentava Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote em Midiã; e levou o rebanho atrás do deserto, e chegou ao monte de Deus, a Horebe.
E apareceu-lhe o anjo do Senhor em uma chama de fogo do meio duma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia.
E Moisés disse: Agora me virarei para lá, e verei esta grande visão, porque a sarça não se queima.
E vendo o Senhor que se virava para ver, bradou Deus a ele do meio da sarça, e disse: Moisés, Moisés. Respondeu ele: Eis-me aqui.
E disse: Não te chegues para cá; tira os sapatos de teus pés; porque o lugar em que tu estás é terra santa.
Disse mais: Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó. E Moisés encobriu o seu rosto, porque temeu olhar para Deus.
E disse o Senhor: Tenho visto atentamente a aflição do meu povo, que está no Egito, e tenho ouvido o seu clamor por causa dos seus exatores, porque conheci as suas dores.
Portanto desci para livrá-lo da mão dos egípcios, e para fazê-lo subir daquela terra, a uma terra boa e larga, a uma terra que mana leite e mel; ao lugar do cananeu, e do heteu, e do amorreu, e do perizeu, e do heveu, e do jebuseu.
E agora, eis que o clamor dos filhos de Israel é vindo a mim, e também tenho visto a opressão com que os egípcios os oprimem.
Êxodo 3:1-9

INTRODUÇÃO

Um líder cristão não é feito da noite para o dia. Ê preciso que sua liderança seja amadurecida pelo tempo. Na lição de hoje, veremos que Moisés foi preparado lentamente pelo Senhor ao longo dos anos até que se tornasse o libertador do seu povo. Moisés era um homem manso e ao que parece não era muito eloquente, porém Deus viu que ele seria obediente e capaz de libertar o seu povo da escravidão egípcia.

I-MOISÉS-SUA CHAMADA E SEU PREPARO (Êx 3. 1-17)

1.Deus chama o seu escolhido.

Quando o Senhor escolheu e chamou Moisés para libertar seu povo, ele estava pastoreando ovelhas-um excelente aprendizado para quem mais tarde iria ser o pastor do povo de Deus, Israel (Sl 77. 20). É Deus que chama e separa aqueles que vão dirigir seu rebanho, e Ele continua vocacionando e capacitando para o santo ministério. O Senhor chama, mas cabe ao homem cuidar do seu preparo para ser útil a Deus.

O que multo nos edifica no versículo seis é Deus identificar-se não somente como “o Deus de Abraão e o Deus de Isaque”, mas igualmente como “o Deus de Jacó”, Ele é, portanto, o Deus de toda graça, compaixão e paciência, uma vez que Jacó teve sérios incidentes negativos na sua vida em geral (1 Pe 5. 10 ; Jo 1. 14,16).

2.O preparo de Moisés (Êx 3. 10-15).

Moisés foi chamado e recebeu treinamento da parte de Deus para que cumprisse sua missão com êxito. Deus ainda chama e prepara seus servos. Talvez Ele o esteja chamando para a realização de uma obra. Qual será sua resposta?

Moisés experimentou o silêncio e a solidão do deserto em Midiã (Ê× 3.1). Em sua primeira etapa de 40 anos de vida viveu no palácio real e frequentou as mais renomadas universidades, o conhecimento adquirido por Moisés e empregado com sabedoria, foi-lhe multo útil em sua missão de libertador; condutor, escritor e legislador na longa jornada conduzindo Israel no deserto.

3.O objetivo da chamada divina (Êx 3. 10).

O proposito divino era a saída do povo de Israel do Egito liderada por Moisés. Deus pode, segundo o seu querer, agir diretamente. Contudo, o seu método é usar homens e mulheres junto aos seus semelhantes. Hoje, em relação a muitas igrejas, Deus está dizendo a seus dirigentes: ”Tira o ‘Egito’ de dentro do meu povo”. É o mundanismo entre os crentes, na teoria e na prática; no viver e no agir, enfraquecendo e contaminando igreja. É Israel querendo voltar para o Egito (Êx 16. 3; 17.3). Deus com mão poderosa tirou Israel do Egito, mas não tirou o ‘Egito’ de dentro deles, porque isso é um ato voluntário de cada crente que, quebrantado e consagrado, recorre ao Espirito Santo.

“Certamente eu serei contigo”(V. 12). Isso era tudo o que Moisés precisava como líder espiritual do povo de Deus. Hoje, muitos já perderam essa divina presença em sua vida e em seu ministério, por acharem que são alguma coisa em si mesmos, dai, a operação do Espírito Santo cessar em sua vida. Paulo exclamou: “Nada sou”(2 Co 12. 11). Tudo que temos ou somos na obra de Deus vem dEle (I Co 3. 7).

II- AS DESCULPAS DE MOISÉS E A SUA VOLTA PARA O EGITO

1.O receio de Moisés e suas desculpas.

O Moisés impulsivo, que matou o egípcio e o enterrou na areia, já não existia mais. Ele havia sido mudado e moldado pelo Senhor, e agora precisava crer não no seu potencial, mas no Senhor que o chamara. Ao ser chamado pelo Senhor para ser o libertador dos hebreus, Moisés apresentou algumas desculpas: “eles não vão crer que o Senhor me enviou”; “não sou eloquente”. Quantas desculpas também não damos quando Deus nos chama para um trabalho específico? As escusas de Moisés, assim como as nossas, nunca são aceitas pelo Senhor, pois Ele conhece o mais profundo do nosso ser. Se o Senhor está chamando você para uma obra, não tenha e não perca tempo com desculpas.

Confie no Senhor e não queira acender a ira divina como fez Moisés, que tentou protelar sua chamada dando uma série de desculpas a Deus (Êx 4. 14).

2.Deus concede poderes a Moisés. 

A fim de encorajar Moisés e confirmar o seu chamado, O Senhor realiza alguns sinais (Êx 4. 1-9). Da mesma forma Deus ainda demonstra sinais para nos mostrar o seu poder e a sua vontade.

3.O retorno de Moisés.

Moisés não revelou ao seu sogro Jetro o que ele faria no Egito. Ainda não era a hora certa para isso. O líder precisa saber o momento adequado para revelar seus projetos. Entretanto, Moisés não poderia partir sem o consentimento de sua família. Assim ele disse a Jetro que iria ao Egito rever seus irmãos: “Eu irei agora e tornarei a meus Irmãos que estão no Egito, para ver se ainda vivem”(Êx 4. 18). Jetro prontamente liberou Moisés dizendo: “Vai em paz”. Moisés não saiu sem a bênção dos seus parentes. Para realizar a obra de Deus o líder precisa ter o apoio e cooperação da sua família. Se você ainda não o tem, ore a Deus nesse sentido.

III- MOISÉS SE APRESENTA A FARAÓ (Êx 5. 1-5)

1.Moisés diante de Faraó.

Chegando ao Egito, Moisés e seu irmão Arão procuraram Faraó para comunicar-lhe a vontade de Deus para o povo de Israel. Quão difícil e arriscada era a tarefa de Moisés.

Após o encontro que tivera com Deus, ele estava preparado para apresentar-se ao rei do Egito. Faraó recusou de imediato o pedido de Moisés. Além de recusar deixar o povo ir embora, Faraó agora aumenta o volume de trabalho do povo (Êx 5. 8,9), Moisés fez tudo como Deus lhe ordenara, porem a sua obediência não Impediu que ele e seu povo sofressem.

Talvez você esteja realizando alguma obra em obediência ao Senhor, mas isso não vai impedir que surjam dificuldades, problemas e aflições. Esteja preparado. Não podemos nos esquecer de que “por multas tribulações nos importa entrar no Reino de Deus” (At 14. 22). Enquanto estivermos neste mundo, estamos sujeitos às dificuldades (Jo 16. 33).

2.A queixa dos Israelitas (Êx 5. 20, 21).

O povo hebreu fica descontente com Moisés e Arão e logo começam a murmurar. Certamente todos esperavam que a saída do Egito fosse imediata. Mas este não era o plano de Deus. Moisés, aflito com a piora da situação, busca o Senhor e faz várias indagações. Quem de nós em semelhantes situações, estando em obediência a Deus, na vida cristã e no trabalho, já não indagou: “Por que Senhor?”. Moisés não conseguia entender tudo o que estava ocorrendo, mas Deus estava no controle. Às vezes não conseguimos entender o motivo de certas dificuldades. Mas não podemos deixar de crer que Deus está no comando de tudo.

3.Deus promete livrar seu povo (Ê× 6. 1).

A saída de Israel do Egito seria algo sobrenatural e esta promessa foi totalmente cumprida quando Israel, finalmente, saiu do Egito. Deus, nos seus atributos e prerrogativas. Ia agora redimir o povo de Israel (V. 6), adotá-lo como seu povo (V. 7), e introduzi-lo na Terra Prometida. Todo o Israel, assim como os egípcios, teriam a oportunidade de ver o poder de Deus.

CONCLUSÃO

Na lição de hoje aprendemos como o grande “Eu Sou” escolheu e preparou Moisés para que ele libertasse seu povo da escravidão egípcia. Deus continua a levantar e preparar homens para a sua obra. Você está disposto a ser usado pelo Senhor? Moisés apresentou algumas desculpas, mas não foram aceitas. Não perca tempo com Justificativas, mas diga “sim” ao chamado de Deus.

Fonte: CPAD

[Estudo Bíblico] O Livro de Êxodo e o Cativieiro de Israel no Egito

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LEITURA BÍBLICA

Êxodo 1. 1-14

Estes pois são os nomes dos filhos de Israel, que entraram no Egito com Jacó; cada um entrou com sua casa:
Rúben, Simeão, Levi, e Judá;
Issacar, Zebulom, e Benjamim;
Dã e Naftali, Gade e Aser.
Todas as almas, pois, que procederam dos lombos de Jacó, foram setenta almas; José, porém, estava no Egito.
Faleceu José, e todos os seus irmãos, e toda aquela geração.
E os filhos de Israel frutificaram, aumentaram muito, e multiplicaram-se, e foram fortalecidos grandemente; de maneira que a terra se encheu deles.
E levantou-se um novo rei sobre o Egito, que não conhecera a José;
O qual disse ao seu povo: Eis que o povo dos filhos de Israel é muito, e mais poderoso do que nós.
Eia, usemos de sabedoria para com eles, para que não se multipliquem, e aconteça que, vindo guerra, eles também se ajuntem com os nossos inimigos, e pelejem contra nós, e subam da terra.
E puseram sobre eles maiorais de tributos, para os afligirem com suas cargas. Porque edificaram a Faraó cidades-armazéns, Pitom e Ramessés.
Mas quanto mais os afligiam, tanto mais se multiplicavam, e tanto mais cresciam; de maneira que se enfadavam por causa dos filhos de Israel.
E os egípcios faziam servir os filhos de Israel com dureza;
Assim que lhes fizeram amargar a vida com dura servidão, em barro e em tijolos, e com todo o trabalho no campo; com todo o seu serviço, em que os obrigavam com dureza.

INTRODUÇÃO

Estudaremos o segundo livro das Escrituras Sagradas. Êxodo. Destacamos a aflição pela qual o povo hebreu passou no Egito por 430 anos. O povo escolhido do Senhor foi cruelmente oprimido por Faraó.

Porém. Deus Jamais se esquece das suas promessas. Ele vela por sua Palavra. Diante das atrocidades cometidas por Faraó, os israelitas clamaram a Deus. O Senhor ouviu a aflição do seu povo e enviou um libertador para redimi-los. Veremos ao longo do estudo que o livro de Êxodo é a livro da redenção efetuada pelo Senhor.

I- O LIVRO DE ÊXODO

1. Seu propósito.

O vocábulo êxodo significa saída. O livro de Êxodo foi escrito por Moisés e, segundo a Bíblia de Estudo Pentecostal, foi “escrito para que tivéssemos um registro permanente dos atos históricos e redentores de Deus, pelos quais Israel foi liberto do Egito”.

Este livro figura a redenção. Segundo o Dicionário Wycliffe, “o conceito de libertação da morte, da escravidão e da Idolatria é encontrado ao longo de todo o livro”.

2. A escravidão.

O livro de Êxodo foi escrito entre 1450 e 1410 a.C. Nesse livro vemos como os hebreus foram duramente afligidos por Faraó (Ex 1.14). Como escapar de tão grande opressão?

Para os israelitas seria impossível. Somente Deus poderia resgatá-los e libertá-los do jugo do inimigo. Somente o Pai também poderia ter nos resgatado do pecado e do mundo. Cristo morreu na cruz para nos libertar do poder do pecado. Ele morreu em nosso lugar.

3.Clamor por libertação.

O povo hebreu, ao ser cruelmente oprimido pelos egípcios, em grande angústia clamou ao Senhor, e a Palavra de Deus nos diz que ouviu o Senhor o gemido do seu povo (Ex 2.24). Não desanime! O Senhor ouve suas súplicas e está atento às suas dores, Deus já estava providenciando um libertador para o seu povo.

“Os propósitos de Deus são imutáveis e se cumprirão no tempo determinado por Ele”.

II- O NASCIMENTO DE MOISÉS

1. Os israelitas no Egito.

Eles “frutificaram, aumentaram multiplicaram-se, e foram fortalecidos grandemente, e a terra se encheu deles”. Estas mesmas bênçãos Deus têm hoje para a sua igreja. Observe com atenção as seguintes palavras do texto bíblico de Êxodo 7 :

a) “Frutificaram, aumentaram muito, multiplicaram-se” (At 9. 31; Lc 14. 22, 23).

Este foi um crescimento vertiginoso. Que Deus nos faça crescer na igreja em quantidade e qualidade.

b) “Fortalecidos grandemente”.

Na esfera espiritual, uma Igreja deve sempre fortalecer-se em Cristo (I Pe 5.10; Fp 4. 13). Lembremo-nos sempre de que a nossa fonte suprema e abundante de poder é o Espirito Santo (Ef 3. I 6; Zc 4. 6).

c) “A terra se encheu deles”.

A igreja precisa se encher não só em determinado distrito. Municipio, estado, região, pais e continente, mas em todo o mundo (Mc 16. 15 : At I. 8).

2. Um bebê salvo da morte.

Preocupado com o crescimento dos hebreus. Faraó deu uma ordem às parteiras no Egito para que todos os meninos israelitas recém-nascidos fossem mortos. Porém. As parteiras eram tementes a Deus e não mataram as crianças (Ex 1.17,21). Então, Faraó voltou à cena macabra, ordenando aos egípcios que todos os meninos dos hebreus fossem lançados no rio Nilo (afim de que se afogassem ou que fossem devorados por crocodilos) (Ex 1. 22).

Isso mostra o quanto esse rei era cruel e maligno. Atualmente essa atrocidade está generalizada. Muitas crianças estão sendo mortas, vítimas do aborto. É o infanticídio generalizado e legalizado pelas autoridades. O bebê Moisés foi salvo da morte porque seus pais eram tementes a Deus. Precisamos de pais verdadeiramente cristãos para que possam zelar pela vida de seus filhos, como Moisés foi preservado da morte. Os pais de Moisés, pela fé em Deus, descumpriram as ordens do rei e esconderam o bebê em casa (Hb 11. 23). Por mais um milagre de Deus, O nenê Moisés continuou sendo criado pela própria mãe (Ex 2. 3-10).

3. A mãe de Moises (Ex 6. 20). 

Joquebede aproveitou cada minuto que passou ao lado do seu filho para ensiná-lo acerca de Deus, da sua Palavra, do seu povo, do pecado. Das promessas divinas e da fé no Criador. Sem dúvida, é um exemplo a ser seguido.

4. A Filha de Faraó (Ex 2. 5-6).

A filha de Faraó desceu para se banhar no rio Nilo e teve uma grande surpresa – havia ali um cesto com um bebê. Não sabemos como. Mas Deus tocou no coração da filha de Faraó para que adotasse o menino hebreu.

Certamente a princesa sabia das ordens do seu pai contra os israelitas. Porém, operando o Senhor, quem impedirá? (ls 43. 13). Deus, em sua bondade. Usou a filha de Faraó para que encontrasse alguém, afim de criar o bebe Moisés. Tal pessoa foi justamente Joquebede, a mãe de Moisés (Ex 2. 9). Há uma recompensa para os pais piedosos e obedientes. Você tem ensinado a Palavra de Deus aos seus filhos? Então persevere em conduzi-los no caminho Correto (Pv 22.6).

III-O ZELO PRECIPITADO DE MOISÉS E SUA FUGA (Êx 2. 11-22)

1. Moisés é levado ao Palácio (Ex 2. 10).

Apesar de ter sido adotado pela filha de Faraó. Moisés foi criado por sua mãe. Não sabemos quanto tempo ele ficou na casa dos seus pais, porém, em determinado tempo o menino foi levado para o palácio. Deus cuidou de Moisés em cada etapa de sua vida. Ele também tem cuidado de você. Todos os acontecimentos em sua vida são parte do plano do Senhor. Não desanime! Deve ter sido difícil para Moisés deixar a casa dos seus pals. Entretanto, no tempo certo, ele o fez.

2. O preparo de Moisés (Ex 3. 9, 10).

Moisés passou sua juventude no palácio real como filho de uma princesa egípcia, ele frequentou as mais renomadas universidades egípcias, inclusive a de Om (At 7. 22 ; Gn 41.45). O Egito era então uma potência mundial. Na educação superior egípcia constavam, conforme a História e as descobertas arqueológicas, administração, arquitetura, matemática, astronomia, engenharia, etc. Esse conhecimento adquirido por Moisés, e empregado com sabedoria, foi-lhe muito útil em sua missão posterior de libertador, condutor, escritor e legislador na longa jornada conduzindo Israel no deserto para a terra de Canaã. Deus pode utilizar nossas habilidades adquiridas em benefício de sua obra.

3. A fuga de Moisés (Ex 2. 1 1-22).

Moisés foi criado como egípcio, porém, ele sabia que era hebreu. Estava no Egito, mas não pertencia àquele lugar. Certo dia, ao ver um egípcio maltratando um israelita Moisés tomou as dores do seu povo e resolveu defender um de seus irmãos. Moisés acabou matando um homem e enterrando o corpo na areia. Ele queria libertar seu povo pela força humana, mas a libertação viria pelo poder divino e sobrenatural, para que ninguém dissesse: “Nós fizemos. Nós conseguimos.” Moisés, assim como os demais hebreus, precisava ver e saber que fora o Senhor que os libertara. Quem nos libertou da escravidão do pecado? Deus.

Somente Ele poderia quebrar o terrível jugo do pecado que estava sobre nós. Não demorou muito para Faraó descobrir que Moisés matara um egípcio. Ele deveria ser preso e morto. Então, com medo, fugiu para Midiã (Ex 2. 15). Ali foi convidado para casa de Jetro, um sacerdote. Moisés casou-se com uma das filhas de Jetro e constituiu uma família, longe da casa dos seus pais e do seu povo.

Teve que ir para um lugar desconhecido e tornou-se um estrangeiro, mas tudo fazia parte do plano de Deus. Em Midiã, Moisés pode comprovar o cuidado providente do Senhor por ele. Talvez você tenha que ir também para um lugar distante. Todavia, não tenha medo, Deus está com você. Pode ser parte do treinamento do Senhor em sua vida.

SUPLEMENTO

Passei por uma experiência semelhante à Moisés, afim de encontrar-me com Deus e ser treinado por Ele. Confira no Testemunho abaixo:

CONCLUSÃO

Ao estudar os primeiros anos da vida de Moisés, vemos que o Senhor tem um plano definido para cada filho seu. É nosso dever obedecer a Deus, mesmo com nossas Imperfeições, assim como fez Moisés. Conseguimos fazer Isso pela poderosa presença, em nós, do Espirito Santo que Deus dá àqueles que lhe obedecem (At 5. 32).

Fonte: CPAD 2014